O pessoal do Mashable criou um infográfico gigante mostrando um resumão da ferramenta online que mais toma o tempo da vida dos editores do B#9.
Em destaque:
Template de vídeo-case

Há quase 1 mês, um vídeo do jornalista e roteirista de comédia Charlie Brooker da BBC está entre os mais vistos na internet, entrando inclusive no nosso ranking semanal de virais.
É uma reportagem que ensina como fazer reportagens. Uma template de jornalismo, que em apenas dois minutos já lhe permite fazer a sua própria matéria sem sentido e profundidade para a televisão.
Da mesma maneira que em jornalismo, é possível desconstruir também o segredo dos cases de sucesso na publicidade. O filme abaixo, que promove a Escola Cuca, mostra os ingredientes essenciais para a edição de um fatídico vídeo-case ao final daquela ação que quase ninguém ficou sabendo.
Palavras saltando na tela, termos em destaque, números gigantes, trechos de reportagens e screenshots de sites para demonstrar mídia espontânea, e claro, revelando sempre que a verba foi curta para tudo ficar mais dramático.
E isso não é uma crítica. Eu adoro um bom vídeo-case, mas não precisamos mais usar as expressões “pela primeira vez…” ou “nunca antes visto…” ou até mesmo “o primeiro _____ do mundo”.
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Doritos Sweet Chilli cria a “maior realidade aumentada do mundo”

Unindo duas modas da publicidade: gigantismo e realidade aumentada, uma ação de Doritos criou “a maior realidade aumentada do mundo”.
Trata-se, na verdade, de uma brincadeira para comemorar os mais de 250 mil Doritos Lovers liberados, através da iniciativa para o sabor Sweet Chilli que divulgamos aqui há quase 1 ano.
Um código de RA gigante (lembre-se, o maior do mundo) em cima de um prédio, liberando um monstro em 3D igualmente enorme. Se é verdade ou não, você decide, mas já não vale mais dar aquela ideia fantástica nas reuniões com o cliente: “Já sei, vamos fazer a maior realidade aumentada do mundo!”.
A criação é da CUBOCC.
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13th Street e o primeiro filme de terror interativo

13t Street é um canal da NBC especializado em thrillers, filmes de terror e crimes. O problema desse tipo de filme, especialmente o de terror, é que o papel do espectador é sempre o mesmo: levar sustos e eventualmente gritar.
Para tentar subverter esta lógica, surgiu o projeto “Last Call”. Uma ação nos cinemas onde o protagonista do filme liga aleatoriamente para alguém da plateia. O escolhido interage com o personagem através de um software de reconhecimento de voz e pode interferir no filme. Direita ou esquerda. Sobe ou desce a escada. As respostas viram comandos e por isso nenhuma sessão é igual a outra.
Em teoria a ação é muito interessante e deve mesmo ser bem legal para quem atende o telefone e tem essa experiência. Agora, vendo pelo lado do politicamente correto, o cinema não seria exatamente o melhor do lugar do mundo para atender o celular e passar o filme inteiro conversando, né?
Criação da Jung von Matt, Berlin com produção da Film Deluxe.
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Gold’s Gym: Aquilo que o seu avatar não mostra
Tudo aquilo que você deixa de fora do seu avatar, seja no Twitter, Facebook, MSN, ou algo que o valha, leve para a academia.
É essa a mensagem da campanha impressa da Gold’s Gym, criada pela Grey da Costa Rica.
Não só de academia, mas dá pra fazer uma sequência dessa para promover serviços de psicologia e terapeutas em geral, não?



| Via AOTW
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Depois de 30 dias de noite, Tropicana leva o “sol” para o Canadá

Um dia desses eu assisti “30 Dias de Noite”, filme baseado na HQ criada por Steve Niles, que se passa em Barrow, uma pequena cidade no Alaska que passa exatas quatro semanas sem ver a luz do sol durante o inverno.
Lá em Barrow, as pessoas são atacadas por vampiros alucinados, mas na vida real elas bebem Tropicana. Isso porque a nova campanha da bebida, pertencente a PepsiCo., resolveu levar o “sol” para os habitantes de Inuvik, no Ártico Canadense depois de 31 dias no escuro.
A cidade, de apenas 3500 moradores, presenciou a subida de um balão de hélio com 36 pés de altura, para iluminar o local, celebrar a volta do sol, e claro, beber Tropicana. Ação foi realizada no dia 9 de janeiro, e registrada em estilo documental, da início a campanha chamada “Brighter Mornings for Brighter Days”.
O comercial de 1 minuto ainda assina com a página da marca no Facebook, e promete conteúdo extra na internet sobre os acontecimentos e reações em Inuvik, no que a agência chama de “expedition marketing”.
A criação é da BBDO Canada, com produção da Film Group e Radke Film.
| Via AgencySpy




