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Posts da categoria Escola de Cinema


Escola de Cinema: A Fotografia é mesmo linda?

“A fotografia está linda!”

Com seus altos altos níveis de clichê e, na maioria das vezes, repleta de falsa intelectualidade, essa frase é uma das mais odiadas por quem realmente gosta, entende ou faz cinema. A razão é simples, normalmente isso significa: o filme é bonito, se desconsiderarmos os alucinados que tentam elocubrar sobre o assunto sem ter ideia do que estão falando.

Então, o que diabos é essa tal “fotografia”? De modo bem prático, é o resultado visual das decisões do diretor e do diretor de fotografia (em inglês, cinematographer), das necessidades da cena e do clima desejado. E isso envolve muito mais do que “estar bonito” ou apontar a câmera, manter o foco, esperar a cena terminar e repetir o ciclo. Porém, tudo isso é fruto de um longo processo de aprendizado e compreensão. Não entendia a profundidade desse trabalho até me deparar com um DP (diretor de fotografia) que precisava aprender tanto quanto eu nas filmagens de “Filhos do Fim do Mundo” (When It Ends, 2011, EUA/BR).

Antes de continuar, veja o filme:

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Escola de Cinema: O Drama da Comédia

Na série “Escola de Cinema”, Fábio M. Barreto conta suas aventuras e desafios na formação acadêmica em cinema direto de Los Angeles.
Creative Commons License foto: Tom Newby

Clichês podem não ser a melhor das ideias para defender um ponto, mas, às vezes, são ótimos pontos de partida, então aí vai um deles: para entender melhor a realidade (ou atualidade, no caso desse texto), basta olhar para o lado e prestar atenção. Óbvio? Sim, sem dúvida. Entretanto, é nessa obviedade que constatei mais um fator da inevitável consolidação da geração YouTube. Não é nenhuma descoberta maravilhosa, mas ver os reflexos disso de forma tão marcante merece certa atenção, pois, de uma forma ou de outra, todos seremos influenciados. E o principal conceito dessa brincadeira é: precisamos de comédia em tudo? > Continue lendo



Escola de Cinema: Inspiração inesperada

Fábio. M Barreto conta suas aventuras e desafios na formação acadêmica em cinema direto de Los Angeles. O segundo semestre só está começando.

Bilbo Bolseiro foi sábio ao nos alertar sobre os perigos do simples ato de colocar o pé fora de casa. Embora tenhamos uma boa ideia e, na maioria dos casos, realizemos a tarefa planejada, os meandros da simples tarefa de ir do ponto A ao ponto B podem ser surpreendentes, cheios de novidade visual, intelectual e, claro, epifanias malucas.

Sinto-me exatamente assim toda vez em que um dos meus professores começam a falar, no curso de cinema da Los Angeles City College, onde curso cinema desde janeiro desse ano. Mais de uma década depois de me formar em jornalismo, encarei esse retorno aos estudos para realizar sonhos e construir novos mundos, entretanto, quem está sendo reconstruído sou eu por conta de posturas inesperadas dos professores. Ainda há esperança!

[Um breve parênteses, antes de mais nada. Já escrevi uma série de artigos sobre as primeiras matérias do curso – e a adaptação ao sistema de ensino público norte-americano. Esse novo projeto de vida, por assim dizer, já rendeu dois filmes. Esse e esse aqui, que, por enquanto, só tem o trailer. A partir de agora, a iniciativa passa a integrar o Brainstorm9 e a formação acadêmica em cinema é o foco.] > Continue lendo