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BBC | Cables
A BBC utilizou cabos coaxiais para criar uma espécie de outdoor na fachada de um prédio. Os fios formam a cena de uma manifestação, e acabam entrando pelas janelas do edifício.
A idéia é mostrar que a BBC leva os acontecimentos para dentro da sua casa, conectando as pessoas com o mundo, como diz o slogan.
A criação é da BBDO de Nova York.


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Discovery Channel estréia hoje novo logo e campanha
O Discovery Channel estréia hoje nos Estados Unidos a sua nova campanha e identidade visual. O logo redesenhado pela Viewpoint Creative, de Boston, traz o planeta Terra mais estilizado, com uma paleta de cores e tipologia mais contemporâneas.
Segundo a assessoria do canal, “a nova marca combina com o posicionamento do Discovery em ser uma companhia internacional de comunicações”.
O logo também vai contar com uma variação mais curta, que é somente a letra D e o globo terrestre, com a intenção de transformá-lo em um ícone único.

A nova campanha do Discovery Channel, criada pela 72andSunny, de Los Angeles, traz a assinatura “The world is just awesome.” O primeiro filme mostra astronautas, monges, exploradores, bombeiros, rostos famosos do canal (como Mike Rowe, do programa “Dirty Jobs”, Bear Grylls de “Man Vs. Wild.”, a dupla “Mythbusters”) e o físico Stephen Hawking, cantando o amor pelo planeta.
Assista abaixo:
O que vocês acharam da mudança? Acredito que um bom upgrade, mas cadê o maldito pingo no “i”? ![]()
A vírgula
A Associação Brasileira de Imprensa completará 100 anos na próxima segunda-feira, dia 7. Para marcar o centenário e a luta pela liberdade de imprensa, uma campanha integrada de mídia começa a ser veiculada a partir de hoje.
No comercial de TV, a vírgula vira personagem, mostrando como ela pode alterar o sentido de uma frase. A narração é do ator Matheus Nachtergaele. Criação da África, com produção da Visorama.
ESPN: “Nós não somos uma empresa de televisão”
Um dos exemplos que mais gosto de citar quando falo da adaptação e evolução da mídia tradicional em relação as novas tecnologias e mudanças radicais no consumo de informação, é o caso da ESPN. E não digo isso só porque sou fã deles, confesso, é uma das poucas coisas que assisto na televisão, mas pela demonstração de agilidade e modernidade.
Eles não são os únicos, é claro, mas são uma das poucas redes a abraçar o novo sem medo de perder audiência, encarando a tecnologia como aliada e não como inimiga. Melhor ainda, é que as iniciativas da ESPN nos Estados Unidos acabam se espalhando para os outros canais da rede no mundo, inclusive no Brasil.
No ano que vem, a Entertainment and Sports Programming Network completa 30 anos de existência, e serve hoje como exemplo para as concorrentes de como aproveitar as novas formas de se assistir televisão, respeitando o desejo dos espectadores.
Tem uma frase do John Skipper, vice-presidente de conteúdo da ESPN, que acho fundamental para o mercado, e que serve para explicar em uma linha a minha admiração por eles: “Nós não somos uma empresa de televisão. Nós queremos atingir os consumidores com mídia”.
Versão brasileira do ESPN 360. Quase toda a programação disponível online.Utilizando internet, impressos, rádios, celulares, videogames e o que mais for possível, a ESPN procura estar em todas as telas na vida das pessoas. Como já exemplificou John Skipper, os executivos da empresa não gostam que a chamem de emissora de TV, e sim de mídia interativa de esportes.
Integração é palavra de ordem dentro da ESPN, todo o conteúdo é levado aos mais diversos dispositivos e com total interação com sua audiência. O site da ESPN internacional recebe 16 milhões de visitantes por mês, são pessoas em busca da cobertura especial feita dias antes de um jogo importante, de vídeos de uma determinada jogada e etc.
Quem perde algum programa, pode assistir online no ESPN 360, serviço que recentemente a ESPN Brasil também trouxe aos espectadores brasileiros em parceria com o Terra. E a qualidade e velocidade é impressionante, dá só uma olhada (não é preciso ser assinante, mas o Terra exige um cadastro gratuito). Entenderam que não é mais possível prender uma pessoa diante de uma única mídia, com dias e horários marcados, é preciso dar alternativas.
Conteúdo mobile e games para diversos consolesOs profissionais da ESPN mantém videoblogs, dando informações exclusivas sobre esportes. O Primetime HQ é uma espécie de mesa redonda no site da emissora, onde comentaristas debatem sobre esportes com a participação dos internautas.
Além de integração, a rede investe em mobilidade. Durante um jogo por exemplo, o espectador recebe informações da partida no celular, avisando sobre gol, cestas, pontos e etc. Através de parcerias com as mais variadas empresas, oferecem um vasto conteúdo para dispositivos móveis.
ESPN Zone: a marca no mundo físicoO ESPN Zone, uma espécie de shopping e restaurante do canal, marca a presença da ESPN no mundo físico, com unidades em diversas cidades americanas, incluindo uma extensa área de jogos e games. Isso cria um tipo interação e relacionamento com os fãs de esporte que nenhuma mídia é capaz. Existe ainda a revista ESPN Magazine, estações de rádio e até jogos de videogame trazendo a chancela da emissora.
Já há algum tempo, a empresa começou a testar a transmissão simultânea entre televisão, internet e celular. No ano passado transmitiram edições do programa Monday Night Football em todos esses dispositivos, uma iniciativa que deve se ampliar futuramente.
ESPN MagazineComo eu disse anteriormente, são inovações que ao poucos são absorvidas também pelo canal brasileiro ESPN, com o 360, Scorecenter, parceria com a rádio Eldorado (que se transformou em ESPN Eldorado), organização dos X-Games no Brasil e por aí vai.
O exemplo da ESPN é um tipo de pensamento que deve se espalhar para outros segmentos: nós não somos um canal de televisão, nós não somos um jornal, nós não somos uma revista. Nada mais vai estar preso a uma única mídia. É preciso se libertar do formato e se dedicar a ser especialista em algo, em estar presente na vida das pessoas de todas as formas que ela quiser e precisar.
A ESPN escolheu ser o paraíso dos esportes na terra, não importa de que forma, algo que um comercial de 2006 criado pela Arnold Worldwide exemplifica bem. Assista abaixo:
Animal Planet | Same planet. Different world.
Criado pela agência Mono, esse comercial do Animal Planet mostra os animais como estrelas de um filme ou atração de TV, posando para fotos em uma produção excelente.
A assinatura diz: “Entertainment has a new face” (O entretenimento tem uma nova cara).
Essa peça é o primeiro passo do processo de rebranding do Animal Planet, que parece querer perder a cara de canal educativo para focar no entretenimento. O novo slogan é: “Same planet. Different world.”
A produção é da Eyeball de Nova York.
Junk Monkeys
As campanhas anuais “Food4Thought” da British Heart Foundation são quase sempre polêmicas. Apesar do objetivo nobre, muitos britânicos reclamam na Advertising Standards Authority, o Conar de lá.
Isso porque a comunicação não poupa imagens chocantes para ensinar as crianças a origem dos alimentos, explicando em detalhes cada ingrediente presente naquela junk food que a molecada adora.
A campanha 2008 utiliza a mesma linguagem de programas infantis, com jogos e brincadeiras apresentadas por um personagem chamado Sick Rick. É a JunkMonkeys.tv, que além do site inicia veiculação hoje nas emissoras do Reino Unido.
Asista aos três filmes abaixo:
NY Times | As idéias do ano 2007
O New York Times publicou no último domingo, em sua revista mensal, a sétima edição do “Annual Year In Ideas”. Assim como nos anos anteriores, os editores elegeram as melhores idéias de 2007.
São idéias que consideram curiosas e inspiradoras, algumas delas até ilegais. No total foram 70 idéias selecionadas, lançadas e reveladas ao longo dos 12 meses do ano. Entre elas, o modelo de pagamento do Radiohead.

CBN | Speakers’ Corner
Inspirada no Speakers’ Corner, um espaço de manifestação popular que surgiu há alguns séculos em Londres, a rádio CBN estréia hoje na TV a sua nova campanha publicitária. Na verdade, assim como a American Legacy Foundation faz muito, por exemplo, pode ser chamada de ação de guerrilha documentada.
Criada pela Santa Clara, a proposta foi levar os jornalistas da CBN para discursar sobre um caixote, no centro de São Paulo. O âncora Heródoto Barbeiro e os comentaristas Juca Kfouri e Lucia Hippolito protagonizam os filmes.
A intenção da comunicação é provar que o público também pode ser atraído por conteúdo inteligente e não apenas por fofoca e futilidades. A assinatura diz: “Inteligência atrai inteligência.”
A produção é da O2 Filmes. A campanha será dividida em 7 filmes: 4 de 60 segundos e 3 de 30 segundos.
Assista abaixo a peça que reúne cenas dos três jornalistas da CBN. Para ver os outros filmes, acesse a página do Brainstorm #9 no Vimeo.
CBN | Speakers Corner from Carlos Merigo on Vimeo.













