O “big ad” dos 120 anos da Brahma
Qualquer pessoa que acompanha, pelo menos por cima, o mercado publicitário, sente uma grande familiaridade ao assistir a campanha em comemoração aos 120 anos da cerveja Brahma, que estreou ontem na TV.
Isso porque é impossível não lembrar do neo-clássico “The big, big ad” da australiana Carlton Draught, criado pela George Patterson Partners em 2005. Aliás, na época em que postei sobre o comercial, comentei inclusive da viralização que estava acontecendo antes mesmo da peça estrear na TV, nos primórdios do YouTube.
Claro que chamar de cópia não é um argumento válido, até porque seria denegrir o filme da Carlton Draught, que conta com muito mais pertinência, bom humor e ironia, mas é impossível não comparar e perceber que a versão brasileira poderia ganhar o título de “small ad”. Ah, mas isso também já foi feito…
Brahma | Declaração
Carlton | The big, big ad













Quarta-feira, 24 de Setembro de 2008 - 11:35
“Brahmeiro”? será q as pessoas vestem a camisa da Brahma ao ponto de existir esse tipo de coisa?
de fato, small ad.
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Quarta-feira, 24 de Setembro de 2008 - 11:36
(o detector de browser/SO falha miseravelmente qdo se está usando Google Chrome… acusou Safari em Mac OSX, tô em Chrome no Vista!)
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Quarta-feira, 24 de Setembro de 2008 - 11:50
realemnte mto small
comparar com a BigAd acaba ficando ridicula pra ela.
e um ultraje a BIG Ad
e realemnte alguem se adjetiva como um brahmeiro?
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Quarta-feira, 24 de Setembro de 2008 - 11:58
acho q a melhor palavra para este comercial seria “patético”… simplesmente patético
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Quarta-feira, 24 de Setembro de 2008 - 11:59
Quando vi essa campanha da Brahma com certeza me veio o comercial da Carlton Draught na cabeça, a idéia é simplesmente muito parecida para não se comparar.
Acho que o mérito da Brahma fica por conta da “garrafa humana” que eles estão fazendo no site deles, onde o usuário pode se cadastrar, colocar uma foto e participar da garrafa humana que eles tão fazendo com os internautas.
Parece que vai ser até veiculado um anúncio futuramente com essa garrafa com os usuários e tal… enfim, a campanha é bacana, mas o vídeo é duvidosamente similar a o da Carlton msm. Aliás, parabéns pelo post de 2005, pude baixar a propaganda e assistí-la novamente! rs
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Quarta-feira, 24 de Setembro de 2008 - 12:13
Atualizei o post ali no final. Pq “small ad” tb já fizeram:
http://www.smallad.be/
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Quarta-feira, 24 de Setembro de 2008 - 12:46
É aquele clichê (nesse caso verdadeiro) de que nada se cria, tudo se copia.
Ainda mais hoje em dia que é muito facil ver filmes publicitários de todo o mundo pelos tubes da vida. Certamente a Brahma se “inspirou” no Big Ad. Mas acho que a galera no geral (os brahmeiros, se é que existem) não é tão bem informada e é capaz de achar legítimo.
Realmente é o Big Ad é beeeem melhor, mas acho válida a tentativa, curti a garrafinha e tal. O que me encomoda não é o “plagio” ou o estilo do comercial, é esse posicionamento capenga de “ser brahmeiro”. Eu não entendo ele, principalmente quando vou no mercado e vejo o preço da Brahma. E olha que eu gosto de Brahma…
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Quarta-feira, 24 de Setembro de 2008 - 12:47
Po…analfabetismo pegando. Perdoem meus erros de portguês.
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Quarta-feira, 24 de Setembro de 2008 - 13:02
Ser Brahmeiro é copiar com uma qualidade pior o anúncio de uma cerveja Autraliana e receber uma boa grana por isso.
Eu entendo isso como plágio sem dó.
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Quarta-feira, 24 de Setembro de 2008 - 13:13
3 comentários:
clichê
velho
fraco
na verdade, 4 e…. caro!
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Quarta-feira, 24 de Setembro de 2008 - 16:03
não conhecia o Big Ad. infinitas vezes melhor do que a da Brahma. muito foda.
ridículo. alguém sabe a agência que fez? quer dizer, copiou?
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Quarta-feira, 24 de Setembro de 2008 - 16:10
Ah! Não é igual Po! Mudou a locação…
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Quarta-feira, 24 de Setembro de 2008 - 16:45
Criticar é fácil. Dificil é fazer pior.
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Quarta-feira, 24 de Setembro de 2008 - 16:46
A agência da Brahma é a Africa.
O próprio Nizan já falou diversas vezes pra td mundo ouvir que não se sente nem um pouco constrangido em chupar propagandas gringas. Ele chama isso de importação de idéias - e não de plágio. Isso já aconteceu, por exemplo, no desafio L200 da Mitsubishi - que tinha tantas SUV´s escondidas pelo país afora. A ação original era da Volvo, mas não me lembro onde agora.
Enfim, triste…
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Quarta-feira, 24 de Setembro de 2008 - 18:30
Sem contar com o início à lá “Experimenta”, da Nova Schin, né?
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Quarta-feira, 24 de Setembro de 2008 - 18:33
Ah… COmentário da minha namorada (que, Enfermeira que é, obviamente NÃO viu o Big, big ad):
“Nossa, que doido isso!!!”
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Quarta-feira, 24 de Setembro de 2008 - 19:37
Como não lembrar também do comercial da Bud…
Eu lembrei primeiro dele!!!!
http://www.youtube.com/watch?v=D8o7ToNwvJY
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Quarta-feira, 24 de Setembro de 2008 - 21:31
Pelo Amor de Deua, é muito, muito pior do que chupar. A “coreografia” do Big Ad é uma puta ironia, se ninguém na Africa entendeu isso e achou que era sério, fecha a porta da agência AGORA. Lixo! Lixo tóxico!!!!! Nota ZERO.
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Quarta-feira, 24 de Setembro de 2008 - 22:57
Referência ? ou Plágio mal feito? hehe
Pior que esse VT da Brahma só o Merigo não postando o nome da agência.
Lamentável.
>> ÁFRICA <<
Criação: Eduardo Martins / Carlos Fonseca
Diretores de Criação: Nizan Guanaes / Sergio Gordilho / Eduardo Martins / Carlos Fonseca
//
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Quarta-feira, 24 de Setembro de 2008 - 22:58
Me lembrou o fato do comercial “Ah, o verão..” da Skol que ficou “um pouco parecido” com um comercial de uma cerveja argentina.
Usando Google Chrome no Windows XP SP3
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Quarta-feira, 24 de Setembro de 2008 - 23:59
Como assim, André? Onde é que o Nizan disse isso? Nunca ouvi essa de “importação de idéias”…
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Quinta-feira, 25 de Setembro de 2008 - 2:37
É lamentável a falta de opinião própria nos comentários acima. Sempre um revoltado (#1) comenta e uma leva repete - comportamento interessante que se repete em boa parte do meu feed.
Para início de conversa, eu sou Brahmeiro e foda-se quem não gosta da marca. Afinal, tomo Brahma muito antes da Africa atender a conta ou chupinhar a idéia. É como time de futebol, aprendi com meu pai quando ainda éramos da primeira divisão.
A idéia não é somente da Carlton Draugh. Me lembro de uma porrada de vídeos com a mesma câmara filmando um bando de gente do mesmo ângulo - inclusive em estádios de futebol. Estou errado?
A ligação foi inevitável, pois também se trata de cerveja. Concordei muito com o Merigo no ponto da pertinência, afinal no vídeo de 2005 temos o conceito ‘big ad’ e a movimentação dos atores é pertinente, resulta num final ideal. Já no plágio, não notei relação alguma com os 120 anos - porém, quando vi a ação online mudei um pouco de idéia, a coisa ficou um pouco mais relevante (por mais que o hot-site não funcione): http://www.brahma.com.br
Enfim, não vale massacrar o pessoal. Chupinharam somente a câmara que já não era novidade em 2005.
O que acham do filme quando parte da campanha online?
Lembrando que a maior parte do público não possui formação publicitária e portanto não rejeitará a peça com tanto ódio no coração. Gostei do exemplo #16 Gustavo, sobre a namorada enfermeira (se deu bem o garoto) - para ela funcionou. Vamos comentar baseado no target e não no nosso umbigo, caso contrário voltaríamos para a discussão do último post sobre a campanha do Bill.
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Quinta-feira, 25 de Setembro de 2008 - 9:06
Ken,
O André lembrou muito bem a Promo de Mitsubishi. Exatamente a mesma ação que a Volvo fez um ano antes nos EUA. Mais um caso de “importação de idéia”.
Apesar dos dois casos, Mitsubishi e Brahma, também nunca ouvi o Nizan dizer que é favorável a esta prática. Pelo contrário. Presidindo o Comitê de Criação, no Congresso de Publicidade, Nizan leu e assinou um manifesto onde clamava exatamente pelo contrário. Segue um trecho:
“Devemos evitar que as maiores empresas brasileiras e mundiais que estão no Brasil busquem lá fora soluções de publicidade que já temos no Brasil. Devemos derrubar a fronteira da criação, do publicitário no comando quando na verdade quem está no comando e on demand é o próprio consumidor. Devemos superar a fronteira da remuneração de mídia. Porque uma idéia pode não ter mídia, pode ser um prédio, um design, um buzz, uma garrafa como a embalagem de Coca-Cola que foi o Grand Prix de Design de Cannes. Temos de romper a falsa fronteira da barreira da língua. Não podemos nos esconder atrás desta barreira imaginária. O redator mais premiado de 2007 (Ícaro Doria, da S&S Nova York, EUA) é brasileiro. Design não precisa de língua, evento não precisa de língua, marketing direto não precisa de língua e o principal centro de call center do mundo fica em Bangalore na Índia. Devemos transpor a fronteira que limita nossa ambição e o nosso pensamento de negócios ao mercado brasileiro quando o talento brasileiro e as grandes empresas brasileiras estão conquistando o mundo.”
O que ele diz não é “vamos importar”. É, sim, exatamente o oposto: vamos exportar.
Enquanto isso os gringos seguem copiando a gente só que com dois anos de antecedência.

n
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Quinta-feira, 25 de Setembro de 2008 - 12:43
http://br.youtube.com/watch?v=l13Zi7rxz90 Me lembrou um pouco esse comercial da Budweiser também.
Abraço
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Quinta-feira, 25 de Setembro de 2008 - 22:06
Meu ponto é o seguinte: Os comerciais de cerveja estão cada vez mais iguais. Ou melhor, sempre foram iguais! Este é o comercial da Brahma, como poderia ser da Skol ou da Antarctica e o mundo das cervejas se reduzindo a um grande fabricante as semelhanças se tornarão cada vez mais comum.
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Sábado, 27 de Setembro de 2008 - 19:25
Esta da Carlton e muito legal eimm ….?
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Terça-feira, 30 de Setembro de 2008 - 16:02
Homens, vão trabalhar! Pensem, crie, produzam, ofereçam o novo se estão revoltados. Agora, por favor, caiam na real porque a publicidade brasileira sofre do vírus que se instalou neste País global: “somos originais em tudo”. Essa idéia é uma farsa, que se copia todo dia e ninguém reclama há mais de 500 anos. Basta ir fundo para descobrir que a grande parte da produção publicitária é cópia. Formamos publicitários de cadeira, que nunca sentiram a rua e que acompanham o modismo, vide a onda vetor, a onda grafite e a eterno onda do fotão com marquinha no canto inferior. Há muito, se é que podemos falar de algo nacional, que o Brasil não produz uma campanha de mkt integrado. O que se faz aqui, é adaptação.
E isso se enquadra também na música, nas artes, no jornalismo, nos modismos da internet. Essa é a verdade.
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Quinta-feira, 2 de Outubro de 2008 - 11:18
[...] # Brainstorm #9: O “big ad” dos 120 anos da Brahma [...]
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Sexta-feira, 3 de Outubro de 2008 - 12:44
[...] puxei o assunto por causa da campanha dos 120 anos da Brahma, que eu falei aqui ser igual ao famoso comercial da cerveja australiana Carlton [...]
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Sexta-feira, 3 de Outubro de 2008 - 13:15
Realmente parece que o próximo comentário só vai seguindo o que o outro falou, sem acrescentar nada à discussão.
O comercial é parecido (muito parecido, diga-se de passagem) mas com “menos gente”, menor? Sim, pode até ser, mas a idéia deles não era fazer um comercial melhor que o da Carlton Draught. Não sei como foi feito o da estrangeira, mas o da Brahma não teve tantas pessoas como apareceu no vídeo; a maior parte foi simplesmente montagem feita na pós-produção.
Reclamar que a mesma foi pior, muito menor ou que copiaram fazendo algo ruim é achar que havia uma disputa entre as duas pra ver quem faria o melhor comercial. Nada a ver. Como alguém citou acima, para os menos atentos à publicidade mundial a idéia foi nova, e para os mais atentos - olhando pelo lado da ação pela internet, e que a Brahma queria mostrar que estava comemorando seus 120 anos com algo grandioso - a idéia de formar uma garrafa humana gigante no Maracanã é válida, um marco para o aniversário dessa cerveja.
Já a parte de “Brahmeiros” eu já nem comento…
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Sexta-feira, 3 de Outubro de 2008 - 13:59
ainda bem que temos memoria boa e uma pá de referencias para seguir: o 1° comercial que lembrei quando vi foi o da Bud, e nao o da Carlton. Os fogos me lembraram de alguns comerciais envolvendo o ninho de passaro, etc etc etc.
O comercial comunica, simples assim. O target vai curtir, e vai continuar bebendo Brahma.
Concordo com o Jota: comentar pensando em quem vê, e não no nosso umbigo. Torna qualquer discussão mais interessante. O resto é resto…
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Quarta-feira, 15 de Outubro de 2008 - 16:45
Mas o target não acessa este blog, somos nós, publicitários e aspirantes a publicitários que acessamos para comentar o ocorrido. Entendo que esta seja uma comunidade da área.
É muito ruim ver uma publicidade “chupada” assim. Parece que o pessoal tá sem idéias, sem criatividade. Poxa, ruim mesmo.
Tantos profissionais competentes e cheio de aspirações dando sopa por aí e a gente tem que ver essa “copiação” de idéias.
Lastimável para nossa área e para qualquer “brahmeiro”, digo… brasileiro.
Frçaram muito.
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Quarta-feira, 15 de Outubro de 2008 - 16:57
Falando em target…
Como vocês acham que o brasileiro reagiria quando visse que a publicidade foi “chupação” da idéia dos gringos?
Ahhh se isso se propaga…
Daí coitada da Brahma, vai gastar o triplo ou mais pra reverter à imagem que esta publicidade causou para marca.
Não tem perdão. Me causa estranheza a Afrika, uma grande agência que é, não colocar na balança questões regionais que, sempre vão acabar influindo em uma campanha.
A internet está aí…
Cuidado com o que fazem.
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Quarta-feira, 22 de Outubro de 2008 - 19:09
[...] Dá para ter uma visão de qual é a resposta “realista” para a crise pelo “Big Ad” dos 120 anos da Brahma. [...]
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Quinta-feira, 23 de Outubro de 2008 - 17:20
[...] via: brainstormi [...]
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Segunda-feira, 10 de Novembro de 2008 - 15:27
Gosto tanto de Brahma … que alem de beber as vezes passo o dia pensando em uma nova ideia para um comercial …. um novo bordão para não sair da boca do cervejeiro … como o produto em questão, que alterou o título de cervejeiro para brahmeiro …. ele saiu e para meus companheiros de botiquim é uma ótima ideia … gostaria de poder apresenta-la diante de uma oportunidade ,,, como faço ???? ou não faço ?!?!?!?!?! rsssss
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