Braincast 31 – Redes sociais: “Falem mal, mas falem de mim”

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Na tentativa de gerar buzz a qualquer custo, vemos diversas marcas investindo na velha e questionável prática do “falem mal, mas falem de mim”. Seja mexendo em algo polêmico ou se disfarçando de conteúdo espontâneo, muitas vezes essas decisões acabam causando a ira das pessoas na internet.

E quando as pessoas falam mal, o esforço vale a pena assim mesmo? A Nokia, por exemplo, declarou que considerou positivo o resultado da campanha viral “Perdi meu amor na balada”. É isso o que Carlos Merigo, Saulo Mileti, Luiz Yassuda e Munique Lima (CUBOCC) debatem no Braincast 31.

Faça o download ou dê o play abaixo:

[0h01m48] Comentando os Comentários
[0h58m00] Borracharia Sr. Abel
[1h01m14] Qual é a boa?

Críticas, elogios, sugestões para braincast@brainstorm9.com.br ou no facebook.com/brainstorm9.

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21 respostas para “Braincast 31 – Redes sociais: “Falem mal, mas falem de mim””

  1. Pedro disse:

    Como ouvinte assíduo faço um pedido: não coloquem musica de fundo… e se colocarem, por favor, tentem escolher uma música calma.. esse rock alto ai interferiu na voz da galera.

    Obrigado e parabéns pelo conteúdo!
    Abçs, Pedro

  2. saulo saulo…. porque me persegues???
    meu.. falar do Tricolor Paulista.. que não é time? ta de brincadeira né?
    olha pra história do teu time rosa…. e depois fala alguma coisa..

    sobre o braincast ta bem legal, só acho q ta corrido demais o programa, as vezes percebo q vcs correm com o tema pra bater o tempo… e deixa os assuntos em aberto…

    enfim – continuem

  3. Falae, pessoal
    Mais um Braincast pro rol dos clássicos. Parabéns.
    O tema é bem complexo e vale lembrar que sempre existem 3 versões pra tudo: A versão da agência, a versão do cliente, e o que realmente aconteceu. O que quero dizer com isso é que muitas vezes esses filhos dantescos são resultados de adequações, opiniões de esposa, sobrinho e papagaio, e não exatamente o que a agência propôs.
    Enfim, ao ver o tema me lembrei do primeiro case desse tipo que tomei conhecimento. Foi em 99, quando estava no primeiro ano da faculdade. A Loducca criou uma ação que espalhou faixas por diversas cidades com algo do tipo: "Procura-se cadela perdida da raça labrador. Atende pelo nome de Daisy. Criança doente. Ligar para…" os telefones deixados nas faixas receberam milhares de ligações. Todo mundo comentava que o dono da tal Daisy deveria ser alguém com muita grana. Rolou até comunicado em TV, com as letrinhas subindo e locução off.

    No final foi revelado que era uma campanha de relançamento de uma marca de ração. Pegou mal. Virou caso de estudo (negativo) na faculdade, apesar do Celso Loducca afirmar pra imprensa que a campanha foi um sucesso. (Segue o link: http://br.dir.groups.yahoo.com/group/publicitario

    Na real acredito que tudo depende do brief que você recebeu. É pra fazer barulho a qualquer custo? É pra seduzir? É pra divertir? É pra se posicionar? Faz algum tempo que a propaganda deixou de ser unicamente um meio de vender. As marcas precisam se comportar com personalidade para se relacionar com pessoas. Isso faltou bastante para a Nokia.

    Abraços, e continuem alimentando nossos cérebros.

  4. @loipinheiro disse:

    Fala galera, cast fenomenal! Porém, rolou uma canelada! O merigo chamou o Jeff Daniels de Jeff Bridges, que são duas pessoas totalmente diferentes. :P The Newsroom é fantástico e encontrei a série através de voces, uns podcasts atrás. To totalmente viciado, fico me imaginando em dialogos – mesmo forçados – iguais aqueles. E a temática da série te faz pensar como é a vida onde uma informação vale ouro ou a cabeça de algumas pessoas. Muito obrigado, acabou me surpreendendo e devo isso a vocês.

  5. joaopsouza disse:

    Podcast mais-melhor-de-bão todo dia. Parabéns!
    Bem, sobre a Nike achei a atitude meio babaca pois os torcedores dos outros times são consumidores em potencial e no país do Carnaval já está mais que provado que futebol é motivo de briga, até assassinato e, o pior(pra marca claro) é perder vendas(ou deixar de concretizá-las).

  6. Lucas Groke disse:

    Parabéns pelo Cast!! Cada dia mais interessante, inclusive para pessoas que não trabalham com publicidade assim como eu, e outra coisa, vocês sempre ganham o meu page view com essa estratégia de publicar no site antes que no ITunes!! Hehe Isso inclusive isso faz com que eu entre mais no site, parabéns pela estratégia!! =]

  7. @frederickfm disse:

    seria legal ter os links do "Qual é a boa" no post

  8. Christian disse:

    Com licença queridos, acho que fui mal interpretado. Só pra lembrar, não foi ideia da NASA mandar um homem até a lua… Os gregos pensavam nisso há dois mil anos, os soviéticos já estavam perto e até a tal da macaca ou cachorra já tinha ido…. mais uma vez, a inovação foi uma "adaptação" de uma ideia que já era bastante velha na época, assim como o Facebook, o Google. A inovação está mais na "maneira" de fazer do que em "o que" deve ser feito.

  9. Laís Grilletti disse:

    E por falar em virais patrocinados: http://kibeloco.com.br/2012/08/29/spoleto-parte-2

  10. Marcel disse:

    Anti-corinthianismo existe mesmo, mas é só um reflexo do pé no saco que todo corinthiano é e sempre foi. Quem aguenta uma torcida com um monte de Rochelles, pobres e soberbos (em relação a títulos e grandeza do time)?

    Mas a Nike é patrocinadora do Corinthians, então nada demais. Como vocês disseram, consumidor tem memória curta. Enchem o Saco, mas no outro dia tão comprando de novo.

    E Saulo… relaxa… pros são paulinos o Palmeiras também é time de várzea, dá nem graça de ganhar. ;)

  11. Inacio disse:

    Saulo, sou Corinthiano mas não gosto dos produtos da Nike, como consumidor. Tenho 1 camisa da Nike do Corinthians e a qualidade, na minha opinião, deixa a desejar em relação à camisa do Palmeiras (Adidas), por exemplo. Pra se ter idéia, eu acho uma camisa da Topper (antiga) melhor acabada que a Nike atual.

    Acho válida a Criatividade na propaganda, em um contexto geral, mas não consigo vestir tanto um tênis quanto uma camiseta Nike e me sentir confortável. Acho que, muitas vezes, o marketing tão agressivo que eles fazem compõem as estatísticas de venda. Você vê tudo aquilo muito bem produzido e o produto funcionando (naquele contexto) que você acha melhor que as outras marcas.

    Abs
    Inacio

  12. @Pimentel11 disse:

    Galera, parabéns por mais esse braincast.

    Sobre o viral da Nike, concordo plenamente com o Saulo: o que seria do futebol sem a rivalidade? Por maior que seja a proporção quando se trata de Corinthians, como no Rio é Flamengo, a Nike só aumentou o "raiva" de quem já torcia contra. Por mais que tenha gerado um buzz, falar que essa torcida anti-corinthiana se preocupava mais com o Curitcha do que com o próprio time foi uma soberba que representa bem o espírito corinthiano. Mas falando profissionalmente, a Nike enxergou como um anúncio de oportunidade e deve ter gerado o resultado que eles esperavam, já que todos os torcedores e blogs de fanáticos acabaram falando disso no outro dia, véspera da final.

    É isso! Abraço

  13. Carlos Feoli disse:

    Humilde sugestão de pauta: quanto os agregadores de conteúdo podem nos fechar nos mesmos assuntos?
    No qual é a boa, a Munique Lima comentou sobre não olhar somente as opinião favoráveis às nossas idéias.
    Eu uso o Google Reader, lá tenho 6-7 grupos de informações. Recebo as atualizações e noto que muitas vezes meu dia gira só nesse tipo de informação. As vezes fujo para um G1 da vida para ler outras coisas.

    Abs

  14. Filt disse:

    Depois de meses trabalhando no departamento de marketing de uma marca de luxo e varias idéias boicotadas, pergunto para o seu Abel meu “chefe”: Seu Abel, o que te fez entrar na publicidade? Seu Abel responde: Queria fazer veterinária mas publicidade era mais barato.

  15. Filt disse:

    Depois de meses trabalhando no departamento de marketing de uma marca de luxo e varias idéias boicotadas, pergunto para o seu Abel meu “chefe”: Seu Abel, o que te fez entrar na publicidade? Seu Abel responde: Queria fazer veterinária mas publicidade era mais barato.

  16. Filt disse:

    Depois de meses trabalhando no departamento de marketing de uma marca de luxo e varias idéias boicotadas, pergunto para o seu Abel meu “chefe”: Seu Abel, o que te fez entrar na publicidade? Seu Abel responde: Queria fazer veterinária mas publicidade era mais barato.

  17. quagliato disse:

    Saulo, você tem iPhone? Quer me vender? hahaha

  18. @mairqueiras disse:

    Desculpe o incomodo mas tentei buscar no Google de diversas formas. Mas qual o nome do rap da abertura desse episódio?