Esse curta produzido, pelo Moonbot Studios, é de emocionar. Propõe uma reflexão muito bonita sobre os livros com uma riqueza e sensibilidade que tem rendido grande reconhecimento. Sem mais, essa curta-animação é daquelas que necessitam de silêncio e, de preferência, boas caixas de som (ou fone de ouvido). Degustem!
Agora outra pintura famosa ganhou movimento, e mais: Interação. Petro Vrellis imaginou o fluxo de “Noite Estrelada” de Van Gogh, e reproduziu com openframeworks em uma animação que pode ser controlada pelo usuário.
O estilo é diferente do que vimos no vídeo de “O Grito”, criado por Sebastian Cosor, mas ainda assim imperdível.
Jay-Z e Kanye West lançaram em 2011 um disco juntos, Watch The Throne, elogiado por todo lado, inclusive por mim, que vez por outra faço vista grossa aos diamantes de sangue que esses caras mega talentosos usam. Pra ser honesto, o primeiro, em minha opinião, é rei dos 2000, quando se refez e botou ordem na música pop sem muito esforço (e porque 99 Problems é uma das minhas dez músicas preferidas na vida). O segundo tem bastante hype como cobertura, mas é inegável a volúpia de sua produção, cheia de megaclássicos de nosso tempo, como Stronger e Love Lockdown.
Hoje a dupla lança novo clipe de Watch…, Ni**as In Paris, canção que ano passado recebeu uma homenagem surreal, quando foi usada como trilha de um mashup da série tarantinesca Kill Bill, vídeo esse que já tem mais de um milhão e meio de views. Veja que daora.
Agora mira a versão oficial, ao vivo, cheia de imagens duplicadas, pirotecnias, em full HD e fornido dessa asquerosidade megalômana irresistível, besuntada de fodelança musical e possibilidades de fatality para epiléticos. Estou babando, véio. Coisa fina.
O melhor drama da televisão atual ganhou uma releitura sensacional do pessoal do CollegeHumor, e que responde a pergunta que é título desse post.
Se você assiste “Breaking Bad” deve dar play nesse vídeo agora. Walter White em sua versão 8-bit passa pelas quatro temporadas, tomando decisões como “cozinhar metanfetamina “ e “mentir para Skyler”, além de usar um chapéu para “desbloquear o Heisenberg”.
Se você nunca viu “Breaking Bad”, o vídeo tem spoilers – e você deveria ter vergonha de sair de casa.
Nada é melhor do que alguém com uma ideia inspirada, que não perde tempo, E FAZ, ao invés de trollar como reza o manual de vida do coro dos cuzões descontentes.
Pois é isso que fez Sebastian Cosor com sua versão em vídeo de uma das obras primas mais reproduzidas em todos os cantos da cultura pop, “O Grito“. Divertido e angustiante.
Com um infográfico animado e um vídeo, o YouTube comemora os seus inacreditáveis números.
Em 2007, eram seis novas horas de vídeos subidos por minuto. Em 2010, chegou a 24, 35 e 48 horas de upload de conteúdo nos mesmos 60 segundos. E agora, em 2012, o site alcançou a marca de 60 novas horas de vídeo a cada minuto, um crescimento de 30% nos últimos 8 meses.
Não precisa ser bom em matemática para fazer a conta: A cada segundo, o YouTube recebe 1 hora de vídeo. A maior parte dele, você deve imaginar, estrelado por bebês, cães e gatos.
E eles fazem sucesso: esses vídeos são assistidos 4 bilhões de vezes todos os dias. Quer saber mais curiosidades? Acesse o site: onehourpersecond.com
É impossível falar da TV Japonesa sem ligá-la à criatividade. Sejam programas de humor, game shows ou qualquer outra forma de entretenimento, nossos amigos do outro lado do mundo sabem criar o inusitado; o jamais visto.
Montei uma seleção das 9 maiores maluquices japonesas da TV. E deixei o meu preferido no final: o programa Biblioteca Silenciosa.
Tenho admiração por quem segue o perfil do tipo “levanta, vai e faz”, sabe? E hoje encontrei um dos maiores (e melhores) exemplos disso: Um grupo (milhares!) de fãs de Star Wars se reuniu para fazer um remake do Episódio IV – A New Hope. Obtiveram a autorização para tal e produziram tudo via web (cada um filmava do seu jeito, em casa, etc).
Se é tosco? É óbvio que é! Mas isso só aumenta a personalidade do projeto. Os caras chegaram até a ganhar um Emmy Primetime Creative Achievement, vai veno!
Os dias passam, todos falam o tempo todo de algo muito engraçado: pode ser o choque do Lasier, o Lidio Mateus cantando uma música do Fresno, todo mundo falando qualquer coisa, só que ao contrário, ou mesmo descartando a Luiza, que está no Canadá.
Acho meio mágico milhares, talvez milhões, de pessoas rindo e produzindo conteúdo humorístico com a mesma deixa e raramente havendo alguma peça que não tenha graça. Foda. Pra gente que vive reclamando da vida mesmo vivendo muito mais e melhor que qualquer dos nossos antepassados jamais sonhou viver, deveria ser um alento e tanto. Mas não é.
Tem um momento que o tal do senso comum decide que acabou a piada, que ela cansou. Mas ela não cansou, em minha opinião. São alguns rabugentos cujas piadas não foram muito bem sucedidas ou que perderam a deixa.
Aliás, pior, que perderam a graça. E, dentre os mistérios da mente humana, está este: a tentação de aderir ao corte, o medo de passar a linha social do “basta”, de ir além do embargo pela repetição, de não se permitir rir e rir e rir da mesma coisa, que, no final das contas, esta sim, não perdeu a graça. Afinal, senhoras e senhores, uma das regras basilares do humor é a repetição.
Escrevo para decretar que, a despeito de toda babaquice vespertina global, para mim, a Luiza nunca vai voltar do Canadá. E tenho dito.
Numa tarde divertida na ex-agência, eu, PL e Dani resolvemos nos aprofundar nas doideiras que o Youtube proporciona. São momentos que não sabemos se a pessoa é doida, se está tirando sarro ou se vai puxar uma faca. A maioria crê no que diz, e concordando ou não, é genial.
Tem um monte aqui. Não são novos e tenho certeza que você conhece algum deles, ou algum melhor. Comente aí e vamos atualizando o post.
2011 acabou e eu perdi esse clipe sensacional do músico canadense James Struthers. Foi feito sob medida para ganhar a atenção da geração 80′s, que não acha que foi o Michael Bay que criou carros que se transformam em robôs – e vice-versa.
A música é bacaninha – com esse lance violão, areia e mar que as rádios adoram tocar – mas o que importa é se emocionar com um dia de brodagem com o nosso amigo de lata.
Queria escrever alguma coisa delicada aqui, mas estou incapacitado pelo vídeo que posto abaixo. Quero contextualizar que Marcelo Jeneci é um compositor que transporta a gente pro mundo dele, além de músico de mão recheada com doce de leite. Ainda hoje de manhã tava ouvindo o disco dele, logo cedinho, com a Bico. Lindeza.
O caso é que Kico Santos, que pelo visto é um videomaker que grava com o coração na ponta da lente, viajou com sua garota para Barcelona, Paris e Amsterdã e lá registrou imagens cotidianas, sutis e cheias de nostalgia, para quem vê, mesmo nunca tendo estado ali na mesma condição de tempo-espaço. Daí ele montou essa coisa bonita abaixo com a bela canção “Pra Sonhar“, do Jeneci, de trilha. Ô glória.
Em tempo, ele, o músico, não o da câmera, faz show essa sexta com a também lapidar Tulipa Ruiz, aqui em São Paulo. Se puder, apareça. Eu e a Bico lá estaremos. Ainda bem.
Ah, o vídeo me foi apresentado pelo Passamani, outro que joga com o coração na ponta da chuteira.
Agora vê.
Obs. – Sei que o vídeo tem quase um ano, mas, enfim, desfrute.