Qual é a celebridade mais pertinente para uma campanha?
Trema, Ivete Sangalo! No que depender da promessa da consultoria Ilumeo, enviada em primeira mão para o Brainstorm #9, as agências e clientes terão mais subsídios para justificar a escolha de uma celebridade para uma determinada campanha. Aí todo mundo leva vantagem, não é, Gerson?
A consultoria promete um estudo aprofundado intitulado Persona, em que celebridades e campanhas serão constantemente monitorados para atribuir valores aos quais estão mais ligados. No petisco disponível no site da empresa, é possível entender um pouco de como serão analisadas as campanhas que envolvem celebridades, 25% do total de campanhas nacionais, segundo dados da mesma consultoria.
O que justifica tanta celebridade na publicidade são os interessantes retornos em exposição e vendas: 19% topam pagar mais por um produto endossado* por uma celebridade, enquanto campanhas que as utilizam aumentam o recall em 15%, em média (também dados de pesquisa da consultoria). Por mais que Sandy, Xuxa e Luciano Huck briguem a respeito de quem usa o que anuncia, a simples presença dos bonitões justifica, muitas vezes, o dinheiro despendido e as rusgas provocadas.
Perguntei ao Diego Senise, um dos sócios da empreitada, como tem sido o retorno em relação ao contato da Ilumeo com agências e clientes. Segundo ele, a resposta é positiva: “Falta hoje uma metodologia mais assertiva para a escolha de um porta-voz para a marca, uma vez que o investimento é altíssimo. Hoje, as celebridades são escolhidas por bases intuitivas ou políticas (algumas são sócias daquilo que anunciam)”.
Enquanto a dita metodologia não pega, ele também nos passou quais foram as marcas que mais veicularam peças com endosso de celebridades e quais foram as celebridades que mais apareceram em peças publicitárias no período entre 2008 e 2010. De surpresa, apenas o fato de que Ivetão não está na liderança:
A lista completa enviada ainda inclui, na ordem: Riachuelo, Chevrolet, Nextel, Shopping Metrô Tatuapé, Volkswagen, Itaú, Bradesco, Avon, Nike, Sky, Vivo, Coca-Cola, Porto Seguro, Pantene, Nestlé, Ford e Oi.
*corrigido










Será que alguém já pensou que o uso de celebridades pode refletir algo, como, campanha fraca, produto ruim ou coisa do gênero? Vemos muitas campanhas, de agências grandes, que se apóiam apenas nesta figura. Sei que devemos usar, mas usasse em demasia. Ou estou completamente errado?!?!
=/
Marcus
Esta é realmente a quinta vez que eu vejo o seu site, excelente post, como sempre! Pedro
ola. vc poderia explicar quais os criterios utilizados pra se chegar nas top 10 empresas? senti falta de algumas empresas como LOreal Paris que usa 100% desse recurso nas suas comunicacoes. Como trabalho com isso, gostaria de entender o criterio de selecao das empresas.
Oi, Gustavo.
A metodologia de pesquisa envolve consultas a banco de peças de alguns sites e arquivos. De fato, é estranho não vermos L'Oreal. Sei que o resultado se dá tembém pelo volume da campanha, mas vale você entrar em contato com os donos da metodologia para aprofundar as questões.
Sem querer ser o chato que corrige as coisas, mas a palavra é "Endossado" no texto tem um "endorsado".
falhou o português, que foi traduzir endorsement e se fodeu. Vou corrigir.
Na cola dos chatos rsrsrsrs A logo da TIM não tem mais 4 "ondas vermelhas" há bastante tempo, agora são só 3. ; D Só pra contribuir! Abração!
A Millward Brown tem uma técnica que faz algo parecido para ver relevância e pertinência – http://www.wpp.com/NR/rdonlyres/048D6A94-A5F1-4EA…
show de bola