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Posts da categoria Música


Da série “bandas que surpreendem ao vivo”: The Kooks

The Kooks é aquela banda divertida que não tem o poder de mudar sua vida, mas que pode deixar seus dias bem mais leves.

Formada em Brighton, Inglaterra, em 2005, a banda já sentiu logo cedo o sabor do sucesso. Com menos de 1 ano de estrada, eles conseguiram emplacar dois singles nas paradas britânicas e estouraram com o megahit Naive logo no começo de 2006, assim que seu primeiro álbum foi lançado.

Luke Pritchard e cia. conquistaram uma base fidelíssima de fãs mundo afora com sua pegada aparentemente ingênua (como sugere seu maior sucesso) mas que no fundo é cheia de pequenas espertezas. Dá pra identificar no britpop do Kooks influências bastante ricas, incluindo The Police, Funkadelic, The Strokes e, claro, Beatles.

O legal do Kooks é que é mesmo as músicas mais açucaradas ganham o cuidado de não cair no piegas, e quando eles assumem a face roqueira, eles conseguem levantar defuntos com sua energia.

Em Junk Of The Heart eles confessam um nobre objetivo: “I wanna make you happy.” A julgar pela empolgação quase beatlemaníaca do público que lotou o Via Funchal no dia 11 de maio, eles conseguiram.

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The Mission em São Paulo: Imperdível!

Comemorando 25 anos de estrada, o lendário The Mission (UK) está fazendo uma turnê mundial e vem para o Brasil essa semana. Para o vocalista Wayne Hussey, o Brasil não é nenhuma novidade: ele é casado com uma brasileira e mora aqui.

Para o resto da formação (Craig Adams, Simon Hinkler e Mike Kelly), é uma volta ao país onde já se apresentaram outras 2 vezes. Agora eles vão tocar no charmoso Cine Joia, na Liberdade, um lugar aconchegante onde, no caso do The Mission, os saudosistas e nostálgicos de plantão vão poder matar as saudades de uma época mágica do pop britânico e aplaudir Wayne e cia. bem de perto.

O bom e velho The Mission surgiu em 1986, quando Wayne e Craig Adams saíram do cultuado Sisters Of Mercy para formar a banda e buscar novos horizontes. Já no primeiro disco, God’s Own Medicine, emplacaram vários hits e marcaram a “invasão gótica” no pop inglês daquele ano.

Severina e Garden Of Delight levaram massas de fãs ao delírio, e o disco seguinte, Children, atingiu o segundo lugar da parada britânica na semana de seu lançamento.

Não tinha pra ninguém, assim era o The Mission.

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Crowdfunding, Anonymous, Sony… e o Atari Teenage Riot chegando ao Brasil

De tempos em tempos um chavão ou expressão da vez aparece no mercado, vira tema de palestra, vira um monte de cases.

O processo de crowdfunding é um deles, e surgiu como uma forma de viabilizar projetos pessoais e shows através das redes sociais. No caso de shows, foi onde ganhou um certo destaque no Brasil, por dar aos fãs o poder de trazerem o show da sua banda favorita, sem precisar necessariamente de amarras comerciais e patrocinios convencionais. Bom, a coisa não é tão simples, até porque trazer um show não é tão simples. Já na outra ponta, o problema está na hora de colocar a mão no bolso e fazer a vaquinha acontecer.

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O download concert da Coca-Cola FM

O refrigerante mais famoso do mundo precisava promover e aumentar o número de acessos do seu site de rádio, o Coca-Cola FM, na Colômbia. O que eles fizeram para isso?

A marca, com todo o seu poder de atuação no universo da música, criou o Download Concert, um show completamente interativo que tinha como apelo ser o 1º show realizado a 50m de altura. Nada de cópia das ações a la Dinner in the Sky.

Quem vivia a experiência de ficar nas alturas era a própria banda, que estava lançando o seu novo álbum. O show começava a 50 metros de altura e o público deveria fazer literalmente o “download” da banda, ao vivo. Como?

A cada música que eles baixassem, a banda descia 10 metros de altura e ficava mais perto da galera.

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Parklife: a obra-prima do Blur

O Blur está se reunindo para alguns shows na Inglaterra e vai ter a honra de fazer a apresentação de encerramento das Olimpíadas de Londres. Certamente uma honra para a banda, e certamente um presente para o evento e para os fãs, de ter a chance de ver mais uma vez ao vivo um dos grupos mais emblemáticos do Reino Unido nos últimos 20 anos.

O primeiro disco do Blur é de 1991. Era o início de uma década que foi muito generosa para o rock.

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The Killers & Tim Burton: em breve num cinema perto de você

A banda americana The Killers anunciou faz poucos dias “sua” música nova, que vai entrar na trilha sonora de Dark Shadows, novo filme de Tim Burton.

A música Go All The Way é, na verdade, uma cover do Raspberries (banda igualmente americana que fez bastante sucesso entre 1970 e 1975) e serve como um aperitivo enquanto o álbum novo de Brandon Flowers e cia. não fica pronto.

Além do trailer do filme, aqui você confere a versão do Killers e, logo depois, a original. Qual você gosta mais?

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His shadow days are over: John Mayer

Após um ano turbulento, John Mayer está de volta com seu aguardado álbum novo. Por conta de um câncer na garganta, ele teve que atrasar o lançamento de seu disco. Mas John Mayer não se deixou abater e enfrentou a situação com paciência e ânimo.

E driblou o medo da gravidade do seu problema – e o trauma da separação com Jennifer Aniston – transformando sua angústia em belas canções. O primeiro resultado dessa reflexão é Shadow Days, o primeiro single do novo álbum (que tem data de lançamento prevista para 22 de maio).

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O bom e velho Keane está de volta

Novo clipe em formato de curta-metragem para divulgar o novo single, Disconnected. Bela fotografia para ilustrar uma impecável música pop.

Esse é o Keane que vale a pena.



Edredom, chocolate quente e Zee Avi

Taí uma boa trilha sonora pra aquecer nossos dias gelados: Ghostbird. O segundo disco dessa incrível cantora (que nasceu em Bornéu mas se mudou pra Malásia quando era pequena) saiu no fim do ano passado e segue a mesma pegada do primeiro, com canções suaves, folk acústicas.

Zee Avi ganhou fama graças a seus vídeos do YouTube. Conquistando fãs online e sendo re-postada por bastante gente, seus vídeos chegaram aos olhos de importantes figuras de gravadoras internacionais. Um destes olheiros – executivo da Monotone Records – não perdeu tempo e assinou um contrato com ela, e assim seu disco de estreia foi lançado em 2009, virando um hit na Ásia: disco de ouro em Taiwan, Singapura e Malásia.

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Pra ficar tudo joia rara: Caetano Veloso

Os anos de exílio foram criativamente férteis na carreira de Caetano Veloso.
Durante seu período em Londres, ele compôs e gravou seu disco em inglês (o de London, London e A Little More Blue), lançou o clássico Transa, de 1972 e juntou na cabeça um amontoado de ideias experimentais, que viria a desenvolver nos próximos dois álbuns.

Ele voltou para o Brasil e seu período pós-exílio continuou sendo um dos mais criativos da sua obra. Araçá Azul (1973) e Jóia (1975) são seus dois discos mais “malucos”, que formam um ciclo interessante na discografia do tropicalista.
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Nevilton – Tempos de Maracujá

Para alegrar a sua manhã, divido aqui o clipe novo do Nevilton, banda paranaense de “Rock Brasileiro”.

Não vou nem me atrever a invadir o espaço tão bem preenchido por Felipe Cotta falando de música por aqui, até porque mesmo que com menos freqüencia, ainda falamos por lá (A Day in the Life) também.

O que quero dividir é o vídeo, de alto padrão para bandas independentes brasileiras. Uma ótima idéia, com ótima execução, divertido e bem feito. Coisa fina. Se liga aí.
E o OK GO que se cuida. haha.

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Fiona Apple, 7 anos depois

Alguns artistas somem e a gente nem sente muito a falta. Outros nunca somem, lançam discos praticamente todo ano, e a gente nem sente muito a presença.

Outros somem e a gente sente sim a falta. Mas sabemos que é porque eles preferem voltar só quando tiverem algo realmente relevante a ser lançado ao invés de macular sua discografia com albuns medíocres só pra fazer volume.

Eu respeito esse tipo de artista. E definitivamente a Fiona Apple está nesse rol.
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Até que o Noise-Cancelling nos separe

Fone pequeno, fone grande, daqueles de tiara, earphones, aqueles que o arco fica atrás da nuca… hoje em dia o que não falta é diversidade quando o assunto é fone-de-ouvido.

E eu acho isso super justo e necessário. Na época que a gente tinha walkman ou discman, era mais comum ouvir só um CD ou uma fita e depois desencanar, porque não era muito prático ficar trocando o disco toda hora (sem falar nos cases de CDs e fitas, que eram um trambolho a tiracolo).

Agora que temos nossa coleção inteira nos bolsos, o fone-de-ouvido virou um item de vestuário tão essencial quanto uma calça ou uma blusa. E a escolha do fone certo é um processo delicado, que merece todo o seu cuidado.

Seu fone é seu maior companheiro. É ele que te acompanha no dia-a-dia, na saúde e na doença, na alegria e na tristeza. Onde quer que você vá.

Ao fim de um dia de trabalho, se você fizer as contas, vai ver que passou a maior parte do tempo na companhia do seu fone. Ele está lá, à sua disposição pra quando você PRECISA ouvir “aquela” música ou quando você precisa se isolar do mundo por qualquer motivo. Seu fonte te entende, ele está lá pra você. > Continue lendo



El Cuarteto de Nos: pop/rock do carajo!

Está saindo do forno o mais novo álbum do Cuarteto de Nos, veterana banda uruguaia de “rap rock alternativo cômico e pop”, se é que poderia existir tal definição.

É sempre boa essa sensação de ansiedade quando uma banda que a gente gosta está prestes a lançar material novo. Eu sou fã do Cuarteto há pouco tempo (infelizmente não tive a sorte de conhece-los antes), mas eles estão na ativa desde 1980, e seu primeiro disco foi lançado em 1984. São macacos velhos e fazem um som de primeiríssima.

Começaram fazendo um tipo de música bem regional, mas seus últimos trabalhos – principalmente a partir da segunda metade dos anos 90 – mudaram totalmente de rumo, e hoje o Cuarteto é uma das bandas mais populares do Uruguai.

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Os Dream Teams da música

Sabe quando você pega um cara de uma banda que você adora, outro cara de outra banda que você adora e imagina como seria se eles tivessem uma outra banda juntos?

Na história da música, a formação de supergrupos é uma prática comum entre membros de bandas distintas. Pretensões à parte, alguns deles fizeram bastante sucesso e deram muito certo sob o ponto de vista musical. Em alguns casos, entretanto, tudo não passou de uma mera escalação de estrelas num time sem técnico, e o fracasso veio impiedoso.

Me dá um pouco de medo quando escuto que um novo “supergrupo” vai ser formado. O exemplo mais recente, pra mim, é o Superheavy. Imagine esta formação: Mick Jagger, Joss Stone, Dave Stuart (ex-Eurythmichs) , Damian Marley e o músico indiano A R Rahman.

O line-up é promissor, né?

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