Susan Boyle: ITV e YouTube brigam pelo dinheiro dos anunciantes
Mais do que um fenômeno viral, a sensação do “Britain’s Got Talent”, Susan Boyle, causou uma disputa que nos mostra como os novos e tradicionais meios ainda estão longe de se entender.
A emissora britânica ITV e o YouTube tentaram um acordo publicitário, que repartiria parte do dinheiro arrecado através de anúncios nos vídeos de Susan Boyle. E não é qualquer coisa, estamos falando em cerca de 100 milhões de visualizações. Só o título de um post do Mashable resume: “Susan Boyle Video Profits: $0″
A ITV queria inserções antes dos vídeos, já o YouTube, como é premissa do Google, só aceita overlays e anúncios periféricos em texto. Não houve consenso, e a ITV declarou que o YouTube se aproveita desse tipo de material original para fazer dinheiro.
Mas a grande questão é: será que Susan Boyle teria se transformando em um fenômeno senão tivesse a exposição massiva que teve na internet? Em uma era antes de YouTube, internet, sua performance teria sido conhecida pelo mundo inteiro em questão de horas?
A resposta nós sabemos, e outras grandes companhias também sabem. A Sony BMG está negociando um contrato com Susan Boyle para a gravação de um disco, estúdios de cinema já se mexem para produzir um filme, e o interesse pelo reality show da ITV só aumenta.
É claro que a ITV, assim como diversas outras corporações, deve negociar com o Google para distribuir seu conteúdo no YouTube, caso contrário, vai virar mais uma nova briga como vimos entre o site de vídeos e a Warner ou a Viacom, por exemplo, que caçam toda e qualquer menção as suas propriedades na internet. Porém, enquanto isso não se resolve, os vídeos continuam bloqueados para embed em sites e blogs.
A pergunta que fica, e que deve inclusive ser respondida por todas as empresas de mídia e produtoras de conteúdo, é: O que vale mais, o dinheiro de anúncios do Google ou a possibilidade de exposição maciça?










“…seria que Susan Boyle teria se transformando em um fenômeno senão tivesse a exposição massiva que teve…”
Merigo, cuidado com o português! “seria”, no caso, é será. E “senão” é separado nesse sentido.
Abraços
Beware the Grammar Nazis!
E o gerúndio fora de lugar (transformando) só pode ser usado por atendentes de telemarketing.
Quando é que nós veremos as grandes corporações vivendo nos dias atuais. O MUNDO MUDOU CASSETE! A COMUNICAÇÃO TAMBÉM!!
hahahaahha Murillo, aproveita que vc está sonhando e pede um ponei.
To pra ver o dia em que empresas disistam de seus modelo de negocios por causa de outro a menos que ja esteja falindo, como foi o caso da Kodak que precisou quase abrir concordata pra parar de fabricar filmes fotograficos e entrar na era da fotografia digital… ironia ou nao… a primeira camera digital foi produzida pela propria kodak.
É quase como pedir que todos fabricantes de automoveis, de uma hora pra outra, parassem de construir modelos movidos a fosseis e tranformassem-nos em elétricos. A Shell e as outras petroliferas nunca iriam permitir, e elas tem poder pra isso.
E assim caminha a humanidade… passos de formiga e sem vontade.
“Disistam” foi foda hahahaha essa mania de nao reler o que se escreve ainda me mata
KKKKKK, anem desde onde “transformando” é gerundismo? Não sabe o que falar fica quieto. Gerundismo é “vou estar”, “estarei”. Nesse caso seria gerúndio se fosse estaria transformando, ou vou estar transformando! Tá bom ou quer mais?
O Importante é que deu para entender o né texto gente!
Frescura essa de ficarem discutindo nos comentarios kk
Mas aê, ao meu ponto de vista é que sem a internet a Susan Boyle estaria para o Mundo como a Sthefany esta para o Brasil, rolando só repercusão local.
Também acho que os lucros deveriam ser dívidos entre em partes.
Levantou um ótimo assunto! Sem inernet a mulher naum teria rendido tanta polêmica, ou teria levado meses para render.
É nessa hora que eu dou valor aquela expressão que diz: “NUNCA PERCA A FÉ NA HUMANIDADE”. Quantas pérolas como essa, com talento para outras diversas coisas estão escondidas, esperando vencer as barreiras de preconceito e desdemm de incautos ignorantes desses dons presenteados por Deus à tão ráras e especiais pessoas?
É verdade que sem internet a Susan não seria tão famosa em tão pouco tempo. Mas isso não quer dizer que a ITV depende do YouTube pra fazer uma divulgação viral. Um vídeo se torna “viral” por seu conteudo. A pesar do YouTube ser o site de vídeos mais popular da net, a ITV poderia ter bloqueado a exibiçao do vídeo no YouTube e ter criado um vídeo em um player próprio com função embed e publicidade antes, depois, durante o vídeo da maneira que der na telha.