Björn Borg | Love For All
| por Carlos Merigo { 01.dez.2008 } |
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A Farfar é conhecida como uma agência interativa, uma referência recorrente quando se fala em projetos online. Já puxei o saco dos caras várias vezes por aqui.
E apesar de quase todo trabalho dos suecos contar com uma superprodução de filme (relembre o Nokia “Get Out and Play”, por exemplo), acho que essa é primeira vez que iremos nos dar conta: a Farfar também faz comerciais para TV.
É o caso da nova campanha criada pela agência para a Björn Borg, marca de vestuário, calçados e estilo de vida esportivo, quase um ano depois daquela que você podia enviar uma foto com roupas de baixo e ganhar descontos.
Intitulada “Love for All”, a iniciativa começa com o comercial abaixo, e como a surpresa é um dos pontos fortes, não vou comentar nada. Assista.
A produção é da Hobby Film de Estocolmo, e como trilha uma versão de Ane Brun para a música “True Colours”, já gravada por Cindy Lauper e Phil Collins (não finja que não conhecia, pode confessar que já ouviu muito).
No site, uma ferramenta pode ajudá-lo a encontrar o amor da sua vida, para um amigo ou ainda unir duas pessoas que você conhece. Depois de preencher algumas perguntas e subir uma foto, um vídeo com todo tipo de clichê romântico mostra a vida do casal.
Com senso de humor e sem medo de brincar com a tosquice, é mais um site com boa história e engajamento da Farfar, além do belo comercial, é claro, que fala de amor livre para todos.
Quem tinha dúvidas de que as agências digitais invadiriam de vez o terreno das tradicionais, está aí a prova, e não é pouca coisa. Espere por mais.

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Este é o tipo de comercial que fazia nossa geração querer ser publicitário nos anos 80. Longa vida a criatividade.
Sensacional. A ousadia, o “politicamente incorreto” e a música (True Colors) deixaram um gostinho de Benetton.
Achei muito massa esse comercial e concordo com o Nauro. É bem a cara dos anos 80, quando os comerciais nos surpreendiam e geravam buzz. Mas, Merigo, você não acha que é meio errado essa separação que você faz das agências digitais das ditas analógicas? Será que o que está em questão aqui é o modelo de negócios de propaganda? Na boa, será que é tão diferente assim uma agência digital de uma, digamos, analógica? Todas não mexem com Comunicação? Será que uma FNasca, uma DM9 não fariam – e eu desconfio que já fizeram – algo bem parecido há muito tempo atrás? Vendo por esse ângulo, esse comercial não é assim tãããão novo em conceito. Boraí discutir isso?
Não achei nada criativo e seja lá o que queira vender esse comercial eu não compraria. Nem a idéia nem o produto!
Ps.: e antes que me chamem de homofóbico. o artigo 5, inciso 4 da Constituição Brasileira me permite discordar pois diz: é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato. Tenho dito!
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De extremo mal gosto.
Perde receptividade positiva ao catucar uma das maiores religiões do mundo no fato do casamento de padre e de novo ao ligar a sua imagem ao homossexualismo.
Típica propaganda feita para o nicho e ego próprio. Não para os consumidores.
Coisa de quem pode se dar ao luxo de jogar dinheiro fora.
PS… Ah… não vi nenhuma surpresa… era bem esperado o desfecho.
PS2. Não sou homofóbico. Mas sou homossexualistofóbico… eu acho. rs
Fobia é coisa de veadinho.
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Tudo bem.. não tem inovação nenhuma na propaganda(essa propaganda me lembra muito aqueeeela da Beneton.. de um padre negro com uma freira branca). Mas acho interessante eles abordarem um tema polêmico que é o casamento homessexual e o tao discutido casamento de padres. Unir esses dois assuntos foi no mínimo ousado.
O que se discuti aqui não é sua opção sexual nem religiosa. vamos e venhamos, cada um tem a sua! Mas vamos reconhecer que a propaganda foi bem bolada. Independente dos assuntos abordados.
Gostei.
Ahhhh, muito bem bolada e muito bem feita!!! Qualidade 10!
Olhando como consumidora, mexeu comigo. Não é isso que a gente tanto defende? “Provocar sentimentos no consumidor”.
Ótima filmagem, trilha perfeita. Mas concordo com o Silvio: uma agência dita “analógica” pode fazer algo assim, e já fez muitas vezes.
Sim Ari, uma agência “analógica” faz e já fez muito isso, só que agora estão tendo que disputar espaço em aspecto que sempre foram dominantes.
A questão não é que uma agência tradicional pode fazer, e sim o que as digitais podem fazer. E estão fazendo.
Europeus adoram situações clichês: casamento, batizado, funeral, náufrago numa ilha, o amante dentro do armário. Achei de mau gosto, sem criatividade e rasteira. Ou o público do Bjorn é gay, ou então é tiro no pé.
Excelente!