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Braincast 21 – O que podemos aprender com os Games?

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Nos últimos anos, o mercado criativo inventou a moda de falar “gamificação”, sem lembrar que esse universo já influencia nossa sociedade há décadas. Os games e consoles mudaram completamente a indústria do entretenimento, hoje servem de referência em diversas áreas, e claro, é uma das pautas preferidas aqui do B9.

No Braincast 21, a cultura dos games é o papo entre Laura Buu (editora do Pink Vader), João Lopes (Creative Producer da Wieden + Kennedy) e aqueles gordinhos de todas as suas terças: Carlos Merigo, Cris Dias e Saulo Mileti.

Faça o download ou dê o play abaixo:

[02m10] Comentando os Comentários

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15 respostas para “Braincast 21 – O que podemos aprender com os Games?”

  1. Luiz disse:

    Video game é cultura. Tenho um amigo que fala inglês muito bem e aprendeu jogando vídeo game — estou falando de um cara que começou no Atari e hoje está no Wii. E manja muito.

    Eu concordo que video game faz parte desse bolo de coisas "obrigatórias" para construir um repertório: música, cinema, pintura e video game. É um mundo enriquecedor. Tal como o Merigo disse: tem enredo, produção, etc…

    Eu desconfio de quem não joga video game.

  2. Acho que vale a pena ver três tipos de narrativas para que possamos prever o futuro dos vídeo games. Temos os filmes que estão entrando em sua maturidade no mercado, agora vemos a grande adolescência do mercado de animação e os games ainda está engatinhando, mas está subindo nos móveis para dar seus primeiros passos.

    Acredito que os Vídeos Games podem e vão quebrar todas as barreiras de Storytelling, e isso vai influenciar a forma que pensamos estratégicamente na comunicação, em criar conexões com o público, formas de transmedia storytelling e Social Media, por que, dizer que MMO não é uma mídia extremamente social é uma babaquice.

    A minha pergunta é, como que a experiência de narrativa dos games pode ser massificada, o caminho é realmente os aparelhos móveis? Internet? algo novo? O que devemos esperar e como publicitários? Como podemos nos preparar para utilizar essa nova mídia e a capacidade narrativa para introduzir experiências de marcas?

    Abs e parabéns

  3. Por fim virou mais um guerra de console e de gostos. Do pouco que ouvi sobre gamificação, foi bem raso. Nada de uma referencia concreta ou base em algum estudo. Sinceramente há muito que melhorar ao se levantar esse conteúdo, fugindo do clássico apelo visual ou mesmo gosto pessoal.
    Esperava mais, alguma citação do uso do entretenimento proveniente de games em situações do cotidiano que de alguma forma afetou positivamente uma ação.
    Gamificação pelo que estudo é algo semelhante ao TED de Jane McGonigal, mais sério e mais profundo.

  4. Ricardo Sousa disse:

    Na discussão quem é a Pixar dos games, citou-se todo mundo menos quem a própria Pixar considera a Pixar dos games :-) http://kotaku.com/5582893/blizzard-is-the-pixar-o

  5. Fernando Cury disse:

    Salve amiguinhos!

    Bacanudo o Braincast. Parabéns!

    Achei bem phoda quando falaram sobre videogame se tornar referência em cultura e arte. Realmente, assim como toda a evolução, quem cresceu nos anos 80 e 90 já têm os videogames inseridos em suas vidas. E claro que eles influenciam! Até pegando gancho no final sobre qual jogo você levaria pro céu ou inferno, eu jogo FIFA desde 96 no Mega Drive. Tenho quatro jogos, três de esportes. Minha pegada é essa. Jogo modo carreira, multiplayer, treinamentos e a porcariada toda. Jogo até tenis e beisebol! Talvez seja um prazer reprimido que os gordos tenham em poder "praticar" esportes. ehehehe

    Mas a minha referência dos jogos de esportes foge um pouco dos jogos mais nerds que tanto citaram e que se apegam em roteiro, gráficos e etc. Concordo com o que disseram sobre muitos deles não ficarem devendo em nada a bons filmes e séries. Só não jogo pq tenho uma frescuragem desenfreada. Não aguento jogar 15 minutos de jogos de 3ª pessoa sem passar mal. Vendi Skyrim, Uncharted, LA Noire e por aí vai. Todos phodas, mas comigo só 1ª pessoa.

    Ah! Pra acabar, só vi um probleminha nesse podcast. Uma falha miúda. Eu jogo PS3, mas não sou um "sonysta". Minha decisão de compra, assim como o Cris falou, foi ter jogado anos de PS2 e principalmente a maioria dos meus amigos tbm terem seguido com a Sony. Minha rede on-line ficaria mais concentrada ali. Por isso, queria mais debates sobre a plataforma em si. Essa falha ficou por conta de não terem um representante mais aprofundado no PS. Todo mundo ali joga XBox, e quer queira, quer não, tiveram no máximo uma opinião de quem já teve PS ou de informações não práticas. No final e na real, houve um esculacho no PS, e poucas infos. Enfim, é isso.

    Odeio vocês do fundo do meu coração. Até a próxima. Tchau.

  6. Abrahão disse:

    Até que enfim um Braincast só para o assunto, que se deixar dura o dia inteiro.

    Sempre apoiei uma seriedade maior para o assunto na minha faculdade, e sempre é o mesmo descaso. Quando vão entender que game não se trata APENAS de diversão?
    Existe um universo muito mais enriquecedor por trás disso, não só como repertório cultural, mas também como novas áreas no mercado de trabalho.
    Não entendo o motivo de uma indústria tão lucrativa como a de games, ainda sofrer com essa falta de respeito por parte da mídia e desvalorização por parte de uma parcela do público.

    E só um comentário: vocês falaram que não precisa lançar jogo de Game Of Thrones, mas já fizeram esse lixo. http://www.youtube.com/watch?v=cagSl3rgM2Q

    Eu jurava que não existiria ex sonystas, eles são muito chatos para mudar de lado.

  7. @pchefaly disse:

    muito bom o poscast sobre video games. Eu sou D.A. e jogo todos os dias, inclusive tenho um canal de games no youtube. http://www.youtube.com/user/The1RedHunter

  8. Fluo disse:

    10 primeiros minutos de blá blá e depois que conseguiram entrar no assunto, várias escapadas e jogos em massa.
    Basicamente um grupo de pessoas falando sobre algo que não entendem nada e apenas compartilhando informações que viram por aí, nada mais profundo.
    Deviam ter chamado alguém do Kotaku ou que entenda mais, porque Laura Buu… Por favor!
    Em suma, regular.

  9. Juliano Reimberg disse:

    O pod foi bom, principalmente pra mim que jogo da vida é River Raid e Enduro, karaca to velho! rs

    Gostaria de sugerir um próximo cast sobre o tema porém focando nas oportunidades de trabalho nesta área, perfil do profissional, como extrair referencias de um game, dicas para iniciantes, enfim, acredito que contribuirá bastante para esse público juvenil e outros tbm sobre esse mercado que no Brasil está engatinhando e por isso ainda tem muito espaço para novos talentos!

    E pra encerrar, game pra mim tbem é arte, assim como o cinema, o game é responsável pelo avanço na tecnologia visual, sonora e social. Fico pasmo ao ver a qualidade das imagens geradas em alguns jogos e não faço nem idéia de como deve ser o trabalho pra chegar nesse resultado final! Não sou jogador assíduo mas sempre que dá procuro assistir trailers e até mesmo o proprio jogo em ação para buscar novas referencias.

    Abraço galera e kd o Ronaldo Tavares? Sumiu!

  10. Fábio Brito disse:

    O Braincast vai me levar a falência…

    Comprei a trilogia do Poderoso Chefão depois do programa sobre os 40 anos da produção, agora sinto que vou acabar comprando um Xbox… Agora pelo amor de Deus não façam um programa sobre BMW…

    Mais um bom podcast para a coleção, parabéns.

  11. Amailto Sales disse:

    Olá B9s…

    Esse Braincast foi assunto de debate e "pingos nos is" aqui na agência.

    Em meados de 96 era designer de ícones e manuais de software quando recebi o convite de trabalho de uma agência. E na 2ª semana de trabalho estava eu todo bonitão lá olhando minhas revistas de videogames, nas época SuperGamePower, Ação Games… quando tomo um susto pois atras de mim parado o Diretor da Agência, tomei um baita susto.. eu novo de tudo e um pouco tímido, pedi desculpas, meio que voltando ao trabalho… e ele me interrompeu dizendo… "Fica tranqüilo, eu sei o que você tá fazendo, buscando referências não é?…" putz tomei outro susto, e pensei.. putz esse cara é legal pra caramba. Lembrei disso ao ouvir o este brancas.

    Sou gamer de longa data, do tempo de Decatlon… e sempre vi nos games um potencial visual muito bacana do que estava acostumado a ver nos quadrinhos da época… Logo, tipografias e ilustrações eram muito chamativas e na maioria dos casos sempre bem trabalhados. O 3D e o Vetores vieram, lógico, pra facilitar tudo, mas antes não, a preocupação era nível Sorayama.

    Eu ficava reproduzindo desenhos da época e sempre imaginando a versão plataforma deles, ex. Thundercats sempre achei que merecia um game.

    O que tenho jogado, KOF 97 no iphone, Limbo no Mac e PES no playstation.

    Acho ótimo o iphone e ipad para jogar alguns games.

    Chorei no final de Shadow of The Colossus e segurei no começo de ICO que é bem bacana também.

    Olha muito obrigado por mencionar, mesmo que em poucas palavra, sobre Shadow of the Colossus, que está no meu top 5 dos games, seguido de KOF 97 (SNK), City Connection (Jaleco 1985), qualquer Versão de WinningEleven/PES e God Of War.

  12. Dario disse:

    Só achei muito ruim quando a Nintendo era citada e vinhas as risadinhas…

    Cuidado amigos, O mercado é bem maior do que seus Skyrims e Mass Effect., mas MUITO mesmo. Foco da Nintendo sempre foi outro. A questão é que vocês cresceram e a Nintendo continua com a mesma filosofia de "game para a familia". Lembra como vocês achavam a Nintendo fodona na época dos 16 bits? pois é!

    De resto, muita M*rda fala e pouca entrada na "gameficação" que era o tema do cast, como os games em outras mídias, em merchandising, Action Figures e etc.

    Sorte na próxima.

  13. @fabiofavaro disse:

    Aaahhhhh se eu tivesse um video game… rsss

  14. Pedro disse:

    Laura Buu é gostosa.