Posso estar falando bobagem, mas não conheço nenhuma outra marca que seja diferente a cada aplicação, sem nunca repetir o desenho. [update:] existe o logo do MIT Media Lab, como apontado nos comentários. [/update]
Criado em processing pela D3, o logo do Estúdio Mellancia é generativo. Conta com um manual de marca em HTML5 que gera infinitas marcas, dispondo os caroços da melancia através de variáveis aleatórias que resultam, toda vez, em uma composição única.
Remetendo ao movimento das linhas de um equalizador, me parece a escolha ideal de marca para uma produtora de áudio. Testa aqui: d3.do/labs/mellancia
Esse é o típico caso em que o making of é mais legal que o produto final. A Peugeot fez um comercial inteiramente de papel – uma escolha estética bacana – mas o roteiro do comercial é chato e expositivo.
Não quero ser clichê e dizer que a culpa é do cliente, mas assista e você vai ver que não existe outro suspeito para acusar.
Acima o filme em si, e abaixo o processo de produção que mostra o cuidado com detalhes e o essencial planejamento pré-filmagem. A criação é da Euro RSCG London, com produção da The Mill.
Nessa linha de comercial de papel, gostaria de relembrar o filme da Volkswagen todo feito com material reciclável, de 2010.
Giovanni Bagnoli é Mestre em História da Arte, Design e também Artes Plásticas. Italiano, vive no Brasil há bastante tempo e é nosso primeiro convidado para o B9 TALK.
Pauta da Entrevista: A razão que levou o governo nacional socialista de Hitler fechar a Bauhaus; A “Arte Degenerada” do Ministro Joseph Goebbels; As consequências e implicações desse desmantelamento no meio artístico; A influência dos diretores, professores e alunos da Bauhaus nos Estados Unidos da América; A comunicação Bolchevista durante o Stalinismo.
Dessa vez mostra um cidadão encarando um pelotão de fuzilamento, e como último desejo ele pede por uma Coca Zero. A partir daí começa a brincadeira com o “e” que é slogan do refrigerante: “Sabor de Coca-Cola e zero calorias”.
Não posso reclamar da liberdade que o Brainstorm9 me deu desde que entrei para a equipe (em março de 2011). Inventamos app pra iPad com a TaxiLabs, mudamos por completo o layout do site, do logo, as novas categorias (como fotografia, arquitetura) e nunca faltou o apoio total do Merigo, dirigente do B9 Futebol Clube.
E com o B9 TALK – projeto que apresentarei para vocês – não foi diferente.
Em agosto de 2011 publiquei um texto debatendo sobre como o excesso de conteúdo que consumimos diariamente na web é, em grande parte dos casos, raso e superficial. E chegamos até a discutir sobre esse assunto no NBC, com o Cris Dias, Saman Rahmanian (Tribal DDB/NY) e o Tom Le Bree (Rehab Studio).
O tempo passou e eu fiquei com aquela pulga atrás da orelha. Afinal, como comunicador, existe uma responsabilidade muito grande na hora de clicar em “publicar”.
E justamente por isso (no final de novembro) comecei a rabiscar este projeto, batizado de B9 TALK: Uma série de 10 entrevistas, com convidados inusitados e que não pertencem ao mainstream. Tudo desenvolvido meticulosamente no sentido de levar à audiência do site a reflexão de um conteúdo profundo, inteligente e rico em opiniões.
Estou absolutamente feliz em entregar isto para vocês… amanhã.
E se preparem, pois na sequência virão outros 9 programas! Obrigado Cláudia Capuzzo, Alessandro Ortega e Merigo. Sem vocês isso jamais teria saído do papel.
A FIFA apresentou hoje o logotipo da Copa das Confederações de 2013 – também conhecido como aquele torneio que serve para ver se os estádios funcionam antes de chegar a Copa do Mundo. Sobretudo no Brasil, isso vai ser importante, você sabe.
A marca traz um sabiá-laranjeira, uma das aves nativas do Brasil.
Em comparação com o detestável logo Chico Xavier, o que você achou? Me parece um clipart, e ainda não consigo gostar dessa tipografia.
Já estamos em fevereiro, mas ainda dá tempo de falar de mensagens de ano novo? Claro que dá.
O site We Believe In… é a maneira que a agência Soleil Noir encontrou para nos desejar um feliz 2012.
Um HTML5 lindão com algumas coisas que você deve acreditar piamente em 2012, como o amor, a paixão, em você mesmo… e nos gatos do YouTube, em aliens, no iOS (Andro what?) e na vida saudável com batata frita.
Desde 2008 que não fazíamos um Braincast em áudio, um retorno muito pedido por aqueles que não queriam mais assistir gordinhos em HD. E nesse retorno quase triunfal, relatamos algumas das maiores mancadas do início da carreira, contando com a ajuda dos nosso leitores que participaram via Facebook. Nesta edição: Carlos Merigo, Saulo Mileti, Ronaldo Tavares e Jairo Herrera.
[28:50] Comentando os anúncios da revista Veja
[37:35] A Borracharia do Seu Abel
[47:05] Esse eu indico (gustavolacerda.com.br / lhramos.com)
[57:50] Qual é a boa?
Sabe aquela expectativa que perguntava se o comercial da Volkswagen no Super Bowl desse ano conseguiria superar o garoto Darth Vader?
Pois bem, a marca resolveu brincar diretamente com isso no filme que vai ao ar no domingo, usando recurso de metalinguagem.
Os primeiros 40 segundos funcionariam muito bem sozinhos, mas o complemento no final é que garante sabor extra para quem esperava novamente por uma referência “Star Wars”. Ah, a campanha é para promover o New Beetle.
O melhor drama da televisão atual ganhou uma releitura sensacional do pessoal do CollegeHumor, e que responde a pergunta que é título desse post.
Se você assiste “Breaking Bad” deve dar play nesse vídeo agora. Walter White em sua versão 8-bit passa pelas quatro temporadas, tomando decisões como “cozinhar metanfetamina “ e “mentir para Skyler”, além de usar um chapéu para “desbloquear o Heisenberg”.
Se você nunca viu “Breaking Bad”, o vídeo tem spoilers – e você deveria ter vergonha de sair de casa.
Na Av. Presidente Vargas, altura do 1741, no Rio de Janeiro, a Nivea instalou um outdoor feito com 1.000.000 de miçangas brancas para promover o seu protetor solar.
Quando expostas ao raios do sol, as miçangas ficam coloridas e formam a imagem. O próprio protetor solar foi utilizado no painel para criar mais tons.
Curtindo a Vida Adoidado (Ferris Bueller’s Day Off) é um clássico da juventude de qualquer tempo. Nossos filhos vão ver e curtir, boto fé. Filmaço que veio pra ficar, que lembra a gente que a transgressão é possível no cotidiano, e não apenas quando se tenta mudar o mundo com uma flashmob (tipo churrasco na Crack-o-land), e vai além das estripulias bundamoles de um mercadão em crise.
Não é um comercial escoteiro que pode esvaziar aquele dia em que Ferris Bueller resolveu cabular aula e tocar o puteiro a bagunça cidade afora. Tenho a minha teoria da conspiração, dos “criativos” pensando no Matthew Broderick cantando em chinês pra “brincar” com o maior mercado do mundo ou mesmo escancarando o suposto poder que esse ou aquele carro transmite a quem o compra (e depois o próximo carro e o próximo carro e o próximo carro e a tal sensação de poder que nunca permanece…).
Aliás, a despeito de toda crítica destrutiva que vocifero por aqui, eu vi Bueller vivo, querendo sair e tomar conta daquele “filme”, estrapolar a porra produção toda, cantar “XEIQUEROBEIBE, TWIST AND SHOUT”. E durou dez segundos, enquanto ele olhava o leão marinho taxidermizado, imóvel como a vida de um homem que depende do carro que dirige pra se olhar no espelho com o mínimo de satisfação.
Contra mim, afirmo que propaganda de carro não me convence desde que eu era moleque. Nunca vi como justificar a necessidade de possuir tal caranga usando um cachorro-peixe ou colocando pôneis pra saracotear no motor de quem tem o pior veículo. Ainda mais hoje em dia com a progressão geométrica do aquecimento global e o recorde de ozônio na cidade de Sâo Paulo (vesti o ecochato como um vegetariano veste o tuberculochato).
Vejo Ferris Bueller além disso, mesmo ao volante daquele carro vermelho que devia poluir pra caralho caramba. Naquele dia ele podia tudo. E todo mundo pode tudo em algum momento, principalmente quando solta o grito preso na garganta e canta seu XEIQUEROBEIBE, não por causa de uma carcaça de metal recheada de plástico, sustentada por quatro rodas e um motor movido por cavalos imaginários.
Ontem o Merigo me encaminhou a mensagem de um leitor do B9 chamado Lucas Sousa, comentando que eu poderia fazer um texto sobre toda essa polêmica em torno do logo da candidatura de Madrid para ser a sede dos Jogos Olímpicos de 2020. E sinceramente? Fui dormir sem a menor vontade de falar sobre isso.
Mas acordei com esse nó na garganta. E é o seguinte… > Continue lendo
Jerry Seinfeld tentou vender Windows e PC’s em 2008, sem muito sucesso, como você deve se lembrar. Agora, em 2012, ele virou vendedor de carros.
Bem, na verdade ele quer comprar um. Gosta tanto do carro conceito Acura NSX que quer ser o primeiro a ter um, quando ele for lançado daqui três anos. Porém, já tem um cliente na frente e ele fará de tudo para convencê-lo a mudar de ideia.
Com várias referencias a série de TV, Seinfeld traz de volta até o Soup Nazi, contanto também com participação especial de Jay Leno.
É uma bem humorada tentativa de promover um produto que ainda nem está a venda, e sempre uma satisfação ver o Seinfeld na tela.