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Posts da categoria Entretenimento


A magia de “Hugo”

Desde que falei sobre “Hugo” pela primeira vez aqui no B9, a expectativa para ver o filme só aumentou.

Meu favorito dessa temporada de premiações ainda é o belo “O Artista”, mas creio que isso pode mudar depois de assistir a adaptação infanto-juvenil de Martin Scorsese, indicado a 11 Oscars.

No post de julho passado mostrei algumas comparações entre o livro de Brian Selznick e o design de produção do italiano Dante Ferretti. E quem gostou não pode deixar de ver o vídeo abaixo, publicado pela Paramount essa semana.

Ele mostra os bastidores e o processo criativo por trás do filme, com depoimentos da editora Thelma Schoonmaker, o produtor Graham King, o supervisor de efeitos especiais Robert Legato, o compositor Howard Shore, e claro, com o próprio Ferretti.



A dor e a delícia da mulher adultoadolescente

A paixão adolescente, desobrigada de questões como contas do mês, comprar ou alugar casa, trocar ou não de carro ou mesmo se é cedo ou tarde demais pra ter um filho, marca, deixa um lastro de melancolia, de saudades da ingenuidade, de não de ter que fazer algo, de gostar sem porém, contra tudo e contra todos. Sendo tudo a falta de grana ou transporte pra sair ou lugar pra consumar o amor e todos, as famílias, gaviões e sirigaitas, todos sabotadores às suas maneiras.

A imagem da menina dançando no salão da festa da escola, ou do aniversário de 15 anos de alguém da classe, festa de formatura e por aí vai, com carinha de charme imaturo, meio sem treino, passa uma nostalgia gostosa. Basta notar a reação que atrizes como Emma Stone, Julia Stiles e até Zooey Deschanel despertam. Quando um homem fala que uma mulher é fofa, além da possibilidade de ser gay (brinks), é disso que fala, da feição adultoadolescente, que acende o farol da novidade como uma constante.

O filme abaixo, dirigido e protagonizado por Celia Rowlson-Hall, ilustra isso, contrapondo à artificialidade da lourice como convenção, do “corpão” como meta e até da magreza como meio de vida, ambientado numa típica “prom” gringa, embora vazia. Um banho de sensações que desfila toda exigência pela qual passa a mulher, da beleza, da alegria constante (mulher que não sorri ou está de TPM ou é mal comida, prega a sociedade chauvinista), de saber conquistar, se vestir, maquiar e até de dançar bem.

A diretora é mais conhecida por suas coreografias, premiada em diversos festivais ao longo da carreira e cheia de trampos incríveis que vão de clipes a cinema, então vale botar o fone e deixar a expressão corporal/facial te conduzir. Essa produção, chamada Prom Night, esteve na seleção oficial do SXSW 2011 e do Rooftop Film Festival 2011, além de receber o prêmio especial do júri pela coreografia no Videofest24.



“Moonrise Kingdom”, novo filme de Wes Anderson, já tem trailer

Saiu ontem o trailer de “Moonrise Kingdom”, o novo filme do diretor preferido dos publicitários de camisa xadrez é óculos desproporcional: Wes Anderson.

A história se passa no verão de 1965 e acompanha um casal de namorados de apenas doze anos de idade que, depois de um pacto secreto, resolvem fugir da cidade na Nova Inglaterra.

O elenco já vale o ingresso, com Bruce Willis, Edward Norton, Bill Murray, Frances McDormand, Tilda Swinton e Jason Schwartzman.

Mas a pergunta que não vai nos abandonar o dia todo é: Onde diabos está o Owen Wilson?



Shut Up And Play The Hits: Um documentário sobre o fim do LCD Soundsystem

Em 2011 saíram diversos documentários musicais. Com material biográfico de quem até não saiu das fraldas, teve filme do Justin Bieber, por exemplo.

Mas se você quer um registro realmente importante, deveria colocar esse “Shut Up And Play The Hits” na lista para assistir em 2012.

O documentário, dirigido por Dylan Southern e Will Lovelace, mostra o fim do LCD Soundsystem com um último show no Madison Square Garden em 2 de abril do ano passado.

James Murphy decidiu acabar com a banda no auge da popularidade, e garantiu uma despedida ambiciosa e emocionante de quase quatro horas de duração. Eu que não sou fã, me impressionei com o trailer:



Qual a diferença entre nerd e geek? A vida explica.

Dentre as discussões mais imbecis de nossos tempos, uma se avoluma e causa desconforto, principalmente após o hype de quadrinhos, gamificaçãozzzzzz da vida, mídias downloadáveis, produção autônoma e imediata de conteúdo, produtos da Apple e aplicativos em geral:

qual a diferença entre nerd e geek?

Você deve achar que faz parte de uma dessas categorias, mas dificilmente se enquadra, só tá usando uma camiseta escrito “Bazinga!”, atualizando um tumblr sem graça e fazendo ironia meia boca no Twitter. Ou mesmo procurando uma desculpa pro fato de estar mais gordo do que jamais esteve. E está tudo bem. A vida é assim mesmo, trata-se praticamente do mesmo que faço diariamente (fora o lance do “Bazinga!”, que tô sussa).

Enfim, pra efeito de checklist do cosplay mais hype da atualidade, consulte o infográfico abaixo.

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Os efeitos digitais da segunda temporada de “Boardwalk Empire”

Assim como fez depois da primeira temporada em 2010, a produtora Brainstorm Digital mostra novamente os bastidores dos efeitos digitais da série “Boardwalk Empire” da HBO.

O vídeo dessa vez destaca momentos da segunda temporada, revelando principalmente o trabalho de reconstrução de época. Haja tela verde e azul.



A abertura de “Os Homens que não Amavam as Mulheres”

A adaptação de David Fincher para “Os Homens que não Amavam as Mulheres” (The Girl with the Dragon Tattoo) estreou nos Estados Unidos em 27 de dezembro (aqui no Brasil chega em 27 de janeiro).

Isso significa que o Blur Studios teve quase 6 meses para criar a sequência de abertura no filme, encomendada pelo diretor em julho de 2011 e acompanhada em cada detalhe tipográfico.

Inclua aí o período de brainstorm, refação e aprovação, e um semestre não é muito menos do que o tempo que o longa toda levou para ser produzido. Ou seja, a vida em Hollywood deve ser fácil.

Na trilha sonora, uma versão de “Immigrant Song” do Led Zeppelin feita pelo Trent Reznor.



Oscar 2012 tem trailer criado pelo Funny or Die

Faz tempo que o Oscar tenta rejuvenescer sua audiência. Já mudaram diversas vezes de apresentadores – Hugh Jackman, Anne Hathaway e James Franco são alguns exemplos – tentaram novas atrações e aumentaram até o número de indicados em Melhor Filme para incluir blockbusters. Nada parece resolver.

Em 2012, escolheram novamente Billy Crystal para ser o host da cerimônia. Poderia significar uma escolha segura, tradicional, mas o trailer divulgado hoje mostra que não é bem assim.

E não falo por causa do ritmo de ação, lens flare por toda a parte e de atores jovens como Josh Duhamel e Megan Fox, mas sim porque a criação é do Funny Or Die. A melhor coisa para o Oscar desse ano é que essa parceria não que apenas nesse trailer, mas chegue também ao palco do Kodak Theatre.



Hollywood transforma meme em filme: Danny Trejo é Epic Beard Man em “Bad Ass”

Seu presente de Natal fílmico chegou mais cedo, e quem o traz é um barbado Danny Trejo no trailer lá embaixo.

Depois de “A Rede Social”, Hollywood deve estar a procura de mais filmes com referências da internet. Você poderia imaginar qualquer outra trama séria, complicada e conspiratória baseada em marcas e personalidades online, por exemplo, mas pra que pensar muito se temos um infinidade de memes que com um pouco de nonsense podem se transformar em histórias de 90 minutos?

Você deve se lembrar do Epic Beard Man do início de 2010. O vídeo que alcançou fama instantanea na internet com mais de 1 milhão de views em poucas horas, mostra o barbudo Tomas Brujo, de 67 anos, botando um cara pra correr dentro de um ônibus em Oakland.

No filme intitulado “Bad Ass”, Trejo reencena o fato, dando porrada em dois skinheads e se tornando um ícone local. O que ele vai fazer depois disso? Bem, é algo que os roteiristas devem ter resolvido em um tempo menor que a duração do vídeo original.



BMW é a salvação do mundo em “Missão: Impossível – Protocolo Fantasma”

Na quarta passada fui assistir “Missão: Impossível – Protocolo Fantasma” principalmente motivado para ver o que Brad Bird – um diretor da Pixar com “Os Incríveis” e “Ratatouille” no currículo – faria com um filme de carne e osso.

A missão em si, assim como em todos os outros três filmes, continua genérica, mas Brad Bird certamente construiu com a equipe da Bad Robot de J.J. Abrams as sequências de ação mais divertidas e criativas da série.

Mas além do filme em si, me chamou atenção o tamanho da “parceria” da BMW com a Paramount. No início do ano, a montadora alemão tinha anunciado que demonstraria o carro conceitual Vision EfficientDynamics, também conhecido como i8.

Combinando com todas aquelas traquitanas tecnológicas utilizadas pelos agentes da IMF, o i8 tem papel importante na trama, demonstrando na prática durante uma perseguição na Índia o sistema que a BMW chama de ConnectedDrive, capaz de reconhecer todo o ambiente externo ao redor do carro e apresentar ao motorista

Mas a presença da marca não fica somente no i8. Ethan Hunt dirige outros carros da BMW, incluindo um conversível série 6.

Porém, eu quero que você preste atenção mesmo em uma cena lá pelo final do filme, quando se faz praticamente um comercial sobre segurança de um BMW. Você pode ter a ideia absurda que quiser que o air bag garante o resto.

A marca não apenas está presente o tempo todo, como também é capaz de salvar o mundo. Pra fazer corar a General Motors e o Michael Bay.

Abaixo, o trailer-comercial desse acordo milionário:



Videogame com celebridades, alguém se importa?

Pelos comentários e não curti deste vídeo do canal de Call of Duty, não. Para promover seu programa Friday Night Fights — que só pode ser visto por quem assina o pacote Elite — o pessoal da Activision marcou uma partida de Modern Warfare 3 entre a vlogger iJustine (e amigos) e um time encabeçado por Michelle Rodrigues, a atriz preferida de Hollywood para o papel de “garota badass”, que ao ser condenada por dirigir perigosamente no Hawaii durante as gravações de Lost preferiu ficar um tempo na cadeia do que ter que prestar serviços comunitários.

A proposta inicial do Friday Night Fights é mostrar os melhores jogadores de CoD para que nós, meros piabas, possamos aprender alguma coisa e a galera não se mostrou muito empolgada com o evento cheio de “estrelas”.

Se os videogames são o máximo do protagonismo do conteúdo onde você é o herói será que queremos ver celebridades jogando videogames? Para que eu quero ver o Neymar jogando Fifa se eu posso ser o Neymar? Ou, melhor ainda, ser o Messi?

Botar celebridades é divertido ou é a galera da nova mídia pensando como velha mídia? Até quando teremos posts de blogs que sempre terminam em perguntas? Ficam aí os questionamentos.



Procura-se: Público disposto a ler bons textos, independente do tamanho

Meses antes de sequer imaginar que teria a chance de conhecer William Shatner na última Comic-Con, fui surpreendido por sua série de entrevistas – Raw Nerve, no canal Bio – com atores de “Jornada nas Estrelas” e outras celebridades. Cheguei a acompanhar o Mind Meld – no qual Shatner e Leonard Nimoy batiam papo sobre a série e os filmes – mas não carreguei muita coisa, de fato, daquelas conversas.

Nessa nova fase, porém, um Bill mais experiente e contemplativo surgiu e essa versão fez com que toda essa relação de amor e ódio estabelecida ao longo dos últimos 20 anos (por conta de minha devoção inabalável a “Guerra nas Estrelas”, claro) fizesse sentido. Se não falhe a memória, na entrevista com Walter Koenig, ele disse algo inesquecível:

“Quero conhecer as pessoas, quero entender o que faz com que elas funcionem, como pensam e por que pensam”.

Por mais idealista que possa soar, Shatner definiu a essência de qualquer comunicador, que, antes de comunicar, precisa compreender qual mensagem precisa transmitir. É um pensamento indispensável nos dias de hoje com o público pulverizado, maior acesso à informação e, seja na publicidade, seja no jornalismo, com clientes perdidos no tiroteio de opções.

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Uma graphic novel sobre o monge e o executivo

Não importa se é em Hollywood, em histórias mitológicas, na literatura ou nas produções da Disney: o conceito da Jornada do Herói está sempre lá. Os 12 passos traçados por Joseph Campbell podem ser reconhecidos nas mais diferentes histórias. Inclusive na de Steve Jobs. Muita viagem? É, pode ser. Mas foi o encontro com o mentor – 4o. passo da Jornada do Herói – que serviu de inspiração para The Zen of Steve Jobs, uma graphic novel produzida pela Forbes em parceria com a JESS3.

O mentor, aqui, seria o monge zen japonês Kobun Chino Otogawa, que imigrou para os Estados Unidos no começo da década de 1970. Inovador, apreciador de regras e apaixonado por arte e design, Kobun estava para o budismo assim como Jobs estava para o mercado de computadores: ora era herói, ora vilão. É claro que uma amizade logo surgiu entre eles.

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A abertura de “Diablo III”

A Blizzard impressiona com suas aberturas de games desde a época de “Warcraft”, trabalhando com a animação 3D melhor do que muito estúdio especializado.

No fim de semana a produtora revelou a abertura de “Diablo III”. Precisa dizer mais pra você querer apertar o play?



B9 perguntou a grandes nomes de Hollywood: Qual a sua relação com a criatividade?

Perguntei a Don Cheadle o que significa ser criativo, a resposta veio num piscar de olhos:

“Não sei viver de outro jeito”.

A surpresa positiva veio em meio a um mercado repleto de pessoas que, embora ligadas diretamente a produtos criativos, limitem-se meramente à execução de ordens, sejam eles atores ou diretores com pouca força autoral.

Muito além da felicidade profissional ao encontrar gente capaz de encarar o cinema com tanta empolgação quanto os espectadores, descobrir que a paixão e a empolgação tradicionais a novatos ainda persiste no alto escalão permite um novo olhar sobre grandes filmes, e, claro, perceber por que eles funcionam.

Continuei a fazer a essa pergunta a diversos artistas e as respostas foram reveladoras, divertidas e bastante sinceras.

Brendan Gleeson

Nos últimos dois anos andei pensando muito nisso e conclui que o objetivo da arte é fazer com que as pessoas se sintam menos sozinhas. Criatividade é isso para mim, oferecer um meio de experimentar a vida sem que isso seja um ato solitário. Já nascemos e morremos sozinhos, então é legal envolver algo coletivo nesse meio tempo e nos divertirmos com isso.

Tudo isso é a conclusão de um processo bastante pessoal que vivi e tem muito a ver com o que minha mãe me dizia: para que fazer algo feio se o mundo já está cheio de feiúra? Se vai fazer algo, seja um quadro ou um filme, faça de forma bela e motivadora. É difícil balancear isso quando se interpreta um torturador sul-africano, por exemplo, mas é algo que precisa ser levado em conta, sempre. A verdade pode ser bela, mas precisa servir a um objetivo maior.

J.J. Abrams

Ser criativo significa que sou extremamente sortudo por poder ganhar a vida inventando coisas. Mas, acima de tudo, é poder executar qualquer tarefa com paixão e prazer. Não é preciso ser um cineasta ou artista para fazer isso.

Um cirurgião pode ser criativo, professores fazem isso todos os dias e aprimoram o que fazem; qualquer profissional tem essa possibilidade e o efeito, inevitavelmente, é atingir seus objetivos sem perder o interesse ou fazer apenas de forma mecânica.

Danny DeVitto

Criatividade que é algo que acontece. Não tenho nenhuma preocupação consciente de tentar exerce-la ou amplia-la sem que a situação peça. Todo mundo pode ser criativo, de certo modo, o que muda é a sorte. Tive sorte de conseguir mostrar meu trabalho e de ainda poder fazer isso.

Não acredito em Deus de forma estritamente religiosa, penso nisso como algo que cada um tenha dentro de si, e esse é um paralelo válido. Devemos encontrar nossas vozes dentro de nós. No ambiente certo, tudo vai gerar frutos.

Don Cheadle

Não sei viver de outro jeito. Criatividade é algo que existia antes mesmo de saber quem eu era. Algo totalmente inconsciente. Meus pais incentivavam brincadeiras dentro de casa, a ter a língua solta. Valia tudo em nome do humor.

Família foi o berço de tudo isso; não tenho dúvidas de que a criação vai ditar muito da sua capacidade no futuro. Nunca busquei ser criativo de forma ativa, estava envolvido com musica quando saí do colégio e escolhi a Califórnia por causa do clima quente e quando percebi, estava fazendo dinheiro com comédia.

Ed Helms

Considero-me alguém criativo, mas fico à mercê do público para saber se sou bom ou não. Nunca paro de exercitar minhas ideias, seja com música, roteiros, projetos manuais, piadas e etc. Criatividade é uma força vital, algo que me guia constantemente.

Isso não significa que tenha a fórmula do sucesso ou que tenha muita certeza de como agir. O mais importante é expor e colocar suas ideias à prova. Fiz muita porcaria que, felizmente, não está na internet (risos). Se você quer ser um criador, tem que dar a cara a tapa. Ficar em casa idolatrando sua genialidade em potencial é uma p$#% perda de tempo!

Michael Giacchino

É processar e criar baseado naquilo que me inspira. A música que escrevo é um reflexo das minhas emoções perante uma cena que assisti. Vejo uma cena e transformo aquela sensação em elementos musicais.

É praticamente ação e reação, mas com uma finalidade específica. Ou seja, ser criativo na composição significa encontrar o nível de envolvimento correto com a cena em questão.

William Shatner

Ideias são muito raras. Um pensamento criativo é algo único e difícil de acontecer, seja o conceito de um livro, seja um modo diferente de cozinhar para alguém que amamos. Nos últimos anos tenho vivido uma jornada cheia de descobertas na qual a grande ideia criativa foi a de fazer coisas como o filme “The Captains”, por exemplo, sem ter um objetivo específico. Trabalhei acreditando na possibilidade de encontrar a razão no meio do caminho.

Essa foi a criatividade trabalhando, pois pudemos explorar muito mais pelo fato de não termos uma pauta fechada e, necessariamente, diminuta. No meio de tudo isso, tive uma epifania. Comecei a notar a humanidade das pessoas, suas personas palpáveis, facetas que desconhecemos acompanhando apenas o lado profissional. Cada um com sua própria criatividade, cada um com um modo de encarar a vida.