O Brainstorm
#9 é um blog, sim, é um blog. Mas nada de dramas pessoais, choradeiras
melosas ou o que o meu cachorro comeu na hora do almoço.
Aqui vou falar
sobre o que o meu cérebro pensa das coisas deste mundo passageiro. Uma
verdadeira tempestade de idéias sobre todos os assuntos,
principalmente publicidade, cinema, música, games,
livros...
Meu amigo aqui
de cima, com seu córtex, neurônios, trilhões de células e mais um monte de
badulaques, é chato algumas vezes, verdade seja dita, mas no fundo é um
cara legal. Tenho que aturá-lo todos os dias, mas felizmente, não nas 24
horas do dia. É melhor às vezes não deixá-lo pensar, ficando apenas em
stand-by.
Ou seja, aqui
colocarei pensamentos deste cérebro, que é, não somente das maravilhas da
Psique, mas do próprio orgão fisiológico, a mais estonteante complexidade
jamais encontrada no Universo.
Porém, um
cérebro que às vezes também gosta apenas de curtir os prazeres da vida,
junto com o coração, é lógico...
Meu nome é
Carlos Roberto Merigo Filho. Meu cérebro começou a funcionar (ou
pelo menos deveria ter começado...) no dia 9 de Junho de 1981 e
atualmente estudo Design de Publicidade na Escola Panamericana
de Arte.
Trabalho na Fess' como assistente de arte/redator. E meu
objetivo é conquistar a América do Sul, a Oceania e mais um terceiro
continente a minha escolha.
cmerigo@bol.com.br carlos@fess.com.br
ICQ: 14377569 MSN:
carlosmerigo@hotmail.com
Fortune
Faded Red Hot Chili Peppers
Something to Talk About Badly Drawn Boy
Born To Slow Crystal Method
O Último
Samurai Edward Zwick
The One
Vila Olímpia - São
Paulo
Deep Mogi das Cruzes/SP
FIFA
2004 EA Sports
Need For Speed
Underground EA Games
Admirável Mundo
Novo Aldous Huxley



:Escola Panamericana de
Arte :Neostream :Ueba :Mammoth :Marketing, Prop. e Rock 'n Roll :Publicidade de Saia :Ignorance Is Bliss :Designando :Reator Publicitário :Let's Blogar :Pensar Enlouquece. Pense Nisto. :O Jovem Nerd :Um Caipira na Paulista :Manual do
Clichê :Follow The White
Rabbit :Mak :Ponto Design :Motocontínuo :Nada a informar :Publi$hitários
neurônio(s) on-line
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::.. Sexta-feira, Outubro 31, 2003
..::
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Sexta-feira, Outubro 31, 2003 ::
Freedom! As mulheres nunca entenderão, mas existem coisas
importantes na vida de um homem que precisam ser preservadas, e digo mais,
com total conforto e liberdade se não for pedir muito.
É
justamente disso que trata esse genial anúncio. Nele, uma situação
dramática nos mostra um galo tentando se livrar do pequeno espaço em que é
condenado a viver. Nós sentimos pena dele, torcemos para que ele se livre
da gaiola.

No final,
percebemos enfim que o anúncio não se trata dos "direitos dos animais", e
sim sobre algo de suma importância para o mundo masculino.
O
título diz: "Cocks Need Room To Move" (Galos precisam de espaço
para se mover). Nesta frase, galo pode ser interpretado como uma gíria bem
comum no inglês, assim como também fazemos no português.

Criado pela
agência Mark/BBDO da República Tcheca para a Styx, o filme
carrega uma grande dose de sutilidade e bom humor.
Atentem para a
trilha sonora que acentua a dramaticidade e para a galinha que passa em
frente a gaiola, incitando ainda mais o desejo de liberdade do pobre galo.

Mas o que afinal
fabrica essa tal empresa Styx? Cuecas boxer. Não é preciso dizer mais
nada, não é mesmo?
Clique aqui para fazer o download do filme em
formato .MPEG. O arquivo tem 2.51 MB.
E não se esqueça de
participar da promoção
que vai sortear 5 CD's recheados de comerciais, incluindo o vídeo "Wear
Sunscreen".
Clique aqui para votar Brainstorm #9 no Ibest.
Fala que eu te
escuto:
::.. Quinta-feira, Outubro 30, 2003
..::
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Quinta-feira, Outubro 30, 2003 ::
The power of the brick Os tijolinhos da Lego são um brinquedo
clássico. Quando criança, eu sonhava em ter daqueles Legos monstruosos
onde se podiam montar naves espaciais, bases lunares, aeroportos, carros
de corrida e etc.
Mas como sabemos, os preços dessas belezinhas
nunca foram nada agradáveis para os nossos bolsos mirrados. Então, eu me
contentava com os bonequinhos do Playmobil, que eram mais baratos e
afundavam na água quando se tirava o cabelo deles.
Voltando aos
tijolos, esses dias vi exposto no Shopping Butantã aqui em São Paulo, um
carro de Fórmula 1 em tamanho natural todo montado com peças de Lego. Se
não me engano, foram usadas cerca de 15 mil peças para a montagem da
caranga de brinquedo.
Mas isso é o de menos, já
fizeram até a Biblía com peças de Lego. E o que você acha de
montar e filmar cenas de Matrix e Guerra nas Estrelas com Lego? Tem até o Homer Simpson e o famoso desenho Relatividade de Escher em Lego.
Enfim, é um objeto cult de nossa sociedade e, por isso mesmo, as
campanhas publicitárias da Lego não poderiam deixar por menos. São sempre
muito criativas e exploram as infinitas possiblidades dos tijolinhos
coloridos.
Um comercial brasileiro da Lego muito divertido já
foi inclusive publicado nesse blog. Hoje trago aqui quatro anúncios
impressos, uma campanha inteira da Lego, que considero sensacional.
Eles fazem uma associação de construções famosas com as peças de
Lego, enfatizando de uma maneira bem sutil o que se pode fazer com apenas
alguns tijolos.
Criadas pela agência Lowe, as peças mostram
um Templo Azteca, a Ponte Brooklin em Manhattan, a Grande Muralha da China
e a Esfinge. Todas trazem o título curto e direto: "O poder do
tijolo".




Clique aqui para votar Brainstorm #9 no Ibest.
E não se esqueça de participar da promoção do post logo aí abaixo.
:)
Fala que eu te
escuto:
::.. Quarta-feira, Outubro 29, 2003
..::
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Quarta-feira, Outubro 29, 2003 ::
Promoção e pramocinha de aniversário

No dia 18 de Novembro este blog completa 1 ano no
ar. Ainda faltam pouco mais que 20 dias, mas vou começar as comemorações
desde já lançando uma promoção que vai presentear o aniversariante e
vocês, visitantes do Brainstorm #9.
A coisa funciona assim:
Você dá um presente pro aniversariante votando Brainstorm #9 no Ibest. Manda uma
printscreen da tela de confirmação do voto e os seus dados pessoais
(nome, endereço) para o e-mail: brainstorm9@ibest.com.br
No dia 11 de Dezembro, que é quando termina a primeira fase de
votação do Prêmio Ibest, todas as pessoas que tiverem votado e enviado o
e-mail irão concorrer ao sorteio de 5 CD's (um por sorteado)
personalizados repletos de comerciais, incluindo todos os que cito
nesse blog e mais um monte de anúncios premiados que nunca estiveram por
aqui.
Nesse CD, ainda vai de brinde o filme "Wear
Sunscreen" da DM9DDB, tão procurado e desejado por muita gente
que chega nesse blog.
Aí você vai dizer: "Pô, mas eu já votei
no blog antes de saber dessa promoção. Não vou poder participar?".
Claro que vai, é só se logar no site do Prêmio Ibest e ir na
categoria Ibest Blogs, lá vão aparecer todos os sites em que você
votou. Aí é só tirar uma printscreen da tela e mandar.
No dia
11/12 sortearei 5 nomes aleatoriamente e os ganhadores receberão o CD
pelos Correios, com todo conforto e comodidade. :)
Clique aqui para votar Brainstorm #9 no Ibest.
Fala que eu te
escuto:
::.. Terça-feira, Outubro 28, 2003
..::
::
Terça-feira, Outubro 28, 2003 ::
Na fila Criado pela DM9DDB, este anúncio da
Valisére fala tudo com muito pouco. Ele deixa você tirar suas
próprias conclusões, o que você estiver pensando, é única e exclusivamente
responsabilidade sua.
Com isso, é uma peça muito engraçada e que
vai direto ao ponto. O título diz: "Water Bra. O sutiã com enchimento
de água e óleo que aumenta o seu seio."
O anúncio foi
veiculado em 2001 e circulou o mundo nos melhores anuários de publicidade.

Ibest 2004: Vote Brainstorm #9.
Fala que eu te
escuto:
::.. Segunda-feira, Outubro 27, 2003
..::
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Segunda-feira, Outubro 27, 2003 ::
Surprisingly ordinary prices Como vocês já devem ter
percebido, eu comento bastante sobre comerciais novos aqui no
Brainstorm #9. Mas também reservo espaço para os clássicos.
É o caso deste antológico anúncio criado pela agência BMP
DDB de Londres para o Polo da Volkswagen. Aliás, toda
essa campanha foi muito bem sucedida e premiadíssima mundo afora.
Neste filme que
trago aqui hoje, dois caras chegam numa van para instalar um cartaz na
parede que anuncia o novo preço do Polo L, apenas 8290 libras.
Acontece que, ao mesmo tempo que um deles cola o cartaz, outro
coloca uma espécie de espuma de proteção no poste que fica logo a frente.
Qual a razão
disso? É fácil imaginar, mas você só vai saber assistindo ao comercial. No
final, o título: "Preços surpreendentemente ordinários."
Com um humor sutil tipicamente britânico, o filme deixa o
espectador com um sorriso na cara. E percebam o quanto a produção é
simples, um anúncio que deve ter custado uma ninharia. Mais uma prova de
que a simplicidade é garantia de sucesso.
Como já disse,
toda essa campanha é muito bem inspirada e brilhante, sem um único
diálogo, apenas mostrando o quanto o preço do VW Polo é barato.
Clique aqui para fazer o download do comercial em
formato .MPG. O arquivo tem 2.57 MB.
E não se esqueça
de votar no Brainstorm #9 para o prêmio Ibest 2004.
É rápido, não custa nada e você ainda faz um publicitário feliz. :)
Fala que eu te
escuto:
::.. Sábado, Outubro 25, 2003 ..::
:: Sábado,
Outubro 25, 2003 ::
You can't eat without it. O ketchup Heinz está para o
mundo dos condimentos, assim como Pelé está para o futebol. Comparação
estranha a minha, mas é isso mesmo.
Aqui no Brasil é pouco
conhecido, mas lá fora Heinz é um clássico. Da mesma forma acontece com o
molho de pimenta Tabasco, um verdadeiro cult de seu gênero, aliás,
logo tem comercial dele pintando aqui no Brainstorm #9 também.
Voltando ao ketchup Heinz, são tantas as tradições construídas ao
longo dos anos, que existem até regras de etiqueta para o consumo, como,
por exemplo, deixar o frasco sempre de ponta cabeça.
A frase
"Beanz Meanz Heinz" virou um chavão nacional no Reino Unido, depois
de uma das campanhas publicitárias mais bem sucedidas de que se tem
notícia. Resultado: Heinz é sinônimo de ketchup na Europa e nos Estados
Unidos.
Outra tradição consolidada através de muito tempo de bom
marketing, é que você não pode comer nada sem ele. Portanto, baseando-se
nesse slogan, a Leo Burnett britânica criou um anúncio
cinematográfico para contar mais uma vez que, simplesmente, você não pode
comer nada sem ele (isso, repetitivo assim mesmo).
Sinceramente,
eu não considero esse um daqueles comerciais que você vai se lembrar por
muito tempo, que causa impacto e simpatia no espectador. Porém, tenho que
admitir, o conceito é fortíssimo, a produção de cair o queixo e certamente
um case que merece ser estudado.
O
roteiro do anúncio se assemelha, propositalmente, com dezenas de filmes
que já vimos. Mas ao contrário de explicações absurdas nos dada pelos
diretores de cinema, aqui o motivo de tudo é o ketchup Heinz.
Uma
equipe de resgate vai de helicóptero até uma estação de pesquisa
localizada no Ártico. Chegando lá, as pessoas estão morrendo, parecem
famintas.
As dispensas estão forradas de comida, não falta nada. O
que poderia ser? Um vírus mortal? Um serial-killer? Alguma espécie de
alienígena?
O
mistério é resolvido quando um frasco de Heinz é encontrado em cima da
mesa. Vazio. E alguém da equipe de resgate fala: "Pobres almas...".
Lembrem-se: você não pode comer nada sem ele.
O filme foi
premiadíssimo, levou o Leão de Prata este ano no Festival de
Cannes, bronze no British Television Advertising Awards (BTAA) 2003
e também bronze no Kinsale, o Festival Internacional de Publicidade
da Irlanda em 2002.
Clique aqui para fazer o download do comercial em
formato .mov. O arquivo tem 5.14 MB.
E enquanto você
baixa o filme, clique aqui para votar no Brainstorm #9
para o Ibest 2004. Antes mesmo de terminar o download você já
votou. :)
Fala que eu te
escuto:
::.. Quarta-feira, Outubro 22, 2003
..::
::
Quarta-feira, Outubro 22, 2003 ::
Absolut Drunk Campanhas famosas sempre dão o que falar e,
quase que invariavelmente, acabam ganhando diversas "idéias alternativas".
Algumas querem apenas tirar sarro, outros fazem o feitiço virar contra o
feiticeiro.
Isso aconteceu muito com peças de cigarro,
principalmente do Marlboro, e de bebidas alcóolicas. É também o caso da
consagrada campanha da vodka Absolut, que já "ganhou" diversos
anúncios de terceiros criticando a bebida e o incentivo ao consumo de
álcool.
Este que trago aqui hoje, foi criado pela
McCann-Erickson de Taiwan para o Departamento de Patrulha de
Tráfego da polícia de Taipei.
Ele utiliza os mesmos elementos
do tradicional guide line de anúncios da Absolut: uma imagem formando a
garrafa da bebida é apenas uma frase embaixo usando o nome da vodka.
Nesse caso, vemos carros empilhados e batidos, logo abaixo o
título: "Absolutamente bêbados."
A peça ganhou a Medalha
de Ouro no Festival de Nova York do ano passado.

Fala que eu te
escuto:
::.. Terça-feira, Outubro 21, 2003
..::
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Terça-feira, Outubro 21, 2003 ::
O poder das palavras Acho que nesse quase 1 ano de blog, eu
não falei nenhuma vez sobre peças publicitárias no rádio. E não é por
falta de coisa boa, pois existem muitos spots e jingles premiadíssimos
mundo afora.
Infelizmente é muito difícil encontrá-los para
download, mas prometo a vocês que vou passar a dar mais atenção a esta
mídia tão especial que é o rádio, um dos veículos que mais mexe com a
imaginação da gente.
Existe um spot da Folha de S. Paulo
que, particularmente, considero sensacional. Criado pela DM9 em
meados de 1999, a peça fala sobre as palavras, a arma mais poderosa que
temos.
É uma ferramenta que usamos todos os dias, aliás, é o que
faz existir o Brainstorm #9 e tantos outros sites por aí. É a
maneira que vocês, visitantes deste blog, fazem para comentar e deixar uma
opinião marcada aqui.
Se estamos na era da informação, então as
palavras, logicamente, formam o bem mais valioso para podermos nos
expressar, dizer o que pensamos, protestar e etc. E quem pode contestar o
efeito e a eficiência das palavras? Nínguem. Seu poder de criar ou
destruir é inimaginável.
O spot é apenas um locutor falando, sem
bg (música de fundo). Um texto poético, um raciocínio impactante, enfim,
uma redação primorosa. Confira:
Palavras Palavras não são de
nínguem. Pertencem a todo mundo. Qualquer um pode usar, escrever
qualquer coisa. Basta enfileirar letras. Combinar sílabas.
Montar verbos, adjetivos ou substantivos. As palavras aceitam
tudo. Afirmam o que você quiser. Negam o que você quiser.
Elogiam, criticam, mentem se você quiser. Porque as palavras não
tem princípios. Por isso quem as usa precisa ter.
Folha de
S.Paulo. Há 75 anos usando palavras e princípios.
Fala que eu te
escuto:
::.. Segunda-feira, Outubro 20, 2003
..::
::
Segunda-feira, Outubro 20, 2003 ::
Ouro em Cannes, Ouro no Clio Como todos os sábados a minha ida
à Panamericana é inevitável, pude conferir a exposição Clio
Awards In Panamericana 2003, que começou no último dia 14 e vai até 6
de Novembro.
Como é de praxe, a EPA exibe todos os anos as peças
premiadas no Clio, um dos festivais mais importantes da publicidade
internacional.
Tem muita coisa boa, incluindo vários anúncios
brasileiros. Algumas peças exibidas lá já foram inclusives publicadas
neste blog, como o filme "Estrada" da Renault, criado pela
Lowe, que levou prata este ano. As peças da Natan criadas pela F/Nazca
também ganharam prata no categoria Impressa.
E uma das
campanhas premiadas que os visitantes da exposição poderão conferir, é a
do Parque De La Costa, que levou o Ouro para a Argentina
tanto no Festival de Cannes como no Clio Awards deste ano.
Um dos filmes já foi inclusive comentado aqui no Brainstorm
#9, aquele da montanha-russa Boomerang intitulado de "Screams".
Desta vez, aproveito o encejo para mostrar o segundo comercial
desta bem-humorada campanha, criado também pela agência argentina Del
Campo Nazca Saatchi & Saatchi.
Aqui um rapaz
está na mesa de cirurgia, sendo operado por motivos até então
desconhecidos do espectador. Mas algo inusitado acontece, um pássaro sai
do estômago do operado. É estranho, mas assistindo o filme você vai
descobrir porque o rapaz tinha uma ave dentro da barriga. Aliás, você já
deve até imaginar...
Mais uma vez, é um anúncio que utiliza o
humor como argumento e carrega um excelente elemento surpresa. Assim como
o primeiro filme desta campanha, trata-se de mais uma daquelas idéias
simples, mas que funcionam de maneira sensacional.
Além do mais, é
uma ótima maneira de demonstrar o produto, no caso a montanha-russa, sem
dizer uma única palavra. É curto e direto.
O anúncio, intitulado
"Bird", tem 1.61 MB. Clique aqui para fazer o download do arquivo em
formato .mov.
Fala que eu te
escuto:
::.. Domingo, Outubro 19, 2003 ..::
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Domingo, Outubro 19, 2003 ::
A polêmica dos prêmios O Pharaoh visitou o blog e pediu
minha opinião sobre os prêmios na publicidade, visto que eu sempre faço
questão de dizer qual peça foi premiada.
Como já disse Carlos
Domingos em seu livro "Criação Sem Pistolão", tem gente que
ridiculariza os publicitários por causa dos prêmios. Mas a verdade é que
toda área tem seus prêmios.
Os empresários tem os Maiores &
Melhores. Os cineastas tem o Oscar. O pessoal da música tem o
VMB no Brasil e o Grammy no exterior. Os jornalistas tem o
Prêmio Esso e o Pulitzer. A literatura e a ciência tem o
Nobel. As montadors tem O Carro do Ano. O pessoal da
Internet tem o Ibest. Os pecuaristas tem o Prêmio Expo Zebu
e assim por diante.
Os prêmios são importantes porque nos lembram
constantemente de fazer o melhor, de buscar a excelência em nossa
atividade. Servem como reconhecimento e também como estímulo. E, pelo
menos em publicidade, a inspiração vem da motivação.
Com os leões
da vida, você pode criar peças geniais. Até o cliente tem muito a ganhar
com os prêmios. Além da certeza da qualidade do trabalho, ele lucra com a
repercussão gratuita da mídia.
Até aí tudo bem. O problema começa
quando o criativo pensa no prêmio e não no resultado. A premiação deve ser
decorrência da campanha e não o objetivo dela. Se você fizer uma peça
pensando só na premiação, pode ter algo criativamente brilhante, mas
totalmente ineficaz.
Os prêmios devem ser festejados efusivamente
quando se ganha, chorado quando se perde, mas esquecido rapidamente no dia
seguinte em ambos os casos.
Até porque, fora do meio publicitário,
os prêmios não tem importância nenhuma. Na sua grande maioria são
completamente desconhecidos das pessoas comuns.
É uma delícia
ganhar prêmio, mas nenhum dámais prazer do que ver sua campanha ganhar as
ruas e cair na boca do povo. O maior prêmio é ouvir de um cliente o que
Neil Ferreira ouviu da Sadia: "Seu comercial me ajudou a
construir 3 fábricas".
Você ainda deve se lembrar do filme: um
garotinho de olhos vendados passava o dedo no presunto que não tinha a
marca Sadia e dizia: "Tá querendo me enganar, é?".
Fala que eu te
escuto:
::.. Sexta-feira, Outubro 17, 2003
..::
::
Sexta-feira, Outubro 17, 2003 ::
Seguuura Jesus! Alguns podem considerá-lo polêmico, mas eu
acho excelente a idéia deste anúncio de brincar com os badulaques que os
motoristas penduram no retrovisor do carro. Neste caso, o penduricalho é
mais especificamente um terço católico.
Criado pela agência
argentina CraveroLanis Euro RSCG, a mesma daquela famosa peça em que o Darth Vader coloca uma lâmpada Philips
em seu sabre de luz, este anúncio para a versão GTI do Peugeot
206 procura enfatizar a velocidade do carro.
Para isso, usa um
argumento muito bem humorado, fazendo com que o Jesus do terço tenha que
se segurar na cruz para não cair. Na parte de baixo, o texto: "Novo
Peugeot 206 GTI. Velocidade Máxima: 210 km/hr. Aceleração de 0 a 100
km/hr: 8.4 segundos."
A peça levou a Medalha de Prata
no Festival de Nova York de 2002.

Fala que eu te
escuto:
::.. Quarta-feira, Outubro 15, 2003
..::
::
Quarta-feira, Outubro 15, 2003 ::
O céu pode esperar... Assuntos que quase sempre rendem
comerciais muito criativos e impactantes: drogas, uso de camisinha,
violência, álcool e direção com responsabilidade. Aposto que os criativos
das agências de publicidade adoram receber briefings com esses temas,
ainda mais se puderem ir fundo na hora de chocar o espectador.
E
porque muito dos anúncios sobre esses assuntos conseguem chamar atenção?
Simplesmente porque eles fazem você sentir o drama, sentir na pele a
mensagem que está sendo passada e como seria se aquilo estive acontecendo
com você.
Mas como tudo na vida, criar comerciais assim é uma faca
de dois gumes. Isso porque existe uma linha tênue entre o genial e o mal
gosto. É preciso saber chocar sem ser trash, sem ser ofensivo, ao mesmo
tempo em que a mensagem tem que ser passada num tapa, como um soco no
estômago de quem assiste.

Eu já vi
inúmeras peças assim, que aliam impacto e sutileza de forma magistral. Um
exemplo recente e que cabe direitinho nesse tópico, vem da Bélgica.
Criado pela agência Duval Guillaume de Bruxelas para a
Axion/Dexia Kanal 2, este anúncio conta com um conceito fortíssimo
para falar de segurança no trânsito, ou mais especificamente, sobre o uso
do cinto de segurança.
Certamente você já viu vários comerciais
sobre isso, mas nenhum como esse. Aqui nós temos um roteiro onde a
mensagem é clara e emotiva sem se esquecer do impacto.

O carro bate
em uma árvore, as pessoas morrem e, numa bela aventura visual, os
espíritos começam a sair dos corpos. Porém, um deles volta quando vê que
está usando cinto de segurança.
Essa cena não tem a intenção de
ser assustadora, ou fazer da morte algo terrivelmente ruim. Pelo
contrário, o conceito do filme trabalha com a hipótese de que, ao morrer,
iremos para um lugar melhor, para o paraíso como popularmente conhecemos.

No entanto,
mesmo sendo a morte algo que nos levará ao céu, isso não precisa acontecer
agora. Então, o anúncio tem seu fechamento com uma mensagem curta e
avassaladora: "O céu pode esperar. Aperte o cinto".
Em cima
disso tudo, uma trilha sonora maravilhosa potencializa o momento dramático
de forma incrível. Intitulado de "Heaven Can Wait", o anúncio
ganhou o Leão de Bronze no Festival de Cannes 2002.
Clique aqui para fazer o download do filme em
formato .mov. O arquivo tem 2.66 MB.
Fala que eu te
escuto:
::.. Terça-feira, Outubro 14, 2003
..::
::
Terça-feira, Outubro 14, 2003 ::
Pintando e bordando com a mídia - Parte II Há dois posts atrás
eu falei de duas peças da Yellow Pages que fazem um ótimo uso da
mídia, e de como isso é fascinante.
Hoje trago aqui mais quatro
exemplos de outdoors e placas externas que se destacam das demais,
justamente por aproveitarem de maneira particular as suas próprias mídias.
A primeira vem de Amsterdam, onde a agência holandesa
D'arcy utilizou a estrutura de um ônibus tipo sanfona para divulgar
o festival North Sea Jazz, ao mesmo tempo em que incentiva o
uso do transporte público.
O NSJ acontece todos os anos no mês de
Julho, desde 1976, e é considerado o maior festival de Jazz do mundo. No
anúncio, a pergunta: "North Sea Jazz?" e em seguida a resposta:
"Pegue o ônibus".

As duas placas à seguir foram criadas pela agência
sul-africana FCB Durban para divulgar alguns cursos da
University Of Natal.
Como se pode ver, as peças brincam com
os postes em que estão instaladas. A primeira é para o curso de engenharia
e a segunda para o de enfermagem.

A última
peça deste post é um outddor da Workers Compensation Fund, uma
empresa de seguros voltada para empregadores.
Criada pela agência
americana Fjcandn, a peça conta com um conceito fortíssimo para
falar dos efeitos do uso de drogas no trabalho.
O outddor foi
colocado de cabeça para baixo, com um boneco no canto direito que
representa a pessoa que estaria aplicando as folhas na placa. O texto diz:
"Drogas no trabalho podem afetar suas decisões".

Simples e genial, não é mesmo? Qual a melhor maneira de
demonstrar os efeitos da droga senão os mostrando na prática?
Pelo
fato do título estar de ponta cabeça, tenho dúvidas quanto a visualização
da mensagem no outddor por uma pessoa que esteja passando de carro, mas de
qualquer forma não deixa de ser uma idéia fantástica.
Todas as
peças levaram Medalha de Prata no Festival de Nova York do
ano passado.
Fala que eu te
escuto:
::.. Sábado, Outubro 11, 2003 ..::
:: Sábado,
Outubro 11, 2003 ::
Mais perdido que cachorro em dia de mudança Comerciais com
animais quase sempre fazem sucesso, ainda mais se forem cachorros que se
mostrem inteligentes e espertos.
É justamente nessa linha que vai
este anúncio da rede de lojas IKEA, a mesma daquele famoso filme da luminária abandonada, vencedor do
Grand Prix no Festival de Cannes deste ano.
Criado pela
agência Lowe & Partners para divulgar o novo catálogo de
produtos da loja, o anúncio utiliza duas armas certeiras da publicidade:
animais e humor.
Um cachorro bem simpático chega em casa, entra
pela mesma portinhola como parece sempre entrar, porém, percebe logo que
algo está diferente. Ele olha para os lados, anda pela sala e não
reconhece o lugar, não parece ser a mesma casa.
É então que vem
o trunfo do comercial: num ato de perspicácia (pelo menos para um
cachorro), o cão sai para verificar o número da casa e, parece pensar:
"Ué, mas é aqui mesmo que eu moro. O que aconteceu?".
Não
aconteceu nada. Simplesmente os donos da casa trocaram os móveis,
obviamente, por peças compradas na IKEA.
Intitulado de
"Dog", o anúncio ganhou o Leão de Ouro no Festival de
Cannes 2002. Clique aqui para fazer o download do comercial em
formato .mov. O arquivo tem 1.99 MB.
Fala que eu te
escuto:
::.. Quarta-feira, Outubro 08, 2003
..::
::
Quarta-feira, Outubro 08, 2003 ::
Pintando e bordando com a mídia Há alguns posts atrás, eu
comentei sobre como gosto de peças que brincam com o próprio ambiente em
que estão localizadas, como o caso do frontlight da MINI, o outdoor do
carro batendo no post e zilhões de outros.
Mas existe um outro
tipo de aplicação que também gera resultados bem interessantes: anúncios
que usam a própria mídia como parte do conceito. Eu já vi muitos deles,
alguns simplesmente geniais e aposto que você também já se deparou com um
monte de peças assim.
Eles chamam atenção porque se destacam de
tudo o que está a sua volta. Extrapolam os limites da mídia, as mudam de
posição e mais uma série de exceções à regra que funcionam muito bem.
Um exemplo muito bom que foi veiculado recentemente, é um
frontlight da Yellow Pages (Páginas Amarelas), que dentre inúmeros
serviços e produtos, particulariza as escadas.
Criada pela agência
australiana Clemenger BBDO, a peça brinca com a própria mídia, como
se as escadas utilizadas para a "pintura" da placa não tivessem sido
suficientemente altas para alcançar todo o frontlight.

Também da Yellow Pages, uma segunda peça utiliza o mesmo
conceito, mas desta vez fala de janelas ao invés de escadas. Notem o
efeito da persiana invadindo os limites da mídia, como se a janela
estivesse quebrada.

Mais uma vez é a simplicidade triunfando em meio à idéias
espalhafatosas e anúncios poluídos visualmente.
Estas duas peças
renderam a Medalha da Ouro para a Clemenber BBDO no Festival de
Nova York de 2003.
Fala que eu te
escuto:
::.. Segunda-feira, Outubro 06, 2003
..::
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Segunda-feira, Outubro 06, 2003 ::
Hershey's Tongue Quem me conhece sabe que a minha banda
preferida é o Kiss. Desde a época em que eu escrevia para o Whiplash, já
deixava claro que os mascarados de Manhattan sempre estiveram na minha
Jukebox.
Claro, nem todo mundo gosta da banda, muitos até
detestam. Porém, todos precisam concordar que como marketeiros os caras
são uns gênios. Gene Simmons e Paul Stanley sabem muito bem como vender a
marca da banda.
Eles fazem tudo o que os outros artistas fazem,
mas sem vergonha de admitir que querem ganhar dinheiro. Para ilustrar
isso, trago essa resposta do Gene Simmons quando um repórter perguntou se
tanto merchandising não poderia prejudicar a credibilidade da banda.
"Eu odeio artistas que não gostam ou fogem da fama e do
dinheiro. Se você não gosta de fama, saia do meio musical. Se você não
gosta de dinheiro, assine um cheque para Gene Simmons. Credibilidade é
para covardes! É uma palavra usada apenas por artistas que não tem a
coragem de fazer o que realmente querem. Nós nunca tivemos credibilidade
alguma, então por que devemos se preocupar? Quanto mais dinheiro eu
ganhar, melhor. Não estamos forçando ninguém a comprar nada. Se os fãs
querem, o que podemos fazer senão satisfazer seus desejos?."
Bom, mas deixando essa discussão de lado, lembro-me de já ter
visto diversos anúncios que brincaram com o Kiss. Inclusive a Pepsi
e a Got Milk? já veicularam campanhas milionárias com os quatro
mascarados.
E neste ano, a Hershey's veiculou um anúncio
impresso bem interessante utilizando o Kiss como idéia principal.
Criada pela agência Harrison Communications da Costa Rica,
a peça faz uma analogia com a língua gigante do Gene Simmons e o chocolate
Kisses da Hershey's, brincando justamente com o formato da
guloseima.
É simples, bem humorado e uma aventura visual muito
simpática. O anúncio ganhou a Águia de Prata no festival mexicano Eagle
Awards International Advertising.

Fala que eu te
escuto:
::.. Sábado, Outubro 04, 2003 ..::
:: Sábado,
Outubro 04, 2003 ::
Dançando com touros Como eu já disse aqui tempos atrás, alguns
comerciais geram um grande impacto visual, mas pecam na hora de transmitir
a mensagem, o conceito propriamente dito.
É por isso que muitas
vezes, ou melhor, na maioria das vezes, anúncios com produções simples,
mas com excelentes idéias são bem superiores aos filmes megalomaníacos.
No caso desta peça que vou comentar aqui hoje, eu percebo a junção
destes dois quesitos: a aventura visual e o conceito genial. As duas
coisas se unem, nenhuma está presente em detrimento da outra, ou seja, a
super-produção milionária não foi usada para disfarçar a falta de uma boa
idéia.
Para variar, é um anúncio da Audi, e, sinceramente,
não consigo lembrar de uma peça publicitária da fabricante alemã que tenha
sido ruim. Claro, nem todas conseguiram ser excelentes, mas tanto em mídia
impressa como em TV, os anúncios da Audi geralmente são matadores.
Criado pela
agência inglesa Bartle
Bogle Hegarty (BBH), o filme foi feito para divulgar o avançado
sistema de controle dinâmico do novo Audi RS6 Quattro. Com ele, o
motorista tem o perfeito domínio da direção do veículo, proporcionando
conseqüentemente uma maior segurança.
A maneira criativa
encontrada pela BBH de mostrar isso foi utilizando uma associação de
idéias: Um peão montado num touro enorme e feroz.
Normalmente uma
cena como essa não duraria mais que alguns poucos segundos. Pois
convenhamos, sendo um ser humano comum, o cowboy não conseguiria se
segurar muito tempo em um animal monstruoso desses.
Porém, o que
vemos neste anúncio são cenas efetivamente dramáticas, mas fisicamente
impossíveis, de um homem tendo total controle sobre o touro, assim como
funciona quando você está dirigindo um Audi RS6 Quattro: pleno domínio e
poder sobre o veículo.
Vejam como o peão domina magistralmente o
touro, fazendo-o até dançar lateralmente e obedecer aos mais suaves
movimentos. O cowboy nunca é realmente desafiado pelo animal, já que a
todo o momento tem total controle sobre ele. Resumindo: Esse é você
dirigindo um Audi RS6, literalmente domando o touro.
Nisso eu já
acho uma idéia fantástica, mas não para por aí. O que mais me cativa neste
filme é a comparação feita entre o carro e um touro feroz.
Isso valoriza o
produto de uma forma incrível, já que além de nos submeter a uma aventura
visual com um conceito que vai do abstrato ao concreto, o anúncio mostra o
veículo como sinônimo de força, poder, potência, grandeza, algo assustador
e de presença marcante, tudo o que um animal do porte de um touro pode
representar em nossas mentes.
Essa premissa é reforçada no fim do
anúncio, quando o carro sai do fundo da tela escura e surge imponente na
nossa frente, poderoso e grandioso.
A produção do filme é
hollywoodiana. Você assiste e pensa: "Nossa, como fizeram para domar
esse touro ensandecido?". A resposta é: Não fizeram, o criaram no
computador.
O touro mostrado no anúncio é todo feito em computação
gráfica, fruto do trabalho das produtoras Outsider e Framestore
CFC. As empresas começaram observando detalhadamente os movimentos
de um touro real, e a partir disso desenvolveram um modelo básico que foi
sendo melhorado até se chegar a um resultado realista e convincente.
Foram usadas
cinco cameras para capturar as sucessões de ação, gerando milhares de
imagens do touro em todos ângulos concebíveis. Depois de finalizada essa
captura, os movimentos, músculos e texturas do modelo foram aperfeiçoadas
no computador.
Finalmente, os produtores pensaram na iluminação,
na edição e na trilha sonora ideal para fazer do touro um verdadeiro
monstro violento. Tudo em apenas quatro semanas, do início das observações
à finalização do filme.
Intitulado de "Bull", o anúncio
ganhou prêmios nos festivais D&AD Awards 2003 e British
Television Advertising Awards 2003, além de ter ficado no shortlist do
Clio Awards 2003.
Clique aqui para fazer o download do anúncio em
formato .mov. O arquivo tem 5.23 MB.
Fala que eu te
escuto:
::.. Quinta-feira, Outubro 02, 2003
..::
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Quinta-feira, Outubro 02, 2003 ::
Este blog foi feito para você Agora você não precisa mais
rodar a cidade inteira para ver todas as peças da campanha do Itaú.
O Brainstorm #9 mostra todas elas pra você, algumas bem curiosas e
interessantes.
Criados pela África, a nova agência do pistoleiro Nizan
Guanaes, estes outdoors estão presentes massivamente em São Paulo, e
acredito eu, em outras capitais também.
É impossível andar pela
cidade, seja a pé, de carro ou ônibus, e não encontrar uma destas peças.
Um ótimo trabalho da África, que como reza a lenda, tem uma equipe e uma
sala exclusiva para cada cliente dentro da agência.
Sempre
brincando com a própria mídia ou com o local em que estão instaladas, as
placas chamam a atenção de quem passa. Certamente, agora se você perguntar
para alguém: "Qual banco foi feito para você?", essa pessoa terá a
resposta na ponta da língua.
Como sabemos, banco é tudo igual. O
mesmos serviços, as mesmas filas, as mesmas tarifas. Porém, uma campanha
institucional como essa cativa o público, ainda mais quando fala com todos
os tipos de pessoas e de forma tão simples e ao mesmo tempo tão marcante.





















Fala que eu te
escuto:
::.. Quarta-feira, Outubro 01, 2003
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Quarta-feira, Outubro 01, 2003 ::
Hello London! A Coca Cola apresentou ontem em Londres o
que declara ser o mais largo e mais sofisticado outdoor do mundo.
Instalado no Piccadilly Circus, tem 30 metros de largura e
utiliza 3,000 leds. A peça é 'inteligente' - tem cameras embutidas e
sensores de temperatura que permitem responder as mudanças de tempo e ao
movimento de pessoas na rua.

O outdoor foi ligado quando começava a escurecer na
cidade e a 1º mensagem para os consumidores foi 'Hello London'.
Segundo porta voz da companhia, quando estiver chovendo, grandes gotas vão
aparecer na tela, quando estiver ventando, a marca poderá ondular, como se
também estivesse sendo levada pelo vento.

Se alguém acenar para o outdoor, poderá receber uma
resposta. A peça substitui o painel anterior da marca, 3 vezes menor. A
Coca Cola está presente em Piccadilly Circus desde 1954.
Fonte: Blue Bus
Fala que eu te
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