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O futuro dos websites é nenhum futuro

Na verdade, nenhum futuro se partirmos do pensamento ainda corrente, em muitos casos, de que um website de marca, pessoa ou instituição é uma espécie de versão online do escritório/sede/estúdio/casa do referido.

Hoje, como dita o andar da carruagem, essa central da existência online de quem ou que quer que seja tem que existir em vários lugares, ou melhor, timelines. Daí, enfim, não é mais uma central nem uma versão online, mas uma trilha, a história sendo escrita enquanto acontece ou algo que o valha.

O vídeo abaixo traz reflexões interessantes sobre o próximo passo da vida (ou morte) dos websites como os conhecemos. Ou como lembramos deles. Massa. Peguei no blog do Om Malik, fundador do GigaOM.

5 Responses to “O futuro dos websites é nenhum futuro”

    • mauro_amaral disse:

      Discordo, Samuel. Está ocorrendo exatamente agora. Vamos lembrar que nós aqui, navegamos no passado, utilizando os paradigmas que aprendemos há 5 aos atrás. Meus filhos, de forma natural iniciam o consumo de conteúdo em smartphones na hora de dormir (deixamos uns Milestones antigões para eles) e quando acordam no domingo e vão visitar a vó, acessam o vídeo sincronizado em suas contas no Chrome.

      O importante é o conteúdo, entende? São, como disse o vídeo, os agentes que agregam informação de forma instantânea e em tempo real.

  1. Jake Van disse:

    Obrigado por esta informação útil. Tenho pensado muito sobre isso, mas realmente não pode prever o futuro do site que seria ótimo se eu pudesse!

  2. LMWS disse:

    Parabéns pelo exercício de achismo puro, descompromissado com qualquer coisa que não seja o desejo do entrevistado. Falar que isso tudo acontecerá passa apenas por uma coisa: inteligência artificial. Ninguém lá falou disso. Todo mundo acha que aplicativo é o futuro, porque acha essa solução boa agora… Perguntasse 3 anos atrás, estariam falando de sites de busca… Quando a IA chegar, numa boa, website vai ser a menor de nossas preocupações

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