Braincast 120 – Alfred Hitchcock

Conheça mais sobre a vida e obra desse ícone cultural, que revolucionou a história e o cinema durante um legado com mais de 60 anos.

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Ele odiava improviso. Era visto como difícil, manipulador, obcecado com planejamento e detalhes. Ainda assim foi um dos diretores mais inventivos e inovadores da história do cinema, com uma obra brilhante, que associou sucesso de bilheteria a qualidade.

Em mais um programa da nossa série que fala sobre diretores de cinema, Carlos Merigo, Saulo Mileti, Alexandre Maron e Alexandre Inagaki relembram fatos, curiosidades e características marcantes do Mestre do Suspense, Alfred Hitchcock. E se você não acompanhou os programas passados sobre o assunto, ouça-os: Martin Scorsese, Stanley Kubrick e Quentin Tarantino.

Faça o download ou dê o play abaixo:

> 02m00 Comentando os Comentários

> 18m00 Pauta principal

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Workshop9: Design e Estética

Nosso curso de Design voltou! E ainda mais: chegou o Módulo 2, de Estética.

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Qual é a Boa? em vídeo!

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  • Vicente

    Tô esperando algo mítico! Srº. Merigo fez o dever de casa e (re)viu vários filmes do Hitchcock na última semana. Inundou meu feed do Letterboxd. hahaha. Boa!

  • Ary Aires

    Porra, vocês são foda.

  • Led

    Atenção, este programa contém spoilers!

    • http://www.colosseo.com.br saulomileti

      Spoilers é marca registrada do Braincast!

    • Douglas Silva

      Cara, grande parte dos filmes aí são mais velhos q meus pais.
      —TALVEZ— isso já não conte como spoiler. rs

      • Led

        Emoticon de joinha.

      • Marcio Holanda

        Eu acho complicado isso de filme velho não contar mais como spoiler. E quem é jovem agora, perde o direito de ser surpreendido por uma boa história?

  • Pedro Rodrigues

    Olá braincasters, sou Pedro, desenvolvedor web, vivo em Belo Horizonte.
    Eu acompanho o braincast a alguns meses e eu gosto muito, e também gosto muito de Hitchcock, o que me fez gostar mais desse braincast.

    Gostaria de falar sobre uma visão que eu tive sobre o Janela Indescreta, percebi que o James Stewart percebe várias realidades da vida dele na vida dos vizinhos, por exemplo, em certa parte do filme ele fala que o casamento dele coma Grace Kelly não daria certo, pois ele viaja para lugares como a Amazônia e ela não gostar de dormir na selva, e depois ele percebe um casal dormindo fora de casa, como se ele visualizasse essa situação, e em outra parte ele fala que todos os homens da cidade gostariam da Grace Kelly e depois observa aquela dançarina com vários homens na sua casa,existem vários outros detalhes como estes, por exemplo aquela mulher que é meio solitária que representa como a Grace se sente as vezes, e ele se sente solitário mesmo com muitos amigos na sua casa, que se assemelha com o pianista, alguém teve essa visão do filme ou eu viajei?

    Obrigado aí, valeu.

    • http://www.pensarenlouquece.com/ Alexandre Inagaki

      Pedro, você acertou na mosca. Em “Hitchcock/Truffaut”, livro que é leitura obrigatória de qualquer fã do Alfredo, Truffaut observa exatamente isso que você apontou. O prédio espiado por Stewart era um compêndio de diversas histórias que espelham as várias faces do amor: a mulher solitária e depressiva, o casal em lua de mel que transa o dia inteiro, o casal sem filhos que canalizava todo o seu amor a um cachorrinho, o pianista que curte sua solteirice, a dançarina cobiçada por todos e, claro, o casal em crise no casamento cuja história acaba em assassinato. A personagem de Grace Kelly, ao tornar-se a protagonista das ações diante do imobiismo forçado de Stewart prova que seria uma esposa à altura daquele fotógrafo aventureiro. E a cena em que ela encontra a aliança da mulher assassinada, coloca-a em seu dedo e aponta para o anel, a fim de que Stewart espiasse a prova do crime com seu binóculo, tem significado obviamente duplo no contexto de toda a história.

      • Pedro Rodrigues

        Haha, que legal Alexandre, eu tinha percebido isso mas achei que era viagem heuheuheuheuhuehue. Então eu não viajei muito rsrsrs. Vou procurar e ler esse livro depois, valeu aí!

  • Rafael Oliveira Dos Santos

    Oba! E só com 88mb! Baixou rapidinho.

  • gandralf

    Muito bom o episódio sobre o ilustre Alfredo Acerta Pinto Grande.

    Se alguém quiser continuar e ouvir outro sobre o mesmo assunto, mas com uma ótica e pegada bem diferentes, recomendo o http://www.cinemaemcena.com.br/plus/modulos/noticias/ler.php?cdnoticia=50792&cdcategoria=31

    Interessante, mas o do B9 foi mais legal. ;-)

  • TheRaivoX .

    demora mais não tarda

  • tiagoggl1

    esse qual é a boa é do passado!

    • http://www.colosseo.com.br saulomileti

      Sim! O que gravamos neste dia está em edição. Deve sair hoje. :)

      • http://delyrafilmes.com/ lucas lyra

        Hoje não. Talvez amanhã. :)

      • tiagoggl1

        Obrigado!

        • http://www.alexmaron.com.br Alexandre Maron

          Hoje só amanhã.

  • http://igoralcantara.com.br Igor Alcantara

    Ótimo episódio. Só faltou falar dos livros do Hitchcock. Ele não era um escritor, mas publicou vários livros onde selecionava contos de suspense de autores diversos. Li vários desses livros, quase todos, quando ainda era pré-adolescente e isso influenciou bastante minha carreira de escritor.

    Um dos livros que mais lembro é o “Contos para se Ler à Meia-Noite”.

    Recomendo!

    • Ricardo Oliveira

      Bem lembrado! Achei um perdido num sebo uma vez e é uma pérola, assim como as séries de TV.

  • http://www.gilbertofilho.com Gilberto Rodrigues

    Excelente braincast!
    Embora seja subtitulado em espanhol, segue um trecho de uma entrevista do Alfredo:

    E a origem do termo “Efeito Kuleschov” nesse outro vídeo:

    Não sou formado em cinema e tão pouco um extremo “manjador” do assunto, mas tenho o gosto pelo estudo dessa arte que é o cinema!

    Parabéns novamente Braincasters!

  • Damian Schelling

    Agora que eu descobri o motivo de no jogo ‘Detetive” o assassino matar suas vitimas piscando o olho! o/

  • Frank Toogood

    Olá Braincasters! Meu nome é Frank Toogood, sou de Itatiba/SP

    Alfredo AcertaGalo é um dos meus diretores favoritos, mais pelos filmes “B” – aqueles menos conhecidos – do que pelos “Triple A”. Por “menos bom” que seja, todo filme dele vale a pena por pelo menos uma cena. Surreal.

    Em “Saboteur”, os protagonistas são ajudados por uma tribo circense, com direito a anões e mulher barbada. E ainda há a icônica cena de um tiroteio dentro de um cinema, que exibia uma cena de tiroteio. Genial.

    E como não lembrar da cena do sapato quase caindo do bolso de Marnie? Tão simples e tão tenso.

    Parabéns pela escolha do tema. Hitchcock é uma continua de lição: não adianta ter o recurso. É preciso saber como usá-lo. E as vezes não usá-lo (ausência de trilha sonora no assassinato em Cortina Rasgada, por exemplo)

    Grande abraço a todos!

  • Marcio Holanda

    Ótimo episódio. Parabéns e obrigado! :)

  • http://robertoandiara.wordpress.com Roberto, vulgo Bob.

    Muito bom o episódio sobre o glorioso Alfredo Acertagalo.

    Lembro de uma série de TV que passava tarde da noite, não me lembro em qual canal, em que ele apresentava os episódios, que normalmente tinham algum mindfuck (ou o personagem principal se dava mal) no fim.

    Para complementar, deixo um link para um episódio genial da série That 70’s Show, em são feitas várias referências/paródias das cenas icônicas de seus filmes mais famosos. Hasta!

    http://www.tv.com/shows/that-70s-show/too-old-to-trick-or-treat-too-young-to-die-31980/
    (Sem legendas, mas deve existir uma versão em português nas melhores locadoras suecas do ramo.)

  • Otaviano

    Sobre o um comentário solto do Sr. Saulo nos “Comentando os
    comentários” do último Braincast.

    Caros amigos (sim, considero vocês amigos devido ao longo
    tempo que os ouço). Aproveito este email para parabenizar e agradecer pelo belo
    trabalho feito na podosfera, sem falar no novo projeto, o SaveGames, que está
    me deixando bem animado pelo conteúdo e pela maneira profissional de como estão
    tratando os assuntos no mesmo.

    Mas chega de piegas e deixem-me falar uma coisinha para o
    Sr. Saulo, o qual admiro pelos comentários sagazes e inteligentes, mas que
    acabou soltando uma pequena infelicidade no ultimo cast.

    Sobre “AQUELE TIME DE MINAS” venho dizer:

    – Esse Time de Minas foi o mesmo que ganhou do Palmeiras em 93, em pleno
    Palestra, e sagrou-se campeão da Copa do Brasil.

    – Esse time de Minas é o que mais se aproxima das tradições
    italianas e o que mais honra ao nome PALESTRA ITÁLIA.

    – Esse time de Minas aplicou várias goleadas no Palmeiras,
    algumas dignas de pena.

    – Esse time de Minas é o 3º atualmente em número de sócios
    torcedores, perdendo apenas para Inter e Grêmio.

    – Esse time de Minas é de longe, hoje, o melhor em quesito
    futebol e arte!

    E pra finalizar, esse time de Minas, NUNCA CAIU… ainda
    mais duas vezes na historia.

    Um abraço a todos.

    E deixo aqui minha campanha, CRIS DIAS PARA PRESIDENTE DO BRASIL!

  • Hemingway

    Sauloo! ProleteR soltou uns singles:

  • Felipe Vieira

    Mais um braincast sem o Guga. #voltagugamafra

  • Ricardo Oliveira

    Parabéns pelo cast, pessoal. A série sobre diretores é realmente a mesa de doces do Braincast (não gosto de cereja, vai essa metáfora meia boca). Com unhas e dentes parto em defesa de Um Corpo que Cai, já que Maron e Merigo o colocaram como menos preferido.

    Quando comecei a me dedicado à obra do Alfredão, ainda que enxergasse facilmente a genialidade de Um Corpo Que Cai, sempre tive preferência também por outros filmes, como Janela Indiscreta ou Festim Diabólico. Nesses filmes o lado pop de Hitchcock fica mais evidente – justamente aquilo que fez dele o ícone pop que é, o mestre do suspense. Reviravoltas de trama, brincadeiras visuais que causam sensações na plateia, etc, tudo isso sem dúvida chama muita atenção.

    E não diminuindo a força destes filmes, que continuam sendo geniais, Um Corpo que Cai tem elementos que poucos filmes dele têm de forma tão marcante. Diferente da grande maioria, Um Corpo Que Cai investe muito mais do que se imagina em discussões filosóficas profundas e até em questões pessoais de Hitchcock. Pra não me alongar demais, estão lá presentes reflexões estéticas e de roteiro sobre falsa culpa, vida dupla, vida após a morte, catolicismo e obsessão.

    Numa análise mais detalhada da decupagem é muito interessante observar a quantidade de planos que ele filma Kim Novak de perfil, por exemplo, para mostrar o olhar duvidoso de James Stewart naquela situação. Isso passa despercebido, porque não é um truque hitchcockiano comum…mas é esse tipo de coisa que influenciou Briam De Palma, por exemplo.

    Diferente da maioria dos filmes de Hitchcock, Um Corpo Que Cai tem uma predominância de recursos visuais que ajudam numa reflexão aprofundada sobre os personagens, a vida, a biografia de Hitchcock e, claro sobre o cinema – não como os outros filmes aqui citados que, em toda sua grandeza, focam mais em crônicas do cotidiano ou recursos visuais para reforçar a própria trama. Daí sua força, daí ele ser de fato maior que todos seus outros filmes – ainda que não precise ser o meu ou o seu preferido. Em Um Corpo Que Cai, Os Pássaros e Spellbound Hitchcock mostra que é mais do que o mestre do suspense. Era um tiozinho cheio de referências e backgrounds querendo saltar na tela, mas também tomado pelo interesse comercial.

    Fiz um texto sobre Um Corpo Que Cai há alguns anos e aqui está o link, para quem quiser aprofundar http://www.diversita.com.br/2008/06/28/sobre-dois-perfis-vertigens-e-obsessao/

    Parabéns pelo cast e chamem o Inagaki mais vezes!

  • Ricardo Oliveira

    Parabéns pelo cast, pessoal. A série sobre diretores é realmente a mesa de doces do Braincast (não gosto de cereja, vai essa metáfora meia boca). Com unhas e dentes parto em defesa de Um Corpo que Cai, já que Maron e Merigo o colocaram como menos preferido.

    Quando comecei a me dedicar à obra do Alfredão, ainda que enxergasse facilmente a genialidade de Um Corpo Que Cai, sempre tive preferência também por outros filmes, como Janela Indiscreta ou Festim Diabólico. Nesses filmes o lado pop de Hitchcock fica mais evidente – justamente aquilo que fez dele o ícone pop que é, o mestre do suspense. Reviravoltas de trama, brincadeiras visuais que causam sensações na plateia, etc, tudo isso sem dúvida chama muita atenção.

    E não diminuindo a força destes filmes, que continuam sendo geniais, Um Corpo que Cai tem elementos que poucos filmes dele têm de forma tão marcante. Diferente da grande maioria, Um Corpo Que Cai investe muito mais do que se imagina em discussões filosóficas profundas e até em questões pessoais de Hitchcock. Pra não me alongar demais, estão lá presentes reflexões estéticas e de roteiro sobre falsa culpa, vida dupla, vida após a morte, catolicismo e obsessão.

    Numa análise mais detalhada da decupagem é muito interessante observar a quantidade de planos que ele filma Kim Novak de perfil, por exemplo, para mostrar o olhar duvidoso de James Stewart naquela situação. Isso passa despercebido, porque não é um truque hitchcockiano comum…mas é esse tipo de coisa que influenciou Briam De Palma, por exemplo.

    Diferente da maioria dos filmes de Hitchcock, Um Corpo Que Cai tem uma predominância de recursos visuais que ajudam numa reflexão aprofundada sobre os personagens, a vida, a biografia de Hitchcock e, claro sobre o cinema – não como os outros filmes aqui citados que, em toda sua grandeza, focam mais em crônicas do cotidiano ou recursos visuais para reforçar a própria trama. Daí sua força, daí ele ser de fato maior que todos seus outros filmes – ainda que não precise ser o meu ou o seu preferido. Em Um Corpo Que Cai, Os Pássaros e Spellbound Hitchcock mostra que é mais do que o mestre do suspense. Era um tiozinho cheio de referências e backgrounds querendo saltar na tela, mas também tomado pelo interesse comercial.

    Fiz um texto sobre Um Corpo Que Cai há alguns anos e aqui está o link, para quem quiser aprofundar http://www.diversita.com.br/2008/06/28/sobre-dois-perfis-vertigens-e-obsessao/

    Parabéns pelo cast e chamem o Inagaki mais vezes!

  • Diego Medeiros

    Poxa, não gostei do novo formato. O qual é a boa era muito mais legal junto do programa. Meus engarrafamentos ficarão ainda mais chatos agora.

    • http://delyrafilmes.com/ lucas lyra

      Na verdade, não perdemos nada, ganhamos! Porque antes não tinha nem QUAL É A BOA em programas sobre Diretores de Cinema. E agora tem. :)

  • José Maria Pinheiro Neto

    só eu percebi que na arte tem uma imagem de um poster de saul bass que não é de nenhum filme do Hitchcock ?

    A titulo de curiosidade é do filme Anatomy of murder( Anatomia de um crime,1959) de Otto Preminger feita por saul bass que tbm fez poster para o hitchcock Vertigo (O corpo que cai).A quem se interessar aqui vai algums posters dele nesse link http://www.saulbassposterarchive.com/gallery/film-posters/

  • dpaya

    Tio Merigo, vi há pouco meu primeiro Hitchcock, comecei por Um corpo que cai. Vi a versão dublada pela BKS.
    É um pecado muito grave?
    :)
    A série Diretores do Braincast é massa, continuem! Sugestão para o próximo: Spielberg.