KISS: Música ou Marketing?

KISS

Para alguns eles são quatro palhaços de luxo que usaram a música como desculpa para ganhar dinheiro, para outros milhares formam a maior banda de rock do mundo. Desde que eu comecei acompanhar a carreira do KISS, por volta de 1996 (apenas um moleque de 15 anos) depois de explodir a cabeça com álbum “Destroyer”, nunca encontrei pessoas no meio termo: é sempre 8 ou 80, amor ou ódio, mas com a certeza de que a banda constitui um dos maiores impactos culturais da década de 1970.

Há quem, até hoje, acuse a banda de incompetência musical camuflada pela maquiagem e pelos efeitos especiais, ou acredite que não tem credibilidade alguma por causa de tanto merchandising. Mas uma resposta de Gene Simmons a um repórter que questionou a mesma coisa diz tudo: “Credibilidade? Está louco? Nós nunca tivemos credibilidade alguma, então por que devemos nos preocupar? Quanto mais dinheiro eu ganhar, melhor. Não estamos forçando ninguém a comprar nada. Se os fãs querem, o que podemos fazer senão satisfazer seus desejos?”.

Se você ainda não sabe o que esse post tem a ver com esse blog (além do autor ser um fanboy), ainda não deve ter parado para pensar no KISS como uma marca. Nada aconteceu por acaso. Desde que começaram compondo e ensaiando em um apartamento minúsculo e imundo em Manhattan, Gene Simmons e Paul Stanley já planejavam criar um fenômeno musical, proporcionando ao público não só música e sim um espetáculo sonoro e visual completo.

KISS
Creative Commons License foto: Denis O’Regan

Baseados em simples mas excelentes estratégias de marketing, alcançaram níveis de popularidade que muita banda séria jamais sonhou. Já começando pela criação de personagens, adicionando storytelling, como um grupo de super-heróis de diferentes personalidades. Maquiados e fantasiados de “The Starchild” (Paul Stanley), “The Demon” (Gene Simmons), “Space Ace” (Ace Frehley) e “The Catman” (Peter Criss). Como bem já disse J.J. Abrams: mistério vende, e assim mantiveram suas identidades “secretas” por mais de uma década.

Nos primeiros shows, ganhando 35 dólares por noite, o KISS era motivo de risos, piadas e deboches por grande parte do público, mas chamaram atenção de muita gente não só pela estética, mas porque já nesse início pareciam ter grande sucesso. Bobagem, eram ainda apenas pé-rapados.

Para passar a imagem de que eram uma banda famosa, contrataram o popular grupo Brats para abrir um show e mandaram convites para imprensa em nome do KISS. Como se já não bastasse, mesmo endividados até o último fio de cabelo, alugaram uma limousine para chegar ao local da apresentação em grande estilo.

Toda essa jogada de marketing não foi em vão. Dezenas de jornalistas e produtores de gravadoras compareceram ao show movidos pela curiosidade de ver quem eram aqueles ilustres desconhecidos que haviam contratado os famosos Brats para uma apresentação.

“Lotamos toda a primeira fila com camisetas feitas em casa, que continham o logotipo do KISS. Então, quando as pessoas entravam no clube e viam vários fãs vestidos com camisetas da banda, pensavam: – Esta banda deve ser importante”, revelou Gene Simmons sobre o primeiro grande show do KISS anos mais tarde. Alguém falou em marketing de guerrilha?

KISS
Creative Commons License foto: Denis O’Regan

Foi depois desse episódio que conseguiram um contrato com Neil Bogart, presidente da recém-inaugurada Casablanca Records, até então. O sucesso foi inevitável e o dinheiro começava a aparecer, mesmo assim a banda ainda adotava truques curiosos para economizar e impressionar o público. Entre outras manobras, eles amontoavam caixotes de madeira vazios com uma frente falsa no formato de amplificadores, construindo assim uma suposta parede gigantesca de amplificadores.

Tendo em vista que cada amplificador Marshall utilizado no palco custava na época o equivalente à US$ 600, a mídia se perguntava: “Como era possível que uma banda desconhecida possuísse tamanho equipamento?”.

O KISS é uma banda com slogan. A partir da turnê de “Hotter Than Hell”, uma mensagem acompanha todos os shows. Sempre ao início de cada apresentação, um mestre de cerimônias berra a seguinte frase: “You Wanted the Best and You Got the Best. The Hottest Band in the World, KISS!”. Esta repetição constante da mensagem tornou-se emblemática na carreira da banda, um slogan que marca, definitivamente, o conceito KISS de ser um super-grupo.

KISS
Creative Commons License foto: Denis O’Regan

Nesta fase, surge o empresário Bill Aucoin, renomado profissional que passa a controlar os negócios do KISS. Começam a associar a imagem da banda em quase tudo, o que fazia que ficassem cada vez mais populares e arrecadassem mais dinheiro. Podia-se encontrar centenas de produtos com a marca do KISS, incluindo posters, lancheiras, fotos, radinhos de pilha, revistas, máquinas de fliperama, bottons, adesivos, carrinhos de brinquedo, jogos, quebra-cabeças, chaveiros, fósforos, gargantilhas, moedas comemorativas e cartões postais.

Ainda na década de 1970, funda-se o KISS Army, exército de fanáticos em todo o mundo que é comandado pela própria banda. O KISS Army responsabiliza-se, como um fã clube mundial, pela promoção e divulgação da banda, produzindo fanzines e comercializando diversos materiais relacionados ao grupo. Existe ainda uma curiosa lenda em torno do KISS Army, onde dizem que o fã-clube possui uma gigantesca fortuna que será distribuída como herança aos fãs após a morte de seus ídolos.

KISS

Como se isso não bastasse, em 1978 o KISS realizou uma parceria com a Marvel Comics em mais uma estratégia de marketing. Lançaram uma revista em quadrinhos da banda, transformando Ace, Paul, Gene e Peter em super-heróis, tendo como base Capitão América, Super Homem e Homem Aranha. O detalhe é que as primeiras trezentas cópias da HQ continham sangue dos próprios músicos misturado com a tinta utilizada na impressão (você viu a Adidas fazer o mesmo há dois anos). No dia da retirada do sangue de cada integrante num laboratório americano, a imprensa acompanhou tudo de perto. Segundo declarações da banda, seria uma forma de “dar nosso sangue pelos fãs”.

Tudo isso transformou o KISS em uma banda com adoradores, e não apenas com fãs. A turnê mundial era monstruosa, com mais de 50 pessoas na equipe, 16 toneladas de equipamento pessoal, 24 toneladas de som, 17 toneladas de luz, 18 toneladas de cenário. Com o som e a iluminação eram gastos um milhão de dólares e só o custo do cenário estava avaliado em cerca de um milhão e cem mil dólares. Eram necessárias 24 horas de trabalho intenso para montar toda a estrutura do show. Tudo ficava pré-estabelecido nos contratos, desde a dimensão do local escolhido para a apresentação até caracterizações detalhadas sobre os camarins. E de escasso, o dinheiro passou a ser farto, nessa época a banda também já possuía seu próprio avião, chamado “Of Course”. Desde 1975 até 1980, o Kiss já havia percorrido cerca de três milhões de quilômetros.

Começaram a acontecer por todo o mundo as chamadas KISS Conventions, uma espécie de congresso em que os fãs trocavam informações, fotos, revistas, camisetas, etc. Nesses eventos, era possível conhecer desde sósias dos integrantes até roupas originais utilizadas nos shows. Ao final de cada evento, a banda realizava um show acústico em que os fãs determinavam o repertório. Além disso, o KISS concedia uma coletiva em que os repórteres eram o próprio público.

Quando a banda se perdeu sonoramente na metade da década de 1980 e com a popularidade em queda, resolveram aparecer em público pela primeira vez sem maquiagem, dizendo que estavam cansados de seus personagens. Mais uma tentativa de chamar atenção da mídia e do público. No retorno da formação original, em 1996, o impacto também foi grande: convocaram uma misteriosa coletiva de imprensa e, sem ninguém esperar, apareceram maquiados e fantasiados novamente durante o Grammy.

KISS

O primeiro show dessa reunião teve os ingressos esgotados em 45 minutos, e em 1998 lançaram a turnê do disco “Psycho Circus”. Era o primeiro show 3D em tempo real da história da música. Na porta do estádio eram distribuídos óculos especiais para o público visualizar os efeitos em terceira dimensão. Além disso, explosões, fumaça, efeitos de luz e som, números cospe-fogo e cospe-sangue, 10 minutos de fogos de artifícios no encerramento. Uma produção nada modesta: foram desembolsados 10 milhões de dólares para que fosse realizada tal monstruosidade visual e sonora. Resultado: Foi a turnê mas lucrativa nos EUA na década de 1990, no ranking da revista Forbes.

85 milhões de álbuns vendidos depois, o KISS nunca foi elogiado pela crítica, provavelmente nunca vai ter uns de seus discos em uma lista séria de “melhores de todos os tempos” (apesar de eu achar que deveria ter pelo menos uns três), e sempre vão ser considerados palhaços de luxo por muitos, mas ainda assim deixaram uma marca indelével na história do rock e do show business. Pergunte para Pink Floyd, Stones e U2 em quem eles se inspiraram para produzir seus mega-shows, ou aos cariocas o que foi aquele 1983 no Maracanã.

Amanhã, depois de 10 anos, vou novamente ver a banda ao vivo e a cores, e contaremos em quantas explodidas de cabeça se faz um show de rock. Provavelmente, a última vez que os brasileiros poderão conferir isso tudo de perto. Com ou sem marketing, truques de palco e fogos de artifício, ouvir KISS ainda continua sendo uma das coisas mais divertidas de se fazer.

E para responder a pergunta do título deste post, vale citar mais uma vez Gene Simmons, um dos maiores publicitários de nosso tempo. Quando perguntado pelo apresentador britânico Tony Wilson, em 1976, sobre o que era mais importante para a banda, se a música ou todo o circo de marketing, o baixista respondeu: “o público”.

PS: O vídeo abaixo foi gravado anteontem, é a abertura do show no Chile. Só para dar uma idéia aos que não conhecem. Se quiser saber mais, escrevi uma biografia da banda, também há quase 10 anos, para o Whiplash!.

| UPDATE: 07.abr.09 – Esqueci de dizer que, apesar de avôs do rock, o KISS também é uma banda muito ligada em mídias sociais. Tem Twitter oficial, onde divulgam o status atual do grupo, além de fotos e vídeos criados e filmados pelos fãs. O guitarrista Ace Frehley também tem o seu próprio Twitter.

Além disso, uma notícia bem interessante divulgada ontem, no dia desse post, é que o KISS vai utilizar oficialmente o Eventful.com. Sendo assim, farão a primeira turnê totalmente guiada pelos fãs, que escolherão as cidades em que a banda deve tocar.

Blog Widget by LinkWithin

Posts Relacionados:

This website uses IntenseDebate comments, but they are not currently loaded because either your browser doesn't support JavaScript, or they didn't load fast enough.

72 Responses to “KISS: Música ou Marketing?”

  1. Heloisa disse:

    Ótimo post, Merigo! Como a boa hard rocker que sou, adoro o Kiss. Uma pena que escolheram um dia infeliz (terça-feira) para fazer o show da banda, senão, teria ido com certeza.

    Quanto à qualidade musical da banda… de fato, eles não têm nenhum Van Halen nas guitarras ou Freddie Mercury nos vocais. Mas e daí? O todo deles é maior que a soma de todas as partes, as músicas da banda são verdadeiros hinos do rock’n'roll despretensioso e cheio de energia, e, ao lado do Aerosmith, do Alice Cooper e do Van Halen, eles colocaram na história o nome do hard rock americano setentista. Long live to Kiss!

    Quanto ao marketing… bem, eles foram MUITO espertos, aproveitaram as oportunidades, souberam administrar a grana e a fama (o que geralmente é bem difícil para astros do rock) e influenciaram um monte de gente “séria”. Iron Maiden que o diga.

    Ah sim, quanto a polêmica Kiss x Secos e Molhados… ninguém copiou ninguém, ambos copiaram o Alice Cooper e o New York Dolls. E tenho dito!

  2. Camilla Lourenço disse:

    Aposto que esse Daniel deve ser um metidinho a revolucionario…tsc tsc..
    Bela matéria, e concordo quando você diz que o Gene é um dos maiores publicitarios de todos os tempos.

  3. [...] Kiss: Música ou marketing? (Brainstorm#9) [...]

  4. Fui no show aqui em sp e fiquei admirado com o profissionalismo e a cara de pau deles. Não dá pra negar que eles sabem o que fazem. A cada música o paul Stanley gritava “We love you, we love you!”. Foi engraçado por meia hora. Depois foi um saco. Ele parecia um político em campanha. Só faltava beijar um bebezinho. A parte do “say my name” me deu vergonha alheia.

  5. JMF disse:

    KISS É KISS
    É o tipo das bandas que sempre serão polêmicas, amadas e sempre terão legiões de fãs !!!

  6. Daniel Fernandes disse:

    @Camilla Lourenço:
    Não, não sou revolucionário.
    Em todo caso, melhor ser metido a revolucionário do que ser simplesmente idiota e acreditar em tudo que dizem.
    Vocês devem endeusar Goebbels, não?
    Afinal de contas,ele foi um gênio do marketing, conseguiu enganar um país inteiro durante anos…

  7. Daniel Fernandes disse:

    Quem não sabe quem foi Goebbels, que pesquise…

  8. Paulo Ferreira disse:

    Presumir que publicitários (a grande maioria desse site) não conheça o ministro do povo e responsável pela propaganda nazista durante o 3º Reich é muita arrogância. Propaganda de Guerra é matéria no curriculum de todo publicitário.

    Não idolatro ninguem, muito menos produtos, mas nem por isso tiro o mérito das coisas, simplesmente porque divulgam seus benefícios.

    Não vamos idolatrar o sabão OMO, mas ele é melhor! fazer o que? e é errado dizer que você é o melhor, quando de fato você é?

    Vamos reforçar mais uma vez: propaganda boa não sustenta produto ruim, já se foi o tempo onde pessoas eram facilmente manipuladas pela mídia de massa, mesmo porque o conceito de mídia de massa há muito já foi ultrapassado.

    Existem alienados? claro que sim! mas eles escolheram suas próprias fontes de informação, ninguem forçou nada garganta abaixo dessas pessoas.Você é responsável pelo que você é! Inclusive a sua própria alienação.

    Colocar a culpa na propaganda, no marketing é muito comodo. É tirar a responsabilidade e jogá-la nas costas das empresas.

    Não adianta ficar posando de “anti-marketing” ou “vacinado contra lavagem cerebral”. Todo radicalismo é prejudicial. Ficar caçando os demonios da propaganda é só uma maneira de se esquivar da sua própria condição de consumidor. E não consumimos só produtos, mas também idéias (como o próprio Goebbels “vendia”). Se são bons ou ruins, isso é o povo que decide. E ele tem cada vez mais acesso a informação para tomar tal decisão.

    Quer exemplo melhor que a Nova Schin? Encheu a TV, revistas e outdoor com o seu EXPERIMENTA! e o resultado? Ficou no mesmo lugar. Produto ruim, não importa o que a propaganda vendia, ele não convenceu o povo. Se sua teoria fosse válida, o simples fato de ter divulgado massivamente o produto teria dado um resultado positivo.

  9. Parahim disse:

    Tá, e o Kiss?
    Kiss é como a banda se anuncia:
    “THE BEST BAND IN THE WORLD!”
    Ninguém diz isso do nada durante mais de 35 anos. Qualquer publicitário sabe disso.
    Abs!

  10. Celso Bodini disse:

    Quando conheci o Kiss em 1973, época do seu surgimento para o mundo, eu tinha 15 anos de idade e foi na casa de um primo meu (Paulo), estava ele ouvindo uma fita cassete com a musica do Kiss, eu até perguntei a ele, quem são esses caras, ai ele me disse, é uma Banda chamada Kiss, depois eu fui ver que os caras pintavam o rosto como os Secos e Molhados, mas eu fui pela musica e não pela pintura, é lógico que depois entrei na onda e estou até hoje junto com eles, fui em todos os shows aqui no Brasil e os dois ultimos acompanhados dos meus tres filhos, valeu Kiss pela sua alegria e musicalidade que passam para nós, sómente nós que somos fans temos o direito de falar bem ou mau de voces, hoje estou com 51 anos e me orgulho em falar sou fan do KISS.

  11. Rodrigo Luis Dippold disse:

    Parabéns pela matéria, no início imaginei que fosse uma uma crítica severa sem pé e sem cabeça, como tem muito na mídia brasileira.

    Sò vale a pena lembrar, que Gene Simmons não seria nada sem Paul Stanley, e vice versa. Paul é o maior showman na atualidade ( ao lado talvez de Mick Jagger, Paul Rodgers ou então David Coverdale), ótimo compositor e propôs muitas idéias para a banda, assim como o Ace Frehley. Gene esteve cercado de de bons marketeiros e músicos também. Abraços

  12. [...] No começo eram uns pé-rapados fantasiados. Mas com muito marketing e cara de pau, hoje fazem parte da História do Rock. Carlos Merigo analisa os marketeiros do KISS. [...]

  13. [...] Entretenimento, Música. Você pode acompanhar todas as respostas para este post através do RSS 2.0 feed. Você pode deixar um comentário, ou fazer o trackback do seu [...]

  14. Larica disse:

    Rock and roll all night, jobs avery day! =P

  15. Guilherme disse:

    O problema do fãs são as bobagens que eles proferem ao querer exaltar seus ídolos. Muito antes do Kiss pensar em existir o Pink Floyd já fazia megashows, sendo inclusive considerada uma das bandas precursoras nesse aspecto, portanto não saia dizendo por aí tamanho despautério, que o Kiss influenciou o Pink Floyd.

  16. Marcos disse:

    @Alessandro: Comentário infeliz……vai curtir Axe Music que é melhor……..

  17. Ricardo disse:

    Conheço kiss a pouco tempo e gosto de algumas musicas, gosto é relativo nesta area, nao tem como, por isso existem tantos estilos, até hoje nao conheci nenhuma banda que não toque por dinheiro/fama. Concordo com o post citado, o show do kiss vale cada centavo pago, é entretenimento do inicio ao fim. Ótima matéria!

  18. [...] em que você pode demandar o show de uma banda ou artista na sua cidade. Eu já tinha comentado sobre o site aqui, já que o KISS o utilizou para definir os locais de sua próxima [...]

  19. Garoto Enxaqueca disse:

    Junte Secos e molhados, adicione um pouco de Alice Cooper, e a pobreza musical de Sex Pistols e ta ai, uma banda!

  20. kanyah shamah disse:

    eu curto kiss pra caralho, mas é claro que eles sao muito comeciais!!!
    tanto que o proprio paul stanley disse que tem uma formula pra compor, com trchos contados e refrao forte.Em resumo o KISS é um grande clichê do rock and roll,mas é bom pra caralho!!!!!!!!!!!!!
    (na verdade eles sao uma copia do secos e molhados)

  21. Nara disse:

    “Todos os àlbus [do Ozzy] entre o fim do Black Sabbath e o Ozzmosis são àlbuns ruins ou medianos…” Gente?? E o Blizzard Of Ozz? E o Bark At The Moon? Diary of a Madman? Albuns ridiculos? Faça-me o favor hein? Não sei se rio ou se choro!

    Nem me dei o trabalho de ler outros comentários, tenho uma grande pena de quem não conhece a magia do KISS! As pessoas que criticam conhecem apenas Rock and Roll All Nite e saem falando besteira por aí julgando pelo visual. Se eles fossem apenas palhaços mascarados sem música, tenha certeza que seus fãs seriam apenas adolescentes imbecis do tipo de fã que o Slipknot tem, já que tbm é puro marketing+mistério. Agora é só olhar a legião de fãs do KISS: gente de todas as idades, desde crianças de 5 anos até senhores que viram os caras nascerem. Eles tinham a intenção de se transformarem numa das maiores bandas do mundo e conseguiram! Só quem não é estupido o suficiente consegue pegar um Creatures of the Night ou um Hotter than Hell ou um Dressed to Kill e cantar todas as musicas do inicio ao fim. Adoro ser uma dessas pessoas!

    Não ligo pra quem não gosta de KISS, mas não dá pra aturar gente que NAO CONHECE NADA e não sabe reconhecer o peso que esse nome tem.

Leave a Reply



Brain9 Media 2002-2010 | Brainstorm #9 é membro da rede Brain#9 Media | Política de Privacidade | Termos do Serviço Developed by Contém Conteúdo