Arquivo para a categoria ‘Social e Meio-Ambiente’
NSPCC | Clicky
Mais um ótimo e impactante filme da NSPCC (National Society for the Prevention of Cruelty to Children), criado pela Saatchi & Saatchi, de Londres.
Com uma filmagem bem crua, mostra o mundo de fantasia de uma criança transformando-se em uma realidade chocante. A idéia utiliza a palavra “clicky” como referência a internet. É uma forma de dizer que a menina não pode mudar nada com um clique, você pode.
Como? Acessando bethefullstop.com.
Aproveite e assista as outras campanhas da ONG publicadas aqui no Branstorm #9.
| Hoje no Passado |
- 2006: IKEA | Stop-Motion — Usando a técnica de stop-motion, a TBWA Portugal mostra como a IKEA pode mudar a sua casa. Conceitualmente e tecnicamente [...]
- 2005: Apple Silhouettes — Não quero dar uma overdose de Apple em vocês, mas já que muita gente está comentando a sombra (copiada ou [...]
- 2004: “Sem arrogância não dá para fazer propaganda” — Hoje a gente fala de Marcello Serpa, Olivetto, Nizan Guanaes, o D, o P e o Z e mais [...]
Companhia Vale do Rio Doce | Rewind
Uma maneira inusitada de utilizar um player de vídeo, no caso o QuickTime, que transforma o filme em uma espécie de clipe interativo.
Essa é a idéia da África para a Companhia Vale do Rio Doce, para mostrar que reconstruir é mais trabalhoso e demorado do que destruir.
Você assiste normalmente e o filme passa rápido, você arrasta a barra de rolagem para trás e enxerga a idéia. Shortlist em Cannes Lions 2007.Experimente abaixo:
| Dica do DiabaQuatro
SimCity Societies: parceria entre BP e EA com foco no aquecimento global
Hoje, 15 de outubro, foi nomeado o Blog Action Day. Uma iniciativa que incentiva os blogs de todo o mundo a escreverem um post sobre meio ambiente, do jeito que quiserem, relacionado com qualquer tópico.
Antes de mais nada, eu começo convidando os leitores deste blog a visitaram a seção Social e Meio-Ambiente no arquivo. Tem coisa que não acaba mais, já que é um dos meus temas preferidos em se tratando de publicidade.
E para continuar dentro do tema, falando de como as marcas podem se engajar sem se tornarem um estorvo, gostaria de citar a recente parceria anunciada entre a Electronic Arts e a BP (British Petroleum). A iniciativa marca uma nova forma de colaboração entre a indústria do entretenimento e corporações que procuram conectar suas marcas as novas políticas sócio-ambientais.
Na quinta versão da clássica série “SimCity”, a EA colocará a marca da gigante multinacional dentro do contexto do game. Isso porque “SimCity Societies”, com lançamento previsto para 15 de novembro, adicionará ao universo de SimCity a preocupação com o aquecimento global.

Apesar das duas empresas estarem vendendo isso como uma grande novidade, as versões anteriores de SimCity já traziam diversos tipos de usinas para gerar energia para a sua cidade, com diferentes níveis de poluição cada uma, e também dando total liberdade ao jogador para tomar sua decisão. A diferença é que agora esse conceito será expandido e, pela primeira vez, com uma marca atrelada a ele.
O game vai contar com mais opções de eletricidade com baixa emissão de carbono, monitorando o gás na atmosfera e alertando sobre a possibilidade de acontecerem desastres naturais, como secas e ondas de calor, caso a emissão chegue a níveis alarmantes. Como alternativa, o jogador poderá seguir um caminho ecologicamente correto, com alternativas oferecidas pela BP, é claro, como usinas de hidrogênio, gás natural e energia solar. Quanto maior for a aposta nas energias renováveis, melhor será a qualidade de vida da cidade.
Além do logo da BP nas usinas de produção de energia dentro do jogo, uma versão demo de “Sim City Societies” será distribuída nos postos da empresa. O valor do acordo entre EA e BP não foi revelado.
Criada originalmente por Will Wright, em 1989, a série SimCity já vendeu mais de 18 milhões de cópias até hoje, sendo o único game comercial que é utilizado em escolas em todo o mundo e aclamado pelo seu valor educacional. Um alento para as mães de pessoas que, como eu, passaram boas horas da adolescência brincando de prefeito em SimCity.
| Dica de Milena Melo, do Oje
Family Services | Censored
Gosto de idéias fortes e impactantes para instituições e associações não-governamentais, que dão motivos suficientes para mobilizar o público, ao invés do simples: “doe, estamos precisando”. Nesse segmento, o que funciona é tapa na cara.
Esse filme da Publicis do Canadá para a Family Services of Greater Vancouver, associação de combate a violência doméstica, representa um pouco do que quero dizer. Com a idéia baseada naquele elemento gráfico quadriculado de censura, mostra a visão de quem presencia a cena sem cortes.
Quem gosta desse tipo de linguagem, e ainda não conhece é claro, recomendo dar uma olhada nas excelentes campanhas da NSPCC (National Society for the Prevention of Cruelty to Children).
Amnesty International | Beijing 2008 Olympic Games
Mais uma brilhante peça para a Anistia Internacional. Desta vez, com alusão a realização das Olimpíadas em Beijing no ano que vem, fazendo um paralelo com a famosa cena ocorrida em 5 de junho de 1989 no chamado Massacre da Praça da Paz Celestial, em que um ativista chinês enfrenta sozinho tanques de guerra.
Diz a assinatura:“The true spirit of Olympics” (O verdadeiro espírito das Olimpíadas), uma mensagem crítica a política contra a liberdade de expressão praticada pela China.
A criação é da agência dinamarquesa Inkognitocph.

Amnesty International | Make Some Noise
Eu já disse uma vez que estava cansado de campanhas impressas que utilizavam, de alguma maneira, grandes ditadores como personagens. São dezenas delas, acredite.
Mas essa série impressa criada pela DDB Hungria para o festival Make Some Noise For Human Rights, organizado pela Anistia Internacional, vale um post.
Bom-humor em campanha social, usando as figuras sem ser clichê e panfletário. Aliás, George Bush é o anti-garoto-propaganda mais requisitado que já vi, se ele recebesse royalties por cada campanha que aparece…



| Via ad/goodness
WWF | The Bird
Mais uma bela, e triste, peça para a WWF. Dessa vez a criação vem da Índia, pela Ogilvy.
Mostra um garoto que solta um pássaro da gaiola (o tipo de coisa que nem deveria mais existir nos dias de hoje, mas enfim…), mas que não consegue fazê-lo voar para longe. No final você descobre porque.
Um filme tocante, com ótima fotografia e direção.
CVV (Leo Burnett Brasil) vs. Blood Donation (McCann China)
| UPDATE 18:56: Ricardo Toledo e Rodrigo Senra, criadores dos cartazes da CVV, me enviaram um email esclarecendo: a peça brasileira foi feita antes.
Inclusive participou do concurso mundial da empresa, e está sendo divulgada justamente pelo fato de ter aparecido esse cartaz da McCann Erickson China na última semana.
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Duas idéias idênticas:
A primeira é brasileira, criação da Leo Burnett para a CVV. Traz o título: “Help Yourself.”
Logo abaixo, uma campanha chinesa para incentivar a doação de sangue, criada pela McCann Erickson de Shangai. Com o título: “Saving one’s life now, save your own later.”
A pergunta é: quem nasceu primeiro? O formato da peça é tão característica, que qualquer desculpa de “coincidência criativa” seria descabida.




| Via Marketing Alternatif














