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AntiCast 145 – Estética

com Ivan Mizanzuk, Marcos Beccari, Rafael Ancara, Daniel Portugal e Saulo Mileti

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Olá, antidesigners e brainstormers!
Neste programa, Ivan Mizanzuk, Marcos Beccari, Rafael Ancara, Daniel Portugal e Saulo Mileti discutem o conceito de estética através da história da filosofia, desde Platão até Nietzsche (e tudo isso em duas horas – salve-se quem puder!). Conheça o conceito grego original do termo, a questão da falsidade da obra de arte de acordo com Platão, o momento em que a filosofia passa a relacionar a estética com o mundo das artes e aprenda como tudo, no fim das contas, não passa de uma gigantesca conspiração linguística contra qualquer coisa que você acha bonita.
Obs: O programa ficou gigantesco, portanto não teremos leitura de comentários. No próximo programa, leremos o que foi comentado neste e no episódio passado.

>> 0h11min56seg Pauta principal
>> 2h11min41seg Música de encerramento: “Ritual”, da banda Ghost
Baixe o episódio aqui

Links
Workshop “História da Arte para Criativos” do Ivan
São Paulo – 14 de Setembro

Enquete CAMISETA DO ANTICAST: participe na escolha da estampa!

Site da Humanus, loja de camisetas que está por trás de tudo

Pensar Infográfico: Curso Introdutório de Infografia

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Pensar Infográfico é um projeto de ensino de infografia do Rafael Ancara e do Fabiano de Miranda, que por meio de cursos e palestras busca incentivar o estudo e reflexão da teória/prática da infografia. Neste ano eles estão promovendo o Curso Introdutório de Infografia, que apresenta um panorama das principais questões acerca dos infográficos, discutindo ferramentas, modos de produção e outras informações pertinentes para a produção de bons infográficos. O próximo curso acontece em São Paulo dia 19 de Outubro e o primeiro lote já está à venda, com o valor promocional de R$280,00 até 05 de Setembro, aproveite e faça sua inscrição aqui!

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Prefiro Baudrillard #13 – Vampirotheutis Infernalis

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  • seu Warner da padaria

    Por favor me passem um spoiler: o Beccari continua surtado e confuso neste podcast? Preciso me preparar psicologicamente antes de ouvi-lo.

    • Sola do Tênis

      Eu como a sua mãe para me preparar psicologicamente! Funciona!

      • seu Warner da padaria

        Já vi que seu senso de Estética é bem pós-contemporâneo retrô com notas de carvalho e frutas cítricas.

        • Sola do Tênis

          Sou fruto do meu tempo e contexto social.

          • Carlos E

            Beccari discorda…

          • Sola do Tênis

            Mesmo sabendo que provavelmente não vou entender, por quê você acredita nisso?

          • Carlos E

            Ouça, se não me engano, o podcast 127, irá elucidar sobre a questão do Beccari quanto ao contexto social.

  • http://www.zumbisdecapacete.com.br/ Jonas Felix

    Eita! nostalgia do primeiro período da faculdade de Arte e Mídia *-*
    ainda tenho minha xerox do iniciação à Estética do Ariano Suassuna =D

  • http://www.zumbisdecapacete.com.br/ Jonas Felix

    acho que o termo que o Beccari tenta lembrar aos 33min é Reminiscência…. o que se torna uma ironia ele Esquecer a palavra Reminiscência KKKKKKKKKKKKKKK

    • http://filosofiadodesign.com/ Marcos Beccari

      o termo era “metempsicose”, mas de fato a faculdade da reminiscência nunca foi meu forte rs

      • Sola do Tênis

        Metempsicose, claro!

        Como eu pude esquecer?
        Estava na ponta da língua!

  • Luis Fernando

    Mas oque mais representa o programa do Marcos Beccari é o Fiodoro. Voto na camisa do Fiodoro (gato)

  • Nafi_ssura

    ótimo programa como sempre! Eu só acho que perderam grandes oportunidades de fazerem piadas com o Belo (cantor). Isso mostra que vocês se preocupam mais com conteúdo que com humor, o que é basicamente o contrário da internet. Obrigado anticast!

    • Alan Daniel

      Todas vez que falam “belo”, eu só pensava na piada com o cantor Belo.

      • Leandro Kruszielski

        Sim. O Belo em si.

  • Sola do Tênis

    Gostaria de acrescentar ao assunto sugerindo que o Anticast necessita de um pouco de humor ignorante e ofensivo para agregar valor ao seu conteúdo didático e informativo. Seria um contraponto aos discursos, enfatizando a suas qualidades em contraste com a chamada “zueira” dos comentários.
    Sendo assim, parabéns Beccari! Só precisei ouvir o cast umas 3 vezes para achar que entendi alguma coisa!

    • Roberta Bentes Kowalski

      Não acredito que mudar exatamente o diferencial desse podcast seja uma solução. Por que não estudar mais para entender os pontos articulados?

      Se estiver tão difícil, procure um mais acessível, ué.

      • Sola do Tênis

        Cara Roberta,
        Existe uma verdade além da manifestação no mundo sensível observada nas palavras do meu comentário.
        Estou aqui pela zueira. Sou um troll da internet que gosta de dar risada. A qualidade dos programas é muito boa e eu aprendo muito. Estou sendo irônico simplesmente porque me é agradável… Não me leve a sério!

        • Rafael Duarte

          Não devo te levar a sério quando você pede para não ser levada à sério?

          • Sola do Tênis

            Eu ia responder, mas deu uma tela azul no meu cérebro!

        • Coelhinho_da_Carlota

          Não ta aqui pra caçar!

  • Led

    Durante todo esse programa didático, só consegui entender e absorver todos os 5 minutos que o Saulo falou, o resto fiquei boiando. (Ceci n’est pas une critica)

  • Fernando Henrique

    Olá, Anticasters, eu sou o Fernando Henrique e durante o programa me veio uma ideia interessante nessa relação entre a estética e o último episódio do Papo Lendário sobe o conhecimento. Como é apenas um complemento, pensei duas vezes se comentava ou não. Claramente decidi que sim.

    O que me ocorreu foi que durante a diferenciação que foi feita entre Platão e Aristóteles pelo mito da caverna, podemos, também, exemplificar por meio do poema do grande Fernando Pessoa, que foi citado e explicado pelo Pablo no último Papo Lendário.

    Segue o Poema:

    Autopsicografia

    O poeta é um fingidor.
    Finge tão completamente
    Que chega a fingir que é dor
    A dor que deveras sente.

    E os que leem o que escreve,
    Na dor lida sentem bem,
    Não as duas que ele teve,
    Mas só a que eles não têm.

    E assim nas calhas de roda
    Gira, a entreter a razão,
    Esse comboio de corda
    Que se chama coração.

    O que Fernando Pessoa exprime nesse poema é que, assim como a ideia do cavalo em si, a dor que ele sente, quando passada pro poema, já é outra dor, que lida por outros, nem é a dor do autor e nem mesmo a do texto, mas sim uma dor subjetiva daquele que o lê. Neste caso, porém, Fernando Pessoa exalta a vivência por meio das sensações que levaria o individuo a uma aproximação de um mundo ideal. Ou seja, o poeta português concorda mais com Aristóteles do que com Platão, o que eu acho muito bom. É claro que isso leva pra outros temas além da estética e conhecimento, como por exemplo, a ideia de Jung sobre a formação do si-mesmo, mas isso fica pra outra conversa.

    Abraços para todos vocês!

    Ps: Vocês falaram de uma camisa “Não há nada fora da caverna” mas sou muito mais a frase “Fora da caverna, somos todos cegos!”.

  • TAdeu

    Porra explicou igual ao wikipedia o que é sofismo.

  • Filipe Mota

    Gostaria de deixar minha reles opinião fecal sobro e tema,

    Bom acredito que eu que a estética esta mais ligada a matemática, como a famosa proporção áurea, esse padrão existem na natureza em grande escala provavelmente por algum momento na escala evolutiva se agrupar dessa determinada forma ajudou na sobrevivência das especies, isso pode ser melhor visto em outros padrão como as enquanto mais complexos os animais mais padrão de formação podemos ver como a simetria que a partir de um determinado filo passa ser sempre bilateral. Logo no nossa “memoria genética” temos esse padrão em nossa mente, achamos achamos mulheres de peitos grandes e cintura fina bonitas pois esta na nossa memoria genética que esse tipo de mulher e mais própria a gerar boas crias e perpetuar e gene, assim como mulheres tem preferencia a homens fortes pois os mesmos poderão proteger a prole e trazer mais comida pra casa. a observação desse padrões biológicos e matemáticos proporciona a criação de coisa que sejam mais agradáveis ao nosso olhos sem cair no vale da estranheza. se tais padrão não existissem já mas Beethoven poderia sem o grande atrita que foi sendo surdo.
    Bom desculpe pela Aulinha desessenciaria, forte abraço a todos ate mais.

    • http://notasurbanas.blog.com gabriel

      Filipe, a natureza, a matemática e a suposta preferência de homens por peitos grandes são invenções humanas, portanto, são algumas ficções entre muitas outras ficções possíveis…

      Escute o anticast sobre feminismos: lá este discurso preconceituoso que naturaliza preferências humanas já foi completamente atingido, eliminado e enterrado.

  • Felipe

    Sinceramente? desisto de acompanhar o anticast, comecei a tentar ouvir por causa do braincast, mas PUTA QUE PARIU, de todos os podcast que eu ouço esse é o de LONGE o mais chato, eles conseguem deixar qualquer assunto entediante meu deus, sem falar desse tal de Beccari e suas “risadinhas” no meio das frases que IRRITAM pra caralho jesus cristo, ele é a personificação viva da monotonia. Sei que minha critica foi bem agressiva, mas achei necessário, se vcs querem crescer como podcast alem de usar o mesmo como vitrine de workshops e afins, aconselho a mudar um pouco para fisgar novos públicos. Sem mais.

    • Aline

      Nossa, você tem muita areia na vag**a. Acalme-se jovem.

    • Led

      Esses caras fazem um podcast sobre design e filosofia, se quisessem crescer como podcast teriam feito sobre vídeo game.

  • Aline

    Vim pedir encarecidamente pelo episódio 2×01 de Black Mirror!!

  • Rodrigo Barionovo

    Eu achei uma sacanagem de vocês colocarem o Saulo no mute. rs
    .

  • Marlon Fernandes

    Olá, tudo bem?

    Parabéns pela sequência de ótimos programas, começando pelo Não Obstante sobre afetos e seguinto pelos Anticasts sobre a morte, o desenho, o Morris e a estética. Muito obrigado mesmo por esse trabalho!

    Acredito que talvez não tenham tido uma audiência tão boa como os demais, mas valorizo muito esses temas teóricos abordados, pois é difícil adentrar neles para um leigo.

    Abraços,

    Marlon

  • http://www.rodolfobicalho.com Rodolfo Bicalho

    Beccari é o sucessor do Antônio Abujamra.

  • Leandro Kruszielski

    O que ficou de toda a discussão é que a Paty do Chaves fez um pornô… (Na verdade não, ela é psicóloga e na época ficou no programa por acaso, nunca quis ser atriz.)

    Mas chistes À parte, foi ótimo o programa; vocês são o melhor podcast de Design sobre Filosofia da internet.

  • Adriano Carvalho

    Resumo do programa a partir do 02:05:50. Não apenas porque estão fazendo um panorama de todos os filósofos citados, mas porque a partir daí só o Beccari fala pra caralho e todo mundo fica de saco cheio até o ivan intervir pro final do cast.

  • Rodolfo

    Ei Ivan anota ai, o pessoal está pedindo um ” Anticast for dummies”

  • http://randomcast.com.br/ Tiago De Lima Castro (Especial

    Desculpem a demora em comentar o episódio. A discussão foi bem legal, apesar de ter sido confuso em alguns pontos.

    O problema do conceito de estética e que ele foi forjado após Baumgarten buscou colocar na mesmo disciplina diferentes questões que permearam toda a história da filosofia.

    Estética é uma das áreas que mais pesquiso em filosofia. Queria comentar alguns pontos, esquecendo um pouco o filosofês de cada pensador abordado.

    1) A grande importância de Aristóteles para a estética é que ele rompe com a divisão platônica do sensível com o ininteligível, sendo o inteligível mera abstração pela qual a razão opera, ou seja, podemos dizer que é meramente um processo racional, existindo somente o sensível, a matéria. Para a arte, o fato de ter articulado conceitos como simetria e ordem com o belo De maneira, que se a forma obedecer a simetria e a ordem, então isso é belo. A forma não existe fora da matéria, do concreto, mas é percepção dessa forma que gera a sensação de beleza. Não estou usando os termos de Aristóteles para não complicar.

    2) No caso de Kant, podemos simplificar o que ele falou sobre a arte da seguinte forma: Eu vejo um quadro e simplesmente fico abismado com aquilo e acho belo, porém, não consigo expressar o porquê isso é belo ou sublime, já que isso não pode ser expresso através da razão. Realmente isso adentrou o senso comum. É legal que uma das grandes consequências do pensamento de Kant é que um crítico de arte não serve para nada, já que só percebemos o belo depois de várias pessoas acharem algo belo, sem ter mediação e alguma utilidade. Num exemplo meio tosco: o crítico de cinema, para Kant, não serve de nada, pois quando muitas pessoas assistem Chaplin e simplesmente acham belo, sem conseguir dizer que foi por ser engraçado, ou qualquer outro motivo, isso mostra que é belo. A tentativa do crítico é a mesma do metafísico, por exemplo.

    Por que Kant não analisa profundamente as diferentes formas de arte dizendo um grande “foda-se”? Por que isso não pode ser dito racionalmente.

    A “Crítica a Razão Pura” tem duas versões, sendo que o pensamento de Goethe, Schelling, Schopenhauer, entre outros partem da primeira, onde a imaginação tem um papel essencial no processo do entendimento; outros filósofos já partem da segunda edição, o papel da imaginação é reduzida.

    3) Por que as pessoas acham uma obra de arte bela? Kant vai dizer: Foda-se, isso não pode ser expresso racionalmente, porém, Hegel vai dizer: o momento histórico vai definir isso. Basicamente, Hegel vai historicizar o inexplicável belo de Kant… Nesse ponto, dar aula de literatura e história da arte é algo hegeliano.

    A classificação dos sistemas das artes que ele propõe vai do mais concreto ao mais sutil, dentro do processo de expressão do Absoluto – só lembrando que para Hegel, o absoluto não está fora, somos parte do próprio absoluto que vai se expressando concretamente dentro do processo histórico. O Absoluto Hegeliano não é transcendente como o mundo das ideias platônicas, mas imanente como a substância espinosiana. Por isso ele faz a sequência: Arquitetura, Escultura, Pintura, Música e Poesia (nessa hora ele fica meio que em dúvida entre as duas); mas a Filosofia está acima de tudo para ele.

    3.a) Sobre o Kojève, a grande crítica é dele ter lido Hegel pensando nos processos de constituição da consciência do indivíduo, principalmente nas questões da dialética do senhor-escravo, como marxista que era, e não do real em-si como pensava Hegel. O interesse que seu curso sobre Hegel levou Lacan a ler Freud partindo da dialética do senhor-escravo, influenciando toda a primeira fase de seus escritos. O interesse do Slavoj Žižek por Hegel surge exatamente de sua leitura de Lacan ao perceber a influência indireta de Hegel neste, vindo da leitura do Kojève.

    4) Não vou comentar o Schopenhauer e nem o Nietzsche. Somente que para a música, as proposições de ambos influenciam fortemente as práticas musicais ainda em nossos dias. A maioria dos músicos são schopenhaurianos e a briga de Nietzsche com Wagner tem grandes consequências na história da música.

    5) A grande proposição estética do Adorno é que a arte só é arte quando possibilita uma ruptura com o processo de reificação advindo da racionalidade instrumental.

    6) Penso que dois filósofos contemporâneos que trazem questões bem interessantes para a estética é o George Dickie e o Arthur Danto. Eles propõe que para algo ser considerado Arte, de maneira bem simplista, é a comunidade do mundo da arte a considerar enquanto arte. O mundo da arte vai propor argumentos, porém, tudo que é considerado como arte só o é pois há um mundo da arte formado de pessoas que a consideram como tal. O Jorge Coli, por exemplo, é um historiador da arte que discute esta questão com a metáfora da crença, onde para se ter uma experiência estética com uma obra de arte eu prefiro acreditar que esta seja uma obra de arte. Este tipo de discussão é extremamente interessante.

    Desculpem o comentário longo e desnecessário.

    Tudo de bom a todos!

    Tiago de Lima Castro

  • Capeitão Caverna

    Demorei uns 5 podcasts p/ sair da extrema simpatia, pelo Beccari, pra extrema antipatia. E lendo alguns comentários vejo que é mais um podcast sobre o Beccari divagando e tentando dar aula, sem objetividade alguma, p/ alunos de filosofia, sendo que poderia ser mais “cidadão médio” e ter mais síntese e foco nos discursos (to me baseando nos outros podcasts e nos comentários feitos sobre esse).

  • Bcesar_rs

    e olha que tem um curso de uma faculdade aí intitulado Estética, e a grade é tipo: corte de cabelo e drenagem ninfítica. kkkk