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	<title> &#187; Daniel Sollero</title>
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		<title>Qual o papel das redes sociais nas agências?</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 21:50:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Sollero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Social Media]]></category>
		<category><![CDATA[SAC]]></category>
		<category><![CDATA[SAC 2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Há mais ou menos um ano eu escrevi um post aqui no B9 em que perguntava onde na agência, as redes sociais deviam ficar. Se era no planejamento, criação, atendimento ou numa área dedicada. Não chegamos a uma conclusão até por conta das características desse nosso mercado. Mas agora a pergunta que gostaria de fazer [...]</p><p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

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			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://www.brainstorm9.com.br/28471/social-media/qual-o-papel-das-redes-sociais-nas-agencias/attachment/phone/" rel="attachment wp-att-28472"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2012/02/phone.jpg" alt="" title="phone" width="630" height="411" class="alignnone size-full wp-image-28472" /></a>
<p>Há mais ou menos um ano eu escrevi <a href="http://www.brainstorm9.com.br/19826/social-media/social-media-e-planejamento-criacao-ou-o-que/">um post aqui no B9</a> em que perguntava onde na agência, as redes sociais deviam ficar. Se era no planejamento, criação, atendimento ou numa área dedicada. Não chegamos a uma conclusão até por conta das características desse nosso mercado. Mas agora a pergunta que gostaria de fazer a vocês é outra:<br />
Qual o papel das redes sociais nas agências? </p>
<p>A pergunta deve ser levada a sério. Por que as agências devem fazer o atendimento SAC em redes sociais? Esse é o papel da agência de publicidade?</p>
<p><span id="more-28471"></span> </p>
<p>Se sim, porque não pegamos o telemarketing também? O que acontece é que, geralmente, o cliente quer resolver sua vida ali de uma vez e a agência, para não perder o fee/job, acaba fazendo um pacote que inclui monitoramento, relatórios, SAC em redes sociais, ações/&#8221;ativações&#8221; e relacionamento com blogueiros. Tudo é vendido como uma coisa só. E, embora tenha alguma sobreposição de funções, não é a mesma coisa. É vender como parte de um pacote que, na real, não deveria ser oferecido dessa forma.</p>
<p>Acho o monitoramento e relatórios partes importantíssimas para a ajudar o planejamento e criação das ações. Acho que o relacionamento com blogueiros igualmente importante como função a ser feita pela agência mas o SAC eu não vejo motivo em ser executado pela agência. </p>
<p>Se a parte do SAC ficasse dentro das próprias empresas, teríamos as pessoas que realmente entendem do produto/serviço respondendo. Pessoas que entendem e têm algum nível de liberdade para responder aos seus consumidores de outras maneiras. Os últimos cases  de sucesso em SAC online o do poema do <strong>Bradesco</strong> no Facebook e a atuação geral do perfil do <strong>Ponto Frio</strong> no Twitter são exemplos de como essa mudança é benéfica para a marca.</p>
<p>Claro que para existir um case como esses que citei, é preciso ter uns 200 exemplos de o que não se deve fazer em redes sociais. Mas aí eu pergunto, porque o pessoal que trabalha com redes sociais não vai para o cliente? Quando eu estava na faculdade, um professor de marketing sempre nos perguntava porque todo mundo queria só agência e poucos consideravam cliente. Muitas vezes os horários são melhores, a remuneração e a qualidade de vida também. Não é sempre mas acontece.</p>
<p>Uma amiga minha foi a um evento de gestão de marcas em redes sociais nos EUA no ano passado e me disse que ela era uma das únicas pessoas de agência lá. 95% era formado por pessoas que eram responsáveis pela marca em redes sociais e que eram empregados da marca para fazer exclusivamente isso.</p>
<p>A impressão que tenho quando vejo SAC online dentro de agências é a mesma que tenho quando se está fazendo uma obra em casa. É o famoso &#8220;Já que&#8230;&#8221;. </p>
<p><em>&#8220;Já que estamos fazendo uma churrasqueira, porque não fazemos uma piscina também?&#8221;</em> ou <em>&#8220;Já que estamos monitorando e fazendo relatórios para ajudar o planejamento, porque não respondemos os consumidores direto daqui também?&#8221;</em>. É uma idéia que parece boa mas que na prática é bem complicada de ser realizada. </p>
<p>O que acontece é que o cliente não quer ter esse custo na empresa, mas acho que deveria. E se uma empresa contratar pessoas boas em redes sociais, pode até ter uma redução de custos de fee da agência e ter maior controle na qualidade do serviço oferecido.</p>
<p>Em agências pequenas, é mais difícil ainda segurar o desejo do cliente de terceirizar tudo relacionado a redes sociais. Mas pensem por um momento, por que não começamos a ensinar ao cliente que essa parte de SAC em redes sociais é melhor estar dentro da própria empresa? </p>
<p>O que estamos fazendo é replicar um modelo do Telemarketing? Se sim, isso pode ser ruim para todo mundo. Porque ao terceirizar o atendimento ao cliente, uma parte da essência da marca morre. </p>
<p>Mas assim como no Telemarketing, quando a demanda aumentar, aí sim a empresa terceiriza ou cria uma outra empresa apenas para o atendimento via redes sociais. Mas isso será um novo momento do mercado. Antes disso, é besteira. </p>
<p>O que temos visto em geral são marcas tratando as redes sociais como uma super ouvidoria. Reclamou ali, resolvemos rápido. Reclamou no telefone, é capaz de demorar mais. São poucas as marcas que realmente fazem o atendimento integrado, dando a mesma resposta em qualquer lugar que o consumidor entre em contato e não tentar resolver de outra maneira só porque a pessoa xingou muito no Twitter. Esse comportamento gera um vício estranho no consumidor e um problema a médio prazo para a marca. </p>
<p>Porque o dia em que tivermos o volume de ligações que temos no Telemarketing nas redes sociais, o serviço que antes era primoroso começa a se tornar mais próximo do ordinário e aí é ladeira abaixo. E a marca vai junto. Vai colapsar.<br />
Ouvi dizer que o mercado de Telemarketing funciona melhor quando o mercado está em crise. Se o mercado está aquecido, as pessoas mais qualificadas estão em outros empregos. Se está em crise, essas pessoas estão trabalhando em Telemarketing. Se isso for real, será que também aconteceria com social media? </p>
<p>Eu, honestamente, gostaria de ver os cases, a estrutura interna e organograma da área de redes sociais do <strong>Bradesco</strong> e do <strong>Ponto Frio</strong>. Eles respondem a quem? Ao marketing? Ao Atendimento ao cliente? Com esse tipo de informação podemos mensurar melhor o momento do mercado e sabe se é ou não o momento de terceirizar. Vai que você descobre que a equipe do <strong>Ponto Frio</strong> no Twitter é formada por uma pessoa só mas bem relacionada com a área de atendimento ou com acesso ao software de CRM? </p>
<p>Eu acho lindo quando uma empresa, ao procurar uma agência de publicidade para esforços em redes sociais, fala que o SAC online (ou 2.0 ou o qualquer outro termo) não deve ser contemplado na proposta porque isso é papel deles. E já vi empresas gigantes fazendo isso.</p>
<p>Assim como acho corajoso quando uma empresa percebe que terceirizar o atendimento ao cliente está danificando a marca e resolve trazer esse serviço de volta para a empresa, mesmo com o um investimento mais alto.</p>
<p>É por isso que eu acho que é precipitado jogar a área de SAC via redes sociais para dentro de agências de publicidade, digitais ou o que for. Essa é mais uma das maneiras que a marca tem de mostrar que se importa com a entrega do seu serviço de ponta a ponta. Deixa as agências fazerem o que fazem de melhor. A agência deve ser a responsável por planejamento e criação da comunicação de uma empresa e não do SAC em qualquer canal que seja.</p>
<p>E para você, Qual o papel das redes sociais nas agências? </p>
<p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

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		<title>Retrospectiva 9 anos: moovee.me, best-sellers e o braincast que não viu a luz do dia</title>
		<link>http://www.brainstorm9.com.br/27665/brainstorm9-2/retrospectiva-9-anos-moovee-me-best-sellers-e-o-braincast-que-nao-viu-a-luz-do-dia/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Nov 2011 16:10:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Sollero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brainstorm9]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Eu conheci o Merigo e o Brainstorm9 mais ou menos na mesma época. Eu morava no Rio, trabalhava numa empresa de e-learning e conhecia os donos da Espalhe de uma época em que trabalhei com eles no Rio. Quando vinha para São Paulo, dava um pulo na agência e conheci o Merigo. Algum tempo depois [...]</p><p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

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			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/11/retrospectiva.jpg" alt="" title="retrospectiva" width="630" height="240" class="alignnone size-full wp-image-27660" />
<p>Eu conheci o Merigo e o <strong>Brainstorm9</strong> mais ou menos na mesma época. Eu morava no Rio, trabalhava numa empresa de e-learning e conhecia os donos da <strong>Espalhe</strong> de uma época em que trabalhei com eles no Rio. Quando vinha para São Paulo, dava um pulo na agência e conheci o Merigo. Algum tempo depois fui trabalhar lá, diretamente com ele. Foi legal mas durou pouco. Ele logo saiu. </p>
<p>Mas foi através dele que conheci uma porção de blogs legais (nem todos relacionados a publicidade) e comecei a ter contato com o Cris Dias do <strong>Vilago</strong>, que hospedava os blogs que fazíamos e, naquela época, o próprio Brainstorm9. Um pouco antes de eu sair da agência, tive contato com outro cara que acabou vindo para o time do Brainstorm9, o Luiz Yassuda, que depois foi trabalhar com o Merigo na <strong>Fischer</strong>, agência que também tinha o Rodrigo Zannin trabalhando lá e que também veio para o <strong>B9</strong>. O bacana é ver como os perfis e estilos se complementam. Alguns são mais críticos, outros mais ácidos, outros são uma máquina de descobertas de assuntos legais e análises diferentes. Eu acho tudo isso fantástico e, cada vez que conheço uma outra pessoa que escreve aqui pessoalmente, vejo que a escolha foi acertada.</p>
<p>Acho que sou um dos colaboradores que menos escreve no site. Isso faz com que tenha poucos arrependimentos nos posts que escrevi. Como a maioria dos meus posts é de opinião, acho que é natural que algumas dessas opiniões mudem. Acho que eu tenho alguns arrependimentos em posts que escrevi mas que não publiquei. Alguns caem no meu filtro pessoal, outros chegam a ser lidos por amigos (como o pessoal do B9 e outros como Rafael Ziggy e Ricardo Cavallini). Mas ao mesmo tempo, vejo que não sou o único a ter esse tipo de receio. Já fiz o papel de filtro para posts de outras pessoas da equipe e que só pelo debate já valeram muito a pena. Pelo visto não sou o único a ficar um pouco nervoso antes de apertar o botão &#8220;publicar&#8221;&#8230;</p>
<p>Então o que vou fazer é indicar 2 posts meus para releitura e um post que nunca foi ao ar como arrependimento.</p>
<p><strong>Posts para releitura:<br />
</strong><br />
<a href="http://www.brainstorm9.com.br/15015/social-media/moovee-me-processo-criativo-e-lancamento/">moovee.me &#8211; Processo criativo e lançamento</a><br />
Há pouco mais de um ano, eu e o Thiago Campezzi lançamos o moovee.me. O B9 ajudou muito na carga inicial de usuários do site e alguns dos membros da equipe ajudaram até como Beta testers. O fato de ter lançado o site, confirmou uma porção de coisas que eu já sabia e fez com que aprendesse uma porção de coisas novas. Agradáveis e desagradáveis. Eu escrevi um post no meu <a href="http://eisso.org">blog pessoal</a> sobre isso e o Merigo me pediu para fazer uma versão mais aprofundada desse mesmo post. Gostei muito do resultado final. É um post empolgado sobre empreendedorismo.</p>
<p><a href="http://www.brainstorm9.com.br/20693/opiniao/opa-me-ve-um-best-seller-ai/">Opa, me vê um best-seller aí</a><br />
É um post que eu gostei de escrever. É quase um apelo para a extinção do termo <em>viral</em>. Aparentemente as pessoas gostaram desse post também. Pena que nada mudou. Mas tudo bem. Pelo menos tirei isso do meu sistema. <img src='http://www.brainstorm9.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><strong>O post que nunca viu a luz do dia:<br />
</strong><br />
É um pseudo mashup de Braincast para o moovee.me, feito num bar, depois de não sei quantas cervejas, filmado com celular quando tínhamos nos reunido para falar da pauta de um painel no <strong>Social Media Week</strong> de 2010. Enfim, todo mundo meio que enrolando a língua, a imagem não ajuda mas tem uns comentários geniais nas indicações de filmes nas categorias: Melhor comédia romântica, Melhor trilogia e por aí vai. Um dia a vergonha passa e eu publico esse negócio&#8230;</p>
<p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

<A HREF="http://ad.doubleclick.net/jump/N5192.288484.BRAINSTORM9.COM.BR/B6055910.3;sz=728x90;pc=[TPAS_ID]">
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		</item>
		<item>
		<title>This is my jam: Qual música você não para de ouvir?</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Nov 2011 12:35:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Sollero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Social Media]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[this is my jam]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O This is My Jam ainda está em Beta apenas para convidados e é mais uma rede social, dessa vez focada na música que você mais está ouvindo/gostando agora. Você faz o upload de uma música que está mais ouvindo nesse momento, segue (e é seguido por) várias pessoas e cada música fica no máximo [...]</p><p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

<A HREF="http://ad.doubleclick.net/jump/N5192.288484.BRAINSTORM9.COM.BR/B6055910.3;sz=728x90;pc=[TPAS_ID]">
<IMG SRC="http://ad.doubleclick.net/ad/N5192.288484.BRAINSTORM9.COM.BR/B6055910.3;sz=728x90;pc=[TPAS_ID]" BORDER=0 WIDTH=728 HEIGHT=90 ALT="Advertisement"></A></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/11/thisismyjam.jpg" alt="" title="thisismyjam" width="630" height="271" class="alignnone size-full wp-image-27643" />
<p>O <strong><a href="http://thisismyjam.com/">This is My Jam</a></strong> ainda está em Beta apenas para convidados e é mais uma rede social, dessa vez focada na música que você mais está ouvindo/gostando agora. Você faz o upload de uma música que está mais ouvindo nesse momento, segue (e é seguido por) várias pessoas e cada música fica no máximo uma semana no site ou até você fazer o upload de uma nova.</p>
<p>Enquanto está com poucos usuários e ainda não está no mainstream, a probabilidade é ser muito bom para o underground, para descobrir bandas novas e tal mas acredito que quando tiver volume grande de usuários e começar a corrida por seguidores e as métricas idiotas do tipo, o primeiro a ter 1 milhão de followers, acho que vai ser mais interessante para o mainstream. Fico imaginando uma banda super popular lançando um novo disco e como ele poderia dominar o <strong>This is My Jam</strong> e, no futuro, essa informação pode até indicar novas músicas de trabalho baseado apenas na quantidade de pessoas que já colocaram a faixa 8 do disco como um a sua música favorita no site.</p>
<p>Pode ajudar a novas bandas mas isso aconteceria apenas se essa banda pudesse articular seu street team de uma maneira que todos coloquem a música no site. Mais ou menos como as bandas fazem para entrar nas mais tocadas da rádio, do programa de TV e etc. Claro que essas distorções podem encher o saco dos usuários que vão ver artistas consagrados entre os mais curtidos. E se você segue pessoas com um gosto musical próximo ao seu, sua timeline (dá para chamar assim) pode ficar meio monótona também.</p>
<p>Posso estar sendo pessimista e superficial na análise mas qualquer serviço que peça para você subir uma música por semana, mesmo com uma banda de internet de qualidade, está forçando um pouco a boa vontade do usuário. Se as pessoas lembrarem de fazer isso sempre, pode ficar interessante.</p>
<p>Acho que ainda tem  muito chão pela frente para o site mas a idéia pode ser boa tanto para underground como para o mainstream. Tudo depende de como as pessoas usarão o site.</p>
<p>Mas, de novo, eu posso não ter entendido direito o serviço e, se pararmos para pensar, acho que poucas pessoas acharam que o <strong>Twitter</strong> se tornaria o que é hoje na época em que ele estava começando. </p>
<p>E se você ficou curioso para saber que música eu coloquei no <a href="http://thisismyjam.com/dsollero">meu perfil</a> no This is My Jam foi essa aqui. Se você gosta de <strong>The Mars Volta</strong>, talvez você goste dessa também. Pena que o disco não segue esse nível&#8230;</p>
<p><center><object width="600" height="437"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/zKhZCI8M3OM?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/zKhZCI8M3OM?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="437" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></center></p>
<p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

<A HREF="http://ad.doubleclick.net/jump/N5192.288484.BRAINSTORM9.COM.BR/B6055910.3;sz=728x90;pc=[TPAS_ID]">
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		<title>O futuro vai muito além dos botões de compartilhar</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Nov 2011 18:30:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Sollero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Social Media]]></category>
		<category><![CDATA[compartilhar]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://www.brainstorm9.com.br/27602/social-media/o-futuro-vai-muito-alem-dos-botoes-de-compartilhar/attachment/block-2/" rel="attachment wp-att-27617"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/11/block.jpg" alt="" title="block" width="630" height="250" class="alignnone size-full wp-image-27617" /></a>
<p>É incrível como ainda existe gente que acha que redes sociais são apenas mais um espaço para divulgar a sua marca. Essas mesmas pessoas esquecem que o que faz uma rede social são as pessoas. Os freqüentadores de um bar, de um clube de fotografia e do mesmo ponto da praia, muitas vezes são os que montam uma rede social. Os assuntos que rodam naquele ambiente, movimentam-se pelo interesse das pessoas. É o famoso: “Você não sabe o que aconteceu&#8230;” </p>
<p>Não existe um botão de compartilhar na vida e os assuntos rodam assim mesmo. A tentativa dos sites de redes sociais ao criar esses botões de compartilhar é simplesmente fazer com que você seja a pessoa que fale o “Você não sabe o que aconteceu&#8230;” e não a pessoa que a ouve. Teoricamente, isso ajuda a criar capital social/moeda social ou whuffie (tá, <a href="http://twitter.com/crisdias">@crisdias</a>?) para quem fala. Embora a linha entre isso e o spam seja tênue, todo mundo gosta de compartilhar algo. Uma foto no instagram, um check-in no <strong>Foursquare</strong>, um tweet ou status no <strong>Facebook</strong> tem o poder de contar uma parte de uma historia. Se você juntar as peças, você consegue entender mais ou menos o que está acontecendo com essa pessoa. Se eu publico foto dos remédios que estou tomando e dou check-in em hospitais e reclamo da vida no Facebook, meus amigos conseguem notar que estou doente, certo? </p>
<p>Ou seja, o que move as redes sociais são as pessoas e suas histórias. As marcas são apenas coadjuvantes dessas histórias. Momentos como &#8220;lembra o show da banda tal que fomos no <em>nome da marca</em> Hall?&#8221; E as roubadas que passamos viram aventuras quando contamos essas histórias.</p>
<p>Mas aí, muitas vezes temos que ignorar esse conhecimento e reduzir a parte social de uma campanha em apenas um botão retweet e compartilhar. Como se isso fosse suficiente para furar o excesso de conteúdo que recebemos diariamente. Precisamos de motivo para falar sobre qualquer assunto e, infelizmente, muitas campanhas não cumprem esse pré-requisito.<span id="more-27602"></span></p>
<p>Uma pena que as marcas esqueçam do comportamento das pessoas na hora de pedir uma estratégia de redes sociais. Acham que a sua última campanha já é motivo suficiente para as pessoas compartilharem aquele conteúdo. Muitas delas acham que o fato de fazerem mais uma campanha é o suficiente para as pessoas divulgarem. Taí a quantidade de release de banner que recebemos diariamente para provar. </p>
<p>Mas e se o que fosse social na campanha fosse o a própria ação da pessoa? Nos EUA, a <strong>Ticketmaster</strong> associou a sua venda de ingressos ao Facebook e agora pode começar a facilitar a compra de ingressos ao dizer em que lugar o seu amigo comprou o ingresso. </p>
<blockquote><p>“Fulano comprou o ingresso nas cadeiras 2A e 2B. Quer comprar perto dele?”</p></blockquote>
<p>Isso é ser social. Isso é associar um serviço social ao produto. Dar a chance das pessoas compartilharem algo real e não apenas um link. Hoje muita gente manda foto por celular quando vai comprar uma roupa. “Ficou boa?” isso é uma experiência social facilitada pela tecnologia. Se no futuro tudo vai ser social, teremos volume e a possibilidade de ter muita coisa legal sendo compartilhada com os seus amigos.</p>
<p>É aquela história de alguém perguntar se um dos amigos já foi a Buenos Aires só para ouvir as boas dicas que um deles tem. As redes sociais permitem que nós façamos isso mas temos que querer compartilhar essas coisas. O que esbarra em uma questão de privacidade e que os Circles do <strong>Google+</strong> e a segmentação de amigos no Facebook permitem que você o faça. Mas vocês não acham que isso deve ser feito por sites de viagens? Dizer quais amigos foram para qual lugar e facilitar o contato entre quem quer viajar para aquele lugar e quem já foi? De novo, é uma questão de volume, o que ainda não temos hoje mas também não vejo nenhum movimento mais forte na busca disso.</p>
<p>Esse fim de semana tentei comprar uma TV em um supermercado. Desisti. A experiência de ter que lidar com o vendedor e suas informações imprecisas matou a vontade de sair dali com a TV embaixo do braço. Vou comprar online. E é por isso que a <strong>BestBuy</strong> nesse feriado de Thanksgiving não exibirá os códigos de barras dos produtos nas lojas físicas para evitar comparações online por smartphones e acesso a preços mais baratos. Porque é Black Friday para todas as lojas, inclusive as online, então é guerra. Todo mundo é concorrente. E um vendedor despreparado e chato e preços mais baratos da concorrência online podem fazer com que você perca uma venda.</p>
<p>O aplicativo <strong><a href="http://zite.com/">Zite</a></strong> no iPad não é uma experiência social. É uma experiência pessoal. Mas poderia ser social se os seus amigos pudessem te indicar artigos. Coisa que o Flipboard permite que você faça por que ele é baseado no Facebook, Twitter e etc. Ou seja, você usando o Zite pode alimentar o Flipboard de algum amigo seu. Bizarro. Participar da comunidade do Instagram é uma experiência social ao contrário de participar da comunidade(?) do Hipstamatic que foca mais no indivíduo. Há espaço para os dois tipos de experiência a pessoal e a social mas, cada vez mais, creio que o aspecto social vá se destacar e o pessoal ficará mais restrito.</p>
<p>As experiências como um todo, devem sofrer mudanças para incorporar o lado social. É mais ou menos como se você fosse sair para comprar algo e tivesse a possibilidade de saber o que os seus amigos acharam ou quais já consumiram aquele produto ou serviço. É muito além dos botões de Curtir, compartilhar e retweet que usamos online e muito além de mandar SMS para as amigas dizerem se essa calça faz ou não com que você se sinta gorda. Já pensou em uma cabine/trocador de roupa que permita que você mande a mensagem com a foto direto de lá? Uma rede social baseada no que as pessoas gostaram dos looks que você mandou? As redes sociais devem aproximar as pessoas tanto on quanto offline e, para fazer isso, é preciso usar mais do que os botões que avisam que você curtiu algo ou que quer compartilhar algo. Trazer algo novo para aquela relação, trazer uma nova experiência.</p>
<p>Enfim, as possibilidades são muitas e talvez até assustadoras se pensarmos num cenário como o <strong>Minority Report</strong> mas está tudo mudando tão rápido que é capaz de o futuro ser ainda mais diferente do que imaginamos.</p>
<p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

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		<title>O que faz com que você curta ou compartilhe algo?</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Oct 2011 19:53:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Sollero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Social Media]]></category>
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		<category><![CDATA[curti]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Essa é a pergunta que não quer calar. Se você vê algo na internet, porque você compartilha? O que faz com que você aperte o botão curtir? E quando tem o botão Não curti como no YouTube, o que faz você clicar nesse botão? Quando você aperta o botão curtir para um vídeo engraçado criticando [...]</p><p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

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			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/10/Diptic2.jpg" alt="" title="Diptic2" width="630" height="630" class="alignnone size-full wp-image-27336" />
<p>Essa é a pergunta que não quer calar. Se você vê algo na internet, porque você compartilha? O que faz com que você aperte o botão curtir? E quando tem o botão Não curti como no <strong>YouTube</strong>, o que faz você clicar nesse botão?</p>
<p>Quando você aperta o botão curtir para um vídeo engraçado criticando uma marca, o Curti foi para a crítica ou para o fato de ser engraçado? E se for uma crítica a uma marca que você adora, mesmo sendo engraçado, você daria Like assim mesmo? Compartilharia?</p>
<p><a href="http://bit.ly/tuAKAy" title="Pesquisa Share/Like">Então responda a <del datetime="2011-10-27T20:49:54+00:00">essa pesquisa</del> esse questionário e dê a sua opinião.</a></p>
<p>Se puder, gostaria muito que você também repassasse esse link para pessoas que não trabalham com comunicação para sabermos se isso influencia ou não o comportamento na hora de compartilhar ou Curtir algo na internet.</p>
<p>Para compartilhar com os amigos fora do nosso mercado é só mandar esse link e, se quiser, texto aqui:</p>
<blockquote><p>O que faz com que você curta ou compartilhe algo? &#8211; http://bit.ly/tuAKAy</p></blockquote>
<p><strong>UPDATE:</strong> Na ânsia de divulgar logo, acabei não falando coisas importantes e o pessoal nos comentários me lembrou. A idéia é divulgar o resultado, sim.<br />
E as pessoas envolvidas na elaboração disso foram: <a href="http://twitter.com/cavallini">Ricardo Cavallini</a>, <a href="http://twitter.com/obamis">Carlos Tavares</a>, <a href="http://twitter.com/carolbuzetto">Carolina Buzetto</a> e eu. Ah! E tanto a foto desse post quanto os carimbos que aparecem são da Denise Kotsubo.</p>
<p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

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		<title>Tentando entender as redes sociais de hoje e de amanhã</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Sep 2011 13:19:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Sollero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Social Media]]></category>
		<category><![CDATA[2001]]></category>
		<category><![CDATA[ag2]]></category>
		<category><![CDATA[ciclo NME]]></category>
		<category><![CDATA[NME]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Rushkoff]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Quem me acompanha aqui no B9 sabe que eu sempre critiquei os erros, louvei as atitudes legais e questionei o que achava que estava sendo feito de uma maneira torta em redes sociais. Mas uma coisa que eu nunca me dei conta é que eu sempre falei de um futuro utópico de redes sociais em [...]</p><p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

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			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://www.brainstorm9.com.br/26902/social-media/tentando-entender-as-redes-sociais-de-hoje-e-de-amanha/attachment/devoltafuturo_ag2/" rel="attachment wp-att-26904"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/09/devoltafuturo_ag2.jpg" alt="" title="devoltafuturo_ag2" width="630" height="200" class="alignnone size-full wp-image-26904" /></a>
<p>Quem me acompanha aqui no <strong>B9</strong> sabe que eu sempre critiquei os erros, louvei as atitudes legais e questionei o que achava que estava sendo feito de uma maneira torta em redes sociais. Mas uma coisa que eu nunca me dei conta é que eu sempre falei de um futuro utópico de redes sociais em que as marcas e seus consumidores conseguiriam conversar de uma maneira interessante e boa para ambos. Me dei conta de que isso pode ser quase como o futuro imaginado que aparece no filme <strong>&#8220;2001: Uma Odisséia no Espaço&#8221;</strong>. Foi imaginado em 1968 mas foi um futuro que nunca chegou. O que vemos no filme foi algo que em 2011 nós ainda não temos.</p>
<p>Mas na velocidade com que as coisas têm mudado no mundo todo, algumas inclusive com auxílio de redes sociais (primavera árabe, distúrbios na inglaterra e etc), fica praticamente impossível saber exatamente o que é para sempre e o que é a última tendência do segundo. Mais ou menos como as bandas que a <strong>NME</strong> descobre, fala que é a grande revelação da música e que em menos de 6 meses desaparece. O <strong>Orkut</strong> parecia algo que nunca morreria no seu auge em 2005/2006. Ele segue firme e forte mas essa certeza ninguém tem mais. <span id="more-26902"></span></p>
<p>É mais ou menos o que acham do Facebook hoje que ele faz tão parte da nossa rotina que provavelmente não vai acabar. O <strong>Twitter</strong> continua se reinventando e mostrando a sua relevância quando, na época do seu lançamento (e acho que até hoje) muita gente, eu inclusive, não entendeu muito bem a sua utilidade (que foi moldada pelos usuários e se tornou bem mais relevante). Mas o lance é que tem tanto guru, ninja e sei lá o que mais que fica alimentando esse ciclo <strong>NME</strong> (vou usar esse termo) de que as pessoas não entendem a última tendência de redes sociais que no final acabamos ficando com a visão cada vez mais turva e míope.</p>
<p>O <strong>Douglas Rushkoff</strong> no livro <a href="http://www.amazon.com/gp/product/0060758708/ref=as_li_ss_tl?ie=UTF8&#038;tag=eissoorg-20&#038;linkCode=as2&#038;camp=217145&#038;creative=399369&#038;creativeASIN=0060758708">Get Back in the Box</a><img src="http://www.assoc-amazon.com/e/ir?t=eissoorg-20&#038;l=as2&#038;o=1&#038;a=0060758708&#038;camp=217145&#038;creative=399369" width="1" height="1" border="0" alt="" style="border:none !important; margin:0px !important;" /> questiona bastante esse tipo de atitude não de gurus de social media, no caso eram de empresas de tecnologia que insistem em deixar os usuários burros e deixar os termos técnicos para um povo restrito. Os escolhidos que tinham o dom de enxergar através dos códigos. Isso serve tanto para padres em 1500 quanto para webmasters em 1993. Ou até mesmo para os wizards de instalação de software. Ele questiona porque usaram o wizard para isso. Porque um feiticeiro? Parece uma maneira de fazer mágica e como todos sabemos, magia não é para todos. Enfim, espero que vocês tenham entendido. </p>
<blockquote><p>O que muitos &#8220;gurus&#8221; fazem é justamente manter seu status quo dificultando o que ele tem capacidade de fazer. Criando dificuldade para vender facilidade.
</p></blockquote>
<p>Então quando eu vejo uma iniciativa como essa <a href="http://smw.ag2.com.br/"><strong>De Volta Para o Futuro</strong></a> da <strong>AG2</strong> de dizer que realmente não sabe o que está acontecendo ou o que vai acontecer em Social Media e se dispõe a aprender junto com o público, eu acho louvável. O projeto é simples: a agência vai procurar responder às perguntas das pessoas sobre o tema começando hoje e indo até Social Media Week do ano que vem, quando apresentará um relatório sobre o que aconteceu, o que as pessoas queriam saber sobre o assunto e o que efetivamente se tornou realidade.</p>
<p>Bem legal a idéia e quero muito ver o resultado no ano que vem. </p>
<p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

<A HREF="http://ad.doubleclick.net/jump/N5192.288484.BRAINSTORM9.COM.BR/B6055910.3;sz=728x90;pc=[TPAS_ID]">
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		<item>
		<title>Não tem fórmula mágica, não tem atalho e dá trabalho mesmo</title>
		<link>http://www.brainstorm9.com.br/26473/social-media/nao-tem-formula-magica-nao-tem-atalho-e-da-trabalho-mesmo/</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Aug 2011 13:20:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Sollero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Social Media]]></category>
		<category><![CDATA[CRM]]></category>
		<category><![CDATA[engajamento]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O grande desafio de qualquer job em Redes Sociais é a escala. A revolução industrial trouxe esse mundo de produção em massa e a comunicação em massa também veio com tudo. Hoje, mesmo com os esforços em marketing direto (feito direito), CRM e etc, ainda temos muita coisa feita para a média do público-alvo. E [...]</p><p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

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			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://www.brainstorm9.com.br/26473/social-media/nao-tem-formula-magica-nao-tem-atalho-e-da-trabalho-mesmo/attachment/bonscott/" rel="attachment wp-att-26474"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/08/bonscott.jpg" alt="" title="bonscott" width="630" height="473" class="alignnone size-full wp-image-26474" /></a>
<p>O grande desafio de qualquer job em Redes Sociais é a escala. A revolução industrial trouxe esse mundo de produção em massa e a comunicação em massa também veio com tudo. Hoje, mesmo com os esforços em marketing direto (feito direito), CRM e etc, ainda temos muita coisa feita para a média do público-alvo. E para confirmar ainda temos algumas peças chamadas de personalizadas em que na verdade ela só vem com o seu nome (geralmente em outra fonte), te tratando com uma pseudo-intimidade mas tentando te empurrar um produto ou serviço que, se te conhecessem mesmo, nunca ofereceriam algo assim.</p>
<p><span id="more-26473"></span><br />
Aprendemos a lidar com isso e não nos impressionar com esse tipo de ação e já filtramos muitas dessas peças que chegam por correio ou por email. Nós aprendemos mas muitas marcas ainda não. E ficam tentando repetir o resultado em redes sociais. É uma pena porque nesse cenário, é um grande desperdício de tempo e de dinheiro. Uma vez vi uma palestra do Marcelo Tas em que uma das coisas que ele falava sobre como as redes sociais poderiam funcionar para as marcas era: </p>
<blockquote><p>Não subestime a sua audiência.
</p></blockquote>
<p>E, claro, pouquíssimas marcas ouviram a dica. E continuam na busca da escala em esforços de comunicação em redes sociais. Então para essas marcas eu vou escrever algo que deve ser colocado como Papel de parede do computador de quem decide quanto e como vão investir em planos de comunicação em redes sociais:</p>
<blockquote><p>Não tem fórmula mágica. Não tem atalho. E, sim, dá trabalho mesmo.
</p></blockquote>
<p><!--more-->Qualquer esforço de comunicação em redes sociais exige que a marca esqueça a maneira que sempre falou com seus consumidores e tente se imaginar como uma marca pequena, que precisa conhecer seus consumidores, saber quais são os que amam a marca e por aí vai. E respeitar o seu consumidor começa em ter um bom produto. Caso o contrário, redes sociais vão apenas amplificar o que o seu produto tem de pior mesmo que o seu atendimento seja excelente.</p>
<p>Até me arrisco a falar que a comparação com a mídia tradicional acaba sendo o maior inimigo na hora da venda de projetos em redes sociais. Se associarmos isso ao que falam sobre virais, a comparação é inevitável e fica parecendo que toda ação em redes sociais terá um alcance daqueles. Isso induz ao erro e faz com que as pessoas achem que é só fazer algo que vai viralizar, que ele não vai precisar mais gastar milhões em mídia tradicional e que as pessoas vão divulgar a marca por ele. Bom, só alguns lembretes:</p>
<p>1. Se o produto/serviço não for muito legal ou superar a expectativa, ninguém vai falar a respeito ou recomendar.<br />
2. A idéia não é fazer com que as pessoas façam propaganda POR você mas sim COM você. </p>
<p>Essa história de Broadcast funciona quando as pessoas não podem te responder na mesma hora. Se as pessoas podem criticar ao vivo, provavelmente, as marcas falariam de outra forma com seus consumidores. Imagine uma loja pequena que tenha colocado um cartaz comunicando alguma coisa de gosto duvidoso. Talvez na terceira ou na quinta pessoa que reclamasse disso com o gerente ou dono do lugar, esse cartaz seria retirado da loja, certo? Porque isso não se repete em outros meios? A <strong>Arezzo</strong> fez isso. Do jeito dela mas fez. E não tinha nada focado em redes sociais. Foi a repercussão negativa, amplificada pelas redes sociais e atingindo a mídia tradicional que fez com que eles se mexessem. A história da <strong>Dell</strong> nos EUA segue o mesmo caminho. Muita gente reclamando e a marca não conversando com elas. Quando notaram que tinham que mudar a postura com o consumidor a comunicação foi, gradualmente, voltando para uma maneira mais humana e próxima das pessoas que consomem aquela marca. </p>
<p>Mas isso não acontece da noite para o dia. As marcas devem começar esse processo de alguma maneira. Nós simpatizamos com Davi e odiamos Golias. Então se a marca não se mostrar mais vulnerável e dependente de nós, tendemos a ser mais tolerantes com os erros. </p>
<p>Se pararmos para pensar, isso acontece com qualquer relacionamento saudável mais duradouro. Se a pessoa com qual você procura ter um relacionamento não precisa de você ou precisa de você apenas em alguns momentos de desespero (ou até mesmo um <a href="http://www.urbandictionary.com/define.php?term=bootie%20call">bootie-call</a>), tem alguma coisa errada e esse relacionamento está fadado ao fracasso. Como todos nós sabemos, relacionamento dá trabalho. Porque o relacionamento com as marcas teria que ser diferente? </p>
<p>Mas será que o relacionamento e a conversa são o suficiente para convencer o cliente a manter uma estratégia em redes sociais? Falar sobre relacionamento já foi bastante explorado pelo pessoal de CRM. Será que o cliente entende e valoriza o conceito de comunidade que tanto pregamos? Já <a href="http://www.brainstorm9.com.br/20693/opiniao/opa-me-ve-um-best-seller-ai/">falei sobre isso antes</a> mas será que nós, na ânsia de emplacar um projeto, não deixamos o cliente achar que redes sociais e mídia tradicional têm o mesmo resultado? Até que ponto nós não estamos deixando de ensinar tudo direito ao cliente?  </p>
<p>Monitoramento, planejamento, criação e, principalmente, interação são as fases que qualquer estratégia de redes sociais deve ter e que dão muito trabalho. Não adianta achar que apenas postar algo com frequência no <strong>Twitter</strong> ou na sua FanPage é suficiente. O monitoramento vai te dar caminhos sobre o que falar, o planejamento te dirá como falar, a criação vai dar caminhos criativos de falar e a interação vai fazer com que você entenda que ninguém tem controle nenhum e que é necessário ter jogo de cintura para continuar a manter esse relacionamento. Todos os passos anteriores até ajudam a tentar prever alguns cenários mas é impossível prever todos. É importante saber que o caos faz parte e abraça-lo não é perder o controle mas participar de algo junto com a comunidade.</p>
<p>E, nas palavras do grande filósofo, <strong>Bon Scott</strong>, as marcas devem parar de agir dessa maneira</p>
<p><em>Then she made me say things I didn&#8217;t want to say<br />
Then she made me play games I didn&#8217;t want to play<br />
She was a soul stripper<br />
She took my heart<br />
Soul stripper<br />
And tore me apart</em></p>
<p>e começar a participar mais e manipular menos. Ou seja, já passou da hora das marcas participarem das redes sociais, lembrarem que existem pessoas do outro lado e, para que esse relacionamento dê certo, elas tem que agir de igual para igual e sem a mentalidade de pensar nas pessoas apenas como um meio para a sua mensagem.</p>
<p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

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		</item>
		<item>
		<title>Mudando o sentido das palavras</title>
		<link>http://www.brainstorm9.com.br/26211/opiniao/mudando-o-sentido-das-palavras/</link>
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		<pubDate>Fri, 19 Aug 2011 16:53:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Sollero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Um golpe está acontecendo. É um golpe criado por marqueteiros e dublês de redatores publicitários. Nesse golpe as palavras são as vítimas mudas e elas estão tendo o seu significado mudado pela publicidade. Eu fui ao cinema um tempo atrás e lá tive o desprazer de ver uma peça bem produzida de divulgação do filme [...]</p><p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

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			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/08/compre_brinde.jpg" alt="" title="compre_brinde" width="630" height="210" class="alignnone size-full wp-image-26225" />
<p>Um golpe está acontecendo. É um golpe criado por marqueteiros e dublês de redatores publicitários. Nesse golpe as palavras são as vítimas mudas e elas estão tendo o seu significado mudado pela publicidade. Eu fui ao cinema um tempo atrás e lá tive o desprazer de ver uma peça bem produzida de divulgação do filme <strong>Sucker Punch</strong> em que o texto dizia: &#8220;Compre o seu brinde&#8221;. Desculpe. Acho que não entendi. Compre o seu brinde? Compre? Não é possível. Brinde não é algo que nós ganhamos? Dando uma olhada no pai dos burros vejo alguns significados:</p>
<p><em><strong>3</strong>    objeto com o qual se presenteia<br />
Ex.: um brinde de flores</p>
<p><strong>3.1</strong>    Rubrica: comércio.<br />
     oferta condicionada à compra de certa mercadoria; obséquio por compra<br />
Ex.: com a aquisição do aparelho, recebeu um relógio como brinde</p>
<p><strong>3.2</strong>    Rubrica: comércio, publicidade.<br />
     peça promocional que se oferece visando a objetivos de marketing<br />
Ex.: o brinde aos clientes neste Natal será uma agenda de couro </p>
<p>Sinônimos<br />
ver sinonímia de presente<br />
</em><br />
É. Realmente o significado de brinde ainda não mudou. Mas, pelo jeito, é capaz de mudar num futuro próximo. Se começarem a publicar isso sempre, vai acontecer com a palavra brinde a mesma coisa que as operadores de telefonia celular tem feito com a palavra Ilimitado.<span id="more-26211"></span></p>
<p><em>adjetivo</p>
<p><strong>1 </strong>   que não tem limite(s); infinito<br />
Ex.: a série dos números inteiros é ilimitada</p>
<p><strong>2</strong>    que parece não ter limite<br />
Ex.: uma paciência ilimitada</p>
<p><strong>3</strong>    que não pode ou é difícil de ser calculado, avaliado<br />
Ex.: reservas ilimitadas</p>
<p><strong>4</strong>    cujo término não é fixado<br />
Ex.: declarou-se a greve por prazo ilimitado</em></p>
<p>Já notaram que os planos de internet 3G ilimitada geralmente tem algum limite. Por exemplo, um plano ilimitado mas se você usar mais de 1GB, eles limitam a velocidade da conexão para algo bem abaixo do contratado? A justificativa é tosca. </p>
<blockquote><p>&#8220;O senhor pode navegar a vontade na internet usando a sua conexão de 56k do seu modem 3G.&#8221;</p></blockquote>
<p>Aí você pergunta:</p>
<blockquote><p>&#8220;Mas porque 56k? E a minha conexão 3G rápida e ilimitada que eu contratei?&#8221;
</p></blockquote>
<p>E a resposta parece vinda de um script do <strong>&#8220;Além da Imaginação&#8221;</strong>:</p>
<blockquote><p>&#8220;É exatamente senhor, o acesso é ilimitado mas depois de 1GB a velocidade é limitada&#8221;
</p></blockquote>
<p>O Cris Dias fez um <a href="http://www.crisdias.com/2009/02/26/os-incriveis-planos-ilimitados-com-limite/">post muito bom a respeito</a>: motivado pelo <a href="http://www.naocontepramamae.com.br/?p=300">post do Neto</a></p>
<p>Na real, esse texto é apenas uma brincadeira para chamar a atenção de algo que acontece com freqüência. As vezes na correria da agência que tem que colocar uma peça na rua para ontem, algumas delas podem ir para rua sem revisão. E pior, isso passa pelo cliente que também não nota. Erros acontecem. </p>
<p>Mas isso é diferente do caso do <a href="http://www.brainstorm9.com.br/24486/advertising/voce-conhece-voce-confia/">Você Conhece, você confia</a> que pega um clichê o reutiliza até morrer. É bem pior. É mudar o sentido das palavras ao bel prazer da publicidade. Com a esperança de que uma mentira (ou distorção) publicada mil vezes possa se tornar verdade.</p>
<p>Enfim, esse é um golpe silencioso. Um golpe feita em escritórios de marketing e agências de publicidade. É feito por gerentes de marketing bitolados e sem critérios para bater a sua meta comercial. É feito por redatores sem supervisão e, como sempre, a culpa sempre é do estagiário.</p>
<p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

<A HREF="http://ad.doubleclick.net/jump/N5192.288484.BRAINSTORM9.COM.BR/B6055910.3;sz=728x90;pc=[TPAS_ID]">
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		</item>
		<item>
		<title>Idéia, execução e a diagonal de Vicky Mendoza</title>
		<link>http://www.brainstorm9.com.br/25652/opiniao/ideia-execucao-e-a-diagonal-de-vicky-mendoza/</link>
		<comments>http://www.brainstorm9.com.br/25652/opiniao/ideia-execucao-e-a-diagonal-de-vicky-mendoza/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 10 Aug 2011 20:49:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Sollero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[barney]]></category>
		<category><![CDATA[diagonal]]></category>
		<category><![CDATA[howimetyourmother]]></category>
		<category><![CDATA[ideia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Geralmente quem fala dos assuntos sobre cultura pop são os outros colaboradores (Nicolas e Saulo principalmente) mas hoje eu estava lembrando de um episódio de &#8220;How I Met Your Mother&#8221; em que apresentam a Hot/Crazy Scale (ou a diagonal de Vicky Mendoza). Essa escala é bem simples de entender. Pense num gráfico com dois eixos [...]</p><p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

<A HREF="http://ad.doubleclick.net/jump/N5192.288484.BRAINSTORM9.COM.BR/B6055910.3;sz=728x90;pc=[TPAS_ID]">
<IMG SRC="http://ad.doubleclick.net/ad/N5192.288484.BRAINSTORM9.COM.BR/B6055910.3;sz=728x90;pc=[TPAS_ID]" BORDER=0 WIDTH=728 HEIGHT=90 ALT="Advertisement"></A></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/08/hot.jpg" alt="" title="" width="630" height="327" class="alignnone size-full wp-image-25665" />
<p>Geralmente quem fala dos assuntos sobre cultura pop são os outros colaboradores (Nicolas e Saulo principalmente) mas hoje eu estava lembrando de um episódio de <strong>&#8220;How I Met Your Mother&#8221;</strong> em que apresentam a <strong>Hot/Crazy Scale</strong> (ou a diagonal de Vicky Mendoza). Essa  escala é bem simples de entender. </p>
<p>Pense num gráfico com dois eixos Hot (vertical) e Crazy (horizontal). Pois bem, no caso do exemplo, uma mulher não pode ser Hot sem ser Crazy. Ou seja, não existe mulher gata que não seja maluca. E por isso temos que usar o gráfico para nos ajudar. Se uma mulher é muito louca, ela também tem que ser muito gata para que valha a pena ficar com ela. Beleza, é uma teoria machista mas acho que se aplica para os homens também. E é engraçada. Ótima para contar em bares e por aí vai.</p>
<p><span id="more-25652"></span></p>
<object width="630" height="502"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/5zADosF3XoQ?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/5zADosF3XoQ?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="630" height="502" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object>
<p>Mas aí fiquei pensando sobre essa escala ser aplicada à publicidade. Como seria? Ao invés de uma mulher, colocaríamos uma idéia. Na escala acho que podemos colocar Execução na vertical (Y) e manter o Crazy/Loucura no eixo horizontal (X).</p>
<p>Isso faria com que uma idéia muito boa (ou louca) tenha que ter uma execução na mesma proporção para valer. Claro que isso funciona mais em um ambiente isolado, no mundo real temos outras variáveis que impactam bastante no resultado final:</p>
<p>- a quantidade de mudanças pedidas pelo cliente<br />
- a coragem do atendimento em apresentar essa idéia<br />
- a coragem do cliente em topar essa idéia<br />
- como as pessoas vão ficar sabendo dessa idéia<br />
- etc&#8230;</p>
<p>Mas isso também envolve outro tipo de comportamento bem comum nos briefings recebidos em toda e qualquer agência de publicidade que o <a href="http://www.brainstorm9.com.br/diversos/o-paradoxo-do-novo-que-ja-tenha-historico-de-bons-resultados/">Dilema do Inovador Fajuto</a> (ou Fake innovator Dillema), uma apresentação que fiz uns 2 anos atrás e que o Yassuda fez um post a respeito aqui no <strong>Brainstorm9</strong> em que o cliente pede algo inovador mas quando vê a idéia, pede um caso de sucesso. Bem, se é inovador, ninguém fez. Logo não há um case de sucesso. Ainda. Poderia ser o seu se você tivesse coragem de fazer e correr o risco de dar errado.</p>
<p>Aí lembrei de um <a href="http://www.oreillynet.com/onlamp/blog/2005/08/ideas_are_just_a_multiplier_of.html">post genial do Derek Silvers</a> em que ele fala que idéias não valem nada se não forem excutadas. Ele até cria uma escala relacionando as duas.</p>
<blockquote><p>IDÉIA HORRIVEL = -1<br />
IDÉIA FRACA = 1<br />
IDÉIA MAIS OU MENOS = 5<br />
IDÉIA BOA = 10<br />
IDÉIA ÓTIMA = 15<br />
IDÉIA BRILHANTE = 20<br />
<br />
SEM EXECUÇÃO = $1<br />
EXECUÇÃO FRACA= $1000<br />
EXECUÇÃO MAIS OU MENOS= $10,000<br />
EXECUÇÃO BOA= $100,000<br />
EXECUÇÃO ÓTIMA = $1,000,000<br />
EXECUÇÃO BRILHANTE = $10,000,000
</p></blockquote>
<p>E ele conclui:</p>
<blockquote><p><strong>Para fazer um negócio, você tem que multiplicar as duas:<br />
</strong>A idéia mais brilhante, sem execução, vale $20<br />
A idéia mais brilhante com uma execução <del datetime="2011-08-10T21:09:45+00:00">brilhante</del> ótima valeria $20.000.000.
</p></blockquote>
<p>Mas, voltando à diagonal de Vicky Mendoza, quais seriam os eixos X (horizontal) e Y (vertical) que poderiam ser aplicados à uma idéia no universo das campanhas de publicidade? Haveria diferença em ações exclusivamente em ações exclusivamente online ou offline? Ou isso se aplicaria apenas à ações grandes e integradas? Como isso funcionaria no nosso mercado? </p>
<p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

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		<title>Lei da compensação negativa</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Jul 2011 15:12:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Sollero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Social Media]]></category>
		<category><![CDATA[engajamento]]></category>
		<category><![CDATA[gary vaynerchuk]]></category>
		<category><![CDATA[thank you economy]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Você conhece a Lei da Compensação Negativa? Não é uma lei ou uma regra. É quase uma trollada que, basicamente, pode ser definida assim: É a velha história de você se ferra agora mas, em compensação, você se ferra depois também. Pois bem, quanto mais tempo estamos no mercado, mais vezes vemos coisas se repetindo. [...]</p><p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

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			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://www.brainstorm9.com.br/social-media/lei-da-compensacao-negativa/attachment/compensacao_negativa_web/" rel="attachment wp-att-24598"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/07/compensacao_negativa_web.jpg" alt="" title="compensacao_negativa_web" width="630" height="336" class="alignnone size-full wp-image-24598" /></a>
<p>Você conhece a <strong>Lei da Compensação Negativa</strong>? Não é uma lei ou uma regra. É quase uma trollada que, basicamente, pode ser definida assim: É a velha história de você se ferra agora mas, em compensação, você se ferra depois também.</p>
<p>Pois bem, quanto mais tempo estamos no mercado, mais vezes vemos coisas se repetindo. Se em 2005/2006 as pessoas tinham a desculpa de estar testando o mercado e práticas, hoje não há muito mais espaço para esse tipo de coisa. Várias coisas já foram testadas e já temos um bom mapa de como ações devem acontecer em redes sociais. Eu vejo marcas grandes ainda tentando impôr a sua maneira de pensar e achando que têm algum controle sobre o que as pessoas falam nas redes sociais.</p>
<p>Em redes sociais temos algumas coisas que são importantes lembrarmos sempre uma delas é: Você tem que ouvir antes de começar a falar. O lance é que tem muita marca que já quer começar a vida em redes sociais sem ouvir e apenas falando e já querendo que as pessoas interajam com as suas ações. É uma batalha árdua e, muitas vezes, as agências perdem e acabam fazendo o que o cliente quer. Porque do projeto inicial proposto até o fim, pouca coisa resistiu e aí a ação acaba indo para a rua desfigurada pelo jurídico (tanto do cliente quanto da agência) e outras opiniões que vão aparecendo pelo caminho.</p>
<p>Se pensarmos que ouvir é a base de tudo, começamos a entender o poder do monitoramento, da escolha das palavras a serem monitoradas e de como vamos abstrair algumas opiniões e valorizar outras (positivas e negativas). E aí começamos a conversar com essas pessoas. A princípio mais respondendo às perguntas, interagindo com as opiniões distintas, tentando reverter uma ou outra experiência ruim. Depois disso, começamos a propor alguns assuntos e interagir de fato com esse público. É o momento em que entendemos o que essas pessoas querem e como podemos conversando com elas. </p>
<p>Podemos associar isso a um Social CRM (que é nada mais é do que CRM aplicado a Social Media) e aí o assunto começa a ficar mais legal ainda porque podemos surpreender essas pessoas com coisas legais. As vezes são assuntos interessantes, outras prêmios e brindes que realmente façam com que as pessoas identifiquem o serviço e atendimento como único e aí chegamos na última fase que é o compartilhamento. As pessoas se sentem a vontade de compartilhar com seus amigos a sua preferência e indicar os seus serviços para os amigos.</p>
<p>Fica parecendo coisa de maluco mas um exemplo que o autor do livro <a href="http://www.amazon.com/gp/product/0061914185/ref=as_li_ss_tl?ie=UTF8&#038;tag=eissoorg-20&#038;linkCode=as2&#038;camp=217145&#038;creative=399369&#038;creativeASIN=0061914185"><strong>&#8220;The Thank You Economy&#8221;</strong></a><img src="http://www.assoc-amazon.com/e/ir?t=&#038;l=as2&#038;o=1&#038;a=0061914185&#038;camp=217145&#038;creative=399369" width="1" height="1" border="0" alt="" style="border:none !important; margin:0px !important;" /> cita é o caso de um cliente dele que comprou 20 mil dólares em vinhos da loja dele em dois pedidos e ele sabe, por meio do perfil do twitter desse cara, que o comprador é fã de um determinado jogador, não seria legal enviar relacionado a isso para o cliente? Pois é. Ele fez. Melhor que um cupom de frete grátis na próxima compra, né? Aliás, recomendo muito o <a href="http://schedule.sxsw.com/events/event_IAP8355">audio da apresentação do Gary Vaynerchuk no <strong>SXSW11</strong></a>.</p>
<p><span id="more-24597"></span></p>
<object width="630" height="388"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Wovzuy7Jxgw?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/Wovzuy7Jxgw?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="630" height="388" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object>
<p>Pois bem, agora imagine o contrário. Uma marca que nunca nem tentou conversar com você. Não tem o menor interesse no que você tem a dizer, ignora suas sugestões, resolve seus problemas te mandando um brinde para ver se isso reverte a situação. Essa mesma marca faz uma promoção nas redes sociais em que oferece prêmios incríveis. Um monte de gente participa e está adorando. Até dar um problema. A tal marca que nunca ouviu as pessoas que consomem seus produtos, tem que falar com eles e não faz ideia do tom que deve usar. Um press-release não adianta. Estamos nas redes sociais, temos que falar de igual. Mas essa mesma marca esquece que, para isso, é necessário Confiança, Relevância e Consistência. Itens que estão em falta no seu relacionamento atual. Situação difícil. Mas e se tudo na promoção desse certo e a marca tivesse atraído milhares de promonautas, que só estão interessados no prêmio e não têm a menor intenção de se aproximar da sua marca. É um clássico exemplo da lei da compensação negativa. </p>
<p>Você fez uma promoção, gastou uma grana com a premiação mas em compensação não atingiu ninguém que quisesse se relacionar com a sua marca. Mas, no final, isso não importa, né? O que importa é como essa promoção pode se tornar interessante em um videocase para prêmios e o crescimento do número de followers como uma bela iniciativa de redes sociais para o Board da empresa ver. Muito barulho por nada. Ou quase nada.</p>
<p>Geralmente as ideias propostas são alteradas durante o percurso de aprovação. Mas o lance é que muitas dessas vezes, o projeto muda tanto que nem dá para ser considerado como uma iniciativa de social media. O projeto se torna algo que não é nada mais do que o uso das redes sociais como mídia tradicional. Nenhuma interação ou aproximação com as pessoas que consomem a marca, nenhuma construção de comunidade. As pessoas até vêem o anúncio mas o ignoram e nem pensam em se engajar com essa marca.</p>
<p>Várias vezes, nós, publicitários, acabamos perdendo a voz e não tendo como bater de frente com o cliente toda a vida. Existem clientes com níveis distintos de conhecimento sobre digital e redes sociais e tem gente que acha que sabe tudo mas não faz idéia de como essa ação vai realmente acontecer nas redes sociais. Acham que um botão Curtir e Retweet já é o suficiente para &#8220;viralizar&#8221;. E tem vezes que os próprios publicitários desistem de dar murro em ponta de faca, lembram que têm contas a pagar e que dessa vez não dá para ganhar.  É falar que não recomenda esse tipo de ação e torcer para o cliente mudar de idéia.</p>
<p>Mas aí fica aquela coisa: Não querem ouvir mas querem interagir? Quer ver como isso é surreal? Pense essa mesma situação na sua vida. Uma pessoa que acha que te conhece, não te ouve, só fala o que quer e que mesmo assim fica te oferecendo uma porção de coisas. Garanto que você vai querer saber referências sobre essa pessoa e tal. Afinal de contas, de &#8220;Boa noite, Cinderella&#8221; e spams em que você acorda numa banheira sem os rins o mundo está cheio, né?  E é isso que muitas marcas ainda não entenderam. É um momento de realmente tentar humanizar a marca e não simplesmente dizer que está fazendo isso. Mas muitas marcas insistem em se enganar.</p>
<p>Um dia meu pai, no desespero de ver um filho que só queria saber de pegar onda e nada de estudar, falou: </p>
<blockquote><p>Você pode perder tudo mas conhecimento é a única coisa que ninguém tem como tirar de você.
</p></blockquote>
<p>É verdade. Mas o que você faz com esse conhecimento também é importante.</p>
<p>Um relacionamento é um aprendizado constante dos dois lados. Tanto da marca quanto das pessoas que consomem seus produtos. Cada marca tem o seu limite, até onde pode ir e não há uma regra que defina esse limite. E a mesma coisa acontece com as pessoas do outro lado. As marcas também tem que entender que, embora tenhamos sido treinados para pensar em comunicação de massa, nas redes sociais pensar em clusters pode ser um erro. </p>
<p>Temos que entender também como cada pessoa reage e saber como nos relacionar com elas. E cada momento em que essas duas entidades entram em contato, um novo conhecimento é criado a partir dessa troca. Junta-se o que eu sei com o que você sabe e chegamos a algo novo. Nós estamos dispostos a nos relacionar com as marcas há tempos. Resta saber quando elas estarão dispostas a fazer o mesmo. Caso contrário, me parece que elas estão bem satisfeitas com a lei da compensação negativa que acontece nos seus esforços de comunicação em redes sociais.</p>
<p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

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		<title>Mais_do_Mesmo.ppt</title>
		<link>http://www.brainstorm9.com.br/23663/social-media/mais_do_mesmo-ppt/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Jun 2011 20:04:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Sollero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Social Media]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Fui a algumas palestras de Redes Sociais nos últimos anos e sabe o que notei que mudou? Talvez apenas alguns nomes. E só. Os discursos continuam os mesmos desde 2005. Mas isso não é um privilégio de quem acompanha as redes sociais. Isso já acontece com eventos de comunicação  há anos. Não é a toa [...]</p><p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

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			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://www.brainstorm9.com.br/social-media/mais_do_mesmo-ppt/attachment/mais_do_mesmo/" rel="attachment wp-att-23664"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/06/mais_do_Mesmo.jpg" alt="" title="mais_do_Mesmo" width="630" height="269" class="alignnone size-full wp-image-23664" /></a>
<p>Fui a algumas palestras de Redes Sociais nos últimos anos e sabe o que notei que mudou? Talvez apenas alguns nomes. E só. Os discursos continuam os mesmos desde 2005. Mas isso não é um privilégio de quem acompanha as redes sociais. Isso já acontece com eventos de comunicação  há anos. Não é a toa que temos coisas sensacionais como keynote bingo e etc. As mesmas palavras, os mesmos jargões e até mesmo os mesmos resultados. Bem, não totalmente iguais mas o resultado final de conseguimos mais X, Y e Z sempre aparece. <a href="http://www.brainstorm9.com.br/advertising/o-video-case-de-uma-festa-de-aniversario-de-crianca/">Lembra do vídeo case do aniversário infantil</a>? É exatamente isso. Continuamos repetindo as fórmulas. É uma coisa até meio maluca. Repetimos os erros e esperamos um resultado diferente.</p>
<p>A internet nos deu acesso a palestras do <a href="http://www.ted.com"><strong>TED</strong></a>, <a href="http://the99percent.com/"><strong>99%</strong></a> e várias outras que nos surpreendem com conteúdos diferentes e com coisas que não pensamos.</p>
<p>Então, beleza. Agora o que está faltando nas nossas palestras de comunicação e Redes Sociais? Exatamente isso. Conteúdos diferentes e desafiadores. Tenho visto apenas mais do mesmo e isso não é porque, no caso de redes sociais, a fase do nosso negócio é quase embrionária se compararmos com outros segmentos mas é inadmissível que um evento focado no mercado de Redes Sociais só tenha palestras para leigos. É inadmissível que ninguém reclame da superficialidade das palestras. É inadmissível que os palestrantes apenas repitam suas apresentações e não apresentem nada novo. É inadmissível que os palestrantes não perguntem quem é a sua audiência e qual o nível de conhecimento dela. Muitas vezes isso não é possível. Mas em várias outras, é.</p>
<p>Quero ver um evento em que não se apresentem cases de sucesso. Quero ver um evento que saia do lugar comum. Quero ver um painel sobre os erros de uma ação e como poderíamos corrigir esses erros e até reverte-los em acertos. Quero ver um evento em que nem os palestrantes, nem as pessoas da audiência que perguntem algo façam jabá.<span id="more-23663"></span></p>
<p>Acho que esquecemos o básico porque nós, que trabalhamos com comunicação, e que reclamamos quando um briefing não vem redondo ou que faltam informações básicas para realizar o job, não fazemos essas mesmas perguntas quando nos convidam para ministrar uma palestra ou aula. Se fizéssemos essas perguntas antes, se tivéssemos o nosso briefing padrão, talvez conseguíssemos atingir uma nova fase nos temas das apresentações, no debate de determinados assuntos e, no final das contas, melhorar o próprio mercado. Porque se nós não educamos e valorizamos o nosso mercado, como esperamos que quem está de fora o faça? Se nós deixamos que discussões que começaram em 2006 perdurem até hoje, que mensagem estamos passando para o mundo? Se nós que trabalhamos com isso e estudamos esses temas não nos preocupamos em mostrar que as coisas evoluem, como poderemos exigir que o cliente aceite ideias mais ousadas? Nós temos que fazer a nossa parte para que as coisas andem. Nós precisamos de eventos apenas com as pessoas que já falaram sobre o início do nosso mercado antes falassem de como está o mercado hoje. Precisamos saber o que já mudou e nós não notamos.</p>
<p>Eu queria ir num evento em que o Mauricio Mota se aprofundasse mais no tema Transmídia, que caras como o Ian Black, Alexandre Inagaki e outros falassem de erros de ações que fizeram e como eles analisariam os motivos de não ter dado certo. Que debatêssemos métricas de uma maneira madura e falando sobre usos interessantes das ferramentas que temos disponíveis, que o debate sobre boas práticas saísse do óbvio e que criássemos algum tipo de auto-regulamentação no nosso mercado. Hoje todo mundo faz o que quer, e esperamos que o consumidor regule o comportamento errado das empresas, mas podemos nos vigiar também. Queria que rolasse uma organização para montar um manual de boas práticas, essas que todos nós sabemos que existem informalmente e que seguimos mas que sempre vendemos como se fosse algo único nosso. Eu sei. Está tudo na internet mas tem muita coisa que não está. E isso é baseado na nossa experiência nesse mercado. Por isso os erros continuam acontecendo. É um conhecimento tácito que se não dividirmos vamos continuar nesse ciclo.</p>
<p>Parece bobagem mas é isso que vai fazer com que o mercado evolua. Temos agências que não sabem o que fazer, publicitários que acham que sabem como funciona e clientes que acham que sabem o resultado que precisam. É uma falácia. Claro, temos muitos profissionais que sabem e que geralmente são os que fazem com que o mercado dê alguns passos a frente. </p>
<p>É a mesma coisa que um evento de medicina ter palestras sobre como fazer um curativo com gaze e esparadrapo. Temos que começar a subir o sarrafo, mostrar que tem mais coisa legal que uma introdução ao tema X repetido por 20 pessoas diferentes. Pouca coisa mudaria se não começassem a falar de outras técnicas mais evoluídas. O fato de não termos um curso formal de redes sociais ajuda a manter esse nível de debate. Precisamos de apoio na educação de novos profissionais mas sem comprometer a evolução dessas práticas.</p>
<p>Enfim, esse é apenas um desabafo&#8230;</p>
<p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

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		<title>O excesso de conteúdo ganhou da atenção. De novo.</title>
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		<pubDate>Tue, 24 May 2011 14:05:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Sollero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Social Media]]></category>
		<category><![CDATA[artigo]]></category>
		<category><![CDATA[atenção]]></category>
		<category><![CDATA[conteudo]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Não adianta. A quantidade de conteúdo que estamos expostos hoje é absurda. Os curadores de conteúdo ajudam mas não resolvem. Listas no Twitter ajudam mas não resolvem. Instapaper e Read It Later ajudam mas não resolvem. Nosso tempo é bem menor que o que aparece de coisas interessantes para lermos, assistirmos e tal.  Existem algumas [...]</p><p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

<A HREF="http://ad.doubleclick.net/jump/N5192.288484.BRAINSTORM9.COM.BR/B6055910.3;sz=728x90;pc=[TPAS_ID]">
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			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://www.weno.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/05/timeline-v1b_web.jpg" alt="" title="timeline-v1b_web" width="630" height="327" class="alignnone size-full wp-image-23137" /></a>
<p>Não adianta. A quantidade de conteúdo que estamos expostos hoje é absurda. Os curadores de conteúdo ajudam mas não resolvem. Listas no <strong>Twitter</strong> ajudam mas não resolvem. <strong><a href="http://www.instapaper.com">Instapaper</a></strong> e <strong><a href="http://readitlaterlist.com/">Read It Later</a></strong> ajudam mas não resolvem. Nosso tempo é bem menor que o que aparece de coisas interessantes para lermos, assistirmos e tal. </p>
<p>Existem algumas maneiras de ter acesso a conteúdo na sua timeline: 1) todo mundo publicando a mesma coisa como um clipe, um show, um evento, etc. 2) você só seguir pessoas que não postam muita coisa mas quando postam é algo que você considera relevante e 3) sorte. Você viu algo porque estava acompanhando naquele momento.</p>
<p>Às vezes nem querendo muito e voltando muito tempo na timeline você consegue ler tudo. O Twitter limita a 7 dias, o <strong>Facebook</strong> deve ter outra limitação e por aí vai.</p>
<p>Todas as ações te pedem para compartilhar seu conteúdo. Tudo o que você vê na internet, pede para você compartilhar. E muita gente faz isso. Todo like no Facebook aparece no seu mural. É a banalização do Curtir. Se você curte tudo, você acaba não se tornando curador de nada. E se você tem muitos curadores para os seus interesses, no final você acaba não tendo nada também. Isso sem falar que o que você curtiu hoje pode não ser o que você curtirá no futuro. E aí começamos a ter desvios de comportamento e que o CRM vai perpetuar.</p>
<p>Mas por que isso é importante para nós publicitários? Simples, em um mundo em que tudo tende a se tornar social e nossas timelines (seja no Twitter, Facebook ou qualquer outra ferramenta que apareça no futuro) fiquem sempre lotadas e com mais itens que possamos acompanhar, é natural que muita coisa passe batido. Isso já aconteceu com email, com RSS e agora está acontecendo nesse universo de atualizações de status. A atenção esgota, o excesso de conteúdo impera e já era. Perdeu.</p>
<p>Um amigo acabou de trocar de emprego. Mesmo ele publicando em todos os seus perfis em redes sociais (linkedin, site pessoal, twitter e tal) todo dia aparece alguém para dar os parabéns por essa mudança de emprego. Ele fez a parte dele ao comunicar. Só que o excesso de conteúdo na timeline das pessoas também fez a sua. E aí, o que aconteceu? O excesso de conteúdo ganhou da atenção de novo. </p>
<p>E quer saber de quem é a culpa? De todos nós. Antes as pessoas poderiam culpar a publicidade. É aquela velha história de:</p>
<blockquote><p>Uma pessoa é impactada por X mil propagandas por dia</p></blockquote>
<p>Só que agora, além disso, ainda temos as fotos do churrasco (e os comentários de cada pessoa que foi nesse evento fez nas fotos) aparecendo na nossa timeline. Temos os avisos de que fulaninho está assistindo a série X naquele momento. As atualizações de status, sejam elas check-ins no <strong>Foursquare</strong>, no <strong>Soundtracking</strong>, no Twitter, no Facebook ao nos aproximar do dia a dia dos nossos &#8220;amigos/seguidores&#8221; está nos afastando um pouco de assuntos que realmente nos interessam ou podem nos interessar.</p>
<p>E como as empresas estão fazendo agora? Tentando nos ajudar e filtrando esse conteúdo para nós. Só que,  ao fazer isso, estão criando um mundo em que nada é novo e tudo é familiar e nada nos desafia a entender as diferenças. Um livro que fala sobre isso é o <a href="http://www.amazon.com/gp/product/1594203008/ref=as_li_ss_tl?ie=UTF8&#038;tag=eissoorg-20&#038;linkCode=as2&#038;camp=217145&#038;creative=399349&#038;creativeASIN=1594203008"><strong>&#8220;The Filter Bubble: What the Internet Is Hiding from You&#8221;</strong></a><img src="http://www.assoc-amazon.com/e/ir?t=&#038;l=as2&#038;o=1&#038;a=1594203008&#038;camp=217145&#038;creative=399349" width="1" height="1" border="0" alt="" style="border:none !important; margin:0px !important;" />. Lembra quando o Facebook só mostrava as atualizações de amigos que você mais interagia? Pois é. Bem isso.</p>
<p>Mas aí se cria um outro problema, mais grave e, que vai de encontro com um dos princípios da internet que é o de conteúdo livre e você volta ter empresas decidindo o que você vai ler ou ter contato. O video do autor do The Filter Bubble no <strong>TED</strong> explica bem melhor esse fenômeno.</p>
<object width="446" height="326"><param name="movie" value="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf"></param><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always"/><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="bgColor" value="#ffffff"></param><param name="flashvars" value="vu=http://video.ted.com/talk/stream/2011/Blank/EliPariser_2011-320k.mp4&#038;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/EliPariser-2011.embed_thumbnail.jpg&#038;vw=432&#038;vh=240&#038;ap=0&#038;ti=1091&#038;lang=eng&#038;introDuration=15330&#038;adDuration=4000&#038;postAdDuration=830&#038;adKeys=talk=eli_pariser_beware_online_filter_bubbles;year=2011;theme=what_s_next_in_tech;theme=new_on_ted_com;theme=bold_predictions_stern_warnings;theme=a_taste_of_ted2011;event=TED2011;tag=Culture;tag=Global+Issues;tag=Technology;tag=journalism;tag=politics;&#038;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;" /><embed src="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" pluginspace="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" bgColor="#ffffff" width="446" height="326" allowFullScreen="true" allowScriptAccess="always" flashvars="vu=http://video.ted.com/talk/stream/2011/Blank/EliPariser_2011-320k.mp4&#038;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/EliPariser-2011.embed_thumbnail.jpg&#038;vw=432&#038;vh=240&#038;ap=0&#038;ti=1091&#038;lang=eng&#038;introDuration=15330&#038;adDuration=4000&#038;postAdDuration=830&#038;adKeys=talk=eli_pariser_beware_online_filter_bubbles;year=2011;theme=what_s_next_in_tech;theme=new_on_ted_com;theme=bold_predictions_stern_warnings;theme=a_taste_of_ted2011;event=TED2011;tag=Culture;tag=Global+Issues;tag=Technology;tag=journalism;tag=politics;"></embed></object>
<p>O fato é: estamos em uma fase de transição. E temos que nos acostumar com esse excesso de conteúdo.</p>
<p>O Steven Johnson no livro <a href="http://www.amazon.com/gp/product/1594481946/ref=as_li_ss_tl?ie=UTF8&#038;tag=eissoorg-20&#038;linkCode=as2&#038;camp=217145&#038;creative=399349&#038;creativeASIN=1594481946"><strong>&#8220;Everything Bad is Good for You: How Today&#8217;s Popular Culture is Actually Making Us Smarter&#8221;</strong></a><img src="http://www.assoc-amazon.com/e/ir?t=&#038;l=as2&#038;o=1&#038;a=1594481946&#038;camp=217145&#038;creative=399349" width="1" height="1" border="0" alt="" style="border:none !important; margin:0px !important;" /> comparou e disse que a quantidade de narrativas que haviam em séries de TV nos anos 50/60 era bem menor do que a quantidade de narrativas que temos hoje e em séries como <strong>&#8220;The Wire&#8221;</strong>, <strong>&#8220;Sopranos&#8221;</strong>, <strong>&#8220;Lost&#8221;</strong> entre outras. Será que nós estamos mais aptos a entender essa multiplicidade de narrativas do que as pessoas daquela época por que vivemos em um mundo com mais estímulos na mídia? Será que eventualmente vamos nos adaptar a essa nova demanda de atualizações de status? Hoje isso não acontece. Ainda tem muita coisa passando e nós não estamos vendo.</p>
<p>E você ainda acha que a sua ação do Facebook vai &#8220;viralizar&#8221; sozinha? Mesmo sem ninguém ver ao menos um dos milhares de RTs e compartilhar do Facebook que aconteceram durante a ação? Vale ler post em que o Cavallini questionou se <a href="http://www.coxacreme.com.br/2011/04/08/midia-social-nao-vive-sem-midia-paga/">Social Media precisa de mídia paga</a>. </p>
<p>Mas depois disso, já com pessoas tendo contato com o seu conteúdo, acho que estabelecendo uma conversa com essas pessoas, é bem possível (e até provável) que elas comecem a te ouvir mais. Talvez a solução para o problema do excesso de conteúdo seja estabelecer um relacionamento real entre as pessoas que fazem a gestão da marca com as pessoas que consomem a marca. O excesso de conteúdo vem ganhando da atenção mas, talvez, quem venha a derrotar o excesso de conteúdo seja a confiança porque, no fim do dia, é ela que vai ditar onde vamos gastar o nosso tempo e atenção.</p>
<p>Em tempo: a ilustra classe A desse post foi feita pelo inestimável <a href="http://www.weno.com.br">Fernando Weno</a></p>
<p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

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		</item>
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		<title>E se redes sociais fossem uma cidade pequena?</title>
		<link>http://www.brainstorm9.com.br/21976/social-media/e-se-redes-sociais-fossem-uma-cidade-pequena/</link>
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		<pubDate>Wed, 13 Apr 2011 23:42:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Sollero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Social Media]]></category>
		<category><![CDATA[artigo]]></category>
		<category><![CDATA[cidade]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Sempre que falamos de comportamento das pessoas em redes sociais, damos exemplos do mundo real. Vários serviços foram criados para potencializar a distribuição de alguma coisa que já existia antes da internet. Mas o que isso quer dizer na verdade? Que precisamos de referências para poder entender os serviços? Enfim, por conta disso eu fiquei [...]</p><p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

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			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/04/vintage-social-media-weno_web.jpg" alt="" title="" width="630" height="314" class="alignnone size-full wp-image-21978" /></a>
<p>Sempre que falamos de comportamento das pessoas em redes sociais, damos exemplos do mundo real. Vários serviços foram criados para potencializar a distribuição de alguma coisa que já existia antes da internet. Mas o que isso quer dizer na verdade? Que precisamos de referências para poder entender os serviços? Enfim, por conta disso eu fiquei pensando em como seria o contrário. Como seriam esses serviços em um mundo totalmente offline e para deixar o negócio mais claro ainda, queria saber a opinião de vocês a respeito da pergunta:<br />
E se redes sociais fossem uma cidade pequena? </p>
<p>Por cidade pequena, pense naquelas típicas norte americanas que apareciam nos filmes da Sessão da Tarde na época que não tinha internet. Por que isso? Simples. Alguns serviços como o <a href="http://facebook.com"><strong>Facebook</strong></a>, não têm um paralelo na nossa cultura.<br />
Como seria cada serviço? Eu penso no <a href="http://twitter.com"><strong>Twitter</strong></a> como aquele garoto que grita as notícias para vender jornais. Como seria o <a href="http://flickr.com"><strong>Flickr</strong></a>? E o <a href="http://orkut.com"><strong>Orkut</strong></a>? O que seria um videoclube?</p>
<p>Rabisquei isso num caderno durante uma reunião e coloquei no <a href="http://instagr.am/p/CKYiL/"><strong>Instagr.am</strong></a>. A <a href="http://twitter.com/mawa">MaWá</a> falou que o próprio Instagr.am seria balada indie, o <a href="http://www.weno.com.br">Weno</a> (que fez a linda ilustra desse post) concordou com ela. A <a href="http://twitter.com/ligiagiatti">Lija</a> acha que o Facebook seria o shopping principal da cidade. Frase que eu não concordo mas entendo que ela pensou como ponto de encontro e não como ponto de compras. E a <a href="http://twitter.com/daianepe">Daianepe</a> fez uma excelente analogia com a frase: </p>
<blockquote><p>Orkut seria a pracinha. Todo mundo reclama, mas a maioria já se divertiu lá algum dia <img src='http://www.brainstorm9.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p></blockquote>
<p>E aí, se social media fosse uma cidade pequena, como seriam os serviços?</p>
<p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

<A HREF="http://ad.doubleclick.net/jump/N5192.288484.BRAINSTORM9.COM.BR/B6055910.3;sz=728x90;pc=[TPAS_ID]">
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		</item>
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		<title>RT serve para que?</title>
		<link>http://www.brainstorm9.com.br/21576/social-media/rt-serve-para-que/</link>
		<comments>http://www.brainstorm9.com.br/21576/social-media/rt-serve-para-que/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 04 Apr 2011 15:11:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Sollero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Social Media]]></category>
		<category><![CDATA[blogs]]></category>
		<category><![CDATA[facebook]]></category>
		<category><![CDATA[popularidade]]></category>
		<category><![CDATA[posts]]></category>
		<category><![CDATA[retweet]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Bem, já passamos da fase de debater se o Twitter mataria os blogs, né? Principalmente porque a resposta é sim. Pense em quantos blogs de pessoas legais deixaram de ser atualizados com frequência depois que essa pessoa passou a usar mais o Twitter. Eu mesmo tenho um blog que está mais parecendo um site estático. [...]</p><p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

<A HREF="http://ad.doubleclick.net/jump/N5192.288484.BRAINSTORM9.COM.BR/B6055910.3;sz=728x90;pc=[TPAS_ID]">
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			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://thisisindexed.com/"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/04/Indexed_card2282.jpg" alt="" title="via thisisindexed.com" width="630" height="390" class="alignnone size-full wp-image-21581" /></a>
<p>Bem, já passamos da fase de debater se o <strong>Twitter</strong> mataria os blogs, né? Principalmente porque a resposta é sim. Pense em quantos blogs de pessoas legais deixaram de ser atualizados com frequência depois que essa pessoa passou a usar mais o Twitter. Eu mesmo tenho um blog que está mais parecendo um site estático. Mas o que quero debater aqui é outra coisa que coloca blogosfera e twitosfera (existe isso?) em combate novamente. Será que os Retweets estão matando os comentários? Aqui no <strong>Brainstorm#9 </strong>os posts, geralmente, tem vários comentários mas o fato é que os RTs e Likes do <strong>Facebook</strong> invariavelmente tem números bem superiores. </p>
<p>Mas o que isso quer dizer? Que as pessoas preferem repassar uma opinião do que ter uma própria? Logo depois do <a href="http://www.brainstorm9.com.br/opiniao/opa-me-ve-um-best-seller-ai/">meu último post</a> por aqui eu e o <a href="http://twitter.com/rafaelziggy">Rafael Ziggy</a> ficamos analisando como o Twitter exibia os números de RTs e menções da URL e notamos que os números não batem. OK. Percebemos distorções absurdas e nenhuma lógica entre elas. O Tweet do Ziggy foi um dos mais retuitados. Porque? Simples, ele pegou uma frase de efeito do post e tornou o tweet mais atrativo. Mérito dele, bobeira minha de não ter usado um título melhor. Já a <a href="http://twitter.com/mawa">MaWá</a> acha que nesse post eu não dei margem para as pessoas contribuirem porque ele estava bem completo. Mas e daí? Cada pessoa tem uma experiência Mas o ponto não é esse.</p>
<p>Acho interessante e bem legal ver pessoas retuitando adoidado esses posts mas e o debate? Não é possível que todo mundo concorde com o post. A facilidade do Like e do RT acaba fazendo com que as pessoas tenham preguiça de comentar e tentar fazer com que o debate leve-nos a outro nível de conhecimento e discussão. O RT faz com quem comenta o que o Twitter fez com os blogueiros.<br />
<span id="more-21576"></span><br />
Retweet é uma indicação de leitura. E é uma excelente maneira de fazer isso. Vários dos tweets e RTs que aparecem na minha timeline têm dois destinos: <strong><a href="http://instapaper.com">Instapaper</a></strong> ou serem marcados como favoritos para serem acessados mais tarde. Mas não se enganem, eu sou um dos reis dos RTs. E pior, ainda tenho jogado muita coisa para o <strong><a href="http://dsollero.posterous.com">Posterous</a></strong> e <strong><a href="http://sollero.tumblr.com">Tumblr</a></strong> também. São referências, coisas que acho legal mas raramente eu comento a respeito. Nem uma introdução. Compartilho e pronto. Notei que é preguiça mesmo. Quem chegou até aqui vai saber que estou apenas indicando e não dando opinião alguma.</p>
<p>E aí chegamos a outro ponto desse post: Do que vale um post com centenas (ou milhares) de RTs? E como mensurar isso? Dá para medir o impacto desses RTs? Impacto real e não estimado. Temos que cruzar esse dado com o de onde vêm as visitas ao site e mesmo assim não dá para saber exatamente de onde vem todas essas pessoas. Vale a pena medir RT? E se vale a pena, isso se aplica também a links no <strong>delicious</strong> e similares?</p>
<p>E medir RTs não parece as vezes como se fosse uma necessidade old media de tentar mostrar que estamos atingindo mais pessoas que a audiência inicial? Um racional próximo ao de dizer que cada jornal é lido por mais 4 pessoas? Nem sei se esse é o número correto mas e aí? É isso mesmo? Aumentar o valor e vender o espaço comercial mais caro. Até aqui no Brainstorm#9 nós fazemos isso. Acaba virando regra do mercado e as vezes só sobrevive quem segue essas regras que ninguém fala.</p>
<a href="http://www.brainstorm9.com.br/social-media/rt-serve-para-que/attachment/merigo_pede_rt/" rel="attachment wp-att-21580"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/04/merigo_pede_RT.jpg" alt="" title="merigo_pede_RT" width="631" height="318" class="alignnone size-full wp-image-21580" /></a>
<p>Aí eu leio um <a href="http://www.socializedpr.com/is-the-twitter-rt-irrelevant/">texto que questiona se o RT é irrelevante</a> e vejo uns <a href="http://www.sysomos.com/insidetwitter/engagement/">gráficos sobre RTs e Replies</a> em que 29% dos tweets causam alguma reação (contando apenas reply e RT). 6% são RTs e 23% são replies que, por sua vez, não passam da terceira mensagem (o q é bom. Twitter não é MSN) e que essas reações geralmente acontecem na primeira hora. Somando isso ao <a href="http://www.brainstorm9.com.br/social-media/rt-se-voce-quer-rt">horário nobre do Twitter</a> eu começo a notar que estamos repetindo nas redes sociais exatamente o que foi feito com a mídia tradicional e explorando tudo o que for possível. </p>
<p>O engraçado é que sabemos o resultado disso mas repetimos assim mesmo. Apenas para lembrar, quando abusamos do meio/canal/ferramenta, as pessoas criam filtros e barreiras naturais para ignorar as mensagens que não as interessam. Esse filtro que temos ao ver publicidade na mídia tradicional já foi o principal motivo de começarmos a recorrer às redes sociais. Power to the people. A opinião dos seus pares é o que importa. Não é uma marca falando é um amigo e tal. O Al Ries acha que RP é o caminho, transformar tudo em conteúdo. Mas, na real, o que a gente vê de matérias tão descaradamente vendidas e sem o disclaimer de que é um publiedtiorial que, de repente, nem isso se salva.</p>
<p>No final, eu não tenho conclusão nenhuma sobre a importância do RT. A única coisa que eu sei é que prefiro ver comentários inteligentes a RTs.</p>
<p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

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		</item>
		<item>
		<title>Opa, me vê um best seller aí&#8230;</title>
		<link>http://www.brainstorm9.com.br/20693/opiniao/opa-me-ve-um-best-seller-ai/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 Mar 2011 13:24:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Sollero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Agências]]></category>
		<category><![CDATA[bestseller]]></category>
		<category><![CDATA[briefing]]></category>
		<category><![CDATA[criação]]></category>
		<category><![CDATA[engajamento]]></category>
		<category><![CDATA[viral]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Hoje estamos nos enforcando numa corda que nós mesmos criamos. O termo viral que foi e, infelizmente, é usado a torto e a direito por agências e clientes é algo que continua nos deixando em situações desagradáveis. Agência dizer que vai fazer um viral é tão leviano quanto um escritor dizer que vai escrever um [...]</p><p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

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			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://www.brainstorm9.com.br/opiniao/opa-me-ve-um-best-seller-ai/attachment/viral-pastel-weno-v2/" rel="attachment wp-att-20694"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/viral-pastel-weno-v2.jpg" alt="" title="viral-pastel-weno-v2" width="630" height="420" class="alignnone size-full wp-image-20694" /></a>
<p>Hoje estamos nos enforcando numa corda que nós mesmos criamos. O termo viral que foi e, infelizmente, é usado a torto e a direito por agências e clientes é algo que continua nos deixando em situações desagradáveis.</p>
<p>Agência dizer que vai fazer um viral é tão leviano quanto um escritor dizer que vai escrever um best seller. Você não tem como saber se isso vai acontecer. As vezes até podemos ter uma percepção que a idéia emociona as pessoas e que pode gerar uma comoção e fazer com que as pessoas participem e ajudem a disseminar mas isso não é infalível e nem dá para quantificar.</p>
<p>Há tantas variáveis nessa equação que é, no mínimo, inconsequência (ou ignorância) afirmar que pode fazer algo assim.</p>
<p>Se o seu público é homem, classe C, 18-24 e o seu grande viral é apenas comentado e disseminado por mulheres de 30, classe B e sempre em tom irônico, o que isso quer dizer? Deu certo ou não? Foi &#8220;viralizado&#8221; mas no público errado e provavelmente não vai mudar nada e, se bobear, ainda danifica a sua marca. E aí? </p>
<p><span id="more-20693"></span></p>
<p>Na época, ao tentar vender algo que não temos controle e que não entendemos, fizemos um desfavor ao nosso mercado e criamos algo que até hoje nos incomoda. Falamos que podemos criar um meme. Não é uma mentira. A publicidade já criou alguns mas, geralmente, os que pegam algum movimento que está no nosso subconsciente (ou no inconsciente coletivo) são os que costumam virar. </p>
<p>Agora, vender para aquele cliente careta, que não está preparado para mudanças e que acha que o vídeo deve ter a cara que ele acha melhor é um erro brutal e que continuamos a cometer. É mais ou menos como a ilustração que o <a href="http://www.weno.com.br">Weno</a> fez para esse post, colocar algo no cardápio sem saber como fazer é arriscado para dizer o mínimo. Ou cria-se a cultura de arrumar isso antes ou danou-se. Tira do cardápio. Ninguém mais fala sobre isso. Eventualmente o cliente também vai parar de falar e pedir.</p>
<p>Mas muita gente tem medo de corrigir o cliente quando ele fala que quer fazer um viral. É mais simples falar &#8220;OK&#8221; e levar o job de volta para a agência. </p>
<blockquote><p>&#8220;O pessoal da criação é super competente. Sei que vai dar certo.&#8221; </p></blockquote>
<p>Consertar depois é tarde demais. Algumas vezes acontece assim. Outras é simplesmente desconhecimento de como isso realmente acontece.</p>
<p>Outro termo (ou raciocínio) que também está começando a se tornar um problema é &#8220;Engajamento&#8221;. Tem gente vendendo engajamento como número de fãs numa página de <strong>Facebook</strong> ou followers no <strong>Twitter</strong>. Calma, né? Engajamento é algo que é constante. A pessoa querer conversar e manter contato com você (ou a marca) é uma predisposição ao engajamento mas não o engajamento em si. Você não tem nenhum relacionamento com ela ainda. Ser Fã no Facebook não é engajamento. </p>
<p>Como diria o MrCatra: </p>
<blockquote><p>&#8220;Engajamento não se pede. Engajamento se conquista&#8221; </p></blockquote>
<p>ou seja, é preciso relacionamento para que aconteça&#8230;</p>
<p>Viral, Engajamento e outros termos são apenas exemplos de algo que imaginávamos ter controle, baseado em como a publicidade de massa é, e que na real não temos o menor controle. Podemos tentar estimular, tentar dar motivos para que as pessoas se envolvam mas não temos idéia se o resultado será alcançado. </p>
<p>Quais são outros termos que estamos usando e que podem nos atrapalhar no futuro?</p>
<p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

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		<item>
		<title>Embalagens, fãs e histórias.</title>
		<link>http://www.brainstorm9.com.br/20401/opiniao/embalagens-fas-e-historias/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Feb 2011 14:50:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Sollero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[absolut]]></category>
		<category><![CDATA[arg]]></category>
		<category><![CDATA[ballantine's]]></category>
		<category><![CDATA[Coca-Cola]]></category>
		<category><![CDATA[Fans]]></category>
		<category><![CDATA[fãs]]></category>
		<category><![CDATA[storytelling]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Não é de hoje que embalagens têm um papel fundamental no marketing e na publicidade mas juro que fico bem empolgado quando vejo marcas mexendo em suas embalagens, fazendo edições especiais e até usando essas edições especiais como um estilo e dando personalidade a marca. A Coca-Cola mexe bastante nas suas garrafas. Não no formato [...]</p><p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

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			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://www.brainstorm9.com.br/opiniao/embalagens-fas-e-historias/attachment/longtail_of_fans_short/" rel="attachment wp-att-20402"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/02/longtail_of_fans_short.gif" alt="" title="longtail_of_fans_short" width="630" height="283" class="alignnone size-full wp-image-20402" /></a>
<p>Não é de hoje que embalagens têm um papel fundamental no marketing e na publicidade mas juro que fico bem empolgado quando vejo marcas mexendo em suas embalagens, fazendo edições especiais e até usando essas edições especiais como um estilo e dando personalidade a marca.</p>
<p>A <strong>Coca-Cola</strong> mexe bastante nas suas garrafas. Não no formato mas todo o resto é bastante alterado. Mas o que me chamou a atenção é que a loja da Coca-Cola que fui em Las Vegas não tinha nada da campanha da <a href="http://www.youtube.com/watch?v=AXx_xu6_VYY">Happiness Factory</a>. Só tinha a Coca-Cola clássica e urso polar. Nem essas outras edições pintadas você poderia achar para decorar a sua casa. Ou seja, podemos pensar duas coisas com isso: ou a Coca-Cola quer reforçar a exclusividade dessas edições ou ela realmente se importa mais com o tradicional.  Nenhuma das duas opções é errada e, se bobear, são até complementares.</p>
<p>Já a <strong>Absolut</strong> usa a garrafa como uma maneira de mostrar a personalidade da marca e cria séries super limitadas para aproximar ainda mais os fãs. Um caso desses é o da Ana Paula do <a href="http://www.objetosdedesejo.com/2011/absolut-cristal-bottle-220/">Objetos de Desejo</a> que <a href="http://www.objetosdedesejo.com/2010/absolut-cristal-bottle/">coleciona as garrafas da Absolut</a> e sabe exatamente as que faltam para completar a coleção. E isso é muito legal. É criado quase um culto à marca baseado não só no produto mas na sua embalagem.</p>
<p>Há algumas semanas, eu recebi uma dessas garrafas diferenciadas. Dessa vez não era de Absolut mas de <strong>Ballantine&#8217;s</strong>. Uma marca que eu sempre pensei ser mais tradicional e tal, lançou uma garrafa para bares em que tem uma simulação de um equalizador.  Só pela curiosidade de ver uma marca como a Ballantine’s tentando rejuvenescer sua aura mais tradicional já é algo legal. Mas eu fico pensando na continuidade disso. É notório que tem muita gente que mistura Whisky com guaraná ou com algum energético. Embora eu não entenda esse hábito, imagino se essa primeira alteração da garrafa não pode ser vista como um primeiro passo de aproximação para, mais tarde, tentar encantar esse público com um produto preparado especialmente para ele.<span id="more-20401"></span></p>
<iframe title="YouTube video player" width="630" height="503" src="http://www.youtube.com/embed/mzHJ3eWW_DQ?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>
<p>O ponto é, embalagens são um fator crucial em um produto físico e influenciam muito no momento da compra, fazem com que as pessoas se aproximem da marca e sejam defensores dela. Construímos comunidades de fãs ao redor de produtos que estão dispostos a fazer de tudo por algo exclusivo e que dê uma chance de eles mostrarem o quanto se importam com a marca. Os fãs buscam essa exclusividade para depois terem histórias para contar como qualquer colecionador faz também. Os posts do OdD que mencionei antes mostram bem isso. Essas histórias não fazem parte da marca. Fazem parte da vida do fã.  Se você se interessa pelo assunto de fãs, leia <strong><em>A Cultura da Convergência</em></strong> do Henry Jenkins, o post do Kevin Kelly <a href="http://www.kk.org/thetechnium/archives/2008/03/1000_true_fans.php">1000 true fans</a> e o seu <a href="http://www.flickr.com/photos/ojk007/3814052537/sizes/o/">infográfico</a>.</p>
<p>Marcas devem dar motivos para que os fãs possam criar as suas histórias a respeito da marca. Se você parar para pensar até as maiores roubadas depois viram histórias e aventuras. </p>
<blockquote><p>“Lembra a vez que o pneu do carro furou na Dutra no meio da madrugada chuvosa?”.
</p></blockquote>
<p>A busca por algo exclusivo é uma maneira de fazer com que as pessoas construam as suas histórias que ajudarão a construir a imagem da marca no nosso subconsciente. Claro que existem outras histórias que podem ser contadas e cocriadas mas como podemos facilitar isso? ARGs são uma maneira de os participantes construírem a sua versão da história. Imaginem um filme que siga os participantes de um ARG (mais ou menos como o <a href="http://moovee.me/movie/15295"><em><strong>O Jogo</strong></em></a> do David Fincher) é uma história dentro de outra história. E quem ganha com isso? As marcas envolvidas. A história sempre será do ARG da marca X que proporcionou essa experiência.  Mas as vezes, as coisas podem ser tão simples que dão  motivos para que uma história seja contada, uma comunidade criada e uma marca beneficiada. As marcas hoje estão contando histórias ou apenas tentando empurrar algo para as pessoas consumirem?</p>
<p>Bem, para os que entenderam essa associação caótica de idéias, aqui vai mais uma <a href="http://moovee.me/movie/2262">referencia</a>.</p>
<p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

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		</item>
		<item>
		<title>Social Media é planejamento, criação ou o quê?</title>
		<link>http://www.brainstorm9.com.br/19826/social-media/social-media-e-planejamento-criacao-ou-o-que/</link>
		<comments>http://www.brainstorm9.com.br/19826/social-media/social-media-e-planejamento-criacao-ou-o-que/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 03 Feb 2011 20:27:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Sollero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Social Media]]></category>
		<category><![CDATA[digital]]></category>
		<category><![CDATA[enquete]]></category>
		<category><![CDATA[midiassociais]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[socialmedia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>É até estranho pensar isso a essa altura do campeonato mas é uma pergunta que tem sido bastante feita em agências. O que é Social Media? Onde essa área deve ficar? Em mídia? Em Planejamento? Em criação? Em Atendimento? Pois é. Social Media apareceu no mundo publicitário e fez com que a estrutura das agências [...]</p><p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

<A HREF="http://ad.doubleclick.net/jump/N5192.288484.BRAINSTORM9.COM.BR/B6055910.3;sz=728x90;pc=[TPAS_ID]">
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			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/02/jack.jpg" alt="Social" />
<p>É até estranho pensar isso a essa altura do campeonato mas é uma pergunta que tem sido bastante feita em agências. <strong>O que é Social Media?</strong> Onde essa área deve ficar? Em mídia? Em Planejamento? Em criação? Em Atendimento? Pois é. </p>
<p>Social Media apareceu no mundo publicitário e fez com que a estrutura das agências tivesse que ser repensada. Estruturas montadas antes da internet e que simplesmente acrescentaram uma área &#8220;digital&#8221; para não ter que mexer no resto hoje tem que pensar melhor no que isso siginifica. Se hoje a linha entre on e off line está cada vez mais tênue (muitos acreditam que ela nem exista mais), onde colocar Social Media?</p>
<p>Já vi de tudo em relação a Social media. O planejamento e a criação em social media estão intimamente ligados. Na verdade, é o que para mim fica mais claro no termo Planejamento criativo. E se juntar a parte de planejamento de mídia em que se define quais os pontos de contato que determinada campanha terá. Como fica?</p>
<p>Isso, para mim, já é indício suficiente para colocar uma área dedicada a isso. Mas o medo das agências é que com isso, mantenha-se (ou aumente) a barreira informal entre on e off line. Que a tal convergência não aconteça na agência.</p>
<p>Mas uma coisa não me sai da cabeça. A convergência vai surgir a partir do momento que todas as áreas da agência envolvam-se no planejamento, criação e mídia de uma ação. Já sabemos que planejar e depois acoplar a parte de redes sociais pode gerar ações estranhas. </p>
<p>Claro, várias ações boas foram feitas assim. Mas não acham que está na hora de testar de outra maneira? O grande problema é que na rotina da agência, de todo mundo ocupado todo tempo, conciliar as agendas acaba se tornando um martírio. E aí todos acabam perdendo. O hábito de colocar social media depois em uma ação também faz com que os responsáveis por Social Media na agência achem normal e acabem fazendo.</p>
<p>Então gostaria de fazer uma enquete. Onde você acha que Social Media deve ficar numa agência?</p>
<a name="pd_a_4493366"></a><div class="PDS_Poll" id="PDI_container4493366" style="display:inline-block;"></div><script type="text/javascript" language="javascript" charset="utf-8" src="http://static.polldaddy.com/p/4493366.js"></script>
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<p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

<A HREF="http://ad.doubleclick.net/jump/N5192.288484.BRAINSTORM9.COM.BR/B6055910.3;sz=728x90;pc=[TPAS_ID]">
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		</item>
		<item>
		<title>Faça buscas na internet e ajude a plantar árvores</title>
		<link>http://www.brainstorm9.com.br/18954/diversos/faca-buscas-na-internet-e-ajude-a-plantar-arvores/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 Dec 2010 11:33:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Sollero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[branded content]]></category>
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		<category><![CDATA[greenvana]]></category>
		<category><![CDATA[meio-ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Social e Meio-Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.brainstorm9.com.br/?p=18954</guid>
		<description><![CDATA[<p>Greengle é um buscador que usa a busca personalizada do Google para ajudar a fazer o bem. A cada 6000 visitas, em um dos sites do projeto &#8220;Clicou, Plantou&#8221; o Greenvana, uma loja virtual de produtos eco-friendly, vai plantar uma árvore. Essa é uma daquelas idéias que muitos dos trolls aqui do Brainstorm#9 poderão escrever [...]</p><p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

<A HREF="http://ad.doubleclick.net/jump/N5192.288484.BRAINSTORM9.COM.BR/B6055910.3;sz=728x90;pc=[TPAS_ID]">
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			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://www.brainstorm9.com.br/diversos/faca-buscas-na-internet-e-ajude-a-plantar-arvores/attachment/greengle/" rel="attachment wp-att-18955"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2010/12/greengle.jpg" alt="" title="greengle" width="630" height="175" class="alignnone size-full wp-image-18955" /></a>
<p><a href="http://greengle.com.br"><strong>Greengle</strong></a> é um buscador que usa a busca personalizada do Google para ajudar a fazer o bem. A cada 6000 visitas, em um dos sites do projeto &#8220;Clicou, Plantou&#8221; o <a href="http://www.greenvana.com"><strong>Greenvana</strong></a>, uma loja virtual de produtos eco-friendly, vai plantar uma árvore. </p>
<p>Essa é uma daquelas idéias que muitos dos trolls aqui do <strong>Brainstorm#9 </strong>poderão escrever nos comentários &#8220;Ah! essa eu poderia ter feito&#8221;. Pois é. Mas assim como eu, não fez e agora vai ter que olhar um negócio super simples, relativamente fácil de realizar e que posiciona a marca de uma maneira inteligente e interessante funcionar.</p>
<p>A grande sacada foi usar uma ferramenta gratuita e customizável para passar a mensagem da marca, ter uma função para o usuário final e ainda ser totalmente relacionado ao posicionamento ao acrescentar um detalhe crucial, o plantio das arvores.<br />
Acho que ainda faltam alguns detalhes como ter buscador para os navegadores também o que poderia deixar a marca mais próxima dos usuários e tal. </p>
<p>A única coisa que tenho medo agora é que isso comece uma nova moda e que as marcas comecem a fazer algo semelhante só para também ter um buscador e não para acrescentar algo ao posicionamento ou alguma funcionalidade para o seu público.<br />
Mas enfim, uma idéia simples e bem legal sempre é bom para nos fazer lembrar que as vezes menos é mais.</p>
<p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

<A HREF="http://ad.doubleclick.net/jump/N5192.288484.BRAINSTORM9.COM.BR/B6055910.3;sz=728x90;pc=[TPAS_ID]">
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		<item>
		<title>Ainda fora do eixo Rio-SP</title>
		<link>http://www.brainstorm9.com.br/18756/opiniao/ainda-fora-do-eixo-rio-sp/</link>
		<comments>http://www.brainstorm9.com.br/18756/opiniao/ainda-fora-do-eixo-rio-sp/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 07 Dec 2010 18:37:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Sollero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Depois que escrevi o primeiro post, não imaginava que teria tanta repercussão. Muita gente tuítou, muita gente me mandou email agradecendo, contando e indicando cases. Algumas coisas me chamaram a atenção: 1) Porque poucas empresas fazem o video cases em português também? Ou optam por divulgar apenas a versão em inglês? O case aconteceu aqui, [...]</p><p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

<A HREF="http://ad.doubleclick.net/jump/N5192.288484.BRAINSTORM9.COM.BR/B6055910.3;sz=728x90;pc=[TPAS_ID]">
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			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://www.brainstorm9.com.br/opiniao/ainda-fora-do-eixo-rio-sp/attachment/caseih/" rel="attachment wp-att-18767"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2010/12/caseih.jpg" alt="" title="caseih" width="630" height="238" class="alignnone size-full wp-image-18767" /></a>
<p>Depois que escrevi o <a href="http://www.brainstorm9.com.br/opiniao/fora-do-eixo-rio-sp/">primeiro post</a>, não imaginava que teria tanta repercussão. Muita gente tuítou, muita gente me mandou email agradecendo, contando e indicando cases. </p>
<p>Algumas coisas me chamaram a atenção: </p>
<p>1) Porque poucas empresas fazem o video cases em português também? Ou optam por divulgar apenas a versão em inglês? O case aconteceu aqui, o ideal seria ver isso em português também. “Ah! é para Cannes, tem que ser em inglês”. Sim, a versão que vai para eles. É como se fosse uma maneira de mostrar que realmente foi um sucesso. Um endosso como “Olha, o case está até em inglês”. Na boa, vamos fazer duas versões, né? Pode divulgar a em inglês para os sites gringos e as duas para os sites e imprensa brasileiros. Pode ser?</p>
<p>2) Entre os cases que mais gostei está o da <strong>CASE IH</strong> feito pela <a href="http://dominiocom.com.br"><strong>Domínio Público</strong></a> de Belo Horizonte. É sensacional. PR Stunt bem amarrado e com o detalhe vencedor de colocar as fotos da ação em sites de imagens tipo iStockphoto e outros sem restrição de copyright. Usem a vontade. E a mídia usou mesmo. Da <strong>Veja</strong> até <strong>BusinessWeek</strong>. A ação era simples? A idéia até que era simples mas a execução deve ter sido bem complexa. E mais uma vez, associar com RP se mostrou uma estratégia ótima e os resultados também estão aí. Essa ação, inclusive foi Shortlist no El Ojo esse ano.</p>
<object width="630" height="497"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/g2OT6_1O-UU?fs=1&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/g2OT6_1O-UU?fs=1&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="630" height="497"></embed></object>
<p>3) Outro ponto interessante é a questão do que é ou não interior. Recebi aos 45 do segundo tempo, um case bem bacana da <a href="http://www.smartbuywines.com.br"><strong>Smart Buy Wines</strong></a>, uma empresa de Campinas e que foi feito pela <a href="http://www.mohallemartplan.com.br/"><strong>Mohallen/Artplan</strong></a> de São Paulo. Fiquei na dúvida. Assim conta? Eu sou carioca então me perdoem se estou escrevendo besteira mas Campinas não é bem interior, né? O fato de usar uma agência grande de SP também meio que invalida a afinidade com o conceito fora de eixo que tentei expor no texto mas não invalida a atitude e coragem do cliente em topar fazer uma ação elaborada como essa. O que vocês acham?</p>
<object width="630" height="379"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/AmFdJVGI93A?fs=1&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/AmFdJVGI93A?fs=1&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="630" height="379"></embed></object>
<p>Espero que esses sejam apenas os primeiros exemplos de ações boas vindas fora do eixo Rio-SP. E caso eu não tenha sido claro no primeiro post: eu não quero receber parabéns pelo texto. Eu quero é receber ações sensacionais vindas de cidades fora do eixo Rio-SP.</p>
<p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

<A HREF="http://ad.doubleclick.net/jump/N5192.288484.BRAINSTORM9.COM.BR/B6055910.3;sz=728x90;pc=[TPAS_ID]">
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		</item>
		<item>
		<title>Onde posso te encontrar?</title>
		<link>http://www.brainstorm9.com.br/18649/diversos/onde-posso-te-encontrar/</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Dec 2010 14:57:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Sollero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[Social Media]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[encontro]]></category>
		<category><![CDATA[redessociais]]></category>
		<category><![CDATA[romance]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Aqui no Brainstorm #9 nós falamos muito de publicidade, de ações em redes sociais e tendências mas nós queremos criar um case bacana, positivo e verdadeiro em redes sociais. Claro, o Brainstorm #9 se tornou um case e já ajudou a potencializar várias ações e iniciativas brasileiras como iPod no Palito e, fazendo um jabá [...]</p><p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

<A HREF="http://ad.doubleclick.net/jump/N5192.288484.BRAINSTORM9.COM.BR/B6055910.3;sz=728x90;pc=[TPAS_ID]">
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			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://www.brainstorm9.com.br/diversos/onde-posso-te-encontrar/attachment/onde_posso_te_encontrar_logo_web/" rel="attachment wp-att-18650"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2010/12/onde_posso_te_encontrar_logo_web.jpg" alt="" title="onde_posso_te_encontrar_logo_web" width="630" height="236" class="alignnone size-full wp-image-18650" /></a>
<p>Aqui no <strong>Brainstorm #9</strong> nós falamos muito de publicidade, de ações em redes sociais e tendências mas nós queremos criar um case bacana, positivo e verdadeiro em redes sociais. Claro, o Brainstorm #9 se tornou um case e já ajudou a potencializar várias ações e iniciativas brasileiras como <a href="http://www.brainstorm9.com.br/diversos/ipod-no-palito-da-kibon-o-case/">iPod no Palito</a> e, fazendo um jabá descarado, o <a href="http://moovee.me"><strong>moovee.me</strong></a>. </p>
<p>Vocês sabem que nós do B#9 somos uns românticos irrecuperáveis, né? Pois é, hoje recebi por email um apelo do Israel,  um amigo na busca por uma menina que ele encontrou uma vez na <strong>Festcomix</strong> e outra na no piso de baixo da loja <strong>Coleciona </strong>aqui em São Paulo. Ele fez a ilustração abaixo para tentar encontrar o que pode ser o amor da vida dele. </p>
<p>E agora chegou a hora de pedir ajuda para vocês na construção de um case que depende muito dessa força nas redes sociais que o Brainstorm #9 tem. Não, não vou pedir para vocês votarem em um concurso. A única coisa que vou pedir é um RT desse post e um curtir no <strong>Facebook</strong> em nome do amor. Ou da busca do amor.</p>
<p>Isso não é uma ação de marketing invisível de uma marca. Na verdade, nem é uma ação. É algo real de alguém que acha ter encontrado sua alma gêmea e que precisa de ajuda. Se você conhecer ou achar que conhece essa menina e quiser ajudar manda um email para o <a href="mailto:ondepossoteencontrar@yahoo.com.br">Israel</a> e ajuda o cara.</p>
<p>Claro que vamos tentar contar como essa história terminou e depois colocaremos no nosso video-case <img src='http://www.brainstorm9.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Lembrem-se, existem pessoas reais envolvidas nisso então eu faço um pedido aos Trolls de plantão: Controlem-se. Vamos tentar ajudar e não magoar as partes envolvidas, certo?</p>
<p>E aí, onde posso te encontrar?</p>
<p><strong>UPDATE:</strong><br />
Acharam uma <a href="http://entretenimento.uol.com.br/album/festcomix_sp_2010_album.jhtm#fotoNav=11">foto</a> em que ela aparece.</p>
<p>E apenas para deixar claro, a idéia de publicar aqui foi minha baseado justamente no case <a href="http://www.nygirlofmydreams.com/">NY Girl of My Dream</a>. O que eu queria testar era justamente o poder da comunidade do Brainstorm9 e se através de redes sociais conseguiríamos ajuda-lo. </p>
<p>O Israel mandou por email para alguns amigos apenas e estava usando os recursos que tinha e eu resolvi ajudar.</p>
<a href="http://www.brainstorm9.com.br/diversos/onde-posso-te-encontrar/attachment/onde_posso_te_encontrar630/" rel="attachment wp-att-18652"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2010/12/Onde_posso_te_encontrar630.jpg" alt="" title="Onde_posso_te_encontrar630" width="630" height="891" class="alignnone size-full wp-image-18652" /></a>
<p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

<A HREF="http://ad.doubleclick.net/jump/N5192.288484.BRAINSTORM9.COM.BR/B6055910.3;sz=728x90;pc=[TPAS_ID]">
<IMG SRC="http://ad.doubleclick.net/ad/N5192.288484.BRAINSTORM9.COM.BR/B6055910.3;sz=728x90;pc=[TPAS_ID]" BORDER=0 WIDTH=728 HEIGHT=90 ALT="Advertisement"></A></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Missão 24 Horas: Desafio Final</title>
		<link>http://www.brainstorm9.com.br/18436/advertising/missao-24-horas-desafio-final/</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Nov 2010 23:34:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Sollero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Advertising]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Agora a briga é séria. Guinness book+24 horas = tentativa de bater o recorde mundial de mais tempo assistindo TV sem interrupção. Na ação criada pela iChimps para a FOX, 8 participantes ficarão dentro da FNAC Pinheiros em São Paulo e tentarão assistir a todos os episódios das 8 temporadas de 24 horas para promover [...]</p><p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

<A HREF="http://ad.doubleclick.net/jump/N5192.288484.BRAINSTORM9.COM.BR/B6055910.3;sz=728x90;pc=[TPAS_ID]">
<IMG SRC="http://ad.doubleclick.net/ad/N5192.288484.BRAINSTORM9.COM.BR/B6055910.3;sz=728x90;pc=[TPAS_ID]" BORDER=0 WIDTH=728 HEIGHT=90 ALT="Advertisement"></A></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://www.brainstorm9.com.br/advertising/missao-24-horas-desafio-final/attachment/24h_desafiofinal/" rel="attachment wp-att-18437"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2010/11/24h_desafioFinal.jpg" alt="" title="24h_desafioFinal" width="630" height="323" class="alignnone size-full wp-image-18437" /></a>
<p>Agora a briga é séria. Guinness book+24 horas = tentativa de bater o recorde mundial de mais tempo assistindo TV sem interrupção. Na ação criada pela <strong><a href="http://ichimps.com.br">iChimps</a></strong> para a <strong>FOX</strong>, 8 participantes ficarão dentro da <strong>FNAC</strong> Pinheiros em São Paulo e tentarão assistir a todos os episódios das 8 temporadas de 24 horas para promover o lançamento da oitava e última temporada da série no Brasil.</p>
<p>O atual recorde mundial é de 86 horas, pouco mais de 3 dias, e é esse recorde que concorrentes esperam bater. Mas como é uma ação para 24 Horas, sempre tem algum fator que complica e nesse caso é que a FOX americana também fará essa ação um pouco depois da versão brasileira.</p>
<p>O vencedor ganhará R$1,00 em vale compras da FNAC por minuto superado nessa maratona além da série completa em DVD e a última temporada em Blu-Ray.</p>
<p>A competição será transmitida ao vivo também pelo <a href="http://www.missao24horas.com.br">site</a>, seguirá as regras do Guinness World Records™ e a possibilidade de quebra de recorde é real. </p>
<p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

<A HREF="http://ad.doubleclick.net/jump/N5192.288484.BRAINSTORM9.COM.BR/B6055910.3;sz=728x90;pc=[TPAS_ID]">
<IMG SRC="http://ad.doubleclick.net/ad/N5192.288484.BRAINSTORM9.COM.BR/B6055910.3;sz=728x90;pc=[TPAS_ID]" BORDER=0 WIDTH=728 HEIGHT=90 ALT="Advertisement"></A></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Fora do eixo Rio-SP</title>
		<link>http://www.brainstorm9.com.br/18269/opiniao/fora-do-eixo-rio-sp/</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Nov 2010 20:04:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Sollero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[artigo]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[eixo]]></category>
		<category><![CDATA[manaus]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Quando eu era mais novo eu fui roadie por pouco tempo e conheci nesse período uma porção de roadies de outras bandas. De vez em quando, eu viajava de ônibus com esses caras para umas gigs deles em cidades do interior. E era engraçado. Eu chegava numa cidade bem de interior e via as meninas [...]</p><p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

<A HREF="http://ad.doubleclick.net/jump/N5192.288484.BRAINSTORM9.COM.BR/B6055910.3;sz=728x90;pc=[TPAS_ID]">
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			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://www.brainstorm9.com.br/opiniao/fora-do-eixo-rio-sp/attachment/manaus/" rel="attachment wp-att-18271"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2010/11/manaus.jpg" alt="" title="manaus" width="630" height="244" class="alignnone size-full wp-image-18271" /></a>
<p>Quando eu era mais novo eu fui roadie por pouco tempo e conheci nesse período uma porção de roadies de outras bandas. De vez em quando, eu viajava de ônibus com esses caras para umas gigs deles em cidades do interior. E era engraçado. Eu chegava numa cidade bem de interior e via as meninas todas com a roupa que muitas amigas minhas da zona sul carioca estavam usando. Na época isso era efeito da TV. Principalmente da <strong>Rede Globo</strong>. Claro que as revistas também ajudavam. E era curioso conversar com essas meninas com a roupa da moda e ver que elas continuavam sendo meninas do interior e que não tinham acesso a muitas coisas de cultura que nós tínhamos. Era legal descobrir isso. Era legal ser o cara que indicava as coisas que elas tinham que tentar fazer se fossem ao Rio, bandas legais para ouvir e tal. Social currency/whuffie para alguém?</p>
<p>Eu lembrei dessa história porque no início do mês eu fui para Manaus fazer uma palestra no curso de publicidade do <strong>IFAM</strong> e notei que hoje eu não teria tanta coisa para indicar. A internet nivelou/democratizou o conhecimento (duh!). Ela está fazendo hoje o que a TV fez no passado. Embora no Brasil a TV tenha um poder e penetração que é uma covardia, para quem é curioso e tem interesse (e acesso a internet) dá para ficar tão a par das últimas tendências e estudar tão a fundo diversos assuntos que não interessa mais onde você está geograficamente.</p>
<p>Provavelmente no passado para alguém fazer uma palestra para universitários em Manaus (ou no interior) a abordagem talvez tivesse que ser mais básica. A palestra que fiz lá abordando engajamento, internet, redes sociais, transmedia e RP foi exatamente a mesma que fiz em diversas faculdades em São Paulo. Sem diferença nenhuma e muitos estavam tuitando durante o evento e pelo papo que tive depois com os alunos, deu para notar que as dúvidas eram as mesmas daqui. A internet nivelou os estudantes de todo mundo. Foi em Manaus que fiquei sabendo que uma aluna está fazendo um TCC sobre transmedia correu atrás e está conversando/entrevistando o papa do assunto: Henry Jenkins. Eu já fiz parte de bancas de TCC sobre transmedia em São Paulo e o máximo que vi foram citações ao livro <a href="http://compare.buscape.com.br/proc_unico?id=3482&#038;kw=cultura+convergencia">Cultura da Convergência</a> e olhe lá.</p>
<p>O evento foi todo organizado por estudantes e com a ajuda (e contatos) do coordenador do curso <a href="http://twitter.com/decosalgado">Deco Salgado</a>, e era uma galera que estava muito a fim de fazer acontecer. Devem ter apanhado muito, batido cabeça mas estava lá. Fizeram mais um evento.</p>
<p><span id="more-18269"></span> </p>
<p>A <strong>III SAP</strong> foi super bem organizada, divulgada usando as redes sociais e teve uma audiência sedenta por conteúdo. Se essa turma se juntar e resolver montar uma produtora de eventos em Manaus, é bem capaz de conseguirem cavar o seu espaço. Eles (<a href="http://twitter.com/rodrigoserrao">Rodrigo Serrão</a>, <a href="http://twitter.com/larissabarbosa">Larissa Barbosa</a>, <a href="http://twitter.com/moreirarayanna">Rayanna Moreira</a>, <a href="http://twitter.com/NathalieMend">Nathalie Mendonça</a> entre outros ) tem aquela gana e alguns querem fazer isso para ficar em Manaus e estimular a economia local assim como o mercado de publicidade local.</p>
<p>Depois da palestra, fiquei de papo com os professores Deco Salgado, Wally Lira e mais a planner <a href="http://twitter.com/meninicassia">Cassia Menini</a> e notei que os dilemas deles são exatamente os mesmos dos professores em SP e no Rio. Os alunos de publicidade estão mais preocupados com a parte operacional do trabalho, saber mexer em softwares e etc (coisas que passam) do que se preocupar com a parte de conceito, as sofias e logias que podem ajudar em um planejamento e que são mais duradouras. Softwares e etc são ferramentas. É bom saber mexer mas é bom saber pensar também.</p>
<p>Conversei com os blogueiros do  <a href="http://roupanovaral.wordpress.com/">Varal</a> e comentei que aqui no <strong>Brainstorm #9</strong> nós raramente recebemos ações de outros locais que não a região sudeste. Por que isso? Estou falando de ações legais e que tenham apelo e originalidade não os releases muquiranas de &#8220;a agência _____ renovou o site de tal empresa&#8221;. Se for para mandar esse tipo de release, nem manda. Pelo menos não para mim. Agora se for um site realmente inovador e que ninguem tenha feito algo parecido antes, pode mandar. </p>
<p>A internet nivelou uma ponta mas tem que nivelar a outra: o cliente. Isso é mais dificil mas rola. Pode demorar mas quem começar antes, quem der o primeiro passo tem a vantagem competitiva. Imagina que sensacional não seria uma açao de caça ao tesouro em Manaus usando coordenadas de GPS? Ou uma açao de guerrilha em algum lugar no Centro Oeste que repercutisse mundialmente. Se a internet nivela o conhecimento, vamos difundir isso para todos. Ações de guerrilha na Avenida Paulista já se tornaram lugar comum o que diferencia é a ousadia e a execução bem feita. </p>
<p>Eu citei Manaus e a região Centro-Oeste apenas como exemplos. Na real eu queria plaestrar em todas as regiões do país e comprovar o que escrevi nesse post (pode chamar que eu vou <img src='http://www.brainstorm9.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> ). Eu quero receber ações sensacionais de todo o Brasil. Eu quero ver uma ação de cair o queixo feita por uma agência pequena do interior chegar aqui no Brainstorm #9 e até nos sites gringos de publicidade. Eu quero ver as pessoas divulgando essa ação espontaneamente e comentando a ousadia da agência e do cliente.  Queria ver iniciativas como A <a href="http://www.amissa.com.br/?c=home&#038;m=presentation&#038;code=000000">Missa</a> em outros estados.  Eu quero ver o circo pegar fogo.</p>
<p>É aquela história que o Chico Science cantou e que é uma grande verdade: </p>
<blockquote><p>um passo a frente e você não está mais no mesmo lugar</p></blockquote>
<p>E aí, pessoal fora do eixo Rio-SP, vocês vão me ajudar? Quem vai dar o primeiro passo a frente?</p>
<p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

<A HREF="http://ad.doubleclick.net/jump/N5192.288484.BRAINSTORM9.COM.BR/B6055910.3;sz=728x90;pc=[TPAS_ID]">
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		<title>Empresas movidas a reclamações públicas</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Oct 2010 20:56:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Sollero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[artigo]]></category>
		<category><![CDATA[atendimento]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[incase]]></category>
		<category><![CDATA[reclamação]]></category>
		<category><![CDATA[SAC]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Antigamente, quando você tinha algum tipo de problema com uma empresa, uma das coisas que você poderia fazer após cansar de tentar resolver com a empresa e ser ignorado ou até mesmo desrespeitado, era enviar uma carta para um jornal e torcer para que fosse publicada. Se a sua carta fosse publicada, geralmente a empresa [...]</p><p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

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			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://www.brainstorm9.com.br/opiniao/empresas-movidas-a-reclamacoes-publicas/attachment/dialogo2/" rel="attachment wp-att-17727"><a href="http://www.weno.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2010/10/dialogo2.gif" alt="" title="dialogo2" width="500" height="516" class="alignnone size-full wp-image-17727" /></a></a>
<p>Antigamente, quando você tinha algum tipo de problema com uma empresa, uma das coisas que você poderia fazer após cansar de tentar resolver com a empresa e ser ignorado ou até mesmo desrespeitado, era enviar uma carta para um jornal e torcer para que fosse publicada. Se a sua carta fosse publicada, geralmente a empresa tinha que se mexer e dar a sua versão dos fatos. </p>
<p>Quando a internet e o email começaram a ser mais usados, tanto pela imprensa quanto pela população, a história começou a mudar e as pessoas poderiam simplesmente escrever um email e enviar para o jornal copiando a empresa e a empresa teria que correr atrás do prejuízo. </p>
<p>Dependendo do nível de irritação da pessoa que estava reclamando, ela ainda tinha a possibilidade de copiar esse  email diversos destinatários e pronto. Escrevia uma vez e enviava com cópia para deus e o mundo e, novamente, torcia para que o jornal publicasse ou que a empresa, assustada com a possível repercussão negativa, tomasse as providência necessárias. </p>
<p>Agora o mundo mudou completamente e com as redes sociais as pessoas têm o poder de atingir muito mais pessoas e danificar a marca na internet e talvez até no mercado e quantidade de vendas. É fácil publicar uma reclamação, faz parte do comportamento humano sentirmos pena dos que estão sendo oprimidos por uma grande empresa. </p>
<p>E geralmente é assim que essas mensagens são propagadas na internet. As empresas estão tendo que se movimentar e enetender esses novos ambientes e como responder às dúvidas e problemas dos  seus clientes. Várias têm perfis e monitoram as redes sociais em busca de citações a respeito da empresa. E elas estão certas. Isso tem que ser feito e acompanhado de perto. </p>
<p>A frase <em>&#8220;vou xingar muito no Twitter&#8221;</em> é uma das marcas mais representativas dessa mudança. Os novos consumidores sabem desde pequenos o poder que as redes sociais têm. As vezes elas superestimam esse poder mas tudo bem. Depende de cada caso e de como esse informação chega nos ouvidos do público. Isso acontece no mundo todo e o resultado é próximo. Há empresas que dominam e respeitam essa plataforma e outras que ainda acham que só elas têm o poder de falar. </p>
<p>Já vi casos que foram ignorados (ou foram para o fim da fila de prioridades) por email e que foram resolvidos por Twitter. Isso aconteceu recentemente com um Diretor de Arte amigo meu e a <strong>InCase</strong>. Ele tinha um produto com defeito, enviou a reclamação pelo email e nada se resolveu. Reclamou no Twitter e, aparentemente, eles entraram em contato depois. Outro também teve um problema desses com um produto da <strong>Telefonica</strong> e que foi narrado pelo Twitter quanto tempo ele ficou sem telefone. O Twitter tornou público um problema que era pessoal. Já vi também gente na minha timeline reclamando que a <strong>TVA</strong> vendeu algo e entregou outra coisa. Nada disso chegou aos jornais mas muita gente ficou sabendo. Ao mesmo tempo, vejo um monte de gente elogiando o serviço da <strong>Camiseteria</strong>. Eles são os que realmente dominam o ambiente. Infelizmente são minoria. Ainda.</p>
<p>Mas quer saber qual é o maior problema disso tudo? <span id="more-17726"></span>A dificuldade que as empresas têm de ouvir os seus consumidores. Se uma reclamação no SAC não resolve mais, as pessoas vão migrando de plataforma até achar uma que funcione. Quer ver um exemplo? Está com problema de telefone? Fala para o SAC que vai ligar para a <strong>ANATEL</strong>. Está com problema no Banco? Fala que vai ligar e fazer uma reclamação formal no Banco Central. Eles dão o jeito deles de resolver. O Twitter e redes sociais estão em um bom momento e algumas marcas têm ouvido um pouco mais. Aparentemente, hoje as redes sociais têm tido mais prioridade na busca de solução do que os outros canais. Por que? Simples. Esse canal já fala com milhões de pessoas.</p>
<p>Há alguns anos a <strong>Kryptonite</strong> teve um mega problema de RP por causa de um vídeo demonstrando como abrir uma tranca deles com uma tampa de caneta <strong>BIC</strong>. Tudo começou em um fórum e se propagou na internet tão rapidamente que chegou à grande mídia em questão de semanas. E isso fez com que até as ações da empresa caíssem já que a mesma falava que suas trancas eram impossíveis de serem abertas. Vemos esse tipo de coisa acontecer com tanta frequência que nós perdemos um pouco a noção. São tantos casos #FAIL no Twitter que agora temos que filtrar o que realmente vale a pena prestar a atenção.</p>
<object width="630" height="497"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/t8XxcOj3Seo?fs=1&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/t8XxcOj3Seo?fs=1&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="630" height="497"></embed></object>
<p>Mas novamente, o problema, na real, é o comportamento das empresas que são movidas a reclamações. Reclamou entra na fila. Reclamou alto talvez você fure a fila. E aí depende de como você negociar com eles. O que acontece é que o monitoramento de redes sociais está se tornando parte do SAC e o SAC telefônico não está conseguindo atender a demanda. E isso serve também para sugestões. Se está ruim para reclamações, imagina para sugestões. É ligar dar a sua sugestão e ouvir:</p>
<blockquote><p>&#8220;Sua ligação é muito importante para nós, senhor. Sua sugestão estará sendo avaliada pelo departamento XYZ&#8221;.
</p></blockquote>
<p>Isso também aconteceu com esse mesmo Diretor de Arte que teve o problema com a InCase. Ele fez uma oferta para a <strong>GAP</strong>, quando ela mudou seu logo por um que gerou um certo repúdio online, em que ele refaria o logo deles DE GRAÇA. Esse cara é um puta diretor de arte premiado e super talentoso. Claro que a <strong>GAP</strong> não respondeu a sua oferta. Nem mandou um tweet para falar que não tinham interesse. Ignoraram. O chato é que depois vemos campanhas milionárias buscando o engajamento dos consumidores com a marca. Quer engajamento? Então pelo menos começa a conversar. Exatamente como está na ilustração do <a href="http://www.weno.com.br">Weno</a> que usei nesse post. Um fala, outro escuta e vice-versa. Assim teremos chance da conversa gerar confiança e aí sim levar ao engajamento. Ou parafraseando o Tropa de Elite:</p>
<blockquote><p>Quer me foder, me beija.</p></blockquote>
<p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

<A HREF="http://ad.doubleclick.net/jump/N5192.288484.BRAINSTORM9.COM.BR/B6055910.3;sz=728x90;pc=[TPAS_ID]">
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		<title>TEDxTransmedia 2010</title>
		<link>http://www.brainstorm9.com.br/17581/opiniao/tedxtransmedia-2010/</link>
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		<pubDate>Fri, 22 Oct 2010 18:06:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Sollero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[evento]]></category>
		<category><![CDATA[palestra]]></category>
		<category><![CDATA[TED]]></category>
		<category><![CDATA[transmedia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>No final do mês passado aconteceu o TEDx Transmedia, como imagino que todos que lêem o Brainstorm #9 saibam o que é o TED, não vou explicar nada a respeito, ok? Se estiver curioso para saber o que é o TED entre no site e aproveite. TEDx são conferências independentes e com os mais diversos [...]</p><p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

<A HREF="http://ad.doubleclick.net/jump/N5192.288484.BRAINSTORM9.COM.BR/B6055910.3;sz=728x90;pc=[TPAS_ID]">
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			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://www.brainstorm9.com.br/opiniao/tedxtransmedia-2010/attachment/tedxtransmedia/" rel="attachment wp-att-17582"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2010/10/tedxtransmedia.jpg" alt="" title="tedxtransmedia" width="630" height="84" class="alignnone size-full wp-image-17582" /></a>
<p>No final do mês passado aconteceu o <strong>TEDx Transmedia</strong>, como imagino que todos que lêem o <strong>Brainstorm #9</strong> saibam o que é o <strong>TED</strong>, não vou explicar nada a respeito, ok? Se estiver curioso para saber o que é o <a href="http://www.ted.com"><strong>TED</strong></a> entre no site e aproveite. TEDx são conferências independentes e com os mais diversos temas como <strong>TEDx São Paulo</strong>, Sudeste e por aí vai. </p>
<p>O TEDx Transmedia aconteceu em Genebra, na Suíça e teve palestrantes de várias partes do mundo. O tema da conferência era DARE (ousar) e cada palestra associava esse tema a algum outro Dare to engage, dare to play entre outros. Inicialmente era para já ter acontecido em Abril só que com a erupção do vulcão na Islândia, foi adiado para 30 de setembro. Eu demorei para publicar esse texto porque estava esperando os vídeos serem publicados para que vocês tivessem a oportunidade de assistir e tirar as suas conclusões.</p>
<p>Apenas três brasileiros compareceram ao evento: eu, o <a href="http://twitter.com/pedrotourinho">Pedro Tourinho</a> que trabalha na produção do Legendários na <strong>Rede Record</strong> e o <a href="http://twitter.com/marcelovial">Marcelo Vial</a>, amigo e diretor da <strong><a href="http://ichimps.com.br">iChimps</a></strong>. Para deixar tudo mais interessante, havia a possiblidade de fazer um workshop com Jeff Gomez, o cara que fez projetos transmedia em várias franquias como <strong>Hot Wheels</strong>, <strong>Transformers</strong>, <strong>Avatar</strong>, <strong>Piratas do Caribe</strong> entre outros. Perfeito. </p>
<p>O video de apresentação do TEDx foi bacana e logo de cara aparecem imagens do TEDx São Paulo e um membro da produção com a camisa da <a href="http://colmeia.tv"><strong>colmeia</strong></a>. Juro que fiquei orgulhoso. Principalmente por que eram as melhores imagens do vídeo de apresentação. Brasileiros fazendo um belo trabalho reconhecido é sempre legal de ver.</p>
<p>Na minha opinião, as palestras que mais se destacaram foram a do Jeff Gomez (vídeo logo abaixo), que fez uma apresentação bastante pessoal e que claramente o deixou emocionado (no dia seguinte ele falou que não se lembrava direito dessa apresentação. Acho que o fato da filha dele de 6-7 anos estar presente deve ter influenciado), a do <a href="http://www.youtube.com/watch?v=xkDZMm4_CKU">Christopher Sandberg</a> da <a href="http://www.thecompanyp.com/"><strong>TheCompanyP</strong></a> e seus cases sensacionais e longos, a do <a href="http://www.youtube.com/watch?v=JhqWyhMGRLg">Dan Hon</a> da <strong>W+K</strong> falando sobre ARGs, criticando o que para ele virou uma fórmula dos ARGs e deixando um desafio bem interessante no final e a curta palestra da escritora inglesa <a href="http://www.youtube.com/watch?v=dZ7XAr8X83U">Alison Norrington</a>. Todas essas foram baseadas na experiência de quem já fez projetos transmedia mas claro que palestras como a de <a href="http://www.youtube.com/watch?v=GtuthYUrntw">Christy Dena</a> cuja tese de Doutorado foi em Transmedia, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=gz9fZJatIQw">Stephen Dinehart</a> e <a href="http://www.youtube.com/watch?v=z7w60ako-yU">Ian Ginn</a> também tiveram excelentes insights. </p>
<p><object width="630" height="497"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/p9SlVedmnw4?fs=1&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/p9SlVedmnw4?fs=1&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="630" height="497"></embed></object><br />
<span id="more-17581"></span><br />
Outras apresentações interessantes mas fora do foco do evento foram as palestras do <a href="http://www.youtube.com/watch?v=xpyLNwGJvxk">Frederic Kaplan</a> e seu QB-1, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=Cvma79Q0AP4">Simon Harrop</a> que falou de sensory marketing, o editor da Wired UK, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=MYw10r_wBls">David Rowan</a> e suas assustadoras estatísticas sobre jornalistas no mundo e a maneira que <a href="http://www.youtube.com/watch?v=G9duON9gqJc">Sietse Bakker</a> achou para incomodar a EBU.</p>
<p>Uma coisa que notei foi que nós não estamos atrás do resto do mundo. Acho que, excluindo Hollywood (ok, EUA) todos estão mais ou menos no mesmo nível e batalhando contra os mesmos argumentos e medos. Transmedia tem um conceito sensacional e racional mas na hora fazer essa operação é que as coisas mudam um pouco e acabam caindo na maioria das vezes. Geralmente o medo e o budget são os culpados. OK. Acontece. E no mundo inteiro. </p>
<p>O curioso é que eu fui preparado para um evento e o TEDxTransmedia foi algo completamente diferente. Não me desapontou em nada mas eu tive que ajustar a minha expectativa. Imaginei que seria como os milhares de eventos de comunicação e não foi. Era algo mais voltado para apresentar novas idéias, conceitos e inspirar a platéia e não focado em cases/video-cases com números e egos inflados. Mas como todo evento, teve seus altos e baixos. Apresentações frias em um evento que, teoricamente, deveria nos inspirar ou pelos menos nos incomodar realmente parecem um erro. Mas tudo bem. As que valeram a pena foram sensacionais.</p>
<p>Enfim, os vídeos estão aqui nesse post e vocês podem tirar suas próprias conclusões do conteúdo do evento mas vale dizer que o papo nos intervalos também foi super válido e gerou um grupo de estudos com pessoas do Brasil, Inglaterra, Finlândia e França e que tem como objetivo desenvolver um projeto transmídia colaborativo. Quando tiver mais notícias desse projeto eu faço um post por aqui.</p>
<p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

<A HREF="http://ad.doubleclick.net/jump/N5192.288484.BRAINSTORM9.COM.BR/B6055910.3;sz=728x90;pc=[TPAS_ID]">
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		<title>Eventos, brand experience e apropriação de memórias</title>
		<link>http://www.brainstorm9.com.br/17413/opiniao/eventos-brand-experience-e-apropriacao-de-memorias/</link>
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		<pubDate>Tue, 19 Oct 2010 15:45:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Sollero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[apple]]></category>
		<category><![CDATA[branding]]></category>
		<category><![CDATA[cerveja]]></category>
		<category><![CDATA[eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Skol]]></category>
		<category><![CDATA[skol360]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Semana passada fui ao evento de lançamento da Skol360, uma cerveja que promete não te deixar empapuçado e tal. É uma grande aposta da Ambev e eles fizeram um evento para imprensa e blogueiros sobre esse lançamento. O evento foi legal e foi ótimo encontrar pessoas bacanas e ter uma noite agradável. Foi um churrasco [...]</p><p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

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			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://www.brainstorm9.com.br/opiniao/eventos-brand-experience-e-apropriacao-de-memorias/attachment/apple_store_nyc_web/" rel="attachment wp-att-17414"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2010/10/apple_store_nyc_web.jpg" alt="" title="apple_store_nyc_web" width="630" height="420" class="alignnone size-full wp-image-17414" /></a>
<p>Semana passada fui ao evento de lançamento da <strong><a href="http://www.skol.com.br/skol360">Skol360</a></strong>, uma cerveja que promete não te deixar empapuçado e tal. É uma grande aposta da <strong>Ambev</strong> e eles fizeram um evento para imprensa e blogueiros sobre esse lançamento. O evento foi legal e foi ótimo encontrar pessoas bacanas e ter uma noite agradável. Foi um churrasco com amigos e a sensação foi essa mesmo. Boas risadas e várias histórias engraçadas com @maestrobilly, @mellancia, @jeffpaiva, @allucci e @mbottan. </p>
<p>Mas voltei para casa com uma coisa me martelando a cabeça. Não, não era ressaca ou as diversas cervejas que tomei. Era algo relacionado a como as marcas acabam dominando os nossos momentos marcantes. O exemplo que tenho em mente é o seguinte: imagine que você tenha conhecido a sua namorada ou esposa em um show de uma banda que você adora no (Insira o nome de uma marca qualquer) Hall. </p>
<p>Se o show foi bom, você conheceu a mulher da sua vida e foi em uma casa patrocinada por uma marca ou um festival de uma marca qualquer, você sempre contará a história dessa maneira e incluirá a marca na história. Dessa forma, ela estará sempre associada a uma coisa legal na sua vida e na maneira em que você espalha ou conta a história aos seus amigos. A marca acaba virando uma madrinha desse evento. Esse é o tal do Brand Experience. Você vivencia o conceito da marca e acaba incorporando essa marca à sua história. Então todo o detalhe é importante para fazer com que você se lembre disso.</p>
<p>No caso da semana passada, foi tudo ótimo. Mas uma coisa me chamou a atenção. Era um evento para imprensa e blogueiros, certo? Certo. Mas porque inventaram de colocar um slides de PPT tão feios e corporativos ao apresentarem o produto. Sério. Imagine os slides mais caretas e poluídos do mundo. Foram eles que apareceram por lá. Mas se todos os detalhes são importantes, porque esse foi descartado? </p>
<p><span id="more-17413"></span></p>
<p>Era um momento em que todos estavam prestando atenção ao gerente de produto enquanto ele apresentava a grande aposta da empresa. Por alguns momentos, todos os esforços de branding foram jogados fora e nada fazia sentido. Como que uma marca com esse posicionamento pode pecar dessa forma? Não sei. Mas a idéia aqui é falar dos detalhes. E, como falei, todo detalhe é importante. PPTs em apresentações oficiais da marca devem seguir a linha de comunicação do produto. Caso contrário fica um negócio meio solto. Parece que aquele posicionamento é todo para fora apenas. As pessoas que estão envolvidas não têm a menor relação com o que aquele produto representa. E isso fica estranho.</p>
<p>Por isso que acho que as boas produtoras de eventos do país tem um mérito absurdo. Porque a sua atenção aos detalhes é o que vai ajudar a construir a marca e fazer com que a experiência toda tenha um sentido e que seja próxima do posicionamento da marca. Qualquer detalhe que seja conflitante com a essência da marca faz com que esta enfraqueça. </p>
<p>Assim como em shopping centers e supermercados, deve haver toda uma inteligência para montar um desses eventos matadores. Desses que fazem com que você comente com amigos a respeito, que faça com que você comente o quão impecável foi a produção e que no final você possa dizer algo como:<em> &#8220;Claro, né? A marca X é tão sensacional que é isso que se espera&#8221;</em>.</p>
<p>É por isso que você fica impressionado quando entra numa Apple Store mas ao mesmo tempo tudo aquilo faz sentido. Mas nesse caso, tudo pode ir pro espaço se a pessoa que te atender se achar o Steve Jobs (não que isso justifique). Mas mesmo assim, é capaz de você falar que a loja é sensacional mas o atendimento é mais ou menos. Nesse momento você está atribuindo as falhas do evento a um terceiro e não à marca e, no final, isso ainda é bom. A marca acaba não sendo manchada de tão forte que ela é.</p>
<p>O grande desafio é saber equilibrar tudo isso de forma que os eventuais problemas ou detalhes fora da identidade da marca não arranhem a imagem da mesma. E o que não falta são exemplos de marcas danificadas por eventos mal organizados ou que abusam dos detalhes sem sentido, né?</p>
<p>O lance é que isso se aplica a tudo o que é feito em comunicação e publicidade. Essa consistência é fundamental para construir uma marca mas infelizmente várias vezes esses detalhes são esquecidos pela falta de planejamento e também em prol de um prazo que já era impossível antes de começar o projeto. Mas afinal, quem é o principal responsável por manter essa fidelidade ao branding agência ou cliente? </p>
<p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

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		<title>5ª Pesquisa Mundial de Engajamento do Consumidor</title>
		<link>http://www.brainstorm9.com.br/17339/diversos/5%c2%aa-pesquisa-mundial-de-engajamento-do-consumidor/</link>
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		<pubDate>Sat, 16 Oct 2010 19:04:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Sollero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Chegou aquela época do ano em que é feita a Pesquisa Mundial de Engajamento do Consumidor promovida pela cScape e eConsultancy e com apoio da brasileira Foreplay. Ano passado foram com mais de 1.000 participantes e a idéia é ter mais brasileiros participando até para podermos saber o quanto aplicável o resultado será na nossa [...]</p><p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

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			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://www.brainstorm9.com.br/diversos/5%c2%aa-pesquisa-mundial-de-engajamento-do-consumidor/attachment/5engajamento/" rel="attachment wp-att-17340"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2010/10/5engajamento.jpg" alt="" title="5engajamento" width="630" height="252" class="alignnone size-full wp-image-17340" /></a>
<p>Chegou aquela época do ano em que é feita a Pesquisa Mundial de Engajamento do Consumidor promovida pela <a href="http://www.cscape.com/about/Pages/about.aspx"><strong>cScape</strong></a> e <a href="http://econsultancy.com/us/about"><strong>eConsultancy</strong></a> e com apoio da brasileira <a href="http://www.foreplay.com.br/"><strong>Foreplay</strong></a>. Ano passado foram com mais de 1.000 participantes e a idéia é ter mais brasileiros participando até para podermos saber o quanto aplicável o resultado será na nossa realidade/mercado.</p>
<p><strong>Destaques da 4ª Pesquisa, realizada há um ano</strong><br />
- 88% das empresas respondentes vêem o engajamento do consumidor como essencial (55%) ou importante (33%) para sua organização.<br />
- A presença de empresas nas redes sociais quase dobrou, de 23% em 2008 para 44% em 2009.<br />
- 31% dos respondentes afirmam que o seu interesse em engajamento do consumidor está relacionado com o investimento emocional na sua marca.<br />
O 4º Relatório Anual está disponível em PDF para <a href="http://www.foreplay.com.br/files/Relatorio_%20Engajamento_%20digital%202010_pt.pdf">download, em Português</a>. As visualizações do relatório no  <a href="http://www.slideshare.net/brunoanconalopes/relatrio-da-pesquisa-mundial-de-engajamento-digital-2010">slideshare</a>, <a href="http://issuu.com/foreplay/docs/relatorio_mundial_engajamento_digital_2010">Issuu</a> e no <a href="http://www.foreplay.com.br/files/Relatorio_%20Engajamento_%20digital%202010_pt.pdf">site da foreplay</a>, somam mais de 70.000. Quem preferir pode baixar a versão em <a href="http://www.cscape.com/features/Pages/customer-engagement-register.aspx">Inglês</a>, no site da cScape.</p>
<p><strong>Participantes serão os primeiros a receber o Relatório</strong><br />
Os resultados serão analisados e apresentados no Relatório de Engajamento do Consumidor 2011 e, antes da publicação oficial, os participantes receberão grátis o link para obter uma cópia integral, normalmente vendida por £250 / $350.</p>
<p>Para participar é só <a href="http://bit.ly/CE-Survey">responder o questionário</a> até o dia 25 de outubro.</p>
<p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

<A HREF="http://ad.doubleclick.net/jump/N5192.288484.BRAINSTORM9.COM.BR/B6055910.3;sz=728x90;pc=[TPAS_ID]">
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		<item>
		<title>Rituais, marcas, programadores e programados</title>
		<link>http://www.brainstorm9.com.br/16721/opiniao/rituais-marcas-programadores-e-programados/</link>
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		<pubDate>Tue, 21 Sep 2010 20:02:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Sollero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[artigo]]></category>
		<category><![CDATA[eventos]]></category>
		<category><![CDATA[manipulação]]></category>
		<category><![CDATA[nbc2010]]></category>
		<category><![CDATA[programador]]></category>
		<category><![CDATA[releases]]></category>
		<category><![CDATA[relevancia]]></category>
		<category><![CDATA[stellaartois]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Semana passada eu fui a um evento bem legal da Stella Artois. Super bem organizado em que a promessa era aprendermos a tirar um chopp perfeito em 9 passos. O evento foi ótimo, a mini-aula também foi mas alguma coisa me pareceu ligeiramente estranha no tom da aula. Era algo voltado para os tiradores de [...]</p><p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

<A HREF="http://ad.doubleclick.net/jump/N5192.288484.BRAINSTORM9.COM.BR/B6055910.3;sz=728x90;pc=[TPAS_ID]">
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			<content:encoded><![CDATA[<p class="caption"><a href="http://www.flickr.com/photos/fabidi/4864120574/"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2010/09/puppetteer2.jpg" alt="" title="puppetteer2" width="630" height="344" class="size-full wp-image-16729" /></a></p>
<p>Semana passada eu fui a um evento bem legal da <strong>Stella Artois</strong>. Super bem organizado em que a promessa era aprendermos a <a href="http://www.youtube.com/watch?v=Xj8PhLXhH2w">tirar um chopp perfeito em 9 passos</a>. O evento foi ótimo, a mini-aula também foi mas alguma coisa me pareceu ligeiramente estranha no tom da aula. Era algo voltado para os tiradores de chopp que trabalham em bares e que mostrava como deve ser o ritual da Stella Artois para servir seus clientes. </p>
<p>A idéia de usar/criar rituais é boa e é usada por várias marcas como <strong>Kit Kat</strong>, <strong>Guinness</strong> e por aí vai. Mas o fato de não ter adaptado o tom daquela mensagem para a audiência me chamou a atenção e causou um pequeno estranhamento do tipo <em>&#8220;isso não é para mim&#8221;</em>. Mas no final acabou se tornando. Notei que cada vez mais as interações com a marca seguem um script para se adequar ao posicionamento. Há um livro, bem visual que exibe isso de maneira clara e simples: <a href="http://www.amazon.com/gp/product/1932857052?ie=UTF8&#038;tag=eissoorg-20&#038;linkCode=as2&#038;camp=1789&#038;creative=390957&#038;creativeASIN=1932857052"><strong>We Know What You Want: How They Change Your Mind</strong></a><img src="http://www.assoc-amazon.com/e/ir?t=eissoorg-20&#038;l=as2&#038;o=1&#038;a=1932857052" width="1" height="1" border="0" alt="" style="border:none !important; margin:0px !important;" />. </p>
<p>Com isso na cabeça, ontem eu ouvi novamente o podcast da palestra do Douglas Rushkoff no <strong>SXSW 2010</strong> cujo título era <em>&#8220;Program or be programmed&#8221;</em>. No geral ele fala de cultura digital mas em um determinado momento ele fala que as marcas tem as suas intenções e que uma maneira de nos defendermos seria nos tornarmos programadores e reescrevermos um novo modelo. </p>
<p>Ele dá exemplos que uma aula de computação em escolas nos EUA antigamente dava aula de Basic e hoje dá aula de <strong>Microsoft Office</strong>. Ou seja, o foco mudou de ser quem escreve o código para quem usa o programa. De programador para usuário. Enfim, ele dá vários exemplos interessantes e cria 10 mandamentos para essa mudança e todos eles estão no <a href="http://www.orbooks.com/our-books/program/">seu livro novo</a>.</p>
<object width="630" height="379"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/imV3pPIUy1k?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;hd=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/imV3pPIUy1k?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;hd=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="630" height="379"></embed></object>
<p>Mas o que isso tem a ver com publicidade? Simples. Hoje, nós, publicitários somos os programadores e acho que é por isso muitos tem uma síndrome de se achar uma entidade sobrenatural. O que ele fala faz com que as pessoas usem, comprem produtos que talvez nem estejam entre as suas prioridades naquele momento. </p>
<p><span id="more-16721"></span></p>
<p>É uma posição confortável. Eu falo. Eles fazem. E mesmo quando dá errado, conseguimos convencer os outros de que isso fazia parte de uma estratégia para aumentar o awareness antes de aumentar as vendas. Marcas têm a suas intenções e objetivos e nós, publicitários, as ajudamos a atingir essas metas manipulando a vontade das pessoas. Acontece que as pessoas já notaram isso e vêm cada vez mais criando barreiras para impedir ou dificultar essa manipulação. Até aqui nenhuma novidade.</p>
<p>Mas esquecemos que outras entidades também têm os seus interesses e objetivos e muitas vezes não somos nós que preparamos isso. Na política nós, os eleitores, somos os programados. As vezes por marqueteiros/publicitários mas muitas vezes pelos interesses pessoais de nossos políticos ou de seus partidos. Somos programados pelos diversos lobbys. Depende do segmento e perfil político em que nós estamos.</p>
<p>Quer outro exemplo em que somos programados e vítimas da manipulação? Compra de carro. Nesse momento, boa parte de nós é levada a acreditar em uma meia verdade, uma indução. E, geralmente, essa sensação pós-compra induzida é ruim. </p>
<p>Ou seja, por mais super-poderosos que sejamos, sempre seremos programados em algum momento. E isso é apenas um alerta para as ferramentas que temos usado para manipular a realidade e aumentar o interesse do consumidor por um produto X. Consumidores vão aprendendo com as táticas e, mesmo inconscientemente, vão criando barreiras para filtrar essas informações viciadas que chegam  nós todo dia.</p>
<p>A quantidade de releases sem noção que recebo aqui no <strong>Brainstorm#9 </strong>é absurda. Pessoas que não se preocupam em ajustar o texto para ressaltar algum ponto que pode ser relevante para nós. E isso faz com que a minha lixeira fique cada vez mais cheia de informações que até poderiam ser interessantes mas que se perdem por que o formato em que elas chegam até mim foram datadas e eu já tenho um filtro para esse modelo. </p>
<p>Na apresentação do Matt Smith da <strong>The Viral Factory </strong>no <strong>NBC2010</strong> ele disse que não manda releases nos formatos tradicionais para os blogueiros. Ele simplesmente manda um email com um texto simples e um link. Algo como <em>&#8220;olha só o que eu fiz recentemente&#8221;</em> e se o conteúdo for legal, ele vai gerar um post e pronto. Simples. E isso faz com que tal pessoa se torne uma referência, seja mais ouvida e o isso se retro-alimente</p>
<p>Se nosso conteúdo não consegue burlar as barreiras anti-publicidade para chamar a atenção dos consumidores, talvez esteja na hora de mudarmos a abordagem. Ou de nos tornarmos programadores melhores e continuarmos com o ciclo que estamos hoje.</p>
<p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

<A HREF="http://ad.doubleclick.net/jump/N5192.288484.BRAINSTORM9.COM.BR/B6055910.3;sz=728x90;pc=[TPAS_ID]">
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		</item>
		<item>
		<title>Sony Vs Apple: Marcus don&#8217;t play that</title>
		<link>http://www.brainstorm9.com.br/16106/entretenimento/sony-vs-apple-marcus-dont-play-that/</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Sep 2010 17:43:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Sollero</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[Mobile]]></category>
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		<category><![CDATA[iOS]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>E a Sony resolveu atacar a Apple (e a appstore) no quesito jogos. Criou uma série e vêm veiculando filmes para crianças e adolescentes chamada &#8220;Marcus don&#8217;t play that&#8221;, em que um típico adolescente pró-PSP e anti-Apple compara um jogo ridículo da appstore com um bom do PSP. Segundo matéria da Fortune, essa estratégia tem [...]</p><p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

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			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://www.brainstorm9.com.br/entretenimento/sony-vs-apple-marcus-dont-play-that/attachment/meet_marcus/" rel="attachment wp-att-16110"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2010/09/meet_marcus.jpg" alt="" title="meet_marcus" width="630" height="256" class="alignnone size-full wp-image-16110" /></a>
<p>E a <strong>Sony</strong> resolveu atacar a <strong>Apple</strong> (e a appstore) no quesito jogos. Criou uma série e vêm veiculando filmes para crianças e adolescentes chamada <a href="http://www.marcuspsp.com">&#8220;Marcus don&#8217;t play that&#8221;</a>, em que um típico adolescente pró-PSP e anti-Apple compara um jogo ridículo da appstore com um bom do PSP.</p>
<p>Segundo matéria da <a href="http://tech.fortune.cnn.com/2010/09/09/marcus-dont-play-ios-games/">Fortune</a>, essa estratégia tem dado resultado e as vendas de PSP cresceram 20% desde que os anúncios começaram a ser veiculados.</p>
<p>Não é uma tática nova mas pelo visto é eficaz e os vídeos até que são divertidos.<br />
<object width="630" height="379"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/9IOt19iOED0?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;hd=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/9IOt19iOED0?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;hd=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="630" height="379"></embed></object></p>
<object width="630" height="379"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/IdZEuW9tjHY?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;hd=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/IdZEuW9tjHY?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;hd=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="630" height="379"></embed></object>
<p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

<A HREF="http://ad.doubleclick.net/jump/N5192.288484.BRAINSTORM9.COM.BR/B6055910.3;sz=728x90;pc=[TPAS_ID]">
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		<item>
		<title>moovee.me &#8211; processo criativo e lançamento</title>
		<link>http://www.brainstorm9.com.br/15015/social-media/moovee-me-processo-criativo-e-lancamento/</link>
		<comments>http://www.brainstorm9.com.br/15015/social-media/moovee-me-processo-criativo-e-lancamento/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 05 Aug 2010 18:07:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Sollero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Social Media]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[ferramenta]]></category>
		<category><![CDATA[filmes]]></category>
		<category><![CDATA[moovee.me]]></category>
		<category><![CDATA[review]]></category>
		<category><![CDATA[site]]></category>
		<category><![CDATA[socialmedia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Há pouco mais de uma semana, o moovee.me fez um mês de vida e completou marcas que não imaginávamos possíveis até então. Muito disso se deu por conta do Brainstorm #9 que foi o primeiro blog a falar sobre o serviço. Muito porque eu escrevo aqui, porque chamei todos os colaboradores para serem Beta testers [...]</p><p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

<A HREF="http://ad.doubleclick.net/jump/N5192.288484.BRAINSTORM9.COM.BR/B6055910.3;sz=728x90;pc=[TPAS_ID]">
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			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://moovee.me"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2010/08/mooveeme_logo.jpg" alt="" title="mooveeme_logo" width="630" height="220" class="alignnone size-full wp-image-15016" /></a>
<p>Há pouco mais de uma semana, o <strong><a href="http://moovee.me">moovee.me</a></strong> fez um mês de vida e completou marcas que não imaginávamos possíveis até então. Muito disso se deu por conta do <strong>Brainstorm #9</strong> que foi <a href="http://www.brainstorm9.com.br/entretenimento/moovee-me/">o primeiro blog a falar sobre o serviço</a>. </p>
<p>Muito porque eu escrevo aqui, porque chamei todos os colaboradores para serem Beta testers e tal. Mas o fato do serviço ser legal e viciante, faz com que as pessoas voltem sempre. Eu escrevi <a href="http://www.eisso.org/cultura/filmes/bastidores-do-moovee-me/">um post sobre os bastidores do moovee.me</a> no meu blog pessoal e o Merigo leu e pediu para eu escrever algo mais focado no nosso processo criativo para a criação do site. E aqui vou eu obedecer o chefe <img src='http://www.brainstorm9.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> .</p>
<h1>A idéia</h1>
<p>Tudo começou com uma idéia de fazer aplicativos para o iPhone. Eu e o <a href="http://twitter.com/campezzi">Thiago Campezzi</a> começamos a pensar em idéias legais para um aplicativo. Queríamos algo simples e útil como o <a href="http://instapaper.com">Instapaper</a>, um serviço e aplicativo que nós adoramos e usamos diariamente no iPhone. Chegamos a abrir um Google Wave (lembra?) para fazermos alguns brainstorms remotos em que várias idéias de aplicativos apareceram, mas nenhuma nos encantou. Mas continuamos pensando em como seria esse aplicativo. Ele deveria ser baseado no comportamento e não ser apenas uma ferramenta. E foi aí que a ficha caiu. Notamos que as pessoas já tinham o hábito de comentar sobre filmes no Twitter. E em 140 caracteres. Por que não fazer um aplicativo para facilitar isso? Eureka! (sempre quis escrever isso num post). Começamos a desenhar como esse aplicativo funcionaria. Não demorou muito para notarmos que ele precisaria de todo um serviço por trás para que ele funcionasse direito. Reavaliamos e vimos que seria melhor começar pelo site e depois fazer o aplicativo de iPhone.</p>
<h1>O serviço</h1>
<p>Ainda sem nome, o foco do serviço seria reviews rápidos associados a uma nota e feitos por amigos. Queríamos que o site se tornasse um guia de cinema super-relevante. Você conhece o gosto dos seus amigos e se há um filme que eles avaliaram bem, é capaz disso servir como uma recomendação melhor do que a de um crítico de cinema.<br />
A parte dos reviews rápidos era clara. Pouca gente tem paciência para ler resenhas extensas sobre filmes. E menos gente ainda tem a paciência para escrever tanto.<br />
Precisávamos buscar uma API que nos forncesse os dados dos filmes. Claro que o IMDB foi o primeiro que veio a mente mas, como eles cobram pelo menos US$15 mil por ano e nós não tínhamos essa verba disponível, tivemos que procurar uma opção gratuita. Não achamos nenhuma em português mas achamos o da <strong>Netflix</strong>. E por conta dessa escolha, optamos por fazer o serviço para o mercado internacional.</p>
<object width="630" height="497"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/yFMRAy2Cn9U&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1?hd=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/yFMRAy2Cn9U&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1?hd=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="630" height="497"></embed></object>
<h1>Benchmark</h1>
<p>Com a definição do mercado feita, começamos a procurar outros sites no exterior que tivessem um posicionamento como o nosso. Reviews de filmes em até 140 caracteres. Dos vários que vimos, nenhum tinha o nosso posicionamento. Alguns não tinham reviews, outros não limitavam a 140 caracteres e outros não eram focados em filmes. O único que tinha essa semelhança era o <a href="http://blippr.com"><strong>blippr</strong></a>, mas que não se limitava a filmes e, honestamente, achamos um pouco poluído. A nossa idéia era seguir mais na linha simples do <strong><a href="http://twitter.com">Twitter</a></strong> e do <strong><a href="http://foursquare.com">Foursquare</a></strong>.</p>
<p><span id="more-15015"></span></p>
<h1>O primeiro teste</h1>
<p>Enquanto procurávamos serviços semelhantes, o Thiago começou a desenvolver o serviço usando a API da <strong><a href="http://www.netflix.com">Netflix</a></strong>. Rapidamente um primeiro modelo tosco estava pronto e poderíamos testar. Na primeira vez que entramos, cada um fez uns 40 reviews direto. E constatamos algo sensacional: era um serviço viciante para os amantes de filmes. Agora era fazer o negócio acontecer.</p>
<h1>Wireframes e layouts</h1>
<p>Chamamos amigos para fazerem o layout e programação do site e o <a href="http://i.magini.me/">Demian</a> e <a href="http://altendorfme.com/">Renan</a> entraram na pilha e resolveram fazer esse freela conosco. A nossa primeira reunião presencial foi no Prime Burger. E nela já começamos a desenhar os wireframes do site e até acrescentar algumas novas funcionalidades que não estavam previstas no começo. A principal delas era a fundamental Wishlist. Com os wireframes prontos, o Demian começou a fazer os layouts e o Renan a pensar em como funcionariam os detalhes do site.</p>
<h1>Os beta testers</h1>
<p>Antes de ter o layout pronto chamamos alguns amigos para testar o site e ver se ele realmente era viciante. O layout tosco (a dupla Demian e Renan ainda não tinha terminado tudo) afetou um pouco o resultado, mas os que conseguiram ignorar isso, começaram a curtir muito. Colocamos o layout inicial no ar e lembramos aos beta testers que ainda existíamos. Eles entraram e aí a coisa mudou de figura. Começou uma disputa informal pela primeira posição dos Top Users. A unica diferença dessa versão para a que lançamos para o público era que nessa a relação entre friends e followers não estava pronta. Nem seguir as pessoas você podia ainda. Quando chegou mais perto do lançamento resolvemos isso. </p>
<h1>No ar!</h1>
<p>Colocamos o site no ar e avisamos pelo Twitter. O Merigo publicou uma rapidinha aqui no Brainstorm9 e tuitou sobre o post. Rapidamente começamos a ter um volume absurdo de visitas, cadastros, reviews e menções no Twitter sobre o moovee.me. E aí vimos que o que tínhamos pensado que seria um lançamento tranquilo e que teríamos tempo para ajustar o que faltava, não aconteceu. Tivemos que correr para resolver os problemas que apareceram com o uso real do serviço. Mas é exatamente isso que o livro <a href="http://www.amazon.com/gp/product/0307463745?ie=UTF8&#038;tag=eissoorg-20&#038;linkCode=as2&#038;camp=1789&#038;creative=390957&#038;creativeASIN=0307463745">Rework</a><img src="http://www.assoc-amazon.com/e/ir?t=eissoorg-20&#038;l=as2&#038;o=1&#038;a=0307463745" width="1" height="1" border="0" alt="" style="border:none !important; margin:0px !important;" /> indica: Lance rapidamente o site e vá corrigindo de acordo com a necessidade. E foi o que fizemos.</p>
<h1>Rework</h1>
<p>Eu tinha muito receio em relação às dicas do Rework. Eu achava impossível aplicá-las na publicidade, em um projeto de um cliente e por aí vai. Mas com o moovee.me foi diferente. Consegui entender e ver que elas são aplicáveis, sim. Talvez não em projetos de terceiros, mas no seu projeto as dicas são ótimas e funcionam. E são coisas simples como:</p>
<p><strong>- Scratch your own itch</strong>: O moovee.me é algo feito para nós. Nós queríamos/precisávamos desse serviço<br />
<strong>- Draw a line in the sand</strong>: Nós sabemos o que queremos. Uma rede social de reviews rápidos de até 140 caracteres.<br />
<strong>- Ignore the details early on</strong> e <strong>Launch now</strong>: Lançamos o moovee.me antes dele ter todas as funcionalidades que gostaríamos. E isso foi bom.<br />
<strong>- You need less than you think:</strong> Tudo o que temos está em nossas cabeças, nossos computadores, numa conta de US$24 do <a href="http://www.basecamphq.com"><strong>Basecamp</strong></a> e no custo do servidor. Esse foi o nosso investimento. Além do nosso tempo, claro.<br />
<strong>- No time is no excuse</strong>: Fizemos o site todo no nosso tempo livre. Madrugadas e fins de semana. Dá para fazer.<br />
<strong>- Underdo your competition</strong>: Existem outros sites de resenhas de filmes, mas não de resenhas em até 140 caracteres. Existem outros sites de reviews de 140 caracteres, mas não focados apenas em filmes. Em ambos os casos, nós fazemos menos que a concorrência. Somos mais focados. Quem chega hoje no moovee.me sabe exatamente o que vai ter.</p>
<p>Eo livro tem outras dicas bem legais e que aplicamos bastante no desenvolvimento do serviço.</p>
<h1>O que eu (re)aprendi nesse primeiro mês?</h1>
<p>Aprendi muita coisa, mas também confirmei que tudo o que eu já sabia por experiência com clientes é mais real do que as pessoas imaginam. A consistência ajuda a construir a marca.</p>
<p><strong>- Facilitar o aspecto social do serviço é algo que fez a diferença</strong>: O Twitter é quem gera o maior tráfego do site e o fato de dar possibilidade para pessoas divulgarem suas opiniões usando-o é fundamental.<br />
<strong>- Formadores de opinião importam</strong>: Sem o post inicial no Brainstorm9, em outros blogs com bastante visitação e perfis relevantes no Twitter nada aconteceria nessa velocidade: 40 mil reviews de 5 mil filmes diferentes nesse período foi algo acima de qualquer das nossas expectativas mais otimistas.<br />
<strong>- Mantenha-se vivo na timeline</strong>: seja no Twitter ou no Facebook, se você sempre aparecer lá, as pessoas vão lembrar de você. Novamente dar ferramentas para as pessoas compartilharem sua opinião é o que faz com que isso aconteça.<br />
<strong>- Monitore e responda as redes sociais</strong>: Sempre que citam moovee.me no Twitter, nós respondemos. Sempre que falam conosco, respondemos. Se não sabemos a resposta, falamos isso.<br />
<strong>- Rede social é onde os meus amigos estão</strong>: Seguir os seus amigos do Twitter que tem perfil no moovee.me é algo que faz com que as pessoas esqueçam um pouco a solidão de começar um perfil numa rede social nova.<br />
<strong>- Um pouco de competição não faz mal</strong>:  Transformar o serviço em um jogo também dá resultado (vide <a href="http://www.foursquare.com"><strong>Foursquare</strong></a> e <strong><a href="http://gowalla.com">Gowalla</a></strong> e <strong><a href="http://br.answers.yahoo.com/">Yahoo!Respostas</a></strong>). Hoje temos apenas dois tipos: Top users por reviews e por quantidade de followers. Mas vem mais por aí.<br />
<strong>- Boca a boca é tudo</strong>: O endosso de terceiros gera um maior número de conversões em cadastros (90% dos que entram na página de cadastro o concluem), maior tempo passado no site (8 minutos) e divulgação espontânea (Whuffie, Social Currency).</p>
<p>Novamente, tudo isso eu já sabia pelos trabalhos que fiz para vários clientes, mas de alguma forma, quando o negócio é seu e você se envolve de ponta a ponta, a visão muda sensivelmente. Quando você vê que a sua marca pulou de 167 resultados no Google para mais de 340 mil resultados em um mês a percepção do alcance real muda.</p>
<p>E com isso comecei a reler alguns livros com outros olhos. <a href="http://www.amazon.com/gp/product/1591842336?ie=UTF8&#038;tag=eissoorg-20&#038;linkCode=as2&#038;camp=1789&#038;creative=390957&#038;creativeASIN=1591842336">Tribes</a><img src="http://www.assoc-amazon.com/e/ir?t=eissoorg-20&#038;l=as2&#038;o=1&#038;a=1591842336" width="1" height="1" border="0" alt="" style="border:none !important; margin:0px !important;" /> do Seth Godin, <a href="http://www.amazon.com/gp/product/0385526326?ie=UTF8&#038;tag=eissoorg-20&#038;linkCode=as2&#038;camp=1789&#038;creative=390957&#038;creativeASIN=0385526326">The Anatomy of Buzz Revisited</a><img src="http://www.assoc-amazon.com/e/ir?t=eissoorg-20&#038;l=as2&#038;o=1&#038;a=0385526326" width="1" height="1" border="0" alt="" style="border:none !important; margin:0px !important;" />, <a href="http://www.amazon.com/gp/product/1422125009?ie=UTF8&#038;tag=eissoorg-20&#038;linkCode=as2&#038;camp=1789&#038;creative=390957&#038;creativeASIN=1422125009">Groundswell</a><img src="http://www.assoc-amazon.com/e/ir?t=eissoorg-20&#038;l=as2&#038;o=1&#038;a=1422125009" width="1" height="1" border="0" alt="" style="border:none !important; margin:0px !important;" />, <a href="http://www.amazon.com/gp/product/0307396215?ie=UTF8&#038;tag=eissoorg-20&#038;linkCode=as2&#038;camp=1789&#038;creative=390957&#038;creativeASIN=0307396215">Crowdsourcing</a><img src="http://www.assoc-amazon.com/e/ir?t=eissoorg-20&#038;l=as2&#038;o=1&#038;a=0307396215" width="1" height="1" border="0" alt="" style="border:none !important; margin:0px !important;" /> e o já clássico <a href="http://www.amazon.com/gp/product/0143114948?ie=UTF8&#038;tag=eissoorg-20&#038;linkCode=as2&#038;camp=1789&#038;creative=390957&#038;creativeASIN=0143114948">Here Comes Everybody</a><img src="http://www.assoc-amazon.com/e/ir?t=eissoorg-20&#038;l=as2&#038;o=1&#038;a=0143114948" width="1" height="1" border="0" alt="" style="border:none !important; margin:0px !important;" />. Livros muito bons, mas que agora notei detalhes bem legais que haviam passado batido na primeira vez que li. Recomendo todos esses a quem quiser se aprofundar no funcionamento de redes sociais. No aspecto comportamental do negócio.</p>
<p>É isso. Espero que tenha esclarecido o passo a passo da criação do moovee.me de maneira interessante. Se quiserem falar comigo, é só mandar um email, um <a href="http://twitter.com/dsollero">tweet</a> ou sinal de fumaça. Ah! e quem quiser me seguir no moovee.me meu perfil é <a href="http://moovee.me/user/dsollero">dsollero</a>.</p>
<p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

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		<title>Infográficos, vídeos e palestras</title>
		<link>http://www.brainstorm9.com.br/13707/web-video/infograficos-videos-e-palestras/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Jun 2010 14:54:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Sollero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web Vídeo]]></category>
		<category><![CDATA[dados]]></category>
		<category><![CDATA[infográficos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Eu sempre gostei de infográficos. Mesmo quando eles não tinham esse nome para mim. Achava sensacional que conseguiam consolidar milhões de informações em uma série de desenhos. E quando vi pela primeira vez uma palestra com essa representação gráfica com os destaques achei genial. Foi no PopTech! de 2004 e cheguei a baixar as imagens [...]</p><p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

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			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://www.brainstorm9.com.br/web-video/infograficos-videos-e-palestras/attachment/infografico-videos/" rel="attachment wp-att-13716"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2010/06/infografico-videos.jpg" alt="" title="infografico-videos" width="630" height="408" class="alignnone size-full wp-image-13716" /></a>
<p>Eu sempre gostei de infográficos. Mesmo quando eles não tinham esse nome para mim. Achava sensacional que conseguiam consolidar milhões de informações em uma série de desenhos. E quando vi pela primeira vez uma palestra com essa representação gráfica com os destaques achei genial. Foi no <strong>PopTech!</strong> de 2004 e cheguei a baixar as imagens feitas pelo pessoal da <a href="http://www.alphachimp.com/"><strong>alphachimp</strong></a> para as palestras do <a href="http://rushkoff.com/videoaudio/renaissance-prospects/">Douglas Rushkoff</a>, na época falando do seu livro <a href="http://www.amazon.com/gp/product/0060758708?ie=UTF8&#038;tag=eissoorg-20&#038;linkCode=as2&#038;camp=1789&#038;creative=390957&#038;creativeASIN=0060758708"><strong>&#8220;Get Back in the Box&#8221;</strong></a><img src="http://www.assoc-amazon.com/e/ir?t=eissoorg-20&#038;l=as2&#038;o=1&#038;a=0060758708" width="1" height="1" border="0" alt="" style="border:none !important; margin:0px !important;" />, e do <a href="http://poptech.org/popcasts/malcolm_gladwell__poptech_2004">Malcolm Gladwell</a> falando do <a href="http://www.amazon.com/gp/product/0316010669?ie=UTF8&#038;tag=eissoorg-20&#038;linkCode=as2&#038;camp=1789&#038;creative=390957&#038;creativeASIN=0316010669"><strong>&#8220;Blink&#8221;</strong></a><img src="http://www.assoc-amazon.com/e/ir?t=eissoorg-20&#038;l=as2&#038;o=1&#038;a=0316010669" width="1" height="1" border="0" alt="" style="border:none !important; margin:0px !important;" />.</p>
<p>Depois de um tempo comecei a assistir as apresentações/palestras do <a href="http://ted.com"><strong>TED</strong></a> e sempre imaginei como seriam infográficos delas. O <a href="http://www.thersa.org"><strong>RSA</strong></a>, que eu nunca tinha ouvido falar antes de ver os vídeos de algumas das apresentações promovidas por eles com os infográficos sendo feitos sobre o áudio, mostrou o potencial de algo assim: RSAnimate.</p>
<p>Aqui vão 3 vídeos com boas representações gráficas e há mais alguns no <a href="http://www.youtube.com/user/theRSAorg">canal da RSA no YouTube</a>.</p>
<p><object width="630" height="354"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/u6XAPnuFjJc&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/u6XAPnuFjJc&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="630" height="354"></embed></object><br />
Drive: The surprising truth about what motivates us</p>
<p><object width="630" height="354"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/A3oIiH7BLmg&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/A3oIiH7BLmg&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="630" height="354"></embed></object><br />
The Secret Powers of Time</p>
<p><object width="630" height="354"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/l7AWnfFRc7g&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/l7AWnfFRc7g&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="630" height="354"></embed></object><br />
The Empathic Civilisation</p>
<p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

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		<title>Filmes para futuros publicitários</title>
		<link>http://www.brainstorm9.com.br/12813/diversos/filmes-para-futuros-publicitarios/</link>
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		<pubDate>Tue, 25 May 2010 20:30:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Sollero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Quando eu estava na faculdade, um professor sempre falava que a maioria dos alunos estava com idéia fixa de trabalhar apenas em agência. Vários não queriam nem saber de cliente. Afinal de contas, eles eram criativos. E, como tal, deveriam trabalhar em Criação de grandes agências de publicidade. Esse professor que dava a aula de [...]</p><p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

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			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://www.brainstorm9.com.br/2010/05/25/filmes-para-futuros-publicitarios/artnlemonade/" rel="attachment wp-att-12816"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2010/05/artnlemonade.jpg" alt="" title="artnlemonade" width="630" height="278" class="alignnone size-full wp-image-12816" /></a>
<p>Quando eu estava na faculdade, um professor sempre falava que a maioria dos alunos estava com idéia fixa  de trabalhar apenas em agência. Vários não queriam nem saber de cliente. Afinal de contas, eles eram criativos. E, como tal, deveriam trabalhar em Criação de grandes agências de publicidade. Esse professor que dava a aula de Marketing na PUC-RJ sempre insistia que havia muito mais na comunicação do que apenas a criação. Acho que poucos realmente deram atenção para ele. Até porque vários outros professores falavam a mesma coisa: publicidade não é só criação. Eram professores das cadeiras de mídia e outras matérias que não lembro mas que faziam sentido estudar na época.</p>
<p>Enfim, muita coisa mudou na publicidade de lá para cá. Mas continuo vendo muita gente só pensando em agência na hora de trabalhar com comunicação. Tem gente que gosta da informalidade de se trabalhar de camiseta e tênis, outros imaginam que será uma maneira de viver fazendo uma coisa que gosta muito e ser bem pago para isso e etc. Acho que quase qualquer &#8220;vantagem&#8221; que falarmos de se trabalhar em publicidade será uma meia verdade. Já falei bastante sobre isso em um outro post.</p>
<p>Então resolvi escrever sobre dois documentários sobre publicidade que se complementam. Um deles é sobre os homens e mulheres de sucesso da publicidade nos EUA e outro é sobre os outros, os que em determinado momento da carreira foram demitidos de uma agência e se viram sem pai nem mãe, na rua da amargura e que teriam que dar um jeito na sua carreira.</p>
<p>O primeiro é <a href="http://www.artandcopyfilm.com/"><strong>Art &#038; Copy</strong></a>. Um filme bem feito, que conta vários cases do mercado americano e mundial e que tenta ressaltar os dois lados da publicidade. Tanto o lado do glamour quanto o lado do profissional que monta os outdoors. Tem depoimentos como o de Rich Silverstein, David Kennedy, George Lois e Dan Wieden em que eles contam como começaram suas vidas na publicidade e algumas curiosidades. É propaganda old school e com ótimos insights. Mas o lado que era para ser um contraponto acaba ficando vazio. Mostrar a rotina de uma pessoa que instala outdoors não funciona tão bem quanto funcionaria se mostrasse o conteúdo do outro filme: Lemonade.</p>
<p>Há um tempo, um documentário chamado <a href="http://www.lemonademovie.com"><strong>Lemonade</strong></a> foi bastante divulgado pelo mercado de publicidade. Esse filme, que foca na vida de publicitários demitidos durante a crise financeira de 2008/2009 e como eles reinventaram suas vidas, profissões e etc. É um filme bonito. Tem aproximadamente 30 minutos e mostra gente que virou artista, professor de Yoga, vendedor de café e gente que mudou de sexo. É um filme sobre esperança e a busca por algo que realmente te dá prazer e que pode ser sua fonte de renda. Não há trabalho fácil. Mas é bem mais agradável quando você se sente bem fazendo-o. Foram escolhas forçadas mas que funcionaram para algumas dessas pessoas. Esse é o lado da publicidade que ninguém fala. O lado das demissões, das horas de trabalho que te deixam sem vida, prazos impossíveis e outras coisas ruins que existem no mercado. Nos acostumamos a falar que é assim mesmo mas, na real, não precisava ser.</p>
<p>Acho que toda e qualquer faculdade de comunicação, publicidade ou o que seja, deveria exibir esses filmes para os seus alunos. Seria interessante também ver esses filmes serem exibidos em sequência nas agências de publicidade e ver no que dá. </p>
<p>Falamos tanto de <a href="http://www.brainstorm9.com.br/2009/08/10/art-copy-um-documentario-sobre-publicidade/">um</a> quanto do <a href="http://www.brainstorm9.com.br/2009/08/14/voce-foi-demitido-e-agora/">outro</a> antes aqui no Brainstorm#9 e ambos estão disponíveis na Amazon (<a href="http://www.amazon.com/gp/product/B002YZL8HI?ie=UTF8&#038;tag=eissoorg-20&#038;linkCode=as2&#038;camp=1789&#038;creative=390957&#038;creativeASIN=B002YZL8HI">Lemonade</a><img src="http://www.assoc-amazon.com/e/ir?t=eissoorg-20&#038;l=as2&#038;o=1&#038;a=B002YZL8HI" width="1" height="1" border="0" alt="" style="border:none !important; margin:0px !important;" /> e <a href="http://www.amazon.com/gp/product/B003AWEZ74?ie=UTF8&#038;tag=eissoorg-20&#038;linkCode=as2&#038;camp=1789&#038;creative=390957&#038;creativeASIN=B003AWEZ74">Art &#038; Copy</a><img src="http://www.assoc-amazon.com/e/ir?t=eissoorg-20&#038;l=as2&#038;o=1&#038;a=B003AWEZ74" width="1" height="1" border="0" alt="" style="border:none !important; margin:0px !important;" />)</p>
<p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

<A HREF="http://ad.doubleclick.net/jump/N5192.288484.BRAINSTORM9.COM.BR/B6055910.3;sz=728x90;pc=[TPAS_ID]">
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		<title>Social Karma e a presença da marca nas redes sociais</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Apr 2010 16:41:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Sollero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[artigos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.brainstorm9.com.br/?p=12438</guid>
		<description><![CDATA[<p>Ontem eu fui na palestra da MaWá sobre Social Karma no Proxxima e fiquei pensando em algumas coisas. O conceito de Social Karma é interessante. Tudo o que você já fez online conta para avaliar o seu Social Karma. Não interessa muito se está na primeira ou 30ª página do Google. Algum impacto vai ter [...]</p><p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

<A HREF="http://ad.doubleclick.net/jump/N5192.288484.BRAINSTORM9.COM.BR/B6055910.3;sz=728x90;pc=[TPAS_ID]">
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			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://www.brainstorm9.com.br/2010/04/29/social-karma-e-a-presenca-da-marca-nas-redes-sociais/karma-1/" rel="attachment wp-att-12440"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2010/04/karma-1-e1272558783746.jpg" alt="" title="karma-1" width="630" height="386" class="alignnone size-full wp-image-12440" /></a>
<p>Ontem eu fui na palestra da <a href="http://twitter.com/mawa">MaWá</a> sobre <a href="http://www.slideshare.net/mawacomw/social-karma">Social Karma</a> no <strong>Proxxima</strong> e fiquei pensando em algumas coisas. O conceito de Social Karma é interessante. Tudo o que você já fez online conta para avaliar o seu Social Karma. Não interessa muito se está na primeira ou 30ª página do <strong>Google</strong>. Algum impacto vai ter na sua marca. É algo que faz parte da sua história e que você terá de aprender a lidar com isso.</p>
<p>Foi bom vê-la explicar que comunidades e redes sociais já existiam antes dessas tecnologias e fazer analogias com as comunidades do mundo offline. São conceitos básicos mas que muita gente fica bitolada na tecnologia se de esquece como reagiria em uma situação offline.<br />
Outra coisa interessante foi que ela mostrou um slide com diversos números de uma ação  e mostrou que o cliente ainda não sabe se isso foi bom e tal. Não vou comentar sobre as boas maneiras de mensurar que ela apresentou mas vou focar no fato do cliente ainda não saber direito o que é um bom resultado em redes sociais ou mídias sociais.</p>
<p>Acho que parte do problema pode ser das agências. </p>
<p>Imagine uma reunião de planejamento em que estão pensando nas frentes que usarão para determinada campanha:</p>
<blockquote><p>Vamos fazer um filme</p></blockquote>
<blockquote><p>Vamos fazer mídia nos maiores veículos
</p></blockquote>
<blockquote><p>Vamos usar mídias sociais para viralizar o nosso filme
</p></blockquote>
<p>Se não considerarmos o “viralizar”, me diga onde você viu uma discrepância nos verbos das frases acima.</p>
<p>Pois é. Essa, no meu ponto de vista, pode ser uma das raízes dos problemas entre clientes e redes sociais. Pensar em redes sociais como algo para se usar e não para fazer parte. </p>
<p>É algo aparentemente pequeno. Poucas pessoas percebem mas acontece muito.<br />
<span id="more-12438"></span><br />
As marcas que realmente estão participando das redes sociais, gerando e mantendo diálogo com seus consumidores e seu público são as que se diferenciam.<br />
As marcas que estão apenas fazendo spam são as que enxergam redes sociais como algo a ser usado apenas.</p>
<p>E como spam estou vendo ações que visam apenas falar sobre a marca/produto e pronto. E não, essa não é uma ação para manter a marca viva na mente dos consumidores. É spam mesmo. É falar de futebol numa comunidade/blog sobre telefones. </p>
<p>Geralmente, esse tipo de mentalidade vem associado a um pedido do cliente. Algo como preciso estar nas redes sociais e que a agência, para atender esse pedido, pega um milésimo da verba da campanha, faz spam em redes sociais e mostra para o cliente que ainda tem a mentalidade “<em>eu falo-você escuta</em>” e não a do “<em>nós conversamos</em>”</p>
<p>Não são todas as agências que fazem isso. Não são todas as agências que pensam em <em>usar</em> as redes sociais. E não são todas as agências que fazem spam em comunidades.<br />
Muitas empresas e marcas já entenderam o conceito de Social Karma mesmo não usando o termo. Muitas aprenderam da pior forma, vendo os erros do passado as atormentarem até hoje. Assuntos resolvidos sendo retomados como se nada tivesse sido feito a respeito. </p>
<p>E esses erros do passado podem ser desde tirar vídeos do <strong>YouTube</strong> até processar blogueiros. Ao invés de tentar conversar e chegar a um ponto comum em um momento de crise, usa-se a força para tentar resolver o assunto. E o resultado nós já sabemos que é piorar tudo.</p>
<p>Mas o tal do Social Karma também vem para o bem. Se o serviço prestado nas redes sociais é bem feito, relevante, entende e respeita as diferenças, a marca é privilegiada no final. O recall aumenta. A possibilidade de indicação para os amigos também. E se essa marca também aparece em ações interessantes com os formadores de opinião, isso também é bem visto. Pode ser um <a href="http://www.simviral.com/2010/02/kits-pra-que-te-quero/">kit-blogueiro</a>? Pode. Mas pode ser também algo que faça com que o blogueiro impactado se sinta realmente útil e prestando um serviço para a comunidade que acessa o seu blog. Poderia ser uma festa mas um preview do produto pode ser bem mais interessante para a marca e para o blogueiro.</p>
<p>Mas como já disse outras vezes, estamos em um momento de transição e é natural que tenhamos os dois modelos acontecendo simultâneamente. Tanto o de quem <em>usa</em> quanto o de quem participa das redes sociais.</p>
<p>Resta saber apenas qual o Social Karma que você quer que a sua empresa/marca tenha. No final, a escolha é sua.</p>
<p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

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		<title>O que podemos aprender com phishing</title>
		<link>http://www.brainstorm9.com.br/11733/diversos/o-que-podemos-aprender-com-phishing/</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Mar 2010 18:39:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Sollero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Publicidade]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>É até engraçado escrever isso. Várias pessoas vão pensar no trocadilho fácil que é &#8220;Ah! os publicitários já enganam as pessoas o que será que eles podem aprender com esses emails falsos que vão do Banco do Brasil à TIM e do governo de Angola à última notícia polêmica (sejam fotos de acidente de avião [...]</p><p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

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			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2010/03/phishing_pp_630.jpg" alt="" title="phishing_pp_630" width="630" height="213" class="alignnone size-full wp-image-11732" />
<p>É até engraçado escrever isso. Várias pessoas vão pensar no trocadilho fácil que é &#8220;Ah! os publicitários já enganam as pessoas o que será que eles podem aprender com esses emails falsos que vão do <strong>Banco do Brasil</strong> à <strong>TIM</strong> e do governo de Angola à última notícia polêmica (sejam fotos de acidente de avião até vídeo &#8220;que vazou&#8221; do bola-gato que uma atriz famosa praticou num ex-namorado)?&#8221;</p>
<p>O que podem aprender? Exatamente esse senso de oportunidade ímpar que esses caras com uma noção moral e ética questionável fazem para pegar a sua senha do banco, email e etc. Eu explico. Antigamente, nós víamos mais peças de oportunidade na publicidade. Eu não sei explicar os motivos de não vermos mais tantas propagandas de oportunidade. Levanto algumas dúvidas, totalmente baseadas no chute, mas que eventualmente podem nos levar a algum motivo real. Aqui vão elas:</p>
<blockquote><p>- Será que é porque a publicidade não está mais na sua época de ouro em que podia fazer quase tudo como nos anos 80?</p>
<p>- Será que é porque os processos internos de aprovação se tornaram mais longos e com isso perde-se o timing?</p>
<p>- Será que é porque os gestores de marca hoje estão mais preocupados em não errar do que arriscar e deixar a sua marca na empresa?</p>
<p>- Será que é porque agora que os consumidores podem se expressar em redes sociais, o medo de danificar a marca aumentou?</p>
<p>- Será que é porque hoje há uma noção melhor do que é a essência da marca? Ou porque hoje há menos marcas com a fama de ousadas do que antigamente?</p></blockquote>
<p>Ou será que é porque, como diz o <a href="http://twitter.com/mrmanson">MrManson</a> (em relação a internet mas que eu adapto para a propaganda)  isso era coisa da época da propaganda &#8220;moleque, alegre e descompromissada&#8221;?</p>
<p>Pensei alguns minutos e lembrei que a <strong>Nike</strong>, volta e meia faz uma propaganda de oportunidade mas, geralmente, essa peça pode ser planejada (ex.: Ronaldo volta a fazer gol, a conquista de um campeonato, etc) claro que o tom pode ser adequado de acordo com o que houve.</p>
<p>O que muitas vezes acontece é que as agências várias vezes fazem um banner, um anúncio de oportunidade, geralmente em seu tempo livre e depois tenta vender para o cliente, que fica surpreso, agradece o esforço, dá uns pitacos mas até o negócio ser aprovado o timing já foi para o espaço. </p>
<p>Outras vezes a peça criada é realmente ousada demais, não se adequa à personalidade da marca e é barrada pelo atendimento da conta e acaba indo para portifolios e para o <a href="http://desencannes.com.br/">Desencannes</a>. E muitas vezes nem isso segura uma boa sacada. Para o público leigo, fora do nosso mercado, não importa se foi autorizado pelo cilente e se é real ou não. Quantas vezes não recebemos spams de familiares com peças do Desencannes e que eles juram que eram propagandas proibidas em algum lugar do mundo?</p>
<p>Esse post é um apelo aos clientes para arriscarem um pouco mais. Nem tudo precisa ser de apenas um jeito. Aliás, nem tudo precisa ser sempre do seu jeito. Dê chance para os criativos da sua agência serem criativos. </p>
<p>Mesmo que você não tenha feito lembre-se que podem criar vídeos que usam a cena de <strong><em>A Queda -As Últimos Horas de Hitler</em></strong> e que já criticou todo mundo. De times de futebol ao <strong>iPad</strong>. Aliás, E o intestino? Não tem nenhuma paródia com o Hitler? É um filme tão polêmico, né? Nenhuma marca está livre dessas paródias. Será que se as marcas não se levassem tão a sério, isso poderia ser usado como uma oportunidade? </p>
<p>O fato é: boa propaganda, associada a um timing certo vira uma propaganda histórica. E essa parte do timing, é algo que, aparentemente, está sendo mais usada pelos profissionais de phishing do que por nós publicitários.</p>
<p>Claro que corro o risco de ser detonado com uma lista de anúncios de oportunidade. Mas, se eu não lembrei na hora, o recall deve ter sido baixo. Se não gerou o fator <em>&#8220;Você viu o anúncio da _______ (marca que eu esqueci)?&#8221;</em> nem no nosso mercado, é mais uma vez, algo que não marcou tanto. Mas a idéia é arriscar sempre porque uma hora emplaca. E aí, ninguém segura.</p>
<p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

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		<title>EA faz campanha em código fonte</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 13:23:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Sollero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[ASCII]]></category>
		<category><![CDATA[EA]]></category>
		<category><![CDATA[electronicarts]]></category>
		<category><![CDATA[games]]></category>
		<category><![CDATA[viral-internet]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Para o lançamento do jogo &#8220;Dante&#8217;s Inferno&#8221;, a Eletronic Arts fez uma campanha bastante original ao exibir seus anúncios no código fonte de sites como o Digg. As imagens são todas feitas em ASCII, exibem personagens do jogo além de uma URL e um código. Os usuários que conseguissem os seis códigos, teriam acesso a [...]</p><p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

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			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Dante_Inferno2.jpg" alt="" title="Dante_Inferno2" width="627" height="333" class="alignnone size-full wp-image-10697" />
<p>Para o lançamento do jogo <strong>&#8220;Dante&#8217;s Inferno&#8221;</strong>, a <strong>Eletronic Arts</strong> fez uma campanha bastante original ao exibir seus anúncios no código fonte de sites como o <a href="http://digg.com">Digg</a>. As imagens são todas feitas em ASCII, exibem personagens do jogo além de uma <a href="http://hellisnigh.com/">URL</a> e um código. Os usuários que conseguissem os seis códigos, teriam acesso a wallpapers, posters, concept-art do jogo e músicas relacionadas ao jogo.</p>
<img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Dante_Inferno3.jpg" alt="" title="Dante_Inferno3" width="627" height="283" class="alignnone size-full wp-image-10698" /><br />
Se essa ação é efetiva? Sozinha, provavelmente não mas, se somada a banners ou posts perguntando se &#8220;<a href="http://kotaku.com/5463668/latest-dante-stunt-buries-ascii-art-in-our-source-code/gallery/">você já viu o código fonte do Kotaku hoje?</a>&#8221; até que chama a atenção e gera um boca a boca no nicho interessado em games e no mercado publicitário.</p>
<p>Aparentemente, o time editorial do <a href="http://kotaku.com">Kotaku</a> não sabia da ação e também se surpreendeu com ela. Seria mais um bla-bla-bla para aumentar o buzz ou a distância entre o time comercial e o editorial realmente aumentou depois desse projeto?</p>
<p><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Dante_Inferno1.jpg" alt="" title="Dante_Inferno1" width="627" height="596" class="alignnone size-full wp-image-10699" />
<p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

<A HREF="http://ad.doubleclick.net/jump/N5192.288484.BRAINSTORM9.COM.BR/B6055910.3;sz=728x90;pc=[TPAS_ID]">
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		<title>Os comerciais mais bizarros de 2009</title>
		<link>http://www.brainstorm9.com.br/9962/diversos/os-comerciais-mais-bizarros-de-2009/</link>
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		<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 15:24:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Sollero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[DM9]]></category>
		<category><![CDATA[vídeo]]></category>
		<category><![CDATA[WWF]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O AdFreak fez uma lista com os 30 comerciais mais bizarros de 2009. Todos aqueles comerciais cheios de sangue e conceitos esquisitos estão lá. Inclusive o polêmico comercial da DM9 para o WWF. É aquele do 11 de setembro. Alguns deles são apenas para os que tem estômago forte ou sangue de barata. São feitos [...]</p><p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

<A HREF="http://ad.doubleclick.net/jump/N5192.288484.BRAINSTORM9.COM.BR/B6055910.3;sz=728x90;pc=[TPAS_ID]">
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://adweek.blogs.com/adfreak/the-30-freakiest-commercials-of-2009.html"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2010/01/bizarros.jpg" alt="AdFreak Bizarros" /></a><br />
O <a href="http://adweek.blogs.com/adfreak/"><strong>AdFreak</strong></a> fez uma lista com os 30 comerciais mais bizarros de 2009. Todos aqueles comerciais cheios de sangue e conceitos esquisitos estão lá. Inclusive o <a href="http://www.brainstorm9.com.br/2009/09/02/a-polemica-wwf-e-o-11-de-setembro-espero-que-voce-morra-de-fome-nas-ruas/">polêmico comercial da <strong>DM9</strong> para o <strong>WWF</strong></a>. É aquele do 11 de setembro. Alguns deles são apenas para os que tem estômago forte ou sangue de barata. São feitos para chocar e chocam mesmo. <a href="http://adweek.blogs.com/adfreak/the-30-freakiest-commercials-of-2009.html">Sente o drama.</a></p>
<p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

<A HREF="http://ad.doubleclick.net/jump/N5192.288484.BRAINSTORM9.COM.BR/B6055910.3;sz=728x90;pc=[TPAS_ID]">
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		<title>Relatório sobre engajamento digital para download</title>
		<link>http://www.brainstorm9.com.br/9793/diversos/relatorio-sobre-engajamento-digital-para-download/</link>
		<comments>http://www.brainstorm9.com.br/9793/diversos/relatorio-sobre-engajamento-digital-para-download/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 Dec 2009 14:38:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Sollero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[relatório]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.brainstorm9.com.br/?p=9793</guid>
		<description><![CDATA[<p>Há algum eu fiz um post em que convocava os leitores do B#9 para responderem a uma pesquisa sobre o engajamento digital da cScape. O relatório ficou pronto e a Foreplay o traduziu e disponibilizou o PDF gratuitamente para download ou se preferir, pode baixar também a versão em inglês no site da cScape.</p><p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

<A HREF="http://ad.doubleclick.net/jump/N5192.288484.BRAINSTORM9.COM.BR/B6055910.3;sz=728x90;pc=[TPAS_ID]">
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Há algum eu fiz um <a href="http://www.brainstorm9.com.br/2009/10/27/nao-somos-mainstream/#more-8686">post</a> em que convocava os leitores do <strong>B#9</strong> para responderem a uma pesquisa sobre o engajamento digital da <strong>cScape</strong>. O relatório ficou pronto e a <strong>Foreplay</strong> o traduziu e disponibilizou o PDF gratuitamente para <a href="http://www.foreplay.com.br/files/Relatorio_%20Engajamento_%20digital%202010_pt.pdf">download</a> ou se preferir, pode baixar também a versão em inglês no <a href="http://www.cscape.com/features/Pages/customer-engagement-register.aspx">site da <strong>cScape</strong></a>.</p>
<p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

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		<title>Qual característica um bom publicitário deve ter?</title>
		<link>http://www.brainstorm9.com.br/9545/diversos/qual-caracteristica-um-bom-publicitario-deve-ter/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 18:33:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Sollero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Esse ano, durante o Concurso Universitário de Jornalismo CNN, perguntamos para vários jornalistas qual característica um bom jornalista deve ter. Marcelo Tas, Heródoto Barbeiro, Tiago Dória entre outros responderam a questão no vídeo acima. Totalmente influenciado pelos comentários do meu último post, em que várias pessoas falaram que o lado negro da publicidade é o [...]</p><p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

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			<content:encoded><![CDATA[<object width="627" height="381"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/jnAWrJfH5L0&#038;hl=en_US&#038;fs=1&#038;hd=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/jnAWrJfH5L0&#038;hl=en_US&#038;fs=1&#038;hd=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="627" height="381"></embed></object>
<p>Esse ano, durante o <strong> Concurso Universitário de Jornalismo CNN</strong>, perguntamos para vários jornalistas qual característica um bom jornalista deve ter. <a href="http://marcelotas.blog.uol.com.br/">Marcelo Tas</a>, Heródoto Barbeiro, <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/">Tiago Dória</a> entre outros responderam a questão no vídeo acima.</p>
<p>Totalmente influenciado pelos <a href="http://www.brainstorm9.com.br/2009/11/12/a-publicidade-tem-um-lado-negro/#comments">comentários do meu último post</a>, em que várias pessoas falaram que o lado negro da publicidade é o publicitário (e seu ego), fiquei me perguntando, qual característica um bom profissional de publicidade deve ter? </p>
<p>Independente da área (atendimento, criação, planejamento, mídia, etc.) em que esse profissional trabalhe. Os prêmios são o único indicador? Muitos devem responder criatividade. Mas é só isso? O cara que faz o job de todo dia que não dá prêmio mas que paga as contas. Como deve ser esse cara. É um redator que não desliza no português? É um diretor de arte que aceita sugestões? </p>
<p>Numa profissão em que somos pagos para defender produtos que as vezes não consumimos ou acreditamos a questão fica mais difícil de ser respondida.</p>
<p>Se fizermos um pequeno comparativo com outras profissões que prestam serviços,geralmente são respostas simples. Um encanador bom é um cara que conserta/instala bem os canos. Um garçom bom é prestativo, atencioso, solícito e honesto. </p>
<p>E mesmo com as respostas dos jornalistas citando curiosidade, ética, isenção e persistência são realmente características que esperamos de um profissional. Independente da área em que ele atue no jornalismo.<br />
Mas e nós? Que características devemos ter para sermos bons publicitários?</p>
<p>PS: ainda devo fazer outros posts baseados no “<a href="http://www.brainstorm9.com.br/2009/11/12/a-publicidade-tem-um-lado-negro/">A publicidade tem um lado negro?</a>”</p>
<p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

<A HREF="http://ad.doubleclick.net/jump/N5192.288484.BRAINSTORM9.COM.BR/B6055910.3;sz=728x90;pc=[TPAS_ID]">
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		<title>CNN + YouTube = Raise Your Voice</title>
		<link>http://www.brainstorm9.com.br/9041/diversos/cnnyoutuberaise-your-voice/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 21:26:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Sollero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Publicações e Veículos de Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Social e Meio-Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[viral-internet]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Acho que todo muito sabe (ou deveria saber) que a ONU está promovendo uma conferência internacional sobre mudanças climáticas em dezembro, em Copenhagen. Para promover este evento e aumentar a consciência da população mundial sobre o assunto, a CNN International e o YouTube desenvolveram o projeto &#8220;Raise Your Voice&#8221; (Fale Mais Alto). A idéia é [...]</p><p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

<A HREF="http://ad.doubleclick.net/jump/N5192.288484.BRAINSTORM9.COM.BR/B6055910.3;sz=728x90;pc=[TPAS_ID]">
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			<content:encoded><![CDATA[<object width="627" height="381"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/gD7Wof3Eng0&#038;hl=en_US&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/gD7Wof3Eng0&#038;hl=en_US&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="627" height="381"></embed></object>
<p>Acho que todo muito sabe (ou deveria saber) que a <strong>ONU</strong> está promovendo uma conferência internacional sobre mudanças climáticas em dezembro, em Copenhagen.</p>
<p>Para promover este evento e aumentar a consciência da população mundial sobre o assunto, a <strong>CNN International</strong> e o <strong>YouTube</strong> desenvolveram o projeto <strong>&#8220;Raise Your Voice&#8221;</strong> (Fale Mais Alto). A idéia é que as pessoas de todos os lugares do mundo possam enviar seus pontos de vista, dúvidas e opiniões sobre o tema e que estas sejam debatidas por especialistas em uma transmissão ao vivo, 15 de Dezembro em streaming pelo <a href="http://www.cnn.com">site da <strong>CNN</strong></a> e no<a href="http://www.youtube.com/cop15"> canal do <strong>YouTube</strong></a>  e com reprise na CNN International no dia 16 de Dezembro.</p>
<p>A mecânica escolhida para envolver a audiência (Conteúdo Gerado pelo Consumidor &#8211; CGC) não é novidade. Em uma parceria com o YouTube era mais do que óbvio que iriam seguir esse caminho. Mas a grande jogada é o foco desse conteúdo. As pessoas devem fazer um vídeo com um questionamento relacionado ao tema da conferência. As duas perguntas/vídeos mais populares ganharão uma viagem para o evento em Copenhagen, por 4 dias durante o COP15.</p>
<p>No <a href="http://www.youtube.com/cop15">canal do <strong>YouTube</strong></a> há uma área de votação pública para os vídeos, outra área para enviar o seu vídeo e explicações sobre o projeto.</p>
<p>Na minha opinião, existe um ponto que vai muito além da premiação: quanto mais perguntas e pontos de vista nós enviarmos, mais chances teremos de popularizar questões que são quase &#8220;ficção científica&#8221; para algumas pessoas. Com muitas perguntas, os especialistas poderão ter uma visão mais abrangente sobre o que pensam os cidadãos dos diversos países do mundo, sob um ponto de vista regional. Com o compartilhamento de conhecimento, todos sairão ganhando.</p>
<p>Mesmo estando envolvido profissionalmente com este projeto, eu acredito que ele merece ser divulgado da melhor maneira possível. É um tema importante demais para ficarmos apenas observando o que se passa.</p>
<p>Quando o Merigo me chamou para escrever aqui no <strong>Brainstorm #9</strong>, eu pensei em escrever apenas artigos que questionassem o status quo da publicidade e etc. Coisas que gerassem o diálogo e que promovessem o bem do nosso mercado através da discussão. E acho que esse mesmo ideal pode ser aplicado a outros assuntos: gerar um novo conhecimento através do debate e promover o bem. </p>
<p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

<A HREF="http://ad.doubleclick.net/jump/N5192.288484.BRAINSTORM9.COM.BR/B6055910.3;sz=728x90;pc=[TPAS_ID]">
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		<item>
		<title>A publicidade tem um lado negro?</title>
		<link>http://www.brainstorm9.com.br/8915/diversos/a-publicidade-tem-um-lado-negro/</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 20:37:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Sollero</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O Brainstorm #9 faz todo ano uma pesquisa sobre que agências você gostaria de trabalhar. É uma pesquisa que conta muito a imagem que as agências projetam no mercado e entre os estudantes de publicidade. Trabalhar com publicidade é legal. É um ambiente criativo, interessante, as vezes desafiador e que dá prazer em ver um [...]</p><p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

<A HREF="http://ad.doubleclick.net/jump/N5192.288484.BRAINSTORM9.COM.BR/B6055910.3;sz=728x90;pc=[TPAS_ID]">
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			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2009/11/lado_negro.jpg" alt="lado_negro" width="627" height="419" class="alignnone size-full wp-image-8916" />
<p>O <strong>Brainstorm #9</strong> faz todo ano uma <a href="http://www.brainstorm9.com.br/2009/06/16/ranking-em-qual-agencia-brasileira-voce-gostaria-de-trabalhar-2009/">pesquisa</a> sobre que agências você gostaria de trabalhar. É uma pesquisa que conta muito a imagem que as agências projetam no mercado e entre os estudantes de publicidade.<br />
Trabalhar com publicidade é legal. É um ambiente criativo, interessante, as vezes desafiador e que dá prazer em ver um conceito seu na rua. Uma idéia que você teve no banho ser usada por marcas internacionais em campanhas é muito bom.<br />
Ainda tem os amigos que falam: </p>
<blockquote><p>“Ah! você trabalha em publicidade. É tudo festa, prêmios, glamour&#8230;”</p></blockquote>
<p>É a visão que algumas pessoas de fora têm do nosso mercado e que nós ajudamos a criar e sustentar.</p>
<p>Mas e a parte que poucos vêem? A parte que não tem nada a ver com o mundo das festas das grandes agências, dos prêmios.<br />
A parte rotineira da nossa profissão não vale. Fazer um texto ou um layout para um banner sem graça, um planejamento para um cliente que se acha criativo e que quer a idéia dele no plano mesmo que não vá funcionar. Isso faz parte da profissão. Geralmente não dá prêmio ou glamour mas paga as contas no fim do mês. </p>
<p>Acho difícil que não exista pelo menos uma história moralmente questionável em relação a fornecedores, clientes e funcionários (ou todos citados). Várias pessoas que eu conheço já passaram por maus momentos por conta dessas más-práticas que são comuns em várias agências e por isso é algo pertinente. Algumas quando eram estagiários e outras quando estavam fazendo um freela. Mas o fato é, ninguém quer falar muito a respeito por medo de ficarem marcados no mercado e não conseguirem outro emprego. </p>
<p>O ponto é: toda profissão tem seu lado ruim, práticas condenáveis e etc.</p>
<p>O que eu gostaria de saber é quais são as práticas ruins do mercado de publicidade/comunicação? Notem que estou falando do mercado e não de uma ou outra agência. </p>
<p>E por mercado de publicidade/comunicação entendam tudo: Agências de publicidade, de marketing direto, digitais, de engajamento, de guerrilha, de redes sociais, de branding, de design e etc.</p>
<p>Então me diga quais são as coisas ruins que você já viu/viveu no mercado de comunicação e publicidade? Quais foram as nossas más práticas? É a hora do mea culpa, mesmo que você tenha sido uma vítima e não o algoz. Sem corporativismo.</p>
<p>Enfim, não vou citar nenhum exemplo para não induzir as possíveis respostas, ok?</p>
<p>PS: Acho que esse vai ser o post com menos comentários ou com mais comentários anônimos da história do Brainstorm#9.</p>
<p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

<A HREF="http://ad.doubleclick.net/jump/N5192.288484.BRAINSTORM9.COM.BR/B6055910.3;sz=728x90;pc=[TPAS_ID]">
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		<item>
		<title>Não somos mainstream</title>
		<link>http://www.brainstorm9.com.br/8686/diversos/nao-somos-mainstream/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 12:45:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Sollero</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Esse ano tive a oportunidade de conhecer pessoas com o seguinte perfil H/M, AB, 20-35 anos e que, curiosamente (na minha opinião), não dão tanta importância para a internet, Twitter e etc. É engraçado publicar sobre esse assunto agora, já que o Marcos também escreveu a respeito mas de um ponto de vista mais pessoal. [...]</p><p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

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			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://zyrus86.deviantart.com/art/Evolution-of-the-Geek-95267948"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2009/10/mainstream.jpg" alt="mainstream" width="627" height="203" class="alignnone size-full wp-image-8687" /></a>
<p>Esse ano tive a oportunidade de conhecer  pessoas com o seguinte perfil H/M, AB, 20-35 anos e que, curiosamente (na minha opinião), não dão tanta importância para a internet, <strong>Twitter</strong> e etc. É engraçado publicar sobre esse assunto agora, já que o <a href="http://www.ichimps.com.br/blog/2009/10/ate-tu-filho/">Marcos também escreveu a respeito</a> mas de um ponto de vista mais pessoal. E é algo que temos conversado bastante, como engajar pessoas que não tem um relacionamento diário com tecnologia?</p>
<p>Essas pessoas que conheci têm email e o acessam como nós acessamos a nossa caixa do correio no prédio. Semanalmente e pronto. Algumas dessas pessoas estão empregadas e usam o email do trabalho normalmente como todos nós embora deixem o <strong>Outlook</strong> fechado e abram de vez em quando para ver se chegou algo. Mas sem ansiedade.</p>
<p>Uma dessas pessoas é uma artista. Tem celular. Não tem computador. Acessa a internet ocasionalmente em Lan Houses. Usa SMS e MMS mas não tem um celular de ultima geração. Não tem Twitter. Tem <strong>MSN</strong>. Acessa o <strong>Orkut</strong> para se comunicar com seus amigos e saber como eles estão. </p>
<p>Por que estou citando essa experiência? Simples. Porque nós vivemos em um gueto e esquecemos disso. Achamos que todo mundo tem os nossos hábitos. Nós somos parte dos 10% do Twitter que fazem 90% do conteúdo que aparece por lá. Quer mostrar que olha para fora do nosso gueto? Assista a novela, pegue o metrô e o ônibus sem usar um fone de ouvido.</p>
<p><span id="more-8686"></span></p>
<p>As piadas do Twitter, os memes da internet, os zemayerfacts e etc fazem parte do nosso ambiente de trabalho. Claro que isso roda muito no nosso mercado (de comunicação), reverbera também em outros canais eventualmente e isso faz com que achemos que somos parte do mainstream. Nós não somos o mainstream. Já experimentou falar para o seu porteiro que o elevador quebrado é Fail? </p>
<p>Para não falarem que estou sendo preconceituoso, vou dar outro exemplo. Já experimentaram falar para o seu amigo que acessa o email semanalmente que só de pensar em um chopp já te dá ressaca <em>feelings</em>? Ele provavelmente vai entender o que você falou mas não o porque de você colocar o <em>feelings</em> no final da frase.</p>
<p>São exemplos que remetem a um diálogo do filme <strong>&#8220;De Volta pro Futuro&#8221;</strong> quando o Marty McFly fala que algo é “Heavy” e o Doc pergunta se no futuro há algum problema com a gravidade. É falar algo de um universo que outras pessoas não entendem a referência.</p>
<p>Nós vivemos de comunicação. É nossa obrigação viver nessa overdose de informação. É como nos mantemos atualizados, como sabemos o que vai comover o público e etc. E temos que fazer isso mesmo. Cada vez mais temos que nos manter atualizados.</p>
<p>Twitter, blogs e todas as ferramentas mobile são importantíssimas e revolucionárias, estão mudando muita coisa na nossa vida, inclusive a maneira que lidamos com a mídia. Mas é um exagero esperarmos que uma piada do Twitter vire piada nacional se ainda não foi coberta por nenhum veículo da mídia tradicional.</p>
<p>As vezes tenho a impressão de que algumas campanhas são feitas para movimentar o nosso mercado e não para os consumidores. E acho que muitas das vezes é porque estamos presos no nosso dia a dia e não olhamos ao redor.</p>
<p>No primeiro episódio de <strong>&#8220;Mad Men&#8221;</strong> (que só comecei a assistir agora. Uma vergonha, eu sei) há uma situação dessas quando o protagonista, Don Draper, tenta empurrar uma campanha de cupons para uma loja de artigos femininos “porque mulheres adoram cupons”. Ignorando o fato de existirem mulheres diferentes. </p>
<p>E aí chego na pergunta chave: como vamos engajar esse público se nós acabamos vivendo em um mundo paralelo? Quais são as maneiras que temos de nos aproximar dessa realidade e não tentar impor a nossa realidade?</p>
<p>===============<br />
E já que falei de engajamento, você já preencheu <a href="http://surveys.e-consultancy.com/survey?iv=b51240abe3806a9">a pesquisa mundial de engajamento da <strong>CScape</strong></a>? É até o dia 30/10 e você recebe o relatório quando for lançado.</p>
<p><p style="padding:5px;background:#ddd;border:1px solid #ccc;clear:both;"><a href="http://www.brainstorm9.com.br"><img src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2011/03/b9_feed.jpg" alt="Brainstorm9" style="float:left;padding:0 5px 5px 0;" /></a>Post originalmente publicado no <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm #9</a><br /> <a href="http://www.twitter.com/brains9">Twitter</a> | <a href="http://www.facebook.com/brainstorm9">Facebook</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/contato/">Contato</a> | <a href="http://www.brainstorm9.com.br/anuncie">Anuncie</a><br style="clear:both;"></p><h6 style="clear: both; padding: 8px 0 0 0; height: 2px; font-size: 1px; border: 0; margin: 0; padding: 0;"></h6>

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