BBC | News On Your Mobile
Em quase qualquer roda de amigos, assuntos nostálgicos, “a primeira vez que você entrou na internet” e/ou “onde você estava no dia 11 de setembro de 2001″ não demoram a aparecer.
O novo comercial da BBC trabalha exatamente com a última pergunta, mas de forma mais ampla: onde você estava quando viu determinada notícia?
O filme mostra uma série de fatos históricos, com pessoas acompanhando sempre em frente da televisão. Mas as coisas mudaram, e a BBC pergunta: onde você vai estar na próxima vez?
Criado pela RKCR/Y&R de Londres, o comercial divulga o conteúdo mobile da Beeb. A produção é da Red Bee Media e da Another Film Company.
Uma abordagem ousada, mas não inesperada, de uma das mais tradicionais emissoras do mundo. Por diversos movimentos como esse, já se tornou um grande exemplo da adaptação de um grande grupo de mídia em tempos de convergência.










Fudido
gente, o que raios é um VP de criação? Pelo amor de deus!
Arrepiou até…
Muito bom MESMO
Oi, pessoal. Voces assistiram o comercial do canal de noticias argentino TN?
http://es.youtube.com/watch?v=v-bovFgcR2s
Escutem a música, o clima, etc…
Nao é un “excesso de referencia”?
Abraço.
Me lembrou – eu disse LEMBROU – esse VT da RBS: http://www.youtube.com/watch?v=8xWpidfBo3o
Sensacional!
A trilha seria do Gustavo Santaolalla do filme Babel? Arranjo e harmonia parecidíssimos.
Incrível…
Moura, também acho que a trilha é do Santaolalla, Deportation/Iguazu.
[...] Via Brainstorm9. [...]
Interessante a similaridade e a diferença entre os dois roteiros – BBC e RBS. Ao brasileiro faltou a sutileza dos britânicos, em nossa tentativa de querer explicar tudo que as imagens e o conceito da campanha pretendiam.
Bastavam as cenas e a questão “onde você vai estar”. Outra coisa: será que temos aí também a influência do famigerado “filtro solar”?
Concordo com tudo o que o Luiz disse. Na verdade, é para todos os comerciais. Uma campanha FODA, com imagens de tirar o fôlego… e colocam uma locução que não casa com nada. Acho que nossos comerciais devem ser mais sutis, recorrendo ao locutor apenas quando extremamente necessário.
Quanto ao “filtro solar”, “mude”, “campanha dove pela real beleza”, “me olha, me olha de novo – seda” (muito pouco trabalhada pelo potencial que tinha), eu gosto. Acho que vão ter que bater muito mais nesta referência para eu cansar.
Ouvindo a trilha de “Coisas que perdemos pelo caminho”, filme também trilhado por Santaolalla, encontrei algumas faixas parecidíssimas, até mais que a Deportation/Iguazu de Babel.
Mais uma vez, bilhante o VT.