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Braincast 24 – Saí de Agência: E agora?!

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“Saí de agência… e agora?” Essa é a pergunta mais feita pelos profissionais que, após anos de trabalho, decidem seguir carreira solo ou até mesmo mudar completamente de área. Alguns abrem suas próprias agências, outros se tornam escritores, artistas plásticos, fotógrafos e por aí vai. E para conversar sobre esse assunto, colocamos quatro destes desbravadores na mesa: Saulo Mileti, Luiz Yassuda, Agê Barros e Eduardo Bellotto.

Faça o download ou dê o play abaixo:

[0h02m30] Comentando os Comentários
[1h00m40] Borracharia do Seo Abel
[1h02m20] Esse eu Indico
[1h04m30] Qual é a Boa?

Críticas, elogios, sugestões para braincast@brainstorm9.com.br ou no facebook.com/brainstorm9.

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30 respostas para “Braincast 24 – Saí de Agência: E agora?!”

  1. Walmir Guerra disse:

    Tema interessante para o meu estado de espírito atual!

  2. Arthur disse:

    Mais um da seção: "Ainda não ouvi, mas já gostei".

  3. Luiz Amaral disse:

    Eu saí de agência mas ao mesmo tempo eu não saí. Eu continuo como redator, mas trago agências para trabalhar comigo e faço tudo em casa (www.diretordeletras.com.br). Minha maior motivação para fazer home-office foi exatamente ter mais autonomia na hora de criar: a) como fornecedor direto, sou mais ouvido do que quando era funcionário e b) não tem ninguém fungando no pescoço.

    Trabalhei em agências por 7 anos até desistir em julho de 2010. Nessa, trabalhei com grandes empresas, fui fazer um baita trampo na Bahia, fiz um networking muito legal… Além disso, meu leque de serviços permite que o pessoal perceba que um redator é muito mais útil do que um trocadalho do carilho no título do anúncio.

    Eu sempre disse que criatividade é 10%. Os outros 90% são repertório, concentração e técnica.

    É isso.

  4. @madsenfelipe disse:

    Sempre fico triste quando escuto pontos de vista rancorosos.

    Não tenho absolutamente nada contra o mercado da propaganda. Trabalho há pelo menos 7 anos com digital e vi nos 2 últimos uma convergência inegável entre os dois universos. Para uns foi uma coisa muito bacana, para outros nem tanto.

    Abandonei esse universo de agências não por achar que estava no meu teto criativo ou coisa do tipo, mas sim por estar saturado dos processos e resultados.

    Passei 1 ano em processo de reflexão até que decidi que a propaganda não me divertia mais e fui atrás de outra coisa. Simples assim.

    Daqui 2 anos quero ver um Braincast: Fechei minha startup. E agora?

    ;-)

    • Luiz Yassuda disse:

      Olá. Acho que o que tentamos fazer foi justamente mostrar o mundo além das agencias e como há outras possibilidades. Se pareceu rancoroso, não era a intenção. Até porque nossos convidados ainda ganham dinheiro com o mercado de publicidade.

      • @madsenfelipe disse:

        Na verdade Yassuda, o que eu quis dizer na minha primeira linha não foi relacionado a vocês especificamente, afinal adorei o podcast e estou na mesma jornada.

        Infelizmente sabemos que nem todos os que "largam a propaganda" são tão otimistas como nós, e ao invés de espalhar boas energias de renovação e novos desafios, saem aos quatro cantos cuspindo no prato que comeram, beberam e amaram. Em outras palavras, de #mimimi.

        A propaganda funcionou para mim como um trampolim para algo maior e mais divertido. Isso não é algo que se deve desprezar.

        Ps.: Lemonade é muito bom!

        • Luiz Yassuda disse:

          Sendo assim, concordo contigo. Passei por bons momentos e com certeza aprendi muito em agencias. Claro, estou louco para fazer algo novo, mas vou lembrar com carinho dessa fase

  5. chuchubas disse:

    To ouvindo o braincast e revivendo mentalmente os últimos 10, 12 anos da minha vida trabalhando no mercado e o meu estômago está embrulhando outra vez. Tava mais que na hora de existir a discussão do cansaço dos profissionais com o mercado… eu cansei e essa é a minha história:

    Trabalhei como diretora de arte em agência pequena, agência grande, portal grande, ganhava nada, ganhava pouco (diretora de arte parece que automaticamente ganha menos que o diretor de arte), etc. trabalhei em lugares ditos "bacaninhas e com pessoas legais" mas estando lá dentro a pessoa cansa, a pessoa não acha que os jobs malucos e as pessoas legais seguram a pessoa.

    Ano passado, no último trampo que estive ganhando mais do que nas outras mas me obrigando a acordar 5 da manhã pra ir pra outra cidade só pra não estar desempregada e ter uma graninha eu estava a poucos meses de fazer 30 anos eu me vi num stress tão absurdo, de não ter perspectiva alguma de crescimento, de literalmente perder os cabelos e não ter mais vida alguma.

    Foi então que decidi pela primeira vez na vida abrir mão da grana porque já não me importava mais com um ambiente que se dizia "criativo", não aguentava massagem de ego de premiação, não aguentava o jeito como a publicidade on e off se porta no Brasil, os clientes, os colegas…
    Parti para ficar em casa sem fazer absolutamente nada, eu precisava de férias em casa pra acalmar a cabeça. Meu marido segurou a barra do aluguel e das outras contas, passamos um perrengue absurdo mas eu precisava urgente desse tempo senão eu me mataria. Enquanto isso fiz alguns poucos freelas, aprendi a fazer coisas que eu gostava mas não tinha tempo porque vivia em função de trabalhar até tarde ou virar noites.

    Inclusive quando bateu o desespero de ter um trampo de novo fiz entrevista em duas agências grandes e no meio de uma delas simplesmente desisti de tentar porque eu sofreria todo esse pesadelo de novo. Isso não serve mais pra mim.

    Hoje em dia eu trabalho como DA em casa, mas pra uma "agência" na nuvem fazendo trabalhos num ritmo MUITO mais tranquilo, tenho uma vida tranquila, meu networking não se restringe aos bitolados de agência, faço meu tempo, tenho reuniões em cafés e posso fazer freelas de pijama. Mas até chegar nesse sonho tive que passar pelo inferno.

    Ouvir esse Braincast foi um alívio! Eu também cansei dessa vida e olha, ainda bem que outros estão sentindo isso :)

  6. joaopsouza disse:

    Parabéns por mais um excelente braincast. :D
    Então pessoal eu tenho uma dúvida:
    Gosto bastante de design, já tentei aprender programação mas não deu muito certo, hoje penso em trabalhar com design, mas tenho muita vontade de prestar vestibular para Publicidade e Propaganda ano que vem(estou no segundo ano do ensino médio). Vocês acham que seria uma perda de tempo? E seria até legal o Saulo responder porque ele tem uma empresa de design e gostaria de saber se a faculdade de design é essencial. :D

  7. Numa estimativa, pra quais as áreas que o povo que desistiu de agência migrou ? no fim é uma transição igual pra todos que tem esse perfil ?

    • Saulo Mileti disse:

      Acho que não, Leandro.
      Conheço um bom número de pessoas que o fez, sabe… e percebo que existe uma variedade nas novas áreas de atuação.

      Conheço gente que foi pra fotografia, para artes plásticas, para ilustração, para confeitaria e por aí vai. Na real, acho que tem muita ligação com o interesse pessoal do sujeito, sabe?

      Ele analisa aquilo que realmente dá prazer pra ele, e vai com tudo!

  8. Juliano Reimberg disse:

    Po, só pq o Merigo não estava, considero o melhor braincast até agora! :)
    Mas entendo, o Merigo deve estar sem voz até agora, Vai Corinthians!!!! :)

    Analisando tudo que foi falado, somando a mais algumas centenas de artigos sobre o assunto, concluo que existe uma regra básica para deixar essa transição menos traumática: 1. Se pensa em se libertar, comece fazendo uma reserva, não precisa juntar uma herança, mas o suficiente pra vc não se preocupar com o dinheiro, afinal terá que se preocupar e focar em outras coisas mais importantes no início. 2. O mais importante na minha opinião, tenha um network atualizado, bom ou ruim, vc só descobrirá qdo for usa-lo. e 3. Sonhe alto, mas de vez em qdo pouse para abastecer, afinal, ninguem quer cair e sim pousar.

    Infelizmente a cultura brasileira é de criar empregados e não empregadores, por isso eu acho sim que tem muito espaço no mercado, ainda mais o publicitário, seja para empregados, freelas, pqnas, grandes agencias ou empreendedores.

    Gosto muito da historia da empresa Mormaii, como exemplo de empreendedorismo, os caras não são assim uma referencia mundialmente conhecida, mas eles souberam driblar todos os obstáculos e hoje estão em uma situação favorável e interessante no mercado.

    Abraço galera e parabéns novamente pelo tema muito interessante discutido.

  9. fabricio disse:

    Bicho, da primeira luta entre Anderson silva e Sonnen, Sonnen havia usado testosterona e o Anderson estava com a costela trincada. Falam isso no documentário (que achei bem ruinzinho, vazio).
    Aí está, o Anderson em 100% mostrou que é, realmente, o lutador de MMA mais foda dos fodas.
    Sim, UFC é meu futebol.

  10. Episódio excelente. Eu também saí de agência e passei por diversas das coisas que vocês citaram, inclusive ter que voltar ao mercado de propaganda por algum tempo. Aquela sensação de “Meu Deus, e agora?” é bem real e acontece direto. Por outro lado quando as coisas dão certo, a satisfação é dobrada.

    Outro dia, num café com um amigo que também foi pra vida solo, ele comentou algo sobre ganho anual ou semestral, ao invés de salário mensal, acho que é uma boa estratégia, tenho tentado pensar assim desde então. Aliás, tomar café com pessoas interessantes é uma estratégia sensacional, porque funciona muito bem e é muito barata (isso quando a outra pessoa não faz questão de pagar a conta).

    A estratégia de guardar grana pro início, ou período de vacas magras é a melhor de todas e eu queria mesmo ter feito isso.

    Parabéns pelo programa, bom ouvir de gente mais experiente que passam pelos mesmos apertos às vezes.

  11. Inacio disse:

    Cara, escutando este Braincast eu me senti ouvindo a eu mesmo! Estou na mesma situação que um dia vocês já estiveram. Estou apertando o botão "eject" mas o mesmo está "emperrado", ou seja, já manifestei a minha vontade de sair e tudo está em "Banho Maria".

    Outra coisa interessante que vocês não comentaram muito é o sobre o tal Home Office. Tá certo, você é solteiro, ou casado, sem filhos, tudo é uma maravilha para se trabalhar em casa. Agora, se você tem filhos, como fica a história? Home Office e filhos são coisas incompatíveis, daí, acho interessante para quem começa e está numa situação destas que façam um "boleto" de um espaço pequeno, uma "salinha", nada tão caro e que você possa manter.

    Parabéns, acho que pelos posts já deu pra ver o sucesso deste Braimcast.

    Abs
    Inacio

  12. Eu sempre ouço o Braincast a caminho da agência, e dessa vez eu ouvi uma coisa bem interessante: sobre a quantidade de trabalho maior e muitas vezes o salário menor.
    Mas ai vem a pergunta: Será que isso não vai cansar, como vocês cansaram da vida de agência?

  13. @chamaotom disse:

    puta sacada esse tema rapaziada!
    Sou de Ferraz de Vasconcelos, pra lá da ZL de São Paulo… e venho todos os dias
    aqui pro lado da Faria Lima… são 50k pra vir e 50 pra voltar… Não tenho a pegada
    de morar pra cá, pq é tudo muito caro… e a gente acaba trabalhando pra pagar conta, não para viver…
    Esse braincast encoraja cada dia mais!

    Parabéns ae pela atitude!

    Tom Dias

  14. duh138 disse:

    é um livro, você encontra neste link: http://www.amazon.com/gp/product/B000PY3YWW/ref=k

  15. Rodrigo Dias disse:

    Pow, por que você não postam o link no post ???

  16. Fabrício Cunha disse:

    Primeiro parabéns pelo tema proposto Luiz Yassuda e todos os envolvidos!
    Precisei ouvir duas vezes este podcast de quão interessante que achei pois me identifico totalmente com o que todos disseram e principalmente pelo sentimento que o Saulo expôs por ter saído de uma agência.
    Eu até acrescentaria o seguinte, meu sentimento foi de "poxa" eu ralo fico horas na agência dou o meu máximo e no final do mês meu salário é o mesmo. E a principal diferença de quando comecei a trabalhar em carreira solo foi que todo o meu esforço consigo reconhecer na satisfação do cliente, inclusive através das indicações que ganho e consequentemente da grana maior no final do mês.
    Eu diria que hoje já não estou na fase do "E agora?" e sim no de "Como crescer ainda mais?" pois sozinho você chega em um limite de produção e não sabe se cresce (e como crescer?) ou se mantém como está! Fica com dica para um próximo Braincast ;)

  17. Alvaroniten disse:

    Ótimo tema.
    Impulso pra quem está prestes a sair da caverna de Platão.

  18. eduardoprox disse:

    Pulei fora de agência faz 6 meses. Era diretor de arte. Fui diretor de arte durante 4 anos, comecei em 2007 em Curitiba. Meu último emprego na área foi em Sampa. Hoje não crio mais, virei analista de marketing no grupo Positivo. Não me arrependo. Vejo que com o que aprendi posso fazer muito mais pelo mercado de propaganda do lado de cá do que de lá. E me sinto muito mais satisfeito profissionalmente. Sem contar que aqui tenho banco de horas e hora extra. Poder viver é uma coisa fantástica. Desde que saí de agência, emagreci, minha saúde melhorou (eu vivia com dores, gripado, com gastrite) e consigo ver minha família e meus amigos novamente. A vida é muito curta para ser criativo.

    Como um dos participantes do braincast falou, é ridículo como tratam as pessoas com mais experiência e mais velhas nessa área. Logo se tornam caras e obsoletas. Motivo de piada. Descartaveis. Quando eu vi que não queria ser DC e acabar assim, e vi que minha saúde estava cobrando pelo ritmo de vida… Pulei fora.

  19. Flávia disse:

    Oi Gente!
    Gostei muito deste braincast, mas confesso que fiquei um pouco decepcionada! Achei que vocês iriam falar de outras opções p/ trabalhar, que não na agência. Mas pareceu que se vc cansou, a única opção é ser empreendedor. Espero que na realidade não seja apenas isso.

    Pegando esse gancho, gostaria de sugerir um tema: “Me formei, e agora?”. Neste, gostaria de ouvir sugestões para quem não fez estágio, quem estagiou em mkt e quer ir p/ agencia (vice-versa). Quem estagiou, por exemplo, em atendimento e quer criação, em criação e quer planejamento. Enfim, depois de formado, se não consegui fazer o que quero, está tudo perdido mesmo?
    Espero que um dia atendam minha humilde sugestão [este ano ainda, pois é quando me formo;)]
    Sempre me sinto mais publicitária quando escuto o programa! Vocês estão evoluindo a cada edição. Adoro!
    Abraços!

  20. Anônimo disse:

    Ouço o Braincast desde o número 1, e sempre fiquei na dúvida: "será que nunca vão falar dos problemas da profissão?".
    Trabalho em agência grande há uns 3 anos. Atualmente sou assistente de arte em uma das maiores do Brasil, que tá sempre ganhando leão. Só digo uma coisa nesse período de observação: A situação atual do mercado não vai durar muito. Tem que ser muito alienado pra aguentar trabalhar em agência hoje em dia. Eu mais trabalho em finais de semana do que folgo, é raro eu sair antes das 10 da noite e já perdi meu próprio aniversário pra ter que trabalhar. Chegou a um ponto em que os profissionais não aguentam mais. Com cada um que converso, percebo que uma hora a bomba vai explodir.
    Pior pras agências. Porque os inteligentes tão indo fazer outras coisas. Só sobra a molecada sem muita perspectiva ou acomodada.

    Sem falar que as agências estão extremamente ultrapassadas. Ficam insistindo em prêmios em Cannes que nunca funcionariam na vida real e não entendem bulhufas de novas tecnologias e nem percebem a relevância dos novos meios. Mas isso é assunto pra vinte laudas.

    Eu tô planejando minha saída pra ganhar muito mais do que ganho e ser muito mais feliz. Não vai demorar muito pra muita gente fazer o mesmo.

  21. Renato Vicente disse:

    + uma do Sr. Abel.

    Sr. Abel chegou no jornal de grande circulação Aqui no Ceará (único vá), fez o anuncio tudo bonitinho e tal, no outro dia ele chega furioso matando geral, causa da furia: ele disse que queria o fundo branco e não na cor do papel jornal, e sim da forma que via no monitor.

    Sr Abel 2
    Outro dia Sr. Abel chegou pedindo pra melhorar o vermelho da logo do anuncio (pra jornal), pq estava achando "sem brilho" estava muito "fosco"…. ainda perguntou: – Olha, não daria pra ficar igual aqui nessa revista não??? com esse "brilhinho".

  22. Excelente esse Braincast! Acho uma discussão válida porque é um dilema que surge para várias pessoas em agência.
    Sou formada em publicidade e comecei na área de Marketing, depois de dois anos mudei o lado do balcão e comecei a trabalhar na área de criação como Assistente de Arte até virar Diretora de Arte. Depois de quase 4 anos resolvi chutar o balde e agora trabalho com fotografia. Foram ótimas as dicas e principalmente saber que NÃO SOU LOUCA! Que fazer o que gosta é liberdade e gostar do que faz é necessário! Ter o Agê Barros como exemplo me deu mais ânimo!

  23. Thesco disse:

    Melhor Braincast que já ouvi. Providencial. Saí de agência e montei estúdio a 10 anos. Muita gente fica fascinada no trabalho home office e eu tento alertar para os perigos e falácias de empreender um negócio. Quase ninguém acredita, pior, desconfia. A maioria que já recebe via PJ em agência vê apenas a "vantagem" de poder trabalhar em casa. Recomendei o podcast para uma cáfila sedenta de ser independente.

    Achei que faltou bater num assunto: Bagagem no mercado. Antes de se jogar numa empreitada pessoal, acho que é preciso pesar o expertise. O quanto se conhece do mercado e do negócio.

    Parabéns a todos que participaram do podcast.

  24. Thesco disse:

    Melhor Braincast que já ouvi. Providencial. Saí de agência e montei estúdio a 10 anos. Muita gente fica fascinada no trabalho home office e eu tento alertar para os perigos e falácias de empreender um negócio. Quase ninguém acredita, pior, desconfia. A maioria que já recebe via PJ em agência vê apenas a "vantagem" de poder trabalhar em casa. Recomendei o podcast para uma cáfila sedenta de ser independente.

  25. LuizC disse:

    Bem, até agora me esbarrei nos boletos que avançam debaixo da porta. :) Mas já estou planejando para vencê-los em breve.