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Braincast 116 – Cultura da Ironia

Debatemos a influência da ironia na sociedade atual e sua onipresença em qualquer discussão na internet

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Em meados da década de 1990, David Foster Wallace já dizia que a ironia estava arruinando a nossa cultura. Uma discussão que, recentemente, voltou à tona com o texto “Como viver sem ironia”, da professora Christy Wampole no New York Times.

No Braincast 116, debatemos a influência da ironia na sociedade atual, sua onipresença na internet e o modo como temos nos comportado em qualquer embate, principalmente se for online. Sobrou também, é claro, para os grandes baluartes do modo de vida irônico: os hipsters.

Faça o download ou dê o play abaixo:

> 02m10 Comentando os Comentários

> 15m40 Pauta principal
> 1h08m40 Qual é a Boa? – qualeaboadobraincast.tumblr.com

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Workshop9

Workshop9

Há quantos anos ouvimos que “esse é o ano das mídias sociais no Brasil”? Só que a tecnologia continua avançando, as pessoas mudam junto e as marcas ficam perdidas perseguindo a próxima grande novidade.

Este workshop irá mostrar como usar redes sociais como plataforma para gerar resultados de negócio para marcas, sob uma nova lente que este mercado vive há poucos anos: as redes sociais agora são mídia de massa. Mais do que “falar com os influenciadores” vamos encarar cada pessoa como um influenciador para seu grupo de amigos, com as marcas contando as histórias certas para cada uma destas pessoas.

>> INSCREVA-SE!

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Qual é a Boa? em vídeo!

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Críticas, elogios, sugestões para [email protected] ou no facebook.com/brainstorm9.
Feed: feeds.feedburner.com/braincastmp3 / Adicione no iTunes

Quer ouvir no seu smartphone via stream? Baixe o app do Soundcloud.

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  • http://seriealzheimer.tumblr.com/ Amanda Menezes

    Aconteceu comigo uma coisa parecida Saulo. O perfil do @GordinhoOficial no Twitter estava tuitando freneticamente sobre os males de se votar na Dilma. Eu, sabendo que o perfil dele era bem da zuera, resolvi fazer uma PIADA contextualizada e tuitei pra ele: “O @GordinhoOficial fica gritando #ForaPT porque ficou de fora do programa Fome Zero. #Estamosdeolho”. Eu não estava criticando a posição dele em relação a politica, muito menos defendendo algum lado. Em resposta recebi o seguinte tuite: ” @Meneezes VOCÊ É TÃO BURRA QUE NEM VOU PERDER TEMPO RESPONDENDO. SÓ TE DANDO BLOCK MULA!”. Recebi como resposta uma ofensa GRATUITA sendo que eu estava apenas fazendo uma piada. Não sei se eu deveria ter ficado calada e não feito essa piada, ou se o sujeito não sabe brincar de twitter. (RISOS) Enfim, fica aqui o meu sentimento de ‘i know that feel bro” pra você Saulo!

  • Elias

    O cara que se declara fã do Ned Flanders não entendeu a ironia. Pergunto: e os que se reconhecem no Homer?

  • Rodrigo

    Só um adendo sobre o watch dogs, teve um cara que achou os graficos que foram mostrados na E3 escondidos dentro do proprio jogo. Parece que a versão dos consoles da nova geração não ficou tão boa e eles limitaram a versão do pc. Ao que parece, para evitar que os donos dos consoles da nova geração não se sentissem prejudicados.

    Já existe um MOD para liberar os gráficos melhores. Segue o link:
    http://forums.guru3d.com/showthread.php?t=390114

  • Victor J.F.

    Gostaria de dizer que o eco foi colocado de maneira implacável e sutil quando solicitado pelo senhor Cris Dicas.

  • Gabriel

    Saulo! Você toca bateria? Dahora sua camiseta da Zildjian!

  • http://peloamordedeus.org.br/ Eduardo Silveira

    Mais um ótimo episódio. Confesso que sou um grande apreciador da ironia, mas é preciso saber com quem usar. Como comentado, nem todos sabem interpretar. Também curto muito o sarcasmo, mas esse é mais tenso.
    Parabéns pelo episódio pessoal.
    Abraço
    EddieTheDrummer (PADD)

  • piangers

    Olá braincasters!

    Meu nome é Marcos Piangers, jornalista nascido em Florianópolis morando em Porto Alegre (não me perguntem!) e fã do Braincast.

    Programa excelente.

    Sobre a dificuldade de se entender ironia, o comediante Arj Barker apresenta a solução em um de seus sets: novas fontes. Por exemplo, você pode dizer que uma festa foi uma merda escrevendo “Grande festa ontem!” na fonte Sarcástica. E se você quer elogiar a festa sem ser mal interpretado usaria a fonte Good Times Roman.

    Em tempo: conheci o Merigo entre pints de Guiness e sucos de groselha em um pub de Porto Alegre, quando ele veio dar uma aula na Perestroika. E sondei o polonês Guga Mafra para uma parceria comercial com o podcast do nosso programa de rádio, o Pretinho Básico. Parabéns pelo fantástico Qual é a Boa em vídeo, ficou sensacional.

    • Guest

      Piangers do pretinho basico?

      • Kevin Campos

        Santana: “do pretinho?”

    • crisdias

      Poizé, citei no programa que vários escritores deram ideias de adotarmos pontuações que indicariam a ironia:
      http://en.wikipedia.org/wiki/Irony_punctuation

      A galera na interwebs tentou emplacar o ~til irônico~ também. Mas aí com a ironia institucionalizada ela não perderia sua força?

      • piangers

        Acho que o maneiro é quando ninguém sabe se você tá falando a verdade ou não. Em tempo: odeio gente de óculos.

        • crisdias

          ¯_(ツ)_/¯

  • Gustavo B Rock

    Buenas!
    Sou jornalista de Porto Alegre, e novamente entrando em contato pra tentar contribuir pra expandir o assunto.

    Teve uma hora em que (acho que foi) o Saulo disse que usa o perfil do Twitter pra “zoera”, e o Merigo falou que normalmente acontece de as pessoas verem o que é publicado e pensarem que aquilo lá resumiria o que é o Saulo.

    Normalmente a ironia, mas também o preconceito raso, se baseia nessa primeira observação. As brincadeiras do tipo “com esses óculos, só pode ser hipster” são bacanas, mas aos poucos as pessoas vão percebendo que há mais coisas por trás de um tweet e que não se resume alguém apenas com isso. Nem quem fez o comentário, nem a pessoa que foi comentada.

    Aí é que a discussão engrena. Quando a gente entende que existem estereótipos e que isso é legal, mas que as piadas (ou ironias) rasas com base nisso não se sustentam muito como argumento.

    Grande abraço!

  • http://twitter.com/willsk89 Will

    Hoje em dia o politicamente correto é uma doença e a ironia é a cura.

  • Eduardo Leopold

    A ironia é um jeito de contra-argumentar sem ter que se explicar demais e ainda por cima sair como o engraçado/sagaz da discussão. Mata dois coelhos com uma cajadada só na fogueira das vaidades.