O futuro dos websites é nenhum futuro
Na verdade, nenhum futuro se partirmos do pensamento ainda corrente, em muitos casos, de que um website de marca, pessoa ou instituição é uma espécie de versão online do escritório/sede/estúdio/casa do referido.
Hoje, como dita o andar da carruagem, essa central da existência online de quem ou que quer que seja tem que existir em vários lugares, ou melhor, timelines. Daí, enfim, não é mais uma central nem uma versão online, mas uma trilha, a história sendo escrita enquanto acontece ou algo que o valha.
O vídeo abaixo traz reflexões interessantes sobre o próximo passo da vida (ou morte) dos websites como os conhecemos. Ou como lembramos deles. Massa. Peguei no blog do Om Malik, fundador do GigaOM.










Talvez em uns 20 anos.
Discordo, Samuel. Está ocorrendo exatamente agora. Vamos lembrar que nós aqui, navegamos no passado, utilizando os paradigmas que aprendemos há 5 aos atrás. Meus filhos, de forma natural iniciam o consumo de conteúdo em smartphones na hora de dormir (deixamos uns Milestones antigões para eles) e quando acordam no domingo e vão visitar a vó, acessam o vídeo sincronizado em suas contas no Chrome.
O importante é o conteúdo, entende? São, como disse o vídeo, os agentes que agregam informação de forma instantânea e em tempo real.
Obrigado por esta informação útil. Tenho pensado muito sobre isso, mas realmente não pode prever o futuro do site que seria ótimo se eu pudesse!
Parabéns pelo exercício de achismo puro, descompromissado com qualquer coisa que não seja o desejo do entrevistado. Falar que isso tudo acontecerá passa apenas por uma coisa: inteligência artificial. Ninguém lá falou disso. Todo mundo acha que aplicativo é o futuro, porque acha essa solução boa agora… Perguntasse 3 anos atrás, estariam falando de sites de busca… Quando a IA chegar, numa boa, website vai ser a menor de nossas preocupações
Jóia.