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Posts da categoria Música


Tulipa Ruiz + Leandra Leal = ♥

Tulipa Ruiz é minha preferida dessa prolífica nova geração de cantoras da MPB. Num universo onde muitas são parecidas, estética e estilisticamente, ela se destaca e me derrete a cada movimento de sua super bacana carreira. Assim é também Leandra Leal, em seu universo de estrelas globais xerocadas, ela destoa.

Agora, Leandra dirigiu um clipe da Tulipa, lançado hoje, e botou a Taina Muller pra atuar nele. O filminho brinca com a imaginação por trás do flerte, com imagens além do full HD, mais singelas e despixeladas, como o olhar humano sobre o outro, como dois seres contagiados por uma música em comum. Lindo.

A bela música se chama Sushi e o talentoso rapaz ao lado da Taina é o ator Júlio Andrade.



Jay-Z e Kanye West lançam clipe perigoso (mesmo) para epiléticos

Jay-Z e Kanye West lançaram em 2011 um disco juntos, Watch The Throne, elogiado por todo lado, inclusive por mim, que vez por outra faço vista grossa aos diamantes de sangue que esses caras mega talentosos usam. Pra ser honesto, o primeiro, em minha opinião, é rei dos 2000, quando se refez e botou ordem na música pop sem muito esforço (e porque 99 Problems é uma das minhas dez músicas preferidas na vida). O segundo tem bastante hype como cobertura, mas é inegável a volúpia de sua produção, cheia de megaclássicos de nosso tempo, como Stronger e Love Lockdown.

Hoje a dupla lança novo clipe de Watch…, Ni**as In Paris, canção que ano passado recebeu uma homenagem surreal, quando foi usada como trilha de um mashup da série tarantinesca Kill Bill, vídeo esse que já tem mais de um milhão e meio de views. Veja que daora.

Agora mira a versão oficial, ao vivo, cheia de imagens duplicadas, pirotecnias, em full HD e fornido dessa asquerosidade megalômana irresistível, besuntada de fodelança musical e possibilidades de fatality para epiléticos. Estou babando, véio. Coisa fina.



Jazz Against The Machine

Jazz Against The Machine é o nome de uma banda alemã com uma proposta bem bacana: os quatro músicos tocam temas dos anos 90 (Soundgarden, R.A.T.M., Nirvana, Sepultura, entre outros) com uma roupagem de Jazz. Segundo eles, é interessante explorar esses riffs cheios de intensidade e rebeldia, num ambiente altamente propício a experimentação.

Mais na página do Facebook dos caras.
Dica do Bernardo Leite.



Fazendo música com 10 objetos de casa

Então é isso? O cara escolhe 10 objetos de casa – ok, o amigo dele não é bem um objeto! Grava o som deles usando o próprio microfone do Macbook. Faz uma edição com aplicativos e equipamentos de áudio e… tá de brincadeira, né?

Dica do Alessandro Ortega.



Meu amigo Optimus Prime

2011 acabou e eu perdi esse clipe sensacional do músico canadense James Struthers. Foi feito sob medida para ganhar a atenção da geração 80′s, que não acha que foi o Michael Bay que criou carros que se transformam em robôs – e vice-versa.

A música é bacaninha – com esse lance violão, areia e mar que as rádios adoram tocar – mas o que importa é se emocionar com um dia de brodagem com o nosso amigo de lata.

A produção é da Funk Factory Films.



Shut Up And Play The Hits: Um documentário sobre o fim do LCD Soundsystem

Em 2011 saíram diversos documentários musicais. Com material biográfico de quem até não saiu das fraldas, teve filme do Justin Bieber, por exemplo.

Mas se você quer um registro realmente importante, deveria colocar esse “Shut Up And Play The Hits” na lista para assistir em 2012.

O documentário, dirigido por Dylan Southern e Will Lovelace, mostra o fim do LCD Soundsystem com um último show no Madison Square Garden em 2 de abril do ano passado.

James Murphy decidiu acabar com a banda no auge da popularidade, e garantiu uma despedida ambiciosa e emocionante de quase quatro horas de duração. Eu que não sou fã, me impressionei com o trailer:



#VaiRap: Veja, ouça e tome o rap nacional, que é música popular brasileira, pra você

Quem convive comigo, me acompanha pelo twitter ou lia meu falecido blog, o Chuva Ácida, sabe do envolvimento emocional que tenho com o rap nacional. Daí a satisfação de ter o Compacto, projeto da colmeia em parceira com a Petrobras, sendo realizado tão perto, não por mim, mas por bons camaradas da casa (eu fiquei com o braço boleiro dessa brinks).

Após uma temporada incrível em 2010, o projeto começou 2011 com um encontro maneiraço entre Scandurra e Juliana R. e tem uma dobradidinha Banda Uó/Luiz Caldas pela frente.

Mas escrevo pra falar do que está no meio disso, no ar, há duas pérolas do rap brasileiro dividindo faixas com ícones do cancioneiro suingado nacional: Emicida aliado à deusa Elza Soares arregaçando com “Quero Ver Quarta-Feira” (originalmente gravada com a não menos genial Mart’Nália) e Slim Rimografia e Banda Black Rio mandando a quase natalina, à sua maneira, “Me Sinto Bem“.

Sei que é djabah, mas não resisti. Tá foda, então confere aí.



Spirit of Clash: Justiça para os 96 de Hillsborough

Shows são bacanas. Shows com artistas de diferentes bandas tocando juntos são mais bacanas. Shows onde estes artistas são do naipe de integrantes do Clash, Stone Roses e Farm são mais bacanas ainda. E um show onde eles fazem isso abrindo mão de caches em prol de uma boa causa, bom aí é o Spirit of Clash.

Mas deixemos a espírito esperando um pouco pra falar da boa causa e – por que não? – colocar um pouco de futebol e publicidade neste post.

Começamos com o futebol. Você possivelmente não conheça o time do Sheffield Wednesday da Inglaterra. Talvez não saiba que ele tem um estádio chamado Hillsborough. Mas o que você precisa saber é que o estádio de Hillsborough foi palco de um jogo histórico em 1989: Liverpool e Nottingham Forest pela Copa da Inglaterra.

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A imperdível exposição “Queremos Miles”

No final da tarde de ontem aproveitei que aqui na senzala as coisas estavam em ordem e corri para o SESC Pinheiros, para conferir a exposição QUEREMOS MILES, concebida pelos franceses da Cité de la Musique. E acredite: essa não é uma mostra como outra qualquer. São centenas de documentos e objetos originais do Miles, como as partituras da sessão de Kind of Blue, os trompetes que ele usou durante as diversas fases da carreira, as roupas excêntricas, além de rascunhos de desenhos para capas de disco (e as capas originais, claro)!

E tudo isso é só 1/10 do que você pode encontrar por lá (são mais de 300 peças). Então se programe e CORRA antes que a exposição acabe! :)

Abaixo um trecho (projetado lá) do filme francês “Ascenseur pour l’échafaud”, de 1957. O destaque, obviamente, fica por conta da trilha sonora composta pelo próprio gênio.



Androp lança clipe interativo com Twitter

A banda japonesa Androp, que já utilizou 250 cameras para fazer um clipe com as luzes de flash, criou um outro experimento para promover a música “Bell”.

Dessa vez a ferramenta escolhida foi o Twitter. Você digita uma mensagem e escolhe para quem quer entregar. A sua frase então é transformada em um animal – que varia de acordo com o tamanho do texto – e a sua missão é desviar dos obstáculos pelo caminho.

A cada vez que o jogador é atingido pelos inimigos, uma letra do tweet se perde. O “clipe” interativo passa por cenários em preto e branco, com obstáculos diferentes em cada cena, e apenas desviando de todos a mensagem chega intacta ao destinatário. Tenta lá: androp.jp/bell

A criação é da agência Party, que também foi responsável pelo clipe com flashs.

/dica do @DouglasMCT



Pink Floyd em The Greatest Gig in the Sky

Você pode não ser muito fã, mas não pode negar que o Pink Floyd é uma das maiores bandas que já existiram em nosso redondo planetinha. Eu, por exemplo, já coloquei toda a discografia dos caras para tocar nos fones de ouvido, na seqüência, durante o expediente e não o fiz uma vez apenas. É bom demais!

E se você gosta pelo menos do mais clássico dos álbuns da banda, o enigmático Dark Side of the Moon, deveria dar uma checada neste exato momento no canal da banda no YouTube.

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Amy Winehouse & Tony Bennett: O último registro em vídeo da cantora londrina

Então é isso: Amy morreu mas deixou surpresinhas. Como a música (clipe) “Body and Soul” do disco “Duets Part2″, que homenageia uma lenda viva: Tony Bennett. A estréia aconteceu hoje, dia em que Amy completaria 28 anos se estivesse entre nosotros.



Fender Factory Tour 1959

Pra quem não conhece (impossível), a Fender é uma das mais importantes fábricas de instrumentos musicais do mundo. Queridinha de grandes guitar heroes como Eric Clapton, Buddy Guy, Jeff Beck, Jimi Hendrix e Stevie Ray Vaughan, ou até mesmo dois deuses do baixo: Jaco Pastorious e Marcus Miller (ouça “Teen Town” com Jaco e depois a homenagem pelo Miller).

O filme abaixo foi captado por Forrest White em 1959, e restaurado pela CinePost. Dá pra entender o cuidado e perfeccionismo que a Fender tem desde sua fundação. E um detalhe curioso: logo na segunda cena é possível ver o próprio Leo Fender na fábrica. Crasse A!