Amnesty International | Dog’s Life
| por Carlos Merigo { 31.ago.2009 } |
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O problema não são os animais que vivem como pessoas, mas as pessoas que vivem como animais. Essa é a mensagem do filme para Anistia Internacional criado pela agência portuguesa Fuel.
Ao falar de desigualdade social e combate a pobreza, o comercial traz o cachorro Zooco (sim, ele é famoso na Europa) vivendo como marajá. A narração é de outro famoso, o ator português Joaquim de Almeida. Ele já fez uma porrada de filmes, mas por mim será sempre lembrado como Ramon Salazar, o vilão da terceira temporada de “24 Horas”.
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Achei a propaganda boa, gostei da narração, gostei de como colocaram o tema, mas parece que falta alguma coisa, falta emoção. Nem sei como poderia ter sido trabalhada.
Não me envolvi e nem senti vontade de ajudar.
Alguém mais sentiu isso?
É… tbem achei isso.
Se eu visse esse comercial e depois o da Pedigree, eu adotaria um cão!
Acho que a vida do mendigo ainda está boa, perto dos farrapos humanos que vivem no Brasil, ou na África… talvez se dessem uma cara ao mendigo, seria mais fácil sensibilizar as pessoas….
A mensagem que o vídeo pretende transmitir é potente pois eu fico chocado ao ver pessoas a buscar comida em contentores.
É bem mais fácil e comodo pegar comida no lixo do que pegar uma enxada.
A gente acha foda esse lance de comer lixo, mas pra essas pessoas é quase normal. Estou sendo frio, eu sei. Mas tem muito nego ai que não trabalha pois não quer!
Desculpa Claudio, mas eu discordo de você. Acho que ninguem come a comida do lixo porque quer ou porque acha normal.
Isso vai muito além de “achar”. É filosofia, comportamento humano, psicologia (estudos).
Esse texto fala algo sobre sofrimento que faz muito sentido:
http://gasmostarda.blogspot.com/2009/08/o-sofrimento.html
Ninguém come lixo por que quer, assim como ninguém é prostituta por que quer, ninguém é publicitário por que quer… Claro que é, são escolhas!!!
Você realmente acha que falta tanto emprego e condição assim a ponto de alguém precisar comer lixo? Você está equivocada. E eu repito, embora pra gente não, pra eles, é muito mais fácil comer lixo do que trabalhar.
Uma vez eu achei um espelho trincado jogado junto aos sacos de lixo do meu condomínio. Era um trinco muito pequeno, num cantinho. Peguei pra mim! Pra mim servia! (só um fato extra pra te dar margens para outros raciocínios e pontos de vista)