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Posts da categoria Fotografia


Zambow: O dia-a-dia de um estúdio de fotografia e ilustração

Curioso em saber como é o dia-a-dia de um estúdio de fotografia? Pois bem: o pessoal do escritório que reúne o fotógrafo Rafael Costa e equipe e os ilustradores do Estúdio 1+2 instalou uma câmera que registrou de um mesmo ponto quase um ano de trabalho duro.

As fotos, agora reunidas, editadas em vídeo stop-motion com trilha empolgante da Orquestra Brasileira de Música Jamaicana tocando O Guarani de Carlos Gomes, dão uma idéia do que aconteceu por lá durante um ano todo. Uma forma interessante de montar e mostrar um reel.

Outra coisa que fica clara é que este negócio chamado trabalho atrapalhou demais o término da ilustração da parede do galpão, que dá nome ao vídeo: Zambow.



A Pinhole fantasiada de Leica

Provavelmente você já conhece a Pinhole (aquela técnica em que é possível fazer uma fotografia usando uma caixa de papel, madeira ou qualquer outro suporte, e uma película fotográfica). O lance é que, se você tiver curiosidade, tempo e mais 3 libras, pode comprar um .pdf para montar um mockup de Leica, e usá-la como Pinhole!

E segundo essa descrição, você pode “clicar” com um filme 35mm, mesmo.
Fácil, divertido e indolor. :)



Canon vs. Nikon, o filme

Utilizando cameras como armas e flashes como granadas, um grupo de soldados Canon tenta resgatar uma inocente garota mantida refém pelos terroristas Nikon.

Na maior guerra do mundo fotográfico, esse poderia ser apenas o trailer para um filme épico.

Você pode até achar que o curta é pró-Canon ao colocar os Nikon’s como vilões, mas não se engane, nenhuma camera foi ferida durante a produção.



Direto do cartão postal: Foto 360° do alto do Copan, em São Paulo

São Paulo tem os seus encantos. E ao contrário do que se pensa, boa parte do charme desta cidade está em seu centro, e não nos Jardins ou em, sei lá, Moema. Apesar da cidade não ser conhecida pela manutenção de construções mais antigas (a cidade tem quase 500 anos, mas as construções mais antigas ainda em pé não chegam a 200), o centro da cidade conta em detalhes como saímos de um pequeno punhado de gente quase no início do século XX para a maior cidade da América do Sul.

Um dos principais cartões postais da cidade, o Copan, projetado por Oscar Niemeyer para as comemorações do IV Centenário da cidade, foi o ponto escolhido pelo fotógrafo Toni Fong para realizar uma fotografia 360° da cidade.

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Lytro, a camera 3.0

Lembra da Lytro, a camera em que você pode ajustar o foco depois da foto tirada?

Ontem, essa que é uma startup de Silicon Valley, revelou o gadget em si. Chamada de camera 3.0, ela não é apenas uma inovação tecnológica – com seu mapeamento 3D das imagens – mas também uma quebra de barreiras em design industrial.

Para quem está acostumado com um monte de botões, alavancas e anéis que giram, é uma diferença brutal. Você aponta, tira a foto que captura 11 milhões de raios de luz de uma só vez e faz tudo depois. A sua única preocupação é em criar um bom enquadramento ou aproveitar um momento.

A qualidade da imagem ainda precisa ser avaliada, é claro, mas em termos de produto a Lytro pensou em tudo. A camera terá seu próprio app para Mac e Windows, que vai oferecer diversas possibilidades de interagir com a foto, tendo ainda integração com redes sociais.

A camera tem tela LCD touch-screen de 1.46 polegadas, saída USB, lentes f/2 e zoom 8x. Vem em três cores, com modelos de 8GB e 16GB, custando 399 e 499 dólares respectivamente.

A Lytro será lançada em 2012, mas residentes dos EUA já podem fazer o pedido exclusivamente pelo site lytro.com. A empresa ainda não revelou seus planos para o varejo.

Repetindo a pergunta daquele primeiro post: E agora Canon e Nikon? Lembrando que ambas também investem no mercado point-and-shoot.



A foto mais vendida do Flickr

Essa é a foto mais vendida do Flickr, desde a parceria com a Getty Images iniciada há dois anos.

Mais de 250 mil fotos fazem parte da coleção – qualquer um pode incluir uma imagem – e a best-seller é essa tirada por Michael Bodge.

O Yahoo! não revela números de vendas dessas licenças ou qual é a divisão entre o portal, Getty e os fotógrafos.

/via ATD



Você só será um bom fotógrafo se tiver um bom equipamento

Foi com essa declaração que nessa semana a Nikon deu o que falar no Facebook. Quase 2.000 comentários, criticando a bobagem que foi dita.

A photographer is only as good as the equipment he uses, and a good lens is essential to taking good pictures! Do any of our facebook fans use any of the NIKKOR lenses? Which is your favorite and what types of situations do you use it for?

Realmente, falaram merda. Um Yousuf Karsh faz milagre até com câmera descartável (lembrando que ele não era um fotógrafo, mas um gênio). De qualquer forma, o que me surpreende são duas coisas:

1 – Ninguém percebeu que essa declaração foi postada, provavelmente, por alguém que não entende com profundidade sobre o assunto – e só está preocupado em vender produtos? Nesse caso, ponto negativo para a Nikon, que deveria ter um crivo sobre quem deve postar algo.

2 – É necessário esse maremoto todo por causa desse comentário? Na minha opinião, nem tanto. É muito mais hipocrisia e “apego pelo bafafá” do que qualquer outra coisa.

Seria ingenuidade, por exemplo, falar que um bom fotógrafo faz com uma Kodak descartável a mesma coisa que faria com uma Leica usando uma 50mm f/0.95. Ou que uma Hasselblad não faz diferença (dentro do estúdio) na vida de um fotógrafo profissional.

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B9 entrevista Chris Day: A fotógrafa brasileira que registrou o 11|09

Numa manhã ensolarada em NY, a publicitária e fotógrafa Chris Day teve seu dia interrompido pelo que hoje conhecemos como o maior atentado terrorista da história. Entre o medo, o caos e o terror, ela se entregou ao momento. Este trabalho se tornou um livro, “11|09″, e 10 anos depois o Brainstorm9 conversou com ela.

Poucas semanas atrás conversava com minha mulher sobre “como o 11/9 passou rápido”. Pegamos o livro “11|09″ da fotógrafa brasileira Chris Day na estante e, enquanto relembravamos cada uma das cenas impressionantes dessa obra, surgiu a idéia de procurá-la para uma entrevista ao B9. Uma grande responsabilidade por compartilhar esse material com vocês e acima de tudo uma enorme honra pela possibilidade em conversar com quem esteve lá, respirando o que (a maior parte de) nós só imaginamos aqui de longe.

“Percebi que a tragédia não era só norte-americana; era a tragédia de qualquer ser humano que, confiante, levantava de manhã para o trabalho, para a caminhada, para a escola, e se depara com a morte, a dor, o golpe inesperado.”

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Otto Stupakoff: Um dos maiores fotógrafos da nossa história

O brasileiro Otto Stupakoff pode – e deve – ser considerado como um ápice na história da fotografia. Na década de 50 foi o percursor do ensaio de moda no país ao fotografar a atriz Duda Cavalcanti, num cenário art noveau no Rio de Janeiro (material pessoal, jamais publicado).

Stupakoff morou por muitos anos em Nova York, trabalhando para as revistas Life, Look, Vogue, Cosmopolitan, Elle e Esquire.

“O maior desafio do artista é o de encontrar sua própria voz.”

Entre seus principais retratos, estão os de algumas personalidades, como Truman Capote, Jack Nicholson, Richard Nixon, Paul Newman, Jorge Amado, Pelé, Tom Jobim, a alteza real Grace de Mônaco e Sophia Loren, que clicou cinco vezes.

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Split Family Faces

Sensacional o trabalho do fotógrafo e designer canadense Ulric Collette, que brinca com as diferenças e similaridades entre, irmãos, pais e filhos. Chamados de Genetic Portraits, a semelhança em alguns casos chega a ser chocante, lhe dando a sensação de que a foto é da mesma pessoa jovem e depois velha.

Veja todas as fotos no site dele: http://www.ulriccollette.com






O suicídio do astronauta

Criada por Sara Phillips, Neil Dacosta Retouching e Saskia Thomson, a série de fotos Astronaut Suicides representa a notícia mais triste do ano até agora.

O fechamento do programa de ônibus espaciais da NASA coloca fim a uma era, e mais do que deixar os astronautas sem emprego, nos deixa sem perspectiva de descobrir o que realmente importa na vida.

Veja toda a série em astronautsuicides.com



Quando o job não é feito nas coxas

Uma rápida demonstração do processo de construção de uma capa da Macworld, envolvendo apenas três das etapas: fotografia, pós e editoração.



O cotidiano de uma vila portuguesa

O pessoal do estúdio português Bold Creative Studio fez um rápido – e belo – registro da região de Óbidos e São Mamede, usando apenas uma Canon e aplicando um tilt shift na pós-produção. Digo o seguinte: já vimos dúzias de tilts por aí, mas este é provavelmente um dos mais bem feitos que já encontrei. Confere só!



A obsessão de Andrew Zuckerman

Sem dúvida você já viu por aí o “Bird“, livro de 2009 do fotógrafo Andrew Zuckerman. Detesto rotular este trabalho como um coffee table book, porque (embora tecnicamente ele realmente seja) quando começamos a folhear o livro e ver as fotos, ver o cuidado na produção, percebemos que essa é uma obra única: o registro autoral de um grande artista. Um trabalho incrível, com um perfeccionismo e uma insistência sem igual no processo de capturar o momento definitivo de cada ave.

Zuckerman desenvolveu um método próprio para realizar essas façanhas: construiu um estúdio móvel, composto por 14 cases de equipamentos. Assim, pode viajar o mundo e montar seu set fotográfico em diversos habitats. Método usado em um trabalho anterior, chamado “Creatures“, onde registra animais como urso, macacos, leão e por aí vai.

Até hoje foram 4 os livros lançados: ”Creatures” em 2007, “Wisdom” em 2008, ”Bird” em 2009 e “Music” em 2010. E sem dúvidas, todos valem cada centavo. Seja para decorar a sua casa como coffee table book, ou para servir como lembrança de que perfeccionismo é algo que realmente vale a pena cultivar.

Quer ver mais? Assista ao teaser do “Bird” (abaixo) ou clique aqui para ver o behind the scenes (e entender um pouco esse perfeccionismo do Zuckerman).



Por que uma lente fotográfica custa caro?

Dizem que não se deve discutir sobre futebol, política e religião. Mas vou além: também não dá pra discutir sobre preferência de câmeras fotográficas. Assumo que para mim, Canon não tem vez: sou Nikon de carteirinha. Mas a verdade é que essa é uma briguinha sem graça, já que existem equipamentos muito melhores do que essas duas marcas oferecem.

Claro que para nós, amantes da fotografia, é um hobby que – se for levado a sério – consome boa parte do nosso dinheirinho. E uma coisa que ouço muita gente questionando é o custo de lentes. Existem opções com bons preços, como a Sigma e a Tamron (que adaptam corpos da Canon, Nikon e outras). Mas lentes como a Leica 50mm, com (senta e chora) f/0.95 de abertura não sai nada em conta. E tem um porque: fabricar lente não é fazer pastel… veja esse vídeo, que é obrigatório. :)

O cuidado na fabricação de equipamentos de ponta como estes, custam o que valem. E de certa forma, “custa pouco”, se compararmos com o preço de coisa melhor ainda, como Hasselblad, Cambo Wide e (falando sobre cinema e outros mercados) até Panavision. Mas isso não é para mortais, como nós. :)