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KISS: Música ou Marketing?

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{ 6 de abril de 2009, 15:45 }

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KISS

Para alguns eles são quatro palhaços de luxo que usaram a música como desculpa para ganhar dinheiro, para outros milhares formam a maior banda de rock do mundo. Desde que eu comecei acompanhar a carreira do KISS, por volta de 1996 (apenas um moleque de 15 anos) depois de explodir a cabeça com álbum “Destroyer”, nunca encontrei pessoas no meio termo: é sempre 8 ou 80, amor ou ódio, mas com a certeza de que a banda constitui um dos maiores impactos culturais da década de 1970.

Há quem, até hoje, acuse a banda de incompetência musical camuflada pela maquiagem e pelos efeitos especiais, ou acredite que não tem credibilidade alguma por causa de tanto merchandising. Mas uma resposta de Gene Simmons a um repórter que questionou a mesma coisa diz tudo: “Credibilidade? Está louco? Nós nunca tivemos credibilidade alguma, então por que devemos nos preocupar? Quanto mais dinheiro eu ganhar, melhor. Não estamos forçando ninguém a comprar nada. Se os fãs querem, o que podemos fazer senão satisfazer seus desejos?”.

Se você ainda não sabe o que esse post tem a ver com esse blog (além do autor ser um fanboy), ainda não deve ter parado para pensar no KISS como uma marca. Nada aconteceu por acaso. Desde que começaram compondo e ensaiando em um apartamento minúsculo e imundo em Manhattan, Gene Simmons e Paul Stanley já planejavam criar um fenômeno musical, proporcionando ao público não só música e sim um espetáculo sonoro e visual completo.

KISS
Creative Commons License foto: Denis O’Regan

Baseados em simples mas excelentes estratégias de marketing, alcançaram níveis de popularidade que muita banda séria jamais sonhou. Já começando pela criação de personagens, adicionando storytelling, como um grupo de super-heróis de diferentes personalidades. Maquiados e fantasiados de “The Starchild” (Paul Stanley), “The Demon” (Gene Simmons), “Space Ace” (Ace Frehley) e “The Catman” (Peter Criss). Como bem já disse J.J. Abrams: mistério vende, e assim mantiveram suas identidades “secretas” por mais de uma década.

Nos primeiros shows, ganhando 35 dólares por noite, o KISS era motivo de risos, piadas e deboches por grande parte do público, mas chamaram atenção de muita gente não só pela estética, mas porque já nesse início pareciam ter grande sucesso. Bobagem, eram ainda apenas pé-rapados.

Para passar a imagem de que eram uma banda famosa, contrataram o popular grupo Brats para abrir um show e mandaram convites para imprensa em nome do KISS. Como se já não bastasse, mesmo endividados até o último fio de cabelo, alugaram uma limousine para chegar ao local da apresentação em grande estilo.

Toda essa jogada de marketing não foi em vão. Dezenas de jornalistas e produtores de gravadoras compareceram ao show movidos pela curiosidade de ver quem eram aqueles ilustres desconhecidos que haviam contratado os famosos Brats para uma apresentação.

“Lotamos toda a primeira fila com camisetas feitas em casa, que continham o logotipo do KISS. Então, quando as pessoas entravam no clube e viam vários fãs vestidos com camisetas da banda, pensavam: – Esta banda deve ser importante”, revelou Gene Simmons sobre o primeiro grande show do KISS anos mais tarde. Alguém falou em marketing de guerrilha?

KISS
Creative Commons License foto: Denis O’Regan

Foi depois desse episódio que conseguiram um contrato com Neil Bogart, presidente da recém-inaugurada Casablanca Records, até então. O sucesso foi inevitável e o dinheiro começava a aparecer, mesmo assim a banda ainda adotava truques curiosos para economizar e impressionar o público. Entre outras manobras, eles amontoavam caixotes de madeira vazios com uma frente falsa no formato de amplificadores, construindo assim uma suposta parede gigantesca de amplificadores.

Tendo em vista que cada amplificador Marshall utilizado no palco custava na época o equivalente à US$ 600, a mídia se perguntava: “Como era possível que uma banda desconhecida possuísse tamanho equipamento?”.

O KISS é uma banda com slogan. A partir da turnê de “Hotter Than Hell”, uma mensagem acompanha todos os shows. Sempre ao início de cada apresentação, um mestre de cerimônias berra a seguinte frase: “You Wanted the Best and You Got the Best. The Hottest Band in the World, KISS!”. Esta repetição constante da mensagem tornou-se emblemática na carreira da banda, um slogan que marca, definitivamente, o conceito KISS de ser um super-grupo.

KISS
Creative Commons License foto: Denis O’Regan

Nesta fase, surge o empresário Bill Aucoin, renomado profissional que passa a controlar os negócios do KISS. Começam a associar a imagem da banda em quase tudo, o que fazia que ficassem cada vez mais populares e arrecadassem mais dinheiro. Podia-se encontrar centenas de produtos com a marca do KISS, incluindo posters, lancheiras, fotos, radinhos de pilha, revistas, máquinas de fliperama, bottons, adesivos, carrinhos de brinquedo, jogos, quebra-cabeças, chaveiros, fósforos, gargantilhas, moedas comemorativas e cartões postais.

Ainda na década de 1970, funda-se o KISS Army, exército de fanáticos em todo o mundo que é comandado pela própria banda. O KISS Army responsabiliza-se, como um fã clube mundial, pela promoção e divulgação da banda, produzindo fanzines e comercializando diversos materiais relacionados ao grupo. Existe ainda uma curiosa lenda em torno do KISS Army, onde dizem que o fã-clube possui uma gigantesca fortuna que será distribuída como herança aos fãs após a morte de seus ídolos.

KISS

Como se isso não bastasse, em 1978 o KISS realizou uma parceria com a Marvel Comics em mais uma estratégia de marketing. Lançaram uma revista em quadrinhos da banda, transformando Ace, Paul, Gene e Peter em super-heróis, tendo como base Capitão América, Super Homem e Homem Aranha. O detalhe é que as primeiras trezentas cópias da HQ continham sangue dos próprios músicos misturado com a tinta utilizada na impressão (você viu a Adidas fazer o mesmo há dois anos). No dia da retirada do sangue de cada integrante num laboratório americano, a imprensa acompanhou tudo de perto. Segundo declarações da banda, seria uma forma de “dar nosso sangue pelos fãs”.

Tudo isso transformou o KISS em uma banda com adoradores, e não apenas com fãs. A turnê mundial era monstruosa, com mais de 50 pessoas na equipe, 16 toneladas de equipamento pessoal, 24 toneladas de som, 17 toneladas de luz, 18 toneladas de cenário. Com o som e a iluminação eram gastos um milhão de dólares e só o custo do cenário estava avaliado em cerca de um milhão e cem mil dólares. Eram necessárias 24 horas de trabalho intenso para montar toda a estrutura do show. Tudo ficava pré-estabelecido nos contratos, desde a dimensão do local escolhido para a apresentação até caracterizações detalhadas sobre os camarins. E de escasso, o dinheiro passou a ser farto, nessa época a banda também já possuía seu próprio avião, chamado “Of Course”. Desde 1975 até 1980, o Kiss já havia percorrido cerca de três milhões de quilômetros.

Começaram a acontecer por todo o mundo as chamadas KISS Conventions, uma espécie de congresso em que os fãs trocavam informações, fotos, revistas, camisetas, etc. Nesses eventos, era possível conhecer desde sósias dos integrantes até roupas originais utilizadas nos shows. Ao final de cada evento, a banda realizava um show acústico em que os fãs determinavam o repertório. Além disso, o KISS concedia uma coletiva em que os repórteres eram o próprio público.

Quando a banda se perdeu sonoramente na metade da década de 1980 e com a popularidade em queda, resolveram aparecer em público pela primeira vez sem maquiagem, dizendo que estavam cansados de seus personagens. Mais uma tentativa de chamar atenção da mídia e do público. No retorno da formação original, em 1996, o impacto também foi grande: convocaram uma misteriosa coletiva de imprensa e, sem ninguém esperar, apareceram maquiados e fantasiados novamente durante o Grammy.

KISS

O primeiro show dessa reunião teve os ingressos esgotados em 45 minutos, e em 1998 lançaram a turnê do disco “Psycho Circus”. Era o primeiro show 3D em tempo real da história da música. Na porta do estádio eram distribuídos óculos especiais para o público visualizar os efeitos em terceira dimensão. Além disso, explosões, fumaça, efeitos de luz e som, números cospe-fogo e cospe-sangue, 10 minutos de fogos de artifícios no encerramento. Uma produção nada modesta: foram desembolsados 10 milhões de dólares para que fosse realizada tal monstruosidade visual e sonora. Resultado: Foi a turnê mas lucrativa nos EUA na década de 1990, no ranking da revista Forbes.

85 milhões de álbuns vendidos depois, o KISS nunca foi elogiado pela crítica, provavelmente nunca vai ter uns de seus discos em uma lista séria de “melhores de todos os tempos” (apesar de eu achar que deveria ter pelo menos uns três), e sempre vão ser considerados palhaços de luxo por muitos, mas ainda assim deixaram uma marca indelével na história do rock e do show business. Pergunte para Pink Floyd, Stones e U2 em quem eles se inspiraram para produzir seus mega-shows, ou aos cariocas o que foi aquele 1983 no Maracanã.

Amanhã, depois de 10 anos, vou novamente ver a banda ao vivo e a cores, e contaremos em quantas explodidas de cabeça se faz um show de rock. Provavelmente, a última vez que os brasileiros poderão conferir isso tudo de perto. Com ou sem marketing, truques de palco e fogos de artifício, ouvir KISS ainda continua sendo uma das coisas mais divertidas de se fazer.

E para responder a pergunta do título deste post, vale citar mais uma vez Gene Simmons, um dos maiores publicitários de nosso tempo. Quando perguntado pelo apresentador britânico Tony Wilson, em 1976, sobre o que era mais importante para a banda, se a música ou todo o circo de marketing, o baixista respondeu: “o público”.

PS: O vídeo abaixo foi gravado anteontem, é a abertura do show no Chile. Só para dar uma idéia aos que não conhecem. Se quiser saber mais, escrevi uma biografia da banda, também há quase 10 anos, para o Whiplash!.

| UPDATE: 07.abr.09 – Esqueci de dizer que, apesar de avôs do rock, o KISS também é uma banda muito ligada em mídias sociais. Tem Twitter oficial, onde divulgam o status atual do grupo, além de fotos e vídeos criados e filmados pelos fãs. O guitarrista Ace Frehley também tem o seu próprio Twitter.

Além disso, uma notícia bem interessante divulgada ontem, no dia desse post, é que o KISS vai utilizar oficialmente o Eventful.com. Sendo assim, farão a primeira turnê totalmente guiada pelos fãs, que escolherão as cidades em que a banda deve tocar.

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72 Comentários para “KISS: Música ou Marketing?”

  1. Diego: Reply to this comment
    segunda-feira, 6 de abril de 2009 - 15:58

    Eu fico no meio termo, gosto de algumas musicas e respeito quem curte..
    Mas também concordo que acho algumas coisas são pura extravagancia para atrair o publico, não que estejam errados. Estão mais que certos.. aproveitando para ganhar $$ mais digamos que eles não fazem isso para “Win money” mais que eles “Earn the money”.


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  2. PG: Reply to this comment
    segunda-feira, 6 de abril de 2009 - 16:10

    E musica, que é bom, necas.


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  3. Daniel Fernandes: Reply to this comment
    segunda-feira, 6 de abril de 2009 - 16:26

    Música ruim e muita palhaçada…
    Isto é KISS…
    Simplesmente ridículo.


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  4. Alessandro: Reply to this comment
    segunda-feira, 6 de abril de 2009 - 16:28

    Quem não sabe que isso tudo é por que vende (não questionando se a música é boa ou não). Diga se de passagem Ozzy Osbourne, etc, etc.


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  5. Daniel Fernandes: Reply to this comment
    segunda-feira, 6 de abril de 2009 - 16:36

    Alessandro, ao que você refere-se?
    Às críticas?
    O Ozzy também é outro… tem uns discos que são simplesmente ridículos…


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  6. Daniel Fernandes: Reply to this comment
    segunda-feira, 6 de abril de 2009 - 16:38

    Quanto ao Ozzy, acho que ele só voltou a acertar a mão a partir do Ozzmosis…
    Todos os àlbus entre o fim do Black Sabbath e o Ozzmosis são àlbuns ruins ou medianos…
    Já o Black Rain é bom…
    Mas nesse meio tempo ele também usou e abusou do marketing, chegando a virar uma caricatura de si mesmo…


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  7. joão flávio: Reply to this comment
    segunda-feira, 6 de abril de 2009 - 16:41

    Gosto musical não se discute, e respeito é o mínimo. Odeio HipHop mas respeito o valor cultural que este estilo tem para milhares. E o que mais vale em uma música é a sensação e a emoção que ela proporciona a uma pessoa.

    O motivo deste post foi tratar a banda como um ótimo case de marketing e propaganda.

    É importante não confundir as coisas.


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  8. Brandão: Reply to this comment
    segunda-feira, 6 de abril de 2009 - 16:50

    Não se sustenta um produto ruim com propagandas geniais.
    E isso é o Kiss.

    Se o conteúdo não fosse bom, eles simplesmente não venderiam tudo o que vendem. E olha que os caras estão fazendo 35 anos de banda.

    O Kiss criou o maior show de rock que alguém pode assistir: hits inesquecíveis e efeitos igualmente inesquecíveis.

    Foram inovadores tanto musicalmente quanto mercadológicamente. Os caras foram os criadores, junto com AC/DC e outras bandas, do Hard Rock que conquistou o mundo nos anos 80. E criaram, sozinhos, um novo conceito de show, um novo modo de entreter o seu público. Sem falar nos inúmeros produtos que levam o nome da banda. Lembro que nos anos 90, a galeria do rock em SP possuia uma loja só do KISS.

    Criaram um exército e músicas que jamais iremos esquecer.

    Sou baterista e conheço muita coisa boa.
    E felizmente, pouca coisa me emociona mais que o Kiss.
    Amanhã será uma das noites mais esperadas da minha vida.


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  9. Carlos Merigo | Twittercmerigo: Reply to this comment
    segunda-feira, 6 de abril de 2009 - 16:57

    Eu não sou a melhor pessoa para falar de música, de técnicas e virtuosismos, mas KISS é uma das bandas que mais ouvi na vida, do tipo “músicas que formaram o meu caráter”.

    Desde 96, quando comecei a usar internet, até 2000 mais ou menos, eu li e ouvi muito sobre a banda, e como falei no post, nunca com meio termo. Tinha os que odiavam mortalmente, e os que eram absolutamente apaixonados. Eu entrava até em discussões homéricas por causa disso, por falta de maturidade mesmo.

    O que eu diria é: antes de criticar, ouça atentamente os 7 primeiros discos da banda. Isso, SETE. Tem banda que se diz séria, com grandes pretensões artísticas, que nunca conseguiu fazer nem 2 que mereçam atenção.

    Com o passar dos anos eu aprendi que, quando se trata de KISS não adianta discutir quem é melhor ou pior. A banda faz rock ‘n roll simples, divertido e emocionante. Criou vários hinos ao longo dos anos, coisa que nenhuma banda indie talvez seja capaz de fazer atualmente.

    É mais ou menos como o Ramones fez com o punk. Ninguém vai dizer que eles eram musicalmente elaborados e criativos, mas fizeram história só com 3 acordes.


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  10. Felipe: Reply to this comment
    segunda-feira, 6 de abril de 2009 - 17:03

    Kiss Army!
    Estará presente.


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  11. Pedro Daltro: Reply to this comment
    segunda-feira, 6 de abril de 2009 - 17:18

    Belo post, Merigo, parabéns.


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  12. Buzz Cultural / blog | arquivos | O marketing do Kiss: Reply to this comment
    segunda-feira, 6 de abril de 2009 - 17:59

    [...] blog Brainstorm 9 fez uma bela análise das jogadas de marketing do grupo Kiss. Vale a pena ler o post e ver porque a [...]


    WordPress 2.6.1 WordPress 2.6.1
  13. Vinicio: Reply to this comment
    segunda-feira, 6 de abril de 2009 - 18:03

    Goste ou não: KISS rules! É show? É circo? É rock? É! Você não ai do show arrependido de ter pago…
    Ou será que sucesso é se encher de grana e se ferrar nas drogas com o (fera!) do kurt Cobain?
    Ou andar duro por não saber controlar sua grana e
    Ou se porstituir nas ruas (com homens) para comprar heroína como joey Ramone? (Se duvida leia o livro “Please, kill me”)…


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  14. Tiago Mota | Twittertiagomota: Reply to this comment
    segunda-feira, 6 de abril de 2009 - 18:08

    Não gosto da banda, mais por não gostar do tipo de música do que por outros motivos. Mas posso dizer uma coisa a favor do KISS e do post do Merigo: o Simmons é hoje um multimilionário – sua fortuna é calculada na base das centenas de milhões que, como está no post, começou no vermelho. E, segundo uma das lendas que rondam a banda, ele não usa nem nunca usou drogas, e não permite que ninguém na banda ou na equipe o faça. Se tratarmos a banda como um negócio, é sem dúvida um sucesso, e certamente boa parte do sucesso é o marketing feito em torno dela.


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  15. Caio: Reply to this comment
    segunda-feira, 6 de abril de 2009 - 18:38

    “a frase” veio do seu comentário mérigo:

    Os Ramones “fizeram história só com 3 acordes”.


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  16. Marcelo: Reply to this comment
    segunda-feira, 6 de abril de 2009 - 19:01

    Estive em interlagos há 10 anos e amanhã estarei na arena anhembi acompanhando o maior show da terra!


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  17. Rodrigo Lopes: Reply to this comment
    segunda-feira, 6 de abril de 2009 - 19:15

    KISS é foda.

    O que tá me deixando bem revoltado foi eles não terem colocado “Forever” e “We Are One” na setlist. Tudo bem, baladinha, mas elas tem seu valor e fazem parte da “farofa” do KISS.

    Quanto às pessoas que odeiam a banda… A grande maioria, ou é metaleiro que acha que KISS é meloso demais ou são pessoas que tem aversão à estética do show. Reclamar da banda ser marketeira aí já é ridículo. Conseguir fazer de uma banda uma puta marca e conseguir milhões é motivo de respeito, não de zombaria.

    E que venham os papéis higiênicos KISS ao mercado! (lenço de papel eles já fizeram… http://img13.imageshack.us/img13/6857/kissmob.jpg Tá, piada infame)


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  18. Guilherme G.: Reply to this comment
    segunda-feira, 6 de abril de 2009 - 23:20

    Não há nada condenável em desenvolver um negócio que rende uma montanha de grana. Acredito que eles representam muito mais que uma banda, e de acordo com o post, pensaram nisso desde o começo.

    Os cara são espertos, pensaram grande e fizeram sucesso.
    E exemplos de sucesso são exemplos a serem seguidos.


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  19. Léo Brossa: Reply to this comment
    terça-feira, 7 de abril de 2009 - 0:04

    Tô com o Diego, meio termo mas caindo mais pro lado do fã. Agora não fala mal do Ramones que o bicho pega. Sucesso ($$$) e qualidade musical não andam juntos sempre, basta dar uma olhada na cena brasileira e ver quem está ganhando mais grana.

    Deixa o Kurt em paz também. O cara se matou, na boa, foda-se a vida é dele. O Nirvana foi o que de melhor aconteceu nos anos 90. A mesma coisa em relação ao nosso Joey Ramone, o negócio era dele tb. :) )


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  20. Ronaldo: Reply to this comment
    terça-feira, 7 de abril de 2009 - 1:17

    Esqueceu de falar do jogo Kiis Psycho Circus. Jogo em primeira pessoa, lançado em 1999.


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  21. Gustavo: Reply to this comment
    terça-feira, 7 de abril de 2009 - 7:05

    @Daniel Fernandes:
    Rídiculo é vc


    | Usando Firefox 3.0.8 Firefox 3.0.8 com Windows XP Windows XP
  22. Junior: Reply to this comment
    terça-feira, 7 de abril de 2009 - 8:06

    Eles já sábiam lá, em tempos idos, que só vender CD não dava grana alguma.
    Fazem um ótimo som, excelentes músicos (tirando certas fases do grupo), pena eu não poder acompanhar este espetáculo de perto.


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  23. Bauducco: Reply to this comment
    terça-feira, 7 de abril de 2009 - 9:21

    Conheço pouco de Kiss e desse tanto não gosto, mas não tem como não respeitar os caras. Transformar uma banda em uma marca não é tarefa pra qualquer um. Além do que, se a música fosse tão efêmra quanto os que odeiam dizem que é, ela não atravessaria décadas e se acabaria em poucos anos como qualquer outro fenômeno musical fabricado.

    E alguns críticos curtem sim o Kiss. Lembro que o Destroyer pegou uma posição boa na lista de 50 melhores discos de todos os tempos da Bizz (foi top 15, se não me engano).


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  24. Paulo Ferreira: Reply to this comment
    terça-feira, 7 de abril de 2009 - 9:25

    Falar do Kiss é complicado como já disse o Merigo.

    10 anos se passaram (credo como estou ficando velho) e eu estava lá em Interlagos, com os óculos 3D, minha camisa do Kiss e curtindo aquele que talvez tenha sido o melhor show que eu já vi na vida. Tanto musicalmente quanto visualmente. E se eu não me engano, um show deve ser muito mais que música, pq afinal, musica eu ouço no conforto da minha casa. Se eu pago um ingresso para ver os caboclos no palco, que eles me tragam algo a mais. E isso o Kiss faz com maestria.

    A música é um lixo? Tão relativo quanto qualquer outra coisa que envolva gosto pessoal. Mas tem seus méritos, pois como muitos aqui já expressaram, a banda criou verdadeiros hinos, hits e musicas que atravessaram oceanos e fizeram sucesso, foram copiadas, homenageadas, remixadas e todos os “adas” que você possa imaginar.

    E como já foi bem dito também, nenhuma propaganda consegue sustentar um produto ruim. O Kiss não é só musica, nem só espetáculo, é a mistura de tudo isso. E uma mistura bem feita, planejada, com o intuito de agradar os fãs. Que fazem questão de pagar para obterem isso. Se alguem acha isso errado ou mercenário, então acho que estão no site errado, na profissão errada, ou todos nós não gostaríamos que nossas campanhas despertassem isso nos clientes: fidelização, comprometimento, paixão pela nossa marca?

    Já utilizei o case do Kiss nas minhas aulas na faculdade, pois é um dos melhores exemplos de como construir e manter uma marca por tanto tempo e com tanto sucesso. Deixem o gosto musical de lado, e principalmente os preconceitos.

    Palhaços de luxo e incompetentes musicalmente? Não sei se isso procede, mas a fórmula parece funcionar bem, e fazer bem pois titio Paul Stanley já viu 57 primaveras e continua pulando como um garoto no palco, divertindo jovens e jovens senhores com o mesmo entusiasmo de 35 anos atrás.

    Não estarei lá amanhã, por motivos de tempo e economicos, mas quem for com certeza verá um dos maiores espetáculos da Terra. The Hottest Band in the World! KISS!


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  25. Alessandro: Reply to this comment
    terça-feira, 7 de abril de 2009 - 9:49

    Daniel,

    Me refiro às críticas sim. Sou músico (e nem precisa ser pra saber) e acho que não passa de uma jogada de marketing. Agora se o som é bom ou não é uma questão de gosto.

    O “estilo Ozzy de ser” na minha opinião é tudo faixada.


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  26. Daniel Fernandes: Reply to this comment
    terça-feira, 7 de abril de 2009 - 10:01

    Alessandro, ok.
    Quanto ao Ozzy, ele é outro palhação ridículo.
    Dou o braço a torcer, e digo que os dois primeiros discos do Kiss (um de 1973 e o outro de 1974) são bons.
    Mas os outros, que vieram depois, não me agradam não.
    Tem outras coisas bem mais interessantes para ouvir, e não dá para perder tempo ouvindo coisas ‘medianas’.
    Na verdade, não sou headbanger nem porra nenhuma. Sou minha própria tribo.
    Ouço um pouco de tudo (exceto pagode, sertanejo, hip hop e funk carioca)…


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  27. Daniel Fernandes: Reply to this comment
    terça-feira, 7 de abril de 2009 - 10:02

    Mas sabe o que mais irrita-me?
    Esse negócio de marketing…
    Será que não existem maneiras mais dignas de conseguir o sucesso?
    Por exemplo, fazendo coisas boas?
    Pois, se marketing é tudo, vamos todos adorar o sabão Omo…


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  28. Fabiano Coura: Reply to this comment
    terça-feira, 7 de abril de 2009 - 10:32

    Também acho o KISS um puta case Merigo. Belo post cara. Nos vemos hoje lá no show desses palhaços hahaha Abs.


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  29. Daniel Fernandes: Reply to this comment
    terça-feira, 7 de abril de 2009 - 10:41

    Iniciei respondendo aqui sem saber que era um site relacionado com marketing, pois recebi o post via RSS.
    A propaganda é poderosa mesmo. Transforma coisas medianas em coisas geniais na mente das pessoas…
    Só vou citar Raul Seixas, para terminar:
    “É muita estrela,
    Mas cadê a constelação?”


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  30. Zannin: Reply to this comment
    terça-feira, 7 de abril de 2009 - 11:34

    Puuuta post Merigs!
    Eu gosto da banda. Bastante até. Mas me deu preguiça de enfrentar mas um enorme evento mal organizado no Brasil.

    Depois do seu texto, fiquei até com vontade de ir ao show.

    rock on \m/


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  31. Navarro: Reply to this comment
    terça-feira, 7 de abril de 2009 - 11:43

    É cara! Simplesmente incrível o que se pode fazer para alavancar a popularidade de uma banda.
    Não sou fã de KISS, e fico no meio termo, mas independente de gosto musica, é inspiradora a forma com que eles trataram sua subida na carreira.
    Para nós publicitários, é simplesmente uma referência incrível.

    Ótimo post!


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  32. Suzi: Reply to this comment
    terça-feira, 7 de abril de 2009 - 12:14

    Só digo uma coisa:

    LONG LIVE TO REAL ROCK N´ROLL.

    E rock é isso. É causar, é ser diferente, é polemizar.
    Minha opinião: MUITA GUITARRA E POUCO COMPUTADOR, INSTRUMENTOS ESQUISITOS ETC.
    Isso é Kiss. Pq vocês querem que todas as bandas sejam como o Radiohead que se desgarrou do rock? O que é bom pra vocês? Los Hermanos? A maior piada do século, o U2?
    Pq Rock não pode ser divertido e simples?
    Aliás, simples assim… letras engraçadas e efeitos especiais.

    Vão dar a bunda e não encham meu saco.

    Tchau!


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  33. Giu Fernandes: Reply to this comment
    terça-feira, 7 de abril de 2009 - 12:20

    O que o Kiss foi fazer um case fodasso que nenhuma banda na história fez, nem mesmos outros fenômenos. FATO! Agora qualidade de som é como discutir religião, impossível. Bela matéria Merigo.

    Abraços


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  34. Mauro Paz: Reply to this comment
    terça-feira, 7 de abril de 2009 - 13:48

    Cara,

    Muito bom o texto. Completo.
    A propósito, quanto assessoria de imprensa deles pagou por esse merchandising?

    Brincadeira.

    Bom mesmo.


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  35. Tatá Vaz: Reply to this comment
    terça-feira, 7 de abril de 2009 - 20:59

    Parabéns pelo texto!
    Muito boa sua análise do Kiss como fenômeno de mercado.
    Além de ser professor, sou músico há 24 anos (baixista) e em 1983 estive naquele show do Maracanã que vc comentou. O Kiss é uma das minhas bases musicais!
    Sucesso e bom show!


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  36. Eduardo Moretti: Reply to this comment
    terça-feira, 7 de abril de 2009 - 22:10

    Já que se misturou música e marketing, me admira ninguém ter mencionado aqui a pretensa proposta feita pelo futuro empresário e suposto inventor do Kiss a uma “bandinha” que ele viu em São Paulo numa de suas primeiras apresentações. Performances teatrais, pandemonio no palco, rostos pintados com estravagância. A proposta era largar o Brasil e fazer a América. Proposta recusada mas idéia copiada. A banda era “apenas” o Secos&Molhados. Reza a lenda que a história do Kiss, verdadeiramente começou aqui. E aí? Música com chupada?


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  37. paulo rubini: Reply to this comment
    terça-feira, 7 de abril de 2009 - 22:39

    Parece que existe uma certa unanimidade aqui de pessoas mais próximas ao pagode ou axé.
    Não sou “funboy” do kiss, como se intitula o autor, mas temos de reconhecer que o talento não se resume ao aspecto musical da banda, ou à falta dele,mas ao planejamento estratégico campeão que catapultou o a marca KISS.
    …Rock n roll on nigth..

    Como o Gene mesmo diz, “é mentira que durmi com 1000 mulheres. Não houve tempo para só dormir com elas.”

    KISS é pura diversão. Quer melhor?

    Outra do Gene; “Voce KISS e nós voltamos”, se referindo ao Brasil.

    Os caras são muito bons no que fazem e a prova disso é as décadas que o seu glamrock atravessa com a cara pintada e suas fantasias carnavalescas.

    Duvido que alguém aqui iria a um show da banda Tchan. Lembram.

    Como sugeri, o títudo deveria ser ROCK & MARKETING… e viva o Marketing

    mkt360.blogspot.com


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  38. KISS: Música ou Marketing? (Post longo) « Poto Publicitário - O Blog que dá o que falar e o que feder: Reply to this comment
    quarta-feira, 8 de abril de 2009 - 0:06

    [...] Via http://www.brainstorm9.com.br [...]


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  39. Diego Camara: Reply to this comment
    quarta-feira, 8 de abril de 2009 - 0:27

    Descobriu o Brasil hein Carlos?

    Todo mundo que conhece bem o Kiss e gosta (ou odeia) a banda sabe que eles foram forjados pela mídia.
    Coisa muito comum nos EUA, onde a maioria dos artistas é forjado pela indústria musical, só não irei entrar em detalhes de nomes pois isso daria uma discussão sem sentido algum, mas você sabe bem do que falo.

    O único adendo é o termo “avôs do rock”. Não entendi o que tentou dizer com isso, se foi pela idade do grupo ou por terem sido parte da criação do rock. Se for a segunda opção eu espero que você reveja seus conceitos e então veja quem foram os verdadeiros pais e avós do Rock e também do Heavy Metal (gênero mais específico onde o Kiss se encaixa). Se falou por causa da idade do grupo concordo plenamente.

    Gostei muito do texto, ele é bem revelador para os leigos que não conhecem o que está por trás do grupo ou não acompanham notícias musicais. O poder do Kiss está neste marketing, nesta arrogância de Gene Simmons e nos moldes polêmicos das situações onde eles sempre se colocam. Foi a maneira que eles tiveram para tentar se perpetuar na indústria musical americana, onde a maioria dos artistas sempre acabam sendo descartados depois de um tempo.

    Vale lembrar que são poucos os artistas que são perpétuos por lá, como a Madonna por exemplo. Em um país onde o Heavy Metal sempre viveu no underground é praticamente impossível uma banda se perpetuar musicalmente (sendo que a força do Kiss, não está exatamente no público norte-americano). O Kiss foi uma das maiores jogadas de Marketing da história da música, mas nunca ficarão conhecidos como uma banda de relevância em termos musicais, nem de qualidade de som e nem de letras. A marca deles sempre será “a banda que foi criada e se perpetuou por meio do jogo da mídia”, mas de maneira nenhuma eu critico isto, pois foram muito bem sucedidos, e se não o fizessem a banda já teria encerrado há muito tempo.

    Parabéns e ótimo texto.
    Diego Camara


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  40. Durva: Reply to this comment
    quarta-feira, 8 de abril de 2009 - 9:58

    Nunca ouvi (conscientemente) o Kiss. Não conheço nenhuma música deles. Mas, não sei porque, quando adolescente, eu tinha camiseta deles, caderno com a capa deles e gostava de desenhá-los…


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  41. ádan: Reply to this comment
    quarta-feira, 8 de abril de 2009 - 11:49

    kiss é kiss e o resto que se f@%&#…


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  42. Daniel Fernandes: Reply to this comment
    quarta-feira, 8 de abril de 2009 - 12:10

    Vacinado contra a lavagem cerebral da propaganda….
    Não acho genial uma banda mediana apenas pelo fato de marketeiros dizerem que ela é demais.
    Simplesmente não acredito em propagandas. De nada! Muito menos de banda!


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  43. miguel: Reply to this comment
    quarta-feira, 8 de abril de 2009 - 13:25

    “Nunca ouvi (conscientemente) o Kiss. Não conheço nenhuma música deles. Mas, não sei porque, quando adolescente, eu tinha camiseta deles, caderno com a capa deles e gostava de desenhá-los…”

    hahahahaha .. Durva, isso aconteceu comigo tmb!!

    Otimo post. Mas, rock por rock, … sou mais o Maiden!!!
    Up The Irons!!


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  44. Léo: Reply to this comment
    quarta-feira, 8 de abril de 2009 - 13:55

    Excelente post. Concordo com quem disse que “um excelente marketing não sustenta um produto ruim”. Ainda mais por 35 anos!


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  45. Rodrigo Lopes: Reply to this comment
    quarta-feira, 8 de abril de 2009 - 15:07

    @Eduardo Moretti: http://emiliopacheco.blogspot......lmica.html


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  46. Emilio: Reply to this comment
    quarta-feira, 8 de abril de 2009 - 18:12

    Cheguei aqui rastreando uma visita a meu blog. Gostei do texto, achei bem ponderado. Na verdade o Kiss não planejava ser uma banda com todo esse merchandising em cima, mas quando a chance surgiu, Gene não iria desperdiçá-la. Com certeza a maquiagem ajudou bastante e isso não diminiu o mérito deles. O Kiss é uma banda de rock, mas também é uma fantasia muito bem comercializada. Até identidade secreta eles tinham. O interessante é que os primeiros discos, se não me engano os três primeiros, foram resenhados na Rolling Stone americana por um crítico que era simpático a eles e elogiava o rock básico que eles faziam. Foi só quando o sucesso do grupo começou a ficar, aos olhos da editoria, desproporcional em relação à proposta, que a revista passou a repudiar o Kiss. Tanto que nunca lhes deu capa. Isso faz do Kiss uma banda numa categoria própria, única: odiada tanto pelos roqueiros mais elitistas (que gostam de Rolling Stones, Led Zeppelin, etc) quanto por quem não gosta de rock (e os coloca numa vala comum com as demais bandas “barulhentas”).

    Eu vi o Kiss ao vivo em Porto Alegre em 1999. Eles são divertidos.


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  47. Helder Porfírio: Reply to this comment
    quinta-feira, 9 de abril de 2009 - 0:51

    eu tb fico no meio termo. Gosto do que conheço, mas é mto pouco. Quase que só Rock and Roll all Nite.

    Ah, e aquela história do empresário que vio o Secos e Molhados, alguém comentou isto aí pra cima… isto procede? Já vi até o Ney Matogrosso falar disto.


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  48. Paulo Ferreira: Reply to this comment
    quinta-feira, 9 de abril de 2009 - 10:50

    Daniel Fernandes;

    Se você não gosta, não acredita e é “vacinado” contra propaganda, vem aqui no site B#9 fazer o que? Esquisito…

    Diego Camarra;

    Kiss é heavy metal? Hummm, não gosto de rótulos, mas não creio que essa seja a melhor definição para o tipo de som que o Kiss faz.

    Toda banda que faz sucesso, tem ele baseado na propaganda que faz de si mesmo. Vi alguem citando Madonna, ela é tão marketeira quanto o Kiss, só que ao invés de máscaras e pirotecnia, ela prefere engravidar do personal trainner e “adotar” crianças de países miseráveis, fazer parte de religiões alternativas e fazer o maior alarde em cima disso. O problema não é ela fazer tudo isso, mas é engraçado como sempre tem uma câmera registrando essas coisas… suspeito no mínimo.

    Falar que foi forjado, criado pela mídia implica que os meios de comunicação que contrataram, montaram e distribuiram o material da banda, o que não ocorreu. A mídia dá atenção para quem ela julga ser interessante, dá ao povo o que o povo quer ver e ouvir (agenda setting, alguém?).

    Mesmo os Artic Monkeys, poderiamos dizer que eles trilharam o próprio caminho e não foram “forjados” pela mídia, pois distribuiram seu material pelo myspace e via site. Mas se os blogs (inclusive o B9, para quem quiser saber mais) e pessoas ao redor do mundo não tivessem feito “propaganda” da banda eles ainda estariam na garagem. Blogs, mídias sociais, ou o que vocês mais preferirem, são formas de mídia. Podem não ser mídias de massa como estamos acostumados a ver, mas são a nova forma de comunicação e de informação das pessoas. Não me espantaria se o Kiss surgisse hoje, fosse comentado nos blogs e tivesse seu sucesso baseado na internet.

    Mais uma vez, propaganda boa não sustenta produto ruim (Nova Schin que o diga!)

    Musicalmente é mediano? Qual o parametro de comparação para considerar alguem mediano musicalmente?

    Beatles conquistaram o mundo tocando alguns acordes e letras juvenis e inocentes.
    Ramones conquistaram o mundo tocando 3 acordes com musicas de 2 minutos.

    É impressão minha, ou música tem mais a ver com sentimento, emoção, do que com técnica e virtuosismo?

    Só minha opinião!


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  49. Emilio: Reply to this comment
    quinta-feira, 9 de abril de 2009 - 11:46

    Helder, a resposta à sua pergunta está no link para o meu blog que o Rodrigo Lopes postou mais acima. Meu gosto é bem eclético e também sou fã de Secos e Molhados e Ney Matogrosso, mas a verdade é que Ney está “viajando legal” nas conclusões dele. O que houve é que ele foi procurado por dois empresários americanos no México com uma proposta de levá-lo aos Estados Unidos e fazer um som mais pesado. Isso realmente aconteceu e é confirmado por todos os que estavam lá com os Secos e Molhados, em março de 1974 segundo o site oficial do grupo (eu tinha 13 anos e lembro da matéria no Fantástico sobre a apresentação do grupo no México). Mas a suposta ligação desses empresários com o Kiss é que é pura fantasia, viagem fantástica, castelos no ar, asas à imaginação. Mas Ney acredita que esses empresários criaram o Kiss depois disso. E com base na conclusão dele, criou-se uma lenda de que “empresários do Kiss” estiveram no México e roubaram a ideia dos Secos e Molhados. Depois a história vai crescendo e até mudando. O Eduardo Moretti aí em cima já colocou os empresários em São Paulo. E também já li que o Ney teria sido convidado para entrar para o Kiss. Ou que o próprio Kiss teria admitido ter copiado a ideia dos Secos (na verdade eles sempre negaram isso nas mil vezes em que foram questionados a respeito). É incrível como uma simples suposição consegue crescer a ponto de ser repassada como “fato confirmadíssimo”.

    O que Ney não sabia, até porque o Kiss demorou a estourar, é que o primeiro LP do grupo americano já tinha até sido lançado quando os Secos e Molhados estiveram no México. Tá tudo bem explicadinho lá no meu blog.


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  50. Ilmar Carvalho: Reply to this comment
    quinta-feira, 9 de abril de 2009 - 14:43

    Em primeiro lugar, o autor merece parabéns pelo site.
    Quanto ao kiss, eu gosto muito de vários discos, independentemente de todo o circo em volta da banda (sim, quando eu era criança eles me pegaram por este lado também, mas o som sempre prevaleceu).
    Quanto a velha crítica de que são músicos medíocres, digo o seguinte: toco um pouco de guitarra (bem pouco mesmo) e costumo comprar livros de partituras/tablaturas. Confesso que muitos riffs do Kiss são mais difíceis de tocar do que muita coisa de Black Sabbath, Deep Purple, Pink Floyd e outras bandas mais conceituadas (observação final: em momento nenhum estou afirmando que o Kiss é melhor do que estas bandas!.
    That’s all, folks!


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  51. Heloisa: Reply to this comment
    quinta-feira, 9 de abril de 2009 - 16:22

    Ótimo post, Merigo! Como a boa hard rocker que sou, adoro o Kiss. Uma pena que escolheram um dia infeliz (terça-feira) para fazer o show da banda, senão, teria ido com certeza.

    Quanto à qualidade musical da banda… de fato, eles não têm nenhum Van Halen nas guitarras ou Freddie Mercury nos vocais. Mas e daí? O todo deles é maior que a soma de todas as partes, as músicas da banda são verdadeiros hinos do rock’n'roll despretensioso e cheio de energia, e, ao lado do Aerosmith, do Alice Cooper e do Van Halen, eles colocaram na história o nome do hard rock americano setentista. Long live to Kiss!

    Quanto ao marketing… bem, eles foram MUITO espertos, aproveitaram as oportunidades, souberam administrar a grana e a fama (o que geralmente é bem difícil para astros do rock) e influenciaram um monte de gente “séria”. Iron Maiden que o diga.

    Ah sim, quanto a polêmica Kiss x Secos e Molhados… ninguém copiou ninguém, ambos copiaram o Alice Cooper e o New York Dolls. E tenho dito!


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  52. Camilla Lourenço: Reply to this comment
    quinta-feira, 9 de abril de 2009 - 20:14

    Aposto que esse Daniel deve ser um metidinho a revolucionario…tsc tsc..
    Bela matéria, e concordo quando você diz que o Gene é um dos maiores publicitarios de todos os tempos.


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  53. Links excelentes para ler #2 | DearAd...: Reply to this comment
    sexta-feira, 10 de abril de 2009 - 15:10

    [...] Kiss: Música ou marketing? (Brainstorm#9) [...]


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  54. Flávio Demarchi: Reply to this comment
    sexta-feira, 10 de abril de 2009 - 20:12

    Fui no show aqui em sp e fiquei admirado com o profissionalismo e a cara de pau deles. Não dá pra negar que eles sabem o que fazem. A cada música o paul Stanley gritava “We love you, we love you!”. Foi engraçado por meia hora. Depois foi um saco. Ele parecia um político em campanha. Só faltava beijar um bebezinho. A parte do “say my name” me deu vergonha alheia.


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  55. JMF: Reply to this comment
    domingo, 12 de abril de 2009 - 14:47

    KISS É KISS
    É o tipo das bandas que sempre serão polêmicas, amadas e sempre terão legiões de fãs !!!


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  56. Daniel Fernandes: Reply to this comment
    segunda-feira, 13 de abril de 2009 - 9:42

    @Camilla Lourenço:
    Não, não sou revolucionário.
    Em todo caso, melhor ser metido a revolucionário do que ser simplesmente idiota e acreditar em tudo que dizem.
    Vocês devem endeusar Goebbels, não?
    Afinal de contas,ele foi um gênio do marketing, conseguiu enganar um país inteiro durante anos…


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  57. Daniel Fernandes: Reply to this comment
    segunda-feira, 13 de abril de 2009 - 9:44

    Quem não sabe quem foi Goebbels, que pesquise…


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  58. Paulo Ferreira: Reply to this comment
    segunda-feira, 13 de abril de 2009 - 16:47

    Presumir que publicitários (a grande maioria desse site) não conheça o ministro do povo e responsável pela propaganda nazista durante o 3º Reich é muita arrogância. Propaganda de Guerra é matéria no curriculum de todo publicitário.

    Não idolatro ninguem, muito menos produtos, mas nem por isso tiro o mérito das coisas, simplesmente porque divulgam seus benefícios.

    Não vamos idolatrar o sabão OMO, mas ele é melhor! fazer o que? e é errado dizer que você é o melhor, quando de fato você é?

    Vamos reforçar mais uma vez: propaganda boa não sustenta produto ruim, já se foi o tempo onde pessoas eram facilmente manipuladas pela mídia de massa, mesmo porque o conceito de mídia de massa há muito já foi ultrapassado.

    Existem alienados? claro que sim! mas eles escolheram suas próprias fontes de informação, ninguem forçou nada garganta abaixo dessas pessoas.Você é responsável pelo que você é! Inclusive a sua própria alienação.

    Colocar a culpa na propaganda, no marketing é muito comodo. É tirar a responsabilidade e jogá-la nas costas das empresas.

    Não adianta ficar posando de “anti-marketing” ou “vacinado contra lavagem cerebral”. Todo radicalismo é prejudicial. Ficar caçando os demonios da propaganda é só uma maneira de se esquivar da sua própria condição de consumidor. E não consumimos só produtos, mas também idéias (como o próprio Goebbels “vendia”). Se são bons ou ruins, isso é o povo que decide. E ele tem cada vez mais acesso a informação para tomar tal decisão.

    Quer exemplo melhor que a Nova Schin? Encheu a TV, revistas e outdoor com o seu EXPERIMENTA! e o resultado? Ficou no mesmo lugar. Produto ruim, não importa o que a propaganda vendia, ele não convenceu o povo. Se sua teoria fosse válida, o simples fato de ter divulgado massivamente o produto teria dado um resultado positivo.


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  59. Parahim: Reply to this comment
    segunda-feira, 13 de abril de 2009 - 21:46

    Tá, e o Kiss?
    Kiss é como a banda se anuncia:
    “THE BEST BAND IN THE WORLD!”
    Ninguém diz isso do nada durante mais de 35 anos. Qualquer publicitário sabe disso.
    Abs!


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  60. Celso Bodini: Reply to this comment
    quinta-feira, 16 de abril de 2009 - 12:57

    Quando conheci o Kiss em 1973, época do seu surgimento para o mundo, eu tinha 15 anos de idade e foi na casa de um primo meu (Paulo), estava ele ouvindo uma fita cassete com a musica do Kiss, eu até perguntei a ele, quem são esses caras, ai ele me disse, é uma Banda chamada Kiss, depois eu fui ver que os caras pintavam o rosto como os Secos e Molhados, mas eu fui pela musica e não pela pintura, é lógico que depois entrei na onda e estou até hoje junto com eles, fui em todos os shows aqui no Brasil e os dois ultimos acompanhados dos meus tres filhos, valeu Kiss pela sua alegria e musicalidade que passam para nós, sómente nós que somos fans temos o direito de falar bem ou mau de voces, hoje estou com 51 anos e me orgulho em falar sou fan do KISS.


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  61. Rodrigo Luis Dippold: Reply to this comment
    sábado, 18 de abril de 2009 - 10:39

    Parabéns pela matéria, no início imaginei que fosse uma uma crítica severa sem pé e sem cabeça, como tem muito na mídia brasileira.

    Sò vale a pena lembrar, que Gene Simmons não seria nada sem Paul Stanley, e vice versa. Paul é o maior showman na atualidade ( ao lado talvez de Mick Jagger, Paul Rodgers ou então David Coverdale), ótimo compositor e propôs muitas idéias para a banda, assim como o Ace Frehley. Gene esteve cercado de de bons marketeiros e músicos também. Abraços


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  62. Seresteros » Blog Archive » Marketing rock: Reply to this comment
    domingo, 19 de abril de 2009 - 16:34

    [...] No começo eram uns pé-rapados fantasiados. Mas com muito marketing e cara de pau, hoje fazem parte da História do Rock. Carlos Merigo analisa os marketeiros do KISS. [...]


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  63. KISS: Música ou Marketing?: Reply to this comment
    quarta-feira, 22 de abril de 2009 - 17:58

    [...] Entretenimento, Música. Você pode acompanhar todas as respostas para este post através do RSS 2.0 feed. Você pode deixar um comentário, ou fazer o trackback do seu [...]


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  64. Larica: Reply to this comment
    quarta-feira, 22 de abril de 2009 - 18:20

    Rock and roll all night, jobs avery day! =P


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  65. Guilherme: Reply to this comment
    sexta-feira, 24 de abril de 2009 - 0:52

    O problema do fãs são as bobagens que eles proferem ao querer exaltar seus ídolos. Muito antes do Kiss pensar em existir o Pink Floyd já fazia megashows, sendo inclusive considerada uma das bandas precursoras nesse aspecto, portanto não saia dizendo por aí tamanho despautério, que o Kiss influenciou o Pink Floyd.


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  66. Marcos: Reply to this comment
    quarta-feira, 6 de maio de 2009 - 23:38

    @Alessandro: Comentário infeliz……vai curtir Axe Music que é melhor……..


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  67. Ricardo: Reply to this comment
    terça-feira, 6 de outubro de 2009 - 21:53

    Conheço kiss a pouco tempo e gosto de algumas musicas, gosto é relativo nesta area, nao tem como, por isso existem tantos estilos, até hoje nao conheci nenhuma banda que não toque por dinheiro/fama. Concordo com o post citado, o show do kiss vale cada centavo pago, é entretenimento do inicio ao fim. Ótima matéria!


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  68. Paramount cria competição entre cidades para estréia de “Paranormal Activity” | Brainstorm #9: Reply to this comment
    quarta-feira, 7 de outubro de 2009 - 10:53

    [...] em que você pode demandar o show de uma banda ou artista na sua cidade. Eu já tinha comentado sobre o site aqui, já que o KISS o utilizou para definir os locais de sua próxima [...]


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  69. Garoto Enxaqueca: Reply to this comment
    segunda-feira, 19 de outubro de 2009 - 15:36

    Junte Secos e molhados, adicione um pouco de Alice Cooper, e a pobreza musical de Sex Pistols e ta ai, uma banda!


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  70. O branding dos Rolling Stones | Ynner Treinamentos: Reply to this comment
    quarta-feira, 18 de novembro de 2009 - 11:11

    [...] http://www.brainstorm9.com.br/.....marketing/ [...]


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  71. kanyah shamah: Reply to this comment
    terça-feira, 24 de novembro de 2009 - 12:08

    eu curto kiss pra caralho, mas é claro que eles sao muito comeciais!!!
    tanto que o proprio paul stanley disse que tem uma formula pra compor, com trchos contados e refrao forte.Em resumo o KISS é um grande clichê do rock and roll,mas é bom pra caralho!!!!!!!!!!!!!
    (na verdade eles sao uma copia do secos e molhados)


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  72. Nara | Twitterhey_jaded: Reply to this comment
    terça-feira, 5 de janeiro de 2010 - 12:48

    “Todos os àlbus [do Ozzy] entre o fim do Black Sabbath e o Ozzmosis são àlbuns ruins ou medianos…” Gente?? E o Blizzard Of Ozz? E o Bark At The Moon? Diary of a Madman? Albuns ridiculos? Faça-me o favor hein? Não sei se rio ou se choro!

    Nem me dei o trabalho de ler outros comentários, tenho uma grande pena de quem não conhece a magia do KISS! As pessoas que criticam conhecem apenas Rock and Roll All Nite e saem falando besteira por aí julgando pelo visual. Se eles fossem apenas palhaços mascarados sem música, tenha certeza que seus fãs seriam apenas adolescentes imbecis do tipo de fã que o Slipknot tem, já que tbm é puro marketing+mistério. Agora é só olhar a legião de fãs do KISS: gente de todas as idades, desde crianças de 5 anos até senhores que viram os caras nascerem. Eles tinham a intenção de se transformarem numa das maiores bandas do mundo e conseguiram! Só quem não é estupido o suficiente consegue pegar um Creatures of the Night ou um Hotter than Hell ou um Dressed to Kill e cantar todas as musicas do inicio ao fim. Adoro ser uma dessas pessoas!

    Não ligo pra quem não gosta de KISS, mas não dá pra aturar gente que NAO CONHECE NADA e não sabe reconhecer o peso que esse nome tem.


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