Braincast 23 – Cannes Lions 2012: Conquistas, palestras e conclusões

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Antes do festival, conversamos sobre importância dos prêmios no mundo da comunicação e criatividade. Agora, com o fim da edição 2012 de Cannes Lions, voltamos a mesa do Braincast para comentar os principais premiados e o que de mais interessante surgiu nas palestras e seminários no Palais.

Carlos Merigo e Saulo Mileti perguntam tudo para Ronaldo Tavares e Leo Ávila, que estiveram no festival durante a semana inteira e inclusive trouxeram Leão na bagagem.

Faça o download ou dê o play abaixo:

[01m50] Comentando os Comentários
[53m15] Borracharia do Seo Abel
[57m00] Qual é a Boa?

Críticas, elogios, sugestões para braincast@brainstorm9.com.br ou no facebook.com/brainstorm9.

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8 respostas para “Braincast 23 – Cannes Lions 2012: Conquistas, palestras e conclusões”

  1. Luiz Guilherme Amaral disse:

    Eu só queria ressaltar sobre meu último comentário que o que eu disse estava completamente de acordo com vocês. CD não matou o vinil, TV não matou o cinema e iPad não matará revistas e jornais. Foi exatamente isso que eu quis dizer com aquela anedota de embrulhar o peixe.

    Agora, sobre a pauta de hoje, eu acho o seguinte: Fulano gostou da peça. Cicrano e Beltrano não. Só que fulano é mais influente, é o pica-grossa do baile e aí a peça ganha. Esses "esquemão" não estragam os critérios?

    Aliás, tudo isso não é muito subjetivo? Vocês não gostam de determinadas peças que outros grupos estão venerando e lustrando as bolas de quem fez.

    E lembrei de mais uma coisa: às vezes eu tenho a impressão que rola algo do tipo "ah, mano, os caras querem fazer peça fantasma e colocar no Ads of The World! Puta saco!". Aí empurram a peça pra dois estagiários que acertam a mão e fazem um negócio bacana. E daí quando vai publicar no Ads of the World, fica todo mundo dizendo "coloca meu nome aí, hein?" e a ficha técnica tem 400 pessoas lutando por um espacinho na vitrine. Vocês concordam?

    Abraço!

  2. Guizaum disse:

    Esse é pra borracharia do Sr. Abel:

    Abel pediu que fosse feita a papelaria para todas as borracharias dele, uma delas ficava na rua Marechal Deodoro da Fonseca. No material, pra ficar melhor no material o nome ficou Mal. Deodoro da Fonseca.

    Sr. Abel manda um email dizendo que é errado abreviarmos o primeiro nome da pessoa e o correto deveria ser Marechal D. da Fonseca.

  3. João Antônio disse:

    Olá braincasters,
    sou muito fã do podcast, sempre ouço no trabalho e sempre que possível procuro divulgar para algum amigo.
    Trabalho em uma agência de publicidade no interior de SP, mas sempre almejei em trabalhar na capital. Pela valorização da profissão, devido a grande demanda e competitividade, as empresas que sempre necessitam dos serviços prestados por uma agência, e também, para conseguir ter um trabalho reconhecido, já que o dia a dia de "jobs" em uma agência pequena nunca permitiria conquistar um prêmio, ou ser referência por uma determinada especialização.
    Se os meus objetivos são esses, gostaria de saber se vocês mudariam para uma cidade maior, ou se é possível ter um trabalho prestigiado (a nível de Cannes) em um pólo de trabalho não tão competitivo quanto.
    Abraços!

  4. Fernando disse:

    Show de bola. Mais um fantástico cast.
    Só uma dúvida, que música foi aquela no final do cast?

  5. Rafael Andrade disse:

    Olá. Primeiramente gostaria de parabenizá-los pelos braincasts sempre enriquecedores e bem humorados. A bola que vou levantar talvez seria mais cabível no braincast #13 “Quando a culpa é do Cliente?”, porem como isso se reflete nos festivais, principalmente em Cannes, lá vai: Como o próprio Cris disse, a agencia sempre quer marcar o gol de bicicleta enquanto  o cliente quer apenas vencer o jogo. Isso faz com que passe a existir uma frustração criativa, a ponto dos profissionais dessa área limitarem suas ideias para determinados clientes antes mesmo delas nascerem. Ao mesmo tempo, os clientes não estão totalmente errados, pois estão envolvidos em outros processos, outros tantos Ps além da Propaganda. Portanto, na opinião de vocês, o que as agencias poderiam fazer para darem  início a um processo de mudança  nesse descompasso existente entre agencias e clientes? O que elas podem fazer para “ambientar” seus clientes no mundo da propaganda e prepará-los para aceitarem projetos mais “ousados”, refletindo assim uma maior confiança em suas agencias? 

    Abraços!

    P.S.: a releitura da vinheta de abertura ficou fóda! Muito bom!

  6. Junior disse:

    Vcs deveriam publicar as trilhas sonoras.