Iceberg? O clima precisa da sua ajuda.

O Greenpeace na Alemanha acaba de lançar essa campanha, mais uma vez alertando sobre o aquecimento global e o degelo das camadas polares, dessa vez pedindo ajuda para preservar os ursos polares. É triste. E é importante.

No site, www.greenpeace.de/eisbär, se o pouco alemão que eu lembro da escola não me falha, os alemães podem ajudar a preservar as capotas do polo norte, o habitat dos poucos 25.000 ursos polares restantes, doando mensalmente pequenas quantias em Euros.

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Giving Is Glorious

Absolutamente sensacional a ação de Natal da Mother de Londres. /via @faresende e @workforfood

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We’re All Fans


Lindo site de aquecimento pro 52o. Grammy. Execução ótima de uma idéia simples.
(via @ronaldotavares)

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Skol Litrão

Me diverti com o filme novo da embalagem de 1 litro para Skol.
Publicidade ‘tradiça’ das boas.

De acordo com o post da Lalai, o filme estréia hoje no intervalo do Jô, mas já está disponível no YouTube desde cedo.

Criação da F/Nazca.

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The Sun: O melhor handheld da Inglaterra, há 40 anos

Para comemorar os 40 anos do The Sun, a Glue London criou esse filme parodiando os já clássicos e minimalistas comerciais do iPhone.

O filme é bem bacana, e (novamente) na minha opinião, mostra a inquietação dos jornais em continuar se comparando aos novos meios e tecnologias. Talvez na hora que todos perceberem que não é uma competição, e que os meios podem inteligentemente conviver, a coisa toda mude de figura.

Digo isso porque o The Sun é mais um jornal enfrentando problemas e tentando achar um modelo comercial para sobreviver, justamente brincando com o iPhone, que funciona em cima da iTunes Store, dona do (até então) melhor modelo de comercialização de conteúdo por aí (opinião minha também).

No meu útlimo post, fui chamado de Rupert Murdoch (dono do The Sun aí de cima) por falar que o Brasil tem uma cultura de não se pagar por conteúdo.

Depois de vários comentários, citando livros e portais como argumentos sólidos a minha opinião, digo aos xiitas que não entendem o que é generalizar: Não. Pagar por conteúdo não é um problema só do Brasil. Não. Não acredito que todo conteúdo deva ser pago. Sim, existem modelos ótimos, brasileiros e estrangeiros, com conteúdo cobrado e sem tanta reclamação.

Meu objetivo com o post anterior, e com esse post, é dar a minha opinião e justamente gerar a discussão. Acredito no exercício, e acho que ele nos leva a evolução.

Quem sabe uma das pessoas que se preocupou em opinar no lugar de atacar, consiga encontrar um modelo genial pra cobrar por conteúdo ou um outro modelo genial para dar conteúdo grátis sem precisar sobreviver de tijolinhos e bannerzinhos.

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Twitter no Japão cria modelo pago para contas premium a partir de janeiro

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Vendo a notícia postada essa manhã no Techcrunch me coloquei a pensar sobre como esse modelo proposto funcionaria por aqui.

A matéria diz que o Twitter japonês, com controle meio que independente do Twitter do resto do mundo, e o primeiro a introduzir formatos publicitários em suas páginas, pretende cobrar dos usuários uma taxa para seguirem usuários premium. Essas taxas variariam de $1.15 a $11.5 e seriam cobradas via cartão de crédito ou debitadas na sua conta de celular, e o Twitter ficaria com 30% dessa grana, e o usuário ganharia com o resto.

E por aqui. Como isso funcionaria?
Sabemos que por consequência do modelo comercial baseado em mídia, herança péssima do mercado de publicidade tradicional, a internet no Brasil ganhou essa cultura de que não se paga por conteúdo.

O usuário não sabe pagar, e quem gera conteúdo, seja um jornal ou um twitteiro, não sabem cobrar.

Digo que isso é um problema do Brasil, porque lentamente a maturidade do mercado externo valoriza o conteúdo, e também porque o modelo agência + BV é cada vez mais fadado ao abandono. E claro, porque aqui é possível comprar os últimos lançamentos em games, filmes, séries e softwares em qualquer banquinha no meio de uma rua do Itaim.

Será cultural a opção do Twitter em manter uma operação exclusiva pro Japão?

Será que o aumento de usuários brasileiros na “ferramenta de micro-blog” (como um grande canal de TV costuma rotular) faria com que um modelo específico fosse desenvolvido para os usuários mal educados daqui?

O que seria considerado usuário premium? Contas de empresas que usam o Twitter como gerenciador de conteúdo ou usuários celebridade com trilhões de seguidores? Você, pagaria para ver o @cnn, pra ver o @realwbonner ou não pagaria pra ver nada?

EDIT: O Techcrunch publicou uma notícia com uma novidade divulgada pela Digital Garage (responsável pelo twitter no Japão). O link da notícia é esse: http://www.techcrunch.com/2009/11/28/misunderstanding-twitter-japan-now-says-there-wont-be-a-subscription/

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Yann Tiersen + 6 iPhones

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Yann Tiersen toca um trecho da trilha de Le Fabuleux Destin d’Amelie Poulain usando 6 iPhones. (via @baroni)

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Weezer | 1406 ou lançamento de CD?

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Você já imaginou lançar um CD de uma banda, fazer um viral e de quebra vender um cobertor com mangas? Isso é um problema de comunicação? Não? Então espere. Seu problemas acabaram.

Essa bizarrice foi a forma sensacional que o Weezer, banda que estourou em 1994 com Buddy Holly, acaba de usar para lançar Raditude, seu sétimo disco.

Snuggie é um produto estranho. Um cobertor com mangas, acho que visto pela primeira vez no final da última temporada de The Big Bang Theory, quando Leonard ganha um desses de presente da sua até então vizinha Penny, ao sair para um projeto científico no ártico.

Mas espere. Tudo isso ainda parece confuso.

Vamos explicar: o Weezer fez um infomercial, com os integrantes da banda fazendo parte do elenco, para vender Snuggies e que você ganha como brinde o disco novo da banda.

No site deles, é possível comprar só os arquivos digitais por míseros $3.99 ou os combos com Snuggies por $30 ou $50 na versão do disco deluxe e Snuggie Safari.

Assista:

(via @wolf_menke)

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