Forbes: Como seria o mundo sem os bilionários

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Esse post são duas boas iniciativas da Forbes no Brasil – lançadas para a temporada de festivais de propaganda – criadas pela Ogilvy.

A primeira é a ação registrada no vídeo acima. Ao invés de entregar a revista na portaria dos edifícios, ela chegou por helicóptero diretamente nas mãos das secretárias dos mais importantes CEO’s do país. É o Forbes Helivery.

Abaixo, uma ótima campanha impressa mostrando o que o mundo perderia caso alguns dos bilionários não existissem. Clique nos anúncios para ampliar.

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18 respostas para “Forbes: Como seria o mundo sem os bilionários”

  1. Bruno disse:

    A ação do vídeo é fraca. Se pelo menos a reportagem de capa fosse mais personalizada, falando sobre o respectivo ricaço que estivesse recebendo. Quem vai ler a revista (o magnata) recebeu a edição da mesma forma se tivesse chegado "por baixo". Ele (ou ela) não teve que ir até o heliporto, muito menos viu a revista chegando ou talvez nem tenha escutado o barulho do helicóptero. A secretária foi até o terraço para, simplesmente, entregar nas mãos do patrão ou até, quem sabe, só deixar em cima da mesa. O que foi diferente foi como a secretária recebeu a revista. E é evidente que esse não é o público-alvo. Deu para fazer um vídeo, porém, experiência com a marca que é bom, zero. Um cliente fantástico com uma ideia fraca. Boa sorte para a agência na próxima.
    Já a campanha que mostra como seria o mundo sem os bilionários ficou excelente.

    • Benson* disse:

      Pois é, juro que pensei a mesma coisa na hora em que deram um close na capa da revista…se tivesse a cara do fulano que ia receber a revista…

  2. Luciano disse:

    Eu acredito que sem essas pessoas independente deles serem ou não bilionários muita coisa se perderia. O mundo sem pessoas desse calibre sim seria uma pena, mas é uma falácia dizer que bilionários são importantes, eles são bilionários por serem grandes empreendedores com idéias geniais e capacidade sem igual de execução. O engraçado é que nenhum dos citados, nem mesmo o Tiger Woods teve origem simples (ele cresceu em Orange County). Todos eles são de famílias ilustres ou já abastadas… O mundo não perde nada sem bilionários, mas certamente precisamos de grandes empreendedores e visionários. Não gostei da campanha, achei elitista, extravagante e esbanjadora.

    • gabriel henrique disse:

      Vc mesmo se contradice… hahahahhahaha nao servem para nada, mas sao importantes??? :s
      e dai que nenhum foi miseravel??

  3. Roberto disse:

    A competição é um atraso para a inovação, o capitalismo é um atraso social.
    Um mundo colaborativo é inventivo, é instigante, a competição transforma adultos em crianças.

    "O meu carrinho é melhor que o seu, lá lá lá lá lá lá…"

    Não precisamos deste tipo de gente, não precisamos deste tipo de revista e muito menos deste tipo de publicitário.
    O mundo seria melhor sem eles.

    • Sergio disse:

      Cuba, Coréia do Norte e China estão indo muito bem na categoria inovação. Rússia também está aí para ninguém colocar defeito, graças a sua história em inovação em negar o capitalismo por algumas décadas. Ninguém mata, piora, adultera e frauda como eles.
      O curioso é que você deve estar criticando o capitalismo num computador, numa base de redes de fibras óticas, e sentado numa cadeira inventada e financiada pela economia de mercado.
      Mas certamente você deve ter a razão, afinal, ninguém caga tanta regra sem estar completamente seguro do que diz, a menos que goste de passar ridículo em público.

      • Fernando disse:

        Hahaha. Justificar comodidade da classe média com deisgualdade social absurda é mais burro e obtuso do que qualquer pensamento resistente em negar que o socialismo como foi implementado não deu certo. Ambas as coisas são desnecessárias: Zuckerberg não precisa ficar tão bilionário, até porque, o Facebook não é um lugar quentinho e inofensivo que revolucionou nossa forma de comunicação; mais do que conectar as pessoas, serve milhões de indivíduos catalogados à empresas que anunciam por valores baixíssimos.
        Gates até divide um pouco da fortuna com os menos favorecidos, tenta descobrir cura de doença e blablabla. Mas o Zuckerberg é um babacão inteligente.

  4. João Pedro disse:

    Roberto, não sei se este é o seu caso. Mas todos os ativistas do “colaborativismo” que eu conheci no mercado Publicitário, eram justamente os que nunca contribuíam com nada e queriam dividir o mérito. Omitiam-se na hora de dizer o que pensavam e depois não queriam dividir a responsabilidade. Execravam palavras como autoria, etc, mas ficavam frustrados quando o nome não saia na ficha técnica. Vai entender…

  5. Rafael disse:

    Bruno, na verdade o publico alvo são sim, as secretárias. Acho difícil um CEO ou bilionário pegar o telefone e assinar uma revista. Quem vai fazer esse trabalho é justamente a secretária do cara. Então acho que essa ação, querendo ou não, falou justamente com quem "compra"o produto.

  6. Rodrigão disse:

    vi a campanha primeiramente no adsoftheworld e achei bem fraca, a arte até que ficou bacana e engraçada, mas sem nenhum conceito. O video ficou bem ruim também, tanto a idéia quanto a própria edição.

  7. @Bormaister disse:

    Sem os bilionários o mundo teria uma melhor distribuição de renda. Sem os criaitivos aí sim o mundo perderia muitos inventos, até porque estes que figuram na matéria eram gênios antes mesmo de serem ricos.

  8. Pedro Izique disse:

    Incrível essa campanha. parabens! abs

  9. Felipe Borges disse:

    O mundo seria muito pior sem Tim Berners-Lee e Linus Torvalds e eles não são milionários.

  10. isso disse:

    mmmm.. brega no último… o mundo já tem bastante milionários modernos que fogem desse esquema old fashioned de se impressionar com helicóptero e tal.. bom, talvez pra um público cheio de dinheiro mas com o mau gosto brasileiro essa coisa toda de entrega cinematográfica funcione.. cabeças que pensam bem pra ganhar dinheiro e pensam mal pra usar e ser feliz na vida….

    over até não poder mais.

    o mais bacana talvez seja a palavra helivery.. that' s a pun .. a play on words… helivery.. delivery by helicopter… yeah.. that's funny, in a way…

    mas o resto, nada a ver.

  11. Eduardo disse:

    Achei tudo muito fraco. O vídeo e a ação foram muito forçados, fica muito óbvia a intenção de produzir um vídeo, o script combinado de receber a revista, mostrar pra câmera. O dia que eu tiver que ligar pros meus clientes pra combinar uma ação antes dela acontecer é o dia que eu vou ser demitido.

    No print achei que faltou um bom título, todo mundo sabe que ser bilionário é ótimo, cade a ligação com a Forbes?

    Enfim, se isso ai ganhar alguma coisa em Cannes me atiro da janela.

  12. Albino JC disse:

    Para mim, ação fraca e filme nada espontâneo. Mas os prints, putz, ficaram show. Conceito e D.A. bem bacanas!

  13. Gosto do Print, o case eu achei ruim!!

  14. Nelson Goes disse:

    Achei a ação fraca, hoje uma chegada em um helicóptero, para uma classe A, já não impressiona. E, além disso, o mundo esta vivendo a sustentabilidade, quantos detritos estão sendo jogados no ar, somente para impressionar. Será algo eletrônico e de bom gosto não seria melhor.