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A verdadeira batalha na E3 fica bem longe de PS4 e Xbox One

Muito além do front

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Ah, o suave som das cabeças explodindo pela manhã. Isso é que se houve ao colocar os pés dentro da E3.

Entrar na feira é entrar em um cenário de guerra. De consoles, de preços, de datas, de lançamentos. Exércitos de fãs a postos dos dois lados, entrincheirados nos stands para conseguir seus 10 ou 20 minutinhos de pura glória ao jogar o que quer que seja nos novos video games.

Não interessa, eles querem empunhar os controles. Pular, matar, subir, correr, dirigir. Querem voltar pra casa com a medalha de honra: “eu já joguei Xbox One” ou “eu já joguei PS4”.

E3
Uma aula de entretenimento

Claro que é sempre bom dar uma olhada em terreno inimigo e passar no QG daquele “outro console” para ter certeza de que a grama do vizinho foi devidamente queimada com napalm.

Mas, ao invés de lutar numa guerra que não é sua, a melhor estratégia dentro da E3 é partir em direção aos stands dos desenvolvedores. Uma briga que acontece ali, bem debaixo do seu nariz e, acredite, é muito mais feroz.

Afinal de contas quando se trata de consoles, o teatro de operações já é conhecido. Você já sabe de que lado está. E, a rigor, só há dois lados (sorry, Nintendo).

E3

Títulos despencam às centenas. Só para se ter uma ideia, 100 jogos estão sendo desenvolvidos nesse exato momento para PS4.

Aqui não tem exército. Vale dedo no olho, chute no saco, chamar a mãe de coxinha e o pai de empadinha. Por isso mesmo, é surreal a qualidade dos espaços de produtoras como a Blizzard, Ubisoft, EA e Bethesda.

Onde o tamanho do stand nem sempre é documento, cenografias elaboradas, telões gigantes e ativações para atrair, entreter e presentear o público disputam a tapa a atenção dos gamers.

E3

Desde a apresentação de “Diablo” (em sua nova versão para consoles) numa projeção gigante em 180º para assistir sob uma plataforma que treme conforme as explosões do vídeo, até um cercado lotado de zumbis “de verdade” loucos para almoçar um pedacinho do seu braço que a Capcom montou para promover “Dead Rising 3”.

É uma aula de entretenimento. Basta dizer que você sai da E3 com uma lista de jogos na cabeça para comprar até o fim de 2014 (quando muitos deles serão oficialmente lançados).

Pois é, prepare-se. Aliás, prepare seu bolso. Seja qual for seu console, vem chumbo grosso por aí. Daqueles que não dá pra se esquivar. É jogar ou morrer.

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