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	<title>Comentários em: &#8220;Fringe&#8221; e a televisão (quase) livre do controle remoto</title>
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	<description>"O que eu espero senhores, é que depois de um razoável período de discussão, todo mundo concorde comigo" (Winston Churchill)</description>
	<pubDate>Sat, 10 Jan 2009 01:29:49 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Caleb</title>
		<link>http://www.brainstorm9.com.br/2008/09/09/fringe-e-a-televisao-quase-livre-do-controle-remoto/comment-page-1/#comment-37665</link>
		<dc:creator>Caleb</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Dec 2008 15:18:23 +0000</pubDate>
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		<description>massa..</description>
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		<title>Por: VieirA</title>
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		<dc:creator>VieirA</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Oct 2008 16:18:01 +0000</pubDate>
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		<description>=p Fringe é show de bola...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>=p Fringe é show de bola&#8230;</p>
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		<title>Por: sergio dias</title>
		<link>http://www.brainstorm9.com.br/2008/09/09/fringe-e-a-televisao-quase-livre-do-controle-remoto/comment-page-1/#comment-34660</link>
		<dc:creator>sergio dias</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Oct 2008 13:37:37 +0000</pubDate>
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		<description>Gostei! Apesar da canastrice da atriz, ela parece que vai se adaptar bem ao papel. A linha da série lembra Arquivo-X e Além da Imaginação. Só espero que saibam explorar algo mais moderno e dinâmico.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gostei! Apesar da canastrice da atriz, ela parece que vai se adaptar bem ao papel. A linha da série lembra Arquivo-X e Além da Imaginação. Só espero que saibam explorar algo mais moderno e dinâmico.</p>
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	<item>
		<title>Por: Fringe e a televisão (quase) livre do controle remoto &#187; TeleSéries</title>
		<link>http://www.brainstorm9.com.br/2008/09/09/fringe-e-a-televisao-quase-livre-do-controle-remoto/comment-page-1/#comment-33910</link>
		<dc:creator>Fringe e a televisão (quase) livre do controle remoto &#187; TeleSéries</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Sep 2008 12:00:43 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Texto publicado originalmente no weblog Brainstorm #9. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Texto publicado originalmente no weblog Brainstorm #9. [...]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Braincast TV: Branded Entertainment e Product Placement &#124; Brainstorm #9</title>
		<link>http://www.brainstorm9.com.br/2008/09/09/fringe-e-a-televisao-quase-livre-do-controle-remoto/comment-page-1/#comment-33555</link>
		<dc:creator>Braincast TV: Branded Entertainment e Product Placement &#124; Brainstorm #9</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Sep 2008 16:33:40 +0000</pubDate>
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		<description>[...] branded entertainment e product placement, como a série de Seth MacFarlane com o Burger King, &#8220;Fringe&#8221; e Ford, &#8220;Heroes&#8221; e Nissan, [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] branded entertainment e product placement, como a série de Seth MacFarlane com o Burger King, &#8220;Fringe&#8221; e Ford, &#8220;Heroes&#8221; e Nissan, [...]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Raphael Gonzalez</title>
		<link>http://www.brainstorm9.com.br/2008/09/09/fringe-e-a-televisao-quase-livre-do-controle-remoto/comment-page-1/#comment-33395</link>
		<dc:creator>Raphael Gonzalez</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Sep 2008 14:56:38 +0000</pubDate>
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		<description>6.5 é a minha nota para esse primeiro episódio mas creio que tende a melhorar muito. Acho que Fringe vai evoluir como Heroes, depois de alguns episódios a estória ganhe liga.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>6.5 é a minha nota para esse primeiro episódio mas creio que tende a melhorar muito. Acho que Fringe vai evoluir como Heroes, depois de alguns episódios a estória ganhe liga.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: icommercepage</title>
		<link>http://www.brainstorm9.com.br/2008/09/09/fringe-e-a-televisao-quase-livre-do-controle-remoto/comment-page-1/#comment-33309</link>
		<dc:creator>icommercepage</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Sep 2008 07:19:45 +0000</pubDate>
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		<description>O primeiro do Jim Abrahans foi apertem os cintos o piloto sumiu, co-autoria com outros dois irmãos. Eu também achei muito bacana o comercial do CQC, já os intervalos do pânico tão mais pra tvshoping, não é a toa que o CQC é chamado de pânico dos ricos.
O problema é bufunfa, meu amigo, dimdim.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro do Jim Abrahans foi apertem os cintos o piloto sumiu, co-autoria com outros dois irmãos. Eu também achei muito bacana o comercial do CQC, já os intervalos do pânico tão mais pra tvshoping, não é a toa que o CQC é chamado de pânico dos ricos.<br />
O problema é bufunfa, meu amigo, dimdim.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Raphael Gonzalez</title>
		<link>http://www.brainstorm9.com.br/2008/09/09/fringe-e-a-televisao-quase-livre-do-controle-remoto/comment-page-1/#comment-33302</link>
		<dc:creator>Raphael Gonzalez</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Sep 2008 19:47:18 +0000</pubDate>
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		<description>Mostrei o trailer para algumas pessoas e na primeira cena do avião a reação é a mesma. "Avião? denovo? ah não...." hehehehe...
Mas vou continuar abaixando e assistir o primeiro episódio amanhã.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mostrei o trailer para algumas pessoas e na primeira cena do avião a reação é a mesma. &#8220;Avião? denovo? ah não&#8230;.&#8221; hehehehe&#8230;<br />
Mas vou continuar abaixando e assistir o primeiro episódio amanhã.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Rafael Rocha</title>
		<link>http://www.brainstorm9.com.br/2008/09/09/fringe-e-a-televisao-quase-livre-do-controle-remoto/comment-page-1/#comment-33290</link>
		<dc:creator>Rafael Rocha</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Sep 2008 15:54:42 +0000</pubDate>
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		<description>Boa tarde,

Discordo quando vocês colocam que as inserções da marca sejam brand entertainment. Acredito que isso não passa de product placement. 

A comunicação por conteúdo acontece quando o que é comunicado agrega ou tenta agregar algo ao estratégico de marca e ao seu posicionamento.

A maneira que as marcas são inseridas em programas como estes é legal de ser ver, mas acredito que não seja Brand Entertainment</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Boa tarde,</p>
<p>Discordo quando vocês colocam que as inserções da marca sejam brand entertainment. Acredito que isso não passa de product placement. </p>
<p>A comunicação por conteúdo acontece quando o que é comunicado agrega ou tenta agregar algo ao estratégico de marca e ao seu posicionamento.</p>
<p>A maneira que as marcas são inseridas em programas como estes é legal de ser ver, mas acredito que não seja Brand Entertainment</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Fernando Palacios</title>
		<link>http://www.brainstorm9.com.br/2008/09/09/fringe-e-a-televisao-quase-livre-do-controle-remoto/comment-page-1/#comment-33288</link>
		<dc:creator>Fernando Palacios</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Sep 2008 15:36:04 +0000</pubDate>
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		<description>Merigo,

concordo que a Nokia deu uma aula de como colocar publicidade dentro de um filme e depois tirá-la para fora dele com ações-satélites muito pertinentes, sobretudo pelo ponto de vista do produto. Branded Entertainment no melhor estilo. Mas o que eu acho é que não foi exatamente uma aula de como fazer um filme a partir da propaganda, no sentido de olhar pelo ponto de vista do personagem.

Primeiro porque eu tenho um certo ceticismo com relação a eles conseguirem fazer ligações telefônicas durante uma catástrofe daquela proporção. Supondo que eles deram "sorte", qualquer outro celular teria dado conta do recado. Mas o fato é que quando eles mais precisavam do celular - no caso um Nokia - a bateria os deixou na mão. Aí entram em uma loja de eletrônicos pra pegar uma bateria nova - o que não adiantaria porque na vida real ela teria vindo descarregada - e de forma muito inverossímil, saem da loja sem sequer olhar pra TV e procurar um noticiário pra entender o que está acontecendo (o que vai contra as regras mágicas que governam um romance, logo, a cena toda perde relevância e torna-se um intervalo comercial inserido no próprio filme). Depois de vagarem um pouco, encontram abrigo no metrô - logo, um lugar público que estaria lá com ou sem ajuda de empresas - e enquanto cai a ficha de que seus mundos estão literalmente destruídos, com seus entes queridos morrendo em frente aos seus olhos; ao fundo um painel gigante da Nokia com modelos sorridentes, que, pra mim, insensivelmente diz "não estamos conectados, e nem quero. Só quero que você me compre."

E até por isso acho que existe formas e formas de juntar histórias e marcas. Uma foi a que o Marius comentou: colocar lado-a-lado marcas e bons momentos. Mas há outras. Um exemplo foi o que eu chamei de Storyplacement no post anterior e que eu defendo da seguinte forma: por trás das corporações, existem pessoas. Pessoas que são especialistas num determinado assunto, já que dedicam boa parte de suas vidas a ele e o fazem porque transformam seu conhecimento em ação e tiram disso o leitinho pras crianças. São pessoas que trabalham para oferecer produtos e serviços para outras pessoas. E é justamente isso que faz a históra: conectar pessoas com pessoas. Se é pra uma corporação participar de uma história, que seja de forma desvelada, como uma extensão do autor que mergulha pra dentro de si pra escrever o filme, um livro, uma peça de teatro...

And that's my two cents.
Abraços</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Merigo,</p>
<p>concordo que a Nokia deu uma aula de como colocar publicidade dentro de um filme e depois tirá-la para fora dele com ações-satélites muito pertinentes, sobretudo pelo ponto de vista do produto. Branded Entertainment no melhor estilo. Mas o que eu acho é que não foi exatamente uma aula de como fazer um filme a partir da propaganda, no sentido de olhar pelo ponto de vista do personagem.</p>
<p>Primeiro porque eu tenho um certo ceticismo com relação a eles conseguirem fazer ligações telefônicas durante uma catástrofe daquela proporção. Supondo que eles deram &#8220;sorte&#8221;, qualquer outro celular teria dado conta do recado. Mas o fato é que quando eles mais precisavam do celular - no caso um Nokia - a bateria os deixou na mão. Aí entram em uma loja de eletrônicos pra pegar uma bateria nova - o que não adiantaria porque na vida real ela teria vindo descarregada - e de forma muito inverossímil, saem da loja sem sequer olhar pra TV e procurar um noticiário pra entender o que está acontecendo (o que vai contra as regras mágicas que governam um romance, logo, a cena toda perde relevância e torna-se um intervalo comercial inserido no próprio filme). Depois de vagarem um pouco, encontram abrigo no metrô - logo, um lugar público que estaria lá com ou sem ajuda de empresas - e enquanto cai a ficha de que seus mundos estão literalmente destruídos, com seus entes queridos morrendo em frente aos seus olhos; ao fundo um painel gigante da Nokia com modelos sorridentes, que, pra mim, insensivelmente diz &#8220;não estamos conectados, e nem quero. Só quero que você me compre.&#8221;</p>
<p>E até por isso acho que existe formas e formas de juntar histórias e marcas. Uma foi a que o Marius comentou: colocar lado-a-lado marcas e bons momentos. Mas há outras. Um exemplo foi o que eu chamei de Storyplacement no post anterior e que eu defendo da seguinte forma: por trás das corporações, existem pessoas. Pessoas que são especialistas num determinado assunto, já que dedicam boa parte de suas vidas a ele e o fazem porque transformam seu conhecimento em ação e tiram disso o leitinho pras crianças. São pessoas que trabalham para oferecer produtos e serviços para outras pessoas. E é justamente isso que faz a históra: conectar pessoas com pessoas. Se é pra uma corporação participar de uma história, que seja de forma desvelada, como uma extensão do autor que mergulha pra dentro de si pra escrever o filme, um livro, uma peça de teatro&#8230;</p>
<p>And that&#8217;s my two cents.<br />
Abraços</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Controle remoto, remoto &#171; Rei do Mato</title>
		<link>http://www.brainstorm9.com.br/2008/09/09/fringe-e-a-televisao-quase-livre-do-controle-remoto/comment-page-1/#comment-33287</link>
		<dc:creator>Controle remoto, remoto &#171; Rei do Mato</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Sep 2008 15:09:34 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Links: Brainstorm #9Variety TV Lost Remote [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Links: Brainstorm #9Variety TV Lost Remote [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: LG Trevisani</title>
		<link>http://www.brainstorm9.com.br/2008/09/09/fringe-e-a-televisao-quase-livre-do-controle-remoto/comment-page-1/#comment-33286</link>
		<dc:creator>LG Trevisani</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Sep 2008 15:06:09 +0000</pubDate>
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		<description>incrivel, esse kra deve ter um trauma MUITO feio de AVIÃO! todas tem algo com avião se fudendo poxa....
heheheheh</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>incrivel, esse kra deve ter um trauma MUITO feio de AVIÃO! todas tem algo com avião se fudendo poxa&#8230;.<br />
heheheheh</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Paulo Filho</title>
		<link>http://www.brainstorm9.com.br/2008/09/09/fringe-e-a-televisao-quase-livre-do-controle-remoto/comment-page-1/#comment-33285</link>
		<dc:creator>Paulo Filho</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Sep 2008 14:59:41 +0000</pubDate>
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		<description>Será que o modelo do CQC ele não aprendeu com a propria FOX??

Vale lembrar que o CQC é da produtora Eyeworks/Cuatro Cabezas e esta é a mesma produtora responsável pelas vinhetas da FX...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Será que o modelo do CQC ele não aprendeu com a propria FOX??</p>
<p>Vale lembrar que o CQC é da produtora Eyeworks/Cuatro Cabezas e esta é a mesma produtora responsável pelas vinhetas da FX&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Raphael Gonzalez</title>
		<link>http://www.brainstorm9.com.br/2008/09/09/fringe-e-a-televisao-quase-livre-do-controle-remoto/comment-page-1/#comment-33284</link>
		<dc:creator>Raphael Gonzalez</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Sep 2008 14:54:11 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.brainstorm9.com.br/?p=2731#comment-33284</guid>
		<description>Na maior parte das vezes é o CQC que entra na história do anunciante, é quase um branded entertainment inverso onde o programa entra no contexto da peça publicitária, e que no final das contas se encaixa bem com a linguagem do programa. Isso é uma coisa que o Pânico deveria fazer porque da maneira que os anunciantes são inseridos no programa fica tão artificial que na mesma hora eu mudo de emissora. Isso vale para outros milhões de exemplos.

Remote-Free TV como ação é legal além do que dá um toque de TV digital ao telespectador que ainda não tem possibilidade de ter o sistema.

Abraço,</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Na maior parte das vezes é o CQC que entra na história do anunciante, é quase um branded entertainment inverso onde o programa entra no contexto da peça publicitária, e que no final das contas se encaixa bem com a linguagem do programa. Isso é uma coisa que o Pânico deveria fazer porque da maneira que os anunciantes são inseridos no programa fica tão artificial que na mesma hora eu mudo de emissora. Isso vale para outros milhões de exemplos.</p>
<p>Remote-Free TV como ação é legal além do que dá um toque de TV digital ao telespectador que ainda não tem possibilidade de ter o sistema.</p>
<p>Abraço,</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Carlos Merigo</title>
		<link>http://www.brainstorm9.com.br/2008/09/09/fringe-e-a-televisao-quase-livre-do-controle-remoto/comment-page-1/#comment-33281</link>
		<dc:creator>Carlos Merigo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Sep 2008 14:17:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.brainstorm9.com.br/?p=2731#comment-33281</guid>
		<description>Olá Fernando,

Você tem razão quando fala em "Cloverfield". Tudo o que não pode entrar em "Lost", está no filme. :P

Mas acho que mais do que qualquer outra marca, "Cloverfield" é um filme da Nokia: 
http://www.brainstorm9.com.br/2008/01/29/o-seu-produto-salva-ny-resolve-sequestros-vira-robo-assassino-ou-acessa-sistemas-ultra-secretos/

abs</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Fernando,</p>
<p>Você tem razão quando fala em &#8220;Cloverfield&#8221;. Tudo o que não pode entrar em &#8220;Lost&#8221;, está no filme. <img src='http://www.brainstorm9.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /><br />
Mas acho que mais do que qualquer outra marca, &#8220;Cloverfield&#8221; é um filme da Nokia:<br />
<a href="http://www.brainstorm9.com.br/2008/01/29/o-seu-produto-salva-ny-resolve-sequestros-vira-robo-assassino-ou-acessa-sistemas-ultra-secretos/" rel="nofollow">http://www.brainstorm9.com.br/.....-secretos/</a></p>
<p>abs</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Fernando Palacios</title>
		<link>http://www.brainstorm9.com.br/2008/09/09/fringe-e-a-televisao-quase-livre-do-controle-remoto/comment-page-1/#comment-33280</link>
		<dc:creator>Fernando Palacios</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Sep 2008 14:06:39 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.brainstorm9.com.br/?p=2731#comment-33280</guid>
		<description>Olá Merigo,

O JJAbrams pode ter "errado" em Lost por ter criado um universo livre de marcas comerciais (apesar de que a Dharma poderia ser uma espécie de núcleo de P&#38;D da Unilever...) mas em Cloverfield ele mudou isso e fez um dos placements mais inteligentes que eu vi nos últimos tempos: de Sony. Para um publicitário, pode passar despercebido porque não aparece o logo ou o nome em lugar algum; mas para a audiência isso acabou sendo diferente.

Há um momento em que eles vão procurar refúgio no metrô, afinal, é subterrâneo. Depois de um tempo esperando e sem perspectiva de saírem de lá, decidem andar pelos trilhos. Diante do total breu, eles decidem ativar o recurso “nightshot”. Uma sacada não só em termos de produção (melhorou a visualização), como de placement. Afinal, “nightshot” é um recurso exclusivo da Sony e, com isso, todos percebem a eficiência do recurso - inclusive foi graças a isso que perceberam monstros vindo na direção deles. A partir daí, quem sabe que é um feature Sony, sabe que é uma câmera Sony que está gravando tudo. E quem não sabe, mas gostou do feature e decide considerá-lo para uma aquisição futura, vai acabar descobrindo que só nas câmeras Sony. Genial.

No site Brandchannel tem uma seção com todos os placements de todos os lançamentos blockbuster desde 2001. A grande maioria deles a maioria das pessoas nem percebe, de tão "ambientado" que ficou. Na minha opinião, não adianta muita coisa: dá resultado, mas nem de longe é o melhor resultado que poderia se tirar dessa combinação de histórias com marcas. Se for pra falar da marca, acho que é melhor ser escancarado e aí fazer bem feito, como Tarantino fez em Pulp Fiction: o McDonalds não altera em nada a trama, mas pelo menos ele participa dela ajudando inclusive a construir os personagens.

Ainda assim, acho que o ideal é ir além do próprio Branded Entertainment ao inverter o product placement pra algo que eu chamaria de Storyplacement, ou seja, criar o universo ficcional a partir de mensagens corporativas (pensamentos, MVV, marcas, produtos...) de modo que eles façam parte da essência da história, mas que sejam regidos pelas mesmas regras mágicas e estranhas que governam a arte dos romances. Digo isso porque existe uma grande diferença entre as marcas serem bem colocadas em uma história de elas serem vitais a ponto de que aquela história não aconteceria se ela não estivesse presente ou mesmo se fossem outras marcas no lugar. Com isso muita coisa que nós publicitários e marqueteiros julgamos "fundamentais" passa a ser dispensável. Porque nós humanos somos dotados de inteligência e existe uma série de coisas que não precisam ser explicitas para captarmos. Let the story do the talking. 

A partir daí, o conceito "remote-free" evolui pra algo como "fictions fight"... Os intervalos comerciais apenas entre programas e a briga pela melhor história, ou seja, quando ela usar o controle remoto, pra onde ela vai? It will be the best of times, it will be the worst of times, parafraseando Dickens. ;-)

Abraços,
Palacios</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Merigo,</p>
<p>O JJAbrams pode ter &#8220;errado&#8221; em Lost por ter criado um universo livre de marcas comerciais (apesar de que a Dharma poderia ser uma espécie de núcleo de P&amp;D da Unilever&#8230;) mas em Cloverfield ele mudou isso e fez um dos placements mais inteligentes que eu vi nos últimos tempos: de Sony. Para um publicitário, pode passar despercebido porque não aparece o logo ou o nome em lugar algum; mas para a audiência isso acabou sendo diferente.</p>
<p>Há um momento em que eles vão procurar refúgio no metrô, afinal, é subterrâneo. Depois de um tempo esperando e sem perspectiva de saírem de lá, decidem andar pelos trilhos. Diante do total breu, eles decidem ativar o recurso “nightshot”. Uma sacada não só em termos de produção (melhorou a visualização), como de placement. Afinal, “nightshot” é um recurso exclusivo da Sony e, com isso, todos percebem a eficiência do recurso - inclusive foi graças a isso que perceberam monstros vindo na direção deles. A partir daí, quem sabe que é um feature Sony, sabe que é uma câmera Sony que está gravando tudo. E quem não sabe, mas gostou do feature e decide considerá-lo para uma aquisição futura, vai acabar descobrindo que só nas câmeras Sony. Genial.</p>
<p>No site Brandchannel tem uma seção com todos os placements de todos os lançamentos blockbuster desde 2001. A grande maioria deles a maioria das pessoas nem percebe, de tão &#8220;ambientado&#8221; que ficou. Na minha opinião, não adianta muita coisa: dá resultado, mas nem de longe é o melhor resultado que poderia se tirar dessa combinação de histórias com marcas. Se for pra falar da marca, acho que é melhor ser escancarado e aí fazer bem feito, como Tarantino fez em Pulp Fiction: o McDonalds não altera em nada a trama, mas pelo menos ele participa dela ajudando inclusive a construir os personagens.</p>
<p>Ainda assim, acho que o ideal é ir além do próprio Branded Entertainment ao inverter o product placement pra algo que eu chamaria de Storyplacement, ou seja, criar o universo ficcional a partir de mensagens corporativas (pensamentos, MVV, marcas, produtos&#8230;) de modo que eles façam parte da essência da história, mas que sejam regidos pelas mesmas regras mágicas e estranhas que governam a arte dos romances. Digo isso porque existe uma grande diferença entre as marcas serem bem colocadas em uma história de elas serem vitais a ponto de que aquela história não aconteceria se ela não estivesse presente ou mesmo se fossem outras marcas no lugar. Com isso muita coisa que nós publicitários e marqueteiros julgamos &#8220;fundamentais&#8221; passa a ser dispensável. Porque nós humanos somos dotados de inteligência e existe uma série de coisas que não precisam ser explicitas para captarmos. Let the story do the talking. </p>
<p>A partir daí, o conceito &#8220;remote-free&#8221; evolui pra algo como &#8220;fictions fight&#8221;&#8230; Os intervalos comerciais apenas entre programas e a briga pela melhor história, ou seja, quando ela usar o controle remoto, pra onde ela vai? It will be the best of times, it will be the worst of times, parafraseando Dickens. <img src='http://www.brainstorm9.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /><br />
Abraços,<br />
Palacios</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Marius</title>
		<link>http://www.brainstorm9.com.br/2008/09/09/fringe-e-a-televisao-quase-livre-do-controle-remoto/comment-page-1/#comment-33279</link>
		<dc:creator>Marius</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Sep 2008 13:36:28 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.brainstorm9.com.br/?p=2731#comment-33279</guid>
		<description>Bom, apesar de fox fox fox   paramount, a serie estreia no brasil pela warners Channel ainda este ano. O piloto alem de ter sido um dos mais caros ja produzidos até hoje, é de grande qualidade e promete. Com um inicio que homenageia LOST o roteiro temmutios pontos de virada e quase 2 horas de duracao. 

saindo do seriado, esse lance das marcas se juntarem a desejos e bons momentos... sei la. NO LOGO. 
Uso emancipador e que torna cada vez nosso receptor mais burro.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bom, apesar de fox fox fox   paramount, a serie estreia no brasil pela warners Channel ainda este ano. O piloto alem de ter sido um dos mais caros ja produzidos até hoje, é de grande qualidade e promete. Com um inicio que homenageia LOST o roteiro temmutios pontos de virada e quase 2 horas de duracao. </p>
<p>saindo do seriado, esse lance das marcas se juntarem a desejos e bons momentos&#8230; sei la. NO LOGO.<br />
Uso emancipador e que torna cada vez nosso receptor mais burro.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Leandro Macedo</title>
		<link>http://www.brainstorm9.com.br/2008/09/09/fringe-e-a-televisao-quase-livre-do-controle-remoto/comment-page-1/#comment-33278</link>
		<dc:creator>Leandro Macedo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Sep 2008 11:34:25 +0000</pubDate>
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		<description>Vou ter que arrumar um jeito "ninja" de conseguir assistir esse piloto. Apesar de ter certeza que o piloto de Lost até hoje é o melhor que eu já vi em qualquer série. 

Eu acho o Remote-Free TV muito bom sim, toda forma alternativa para se fazer publicidade é bem vinda!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Vou ter que arrumar um jeito &#8220;ninja&#8221; de conseguir assistir esse piloto. Apesar de ter certeza que o piloto de Lost até hoje é o melhor que eu já vi em qualquer série. </p>
<p>Eu acho o Remote-Free TV muito bom sim, toda forma alternativa para se fazer publicidade é bem vinda!</p>
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		<title>Por: Bruno Scartozzoni</title>
		<link>http://www.brainstorm9.com.br/2008/09/09/fringe-e-a-televisao-quase-livre-do-controle-remoto/comment-page-1/#comment-33269</link>
		<dc:creator>Bruno Scartozzoni</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Sep 2008 21:39:22 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.brainstorm9.com.br/?p=2731#comment-33269</guid>
		<description>Merigo, mais uma vez acho que o genial JJ Abrams está certo. 

Vamos pensar. Seja pelo TIVO ou pela internet, as pessoas estão cada vez mais conseguindo se livrar das comunicações interruptivas (ou intervalos) de outrora, e isso é uma tendência sem volta.

Do outro lado há as TVs, estúdios de cinema e toda a sorte de organizações que produzem conteúdos. São seriados, novelas, filmes, HQs etc. Coisas com as quais as se envolvem, e gastam seu tempo por livre e espontânea vontade. Eles precisam do dinheiro das empresas para continuar fazendo essas coisas, e conseguiam, até ontem, por meio dos intervalos comerciais.

A partir do momento que as pessoas vão eliminando os intervalos de suas vidas, só resta colocar os produtos no meio desses conteúdos. Mas aqui há um desafio importante. Product Placement (ou "merchandising", como se fala aqui no Brasil) não é algo exatamente novo. O problema é fazer isso de uma forma bem feita, que não pareça o clássico "Veja querida, que gostosa essa cerveja". As pessoas não são idiotas e percebem facilmente quando algo está fora de propósito na história.

Para esse movimento acredito que seja necessária uma novo modelo de profissionais para lidar com isso. Pessoas que sejam publicitárias e roteiristas (ou escritores, de uma forma mais ampla). Pessoas que saibam promover marcas dentro de universos ficcionais. E, é claro, clientes que entendam que não dá mais para criar histórias inverossímeis, com as quais as pessoas não se identificam. Ou será que algum dia alguém se identificou com a família margarina? ;-)

Esse post, escrito pelo meu sócio, trás algumas reflexões sobre esse tema: http://storieswelike.blogspot.com/2008/08/publicitrios-e-histrias-viso-comercial.html , recomendo a leitura para quem se interessar pelo assunto.

Abraço,
Bruno</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Merigo, mais uma vez acho que o genial JJ Abrams está certo. </p>
<p>Vamos pensar. Seja pelo TIVO ou pela internet, as pessoas estão cada vez mais conseguindo se livrar das comunicações interruptivas (ou intervalos) de outrora, e isso é uma tendência sem volta.</p>
<p>Do outro lado há as TVs, estúdios de cinema e toda a sorte de organizações que produzem conteúdos. São seriados, novelas, filmes, HQs etc. Coisas com as quais as se envolvem, e gastam seu tempo por livre e espontânea vontade. Eles precisam do dinheiro das empresas para continuar fazendo essas coisas, e conseguiam, até ontem, por meio dos intervalos comerciais.</p>
<p>A partir do momento que as pessoas vão eliminando os intervalos de suas vidas, só resta colocar os produtos no meio desses conteúdos. Mas aqui há um desafio importante. Product Placement (ou &#8220;merchandising&#8221;, como se fala aqui no Brasil) não é algo exatamente novo. O problema é fazer isso de uma forma bem feita, que não pareça o clássico &#8220;Veja querida, que gostosa essa cerveja&#8221;. As pessoas não são idiotas e percebem facilmente quando algo está fora de propósito na história.</p>
<p>Para esse movimento acredito que seja necessária uma novo modelo de profissionais para lidar com isso. Pessoas que sejam publicitárias e roteiristas (ou escritores, de uma forma mais ampla). Pessoas que saibam promover marcas dentro de universos ficcionais. E, é claro, clientes que entendam que não dá mais para criar histórias inverossímeis, com as quais as pessoas não se identificam. Ou será que algum dia alguém se identificou com a família margarina? <img src='http://www.brainstorm9.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /><br />
Esse post, escrito pelo meu sócio, trás algumas reflexões sobre esse tema: <a href="http://storieswelike.blogspot.com/2008/08/publicitrios-e-histrias-viso-comercial.html" rel="nofollow">http://storieswelike.blogspot......rcial.html</a> , recomendo a leitura para quem se interessar pelo assunto.</p>
<p>Abraço,<br />
Bruno</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Dudu Friedrich</title>
		<link>http://www.brainstorm9.com.br/2008/09/09/fringe-e-a-televisao-quase-livre-do-controle-remoto/comment-page-1/#comment-33268</link>
		<dc:creator>Dudu Friedrich</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Sep 2008 21:03:42 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.brainstorm9.com.br/?p=2731#comment-33268</guid>
		<description>Merigo,

O piloto já pode ser encontrado nos meios "ninjas" desde 14 de junho. Não é bom nem ruim: é legalzinho, no máximo, mas ameaça melhorar bastante.

Quanto a "Remote-Free TV", bem... Eu não saberia dizer.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Merigo,</p>
<p>O piloto já pode ser encontrado nos meios &#8220;ninjas&#8221; desde 14 de junho. Não é bom nem ruim: é legalzinho, no máximo, mas ameaça melhorar bastante.</p>
<p>Quanto a &#8220;Remote-Free TV&#8221;, bem&#8230; Eu não saberia dizer.</p>
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