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“Fringe” e a televisão (quase) livre do controle remoto

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{ 9 de setembro de 2008, 13:16 }

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Com muito hype, “Fringe” estréia hoje na Fox americana. É a nova série do mystery-box J.J. Abrams, o criador do megahit “Lost”, co-escrita com os roteiristas de “Transformers”: Roberto Orci e Alex Kurtzman. Aliás, vale lembrar que os dois escritores já trabalharam com Abrams em “Alias” e no ainda não lançado novo “Star Trek”.

Com esses nomes envolvidos, já dá para imaginar o interesse das marcas em torno da nova série, que promete ser uma mistura de “Arquivo X” com “Twilight Zone”. Ainda mais se considerarmos que dentro de “Lost”, o maior sucesso recente da TV, nenhuma empresa pode fazer nada sem arruinar a história.

Da mesma maneira que a Nissan fez com “Heroes” e a Philips com o programa “60 Minutes” da CBS, a Ford e a Paramount pretendem ser marcas integrantes de “Fringe”. Isso significa fazer com que seus produtos tenham aparições relevantes e pertinentes na história da série.

Fringe

Essa prática de branded entertainment você já conhece, é uma tendência em crescimento nos últimos anos, mas o que talvez não saiba é que a Fox começa a colocar em prática o que está chamando de “Remote-Free TV”, ou seja, televisão livre de controle remoto.

A idéia é colocar as marcas dentro do programa, custando 40% a mais do que uma veiculação normal, e cortar pela metade o intervalo comercial. Em um mundo em que cada vez mais as pessoas dão fast-foward nos comerciais, assistem na internet, iTunes, baixam via torrents e afins, a emissora espera não ter dispersão durante as mensanges publicitárias de seus anunciantes. Cada break terá no máximo dois comerciais, sendo que o primeiro só entra depois de 16 minutos de série no ar.

É claro que já podemos considerar uma quebra e tanto no modelo tradicional, mas ainda não dá para chamar de “Remote-Free TV”, como a Fox apelidou. Dois comerciais são suficientes para as pessoas fazerem o que sempre fazem quando começa o intervalo: ir no banheiro e pegar algo para beliscar na cozinha.

OK, exagerei, mas é muito mais eficiente criar propaganda com pertinência e ainda ter certeza de que as pessoas levarão aquilo com elas independente da mídia em que assistirem. Basta sempre ter em mente a preocupação de não exagerar ou forçar uma presença de marca. A parceria da Nissan com “Heroes” é um exemplo de sucesso, é o que podemos citar de marca que até colaborou com o roteiro, dando senso de realidade.

“Fringe” estréia daqui a 7 horas nos Estados Unidos, na televisão, e pouco tempo depois em todo o mundo por meios ninjas que você deve conhecer. Assista o trailer abaixo:

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28 Comentários para ““Fringe” e a televisão (quase) livre do controle remoto”

  1. Carlos Henrique: Reply to this comment
    terça-feira, 9 de setembro de 2008 - 16:37

    Merigo,

    Não sei se to exagerando, mas o CQC da band tem um sistema parecido no sentido de ter um intervalo durante o programa e é quase no final ainda.
    E as “propagandas” foram incluidas de maneira inteligente durante as vinhetas do programa.


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  2. Carlos Merigo | Twittercmerigo: Reply to this comment
    terça-feira, 9 de setembro de 2008 - 16:42

    Eu acho que o CQC tem intervalos longos ainda, apesar do formato de publicidade dentro do programa ser bem bacana, eu gosto.

    Mas no caso de “Fringe”, é branded entertainment mesmo, as marcas fazem parte da história. É um passo adiante.


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  3. Dudu Friedrich: Reply to this comment
    terça-feira, 9 de setembro de 2008 - 18:03

    Merigo,

    O piloto já pode ser encontrado nos meios “ninjas” desde 14 de junho. Não é bom nem ruim: é legalzinho, no máximo, mas ameaça melhorar bastante.

    Quanto a “Remote-Free TV”, bem… Eu não saberia dizer.


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  4. Bruno Scartozzoni: Reply to this comment
    terça-feira, 9 de setembro de 2008 - 18:39

    Merigo, mais uma vez acho que o genial JJ Abrams está certo.

    Vamos pensar. Seja pelo TIVO ou pela internet, as pessoas estão cada vez mais conseguindo se livrar das comunicações interruptivas (ou intervalos) de outrora, e isso é uma tendência sem volta.

    Do outro lado há as TVs, estúdios de cinema e toda a sorte de organizações que produzem conteúdos. São seriados, novelas, filmes, HQs etc. Coisas com as quais as se envolvem, e gastam seu tempo por livre e espontânea vontade. Eles precisam do dinheiro das empresas para continuar fazendo essas coisas, e conseguiam, até ontem, por meio dos intervalos comerciais.

    A partir do momento que as pessoas vão eliminando os intervalos de suas vidas, só resta colocar os produtos no meio desses conteúdos. Mas aqui há um desafio importante. Product Placement (ou “merchandising”, como se fala aqui no Brasil) não é algo exatamente novo. O problema é fazer isso de uma forma bem feita, que não pareça o clássico “Veja querida, que gostosa essa cerveja”. As pessoas não são idiotas e percebem facilmente quando algo está fora de propósito na história.

    Para esse movimento acredito que seja necessária uma novo modelo de profissionais para lidar com isso. Pessoas que sejam publicitárias e roteiristas (ou escritores, de uma forma mais ampla). Pessoas que saibam promover marcas dentro de universos ficcionais. E, é claro, clientes que entendam que não dá mais para criar histórias inverossímeis, com as quais as pessoas não se identificam. Ou será que algum dia alguém se identificou com a família margarina? ;-)

    Esse post, escrito pelo meu sócio, trás algumas reflexões sobre esse tema: http://storieswelike.blogspot......rcial.html , recomendo a leitura para quem se interessar pelo assunto.

    Abraço,
    Bruno


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  5. Leandro Macedo: Reply to this comment
    quarta-feira, 10 de setembro de 2008 - 8:34

    Vou ter que arrumar um jeito “ninja” de conseguir assistir esse piloto. Apesar de ter certeza que o piloto de Lost até hoje é o melhor que eu já vi em qualquer série.

    Eu acho o Remote-Free TV muito bom sim, toda forma alternativa para se fazer publicidade é bem vinda!


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  6. Marius: Reply to this comment
    quarta-feira, 10 de setembro de 2008 - 10:36

    Bom, apesar de fox fox fox paramount, a serie estreia no brasil pela warners Channel ainda este ano. O piloto alem de ter sido um dos mais caros ja produzidos até hoje, é de grande qualidade e promete. Com um inicio que homenageia LOST o roteiro temmutios pontos de virada e quase 2 horas de duracao.

    saindo do seriado, esse lance das marcas se juntarem a desejos e bons momentos… sei la. NO LOGO.
    Uso emancipador e que torna cada vez nosso receptor mais burro.


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  7. Fernando Palacios: Reply to this comment
    quarta-feira, 10 de setembro de 2008 - 11:06

    Olá Merigo,

    O JJAbrams pode ter “errado” em Lost por ter criado um universo livre de marcas comerciais (apesar de que a Dharma poderia ser uma espécie de núcleo de P&D da Unilever…) mas em Cloverfield ele mudou isso e fez um dos placements mais inteligentes que eu vi nos últimos tempos: de Sony. Para um publicitário, pode passar despercebido porque não aparece o logo ou o nome em lugar algum; mas para a audiência isso acabou sendo diferente.

    Há um momento em que eles vão procurar refúgio no metrô, afinal, é subterrâneo. Depois de um tempo esperando e sem perspectiva de saírem de lá, decidem andar pelos trilhos. Diante do total breu, eles decidem ativar o recurso “nightshot”. Uma sacada não só em termos de produção (melhorou a visualização), como de placement. Afinal, “nightshot” é um recurso exclusivo da Sony e, com isso, todos percebem a eficiência do recurso – inclusive foi graças a isso que perceberam monstros vindo na direção deles. A partir daí, quem sabe que é um feature Sony, sabe que é uma câmera Sony que está gravando tudo. E quem não sabe, mas gostou do feature e decide considerá-lo para uma aquisição futura, vai acabar descobrindo que só nas câmeras Sony. Genial.

    No site Brandchannel tem uma seção com todos os placements de todos os lançamentos blockbuster desde 2001. A grande maioria deles a maioria das pessoas nem percebe, de tão “ambientado” que ficou. Na minha opinião, não adianta muita coisa: dá resultado, mas nem de longe é o melhor resultado que poderia se tirar dessa combinação de histórias com marcas. Se for pra falar da marca, acho que é melhor ser escancarado e aí fazer bem feito, como Tarantino fez em Pulp Fiction: o McDonalds não altera em nada a trama, mas pelo menos ele participa dela ajudando inclusive a construir os personagens.

    Ainda assim, acho que o ideal é ir além do próprio Branded Entertainment ao inverter o product placement pra algo que eu chamaria de Storyplacement, ou seja, criar o universo ficcional a partir de mensagens corporativas (pensamentos, MVV, marcas, produtos…) de modo que eles façam parte da essência da história, mas que sejam regidos pelas mesmas regras mágicas e estranhas que governam a arte dos romances. Digo isso porque existe uma grande diferença entre as marcas serem bem colocadas em uma história de elas serem vitais a ponto de que aquela história não aconteceria se ela não estivesse presente ou mesmo se fossem outras marcas no lugar. Com isso muita coisa que nós publicitários e marqueteiros julgamos “fundamentais” passa a ser dispensável. Porque nós humanos somos dotados de inteligência e existe uma série de coisas que não precisam ser explicitas para captarmos. Let the story do the talking.

    A partir daí, o conceito “remote-free” evolui pra algo como “fictions fight”… Os intervalos comerciais apenas entre programas e a briga pela melhor história, ou seja, quando ela usar o controle remoto, pra onde ela vai? It will be the best of times, it will be the worst of times, parafraseando Dickens. ;-)

    Abraços,
    Palacios


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  8. Carlos Merigo | Twittercmerigo: Reply to this comment
    quarta-feira, 10 de setembro de 2008 - 11:17

    Olá Fernando,

    Você tem razão quando fala em “Cloverfield”. Tudo o que não pode entrar em “Lost”, está no filme. :P

    Mas acho que mais do que qualquer outra marca, “Cloverfield” é um filme da Nokia:
    http://www.brainstorm9.com.br/.....-secretos/

    abs


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  9. Raphael Gonzalez: Reply to this comment
    quarta-feira, 10 de setembro de 2008 - 11:54

    Na maior parte das vezes é o CQC que entra na história do anunciante, é quase um branded entertainment inverso onde o programa entra no contexto da peça publicitária, e que no final das contas se encaixa bem com a linguagem do programa. Isso é uma coisa que o Pânico deveria fazer porque da maneira que os anunciantes são inseridos no programa fica tão artificial que na mesma hora eu mudo de emissora. Isso vale para outros milhões de exemplos.

    Remote-Free TV como ação é legal além do que dá um toque de TV digital ao telespectador que ainda não tem possibilidade de ter o sistema.

    Abraço,


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  10. Paulo Filho: Reply to this comment
    quarta-feira, 10 de setembro de 2008 - 11:59

    Será que o modelo do CQC ele não aprendeu com a propria FOX??

    Vale lembrar que o CQC é da produtora Eyeworks/Cuatro Cabezas e esta é a mesma produtora responsável pelas vinhetas da FX…


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  11. LG Trevisani: Reply to this comment
    quarta-feira, 10 de setembro de 2008 - 12:06

    incrivel, esse kra deve ter um trauma MUITO feio de AVIÃO! todas tem algo com avião se fudendo poxa….
    heheheheh


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  12. Controle remoto, remoto « Rei do Mato: Reply to this comment
    quarta-feira, 10 de setembro de 2008 - 12:09

    [...] Links: Brainstorm #9Variety TV Lost Remote [...]


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  13. Fernando Palacios: Reply to this comment
    quarta-feira, 10 de setembro de 2008 - 12:36

    Merigo,

    concordo que a Nokia deu uma aula de como colocar publicidade dentro de um filme e depois tirá-la para fora dele com ações-satélites muito pertinentes, sobretudo pelo ponto de vista do produto. Branded Entertainment no melhor estilo. Mas o que eu acho é que não foi exatamente uma aula de como fazer um filme a partir da propaganda, no sentido de olhar pelo ponto de vista do personagem.

    Primeiro porque eu tenho um certo ceticismo com relação a eles conseguirem fazer ligações telefônicas durante uma catástrofe daquela proporção. Supondo que eles deram “sorte”, qualquer outro celular teria dado conta do recado. Mas o fato é que quando eles mais precisavam do celular – no caso um Nokia – a bateria os deixou na mão. Aí entram em uma loja de eletrônicos pra pegar uma bateria nova – o que não adiantaria porque na vida real ela teria vindo descarregada – e de forma muito inverossímil, saem da loja sem sequer olhar pra TV e procurar um noticiário pra entender o que está acontecendo (o que vai contra as regras mágicas que governam um romance, logo, a cena toda perde relevância e torna-se um intervalo comercial inserido no próprio filme). Depois de vagarem um pouco, encontram abrigo no metrô – logo, um lugar público que estaria lá com ou sem ajuda de empresas – e enquanto cai a ficha de que seus mundos estão literalmente destruídos, com seus entes queridos morrendo em frente aos seus olhos; ao fundo um painel gigante da Nokia com modelos sorridentes, que, pra mim, insensivelmente diz “não estamos conectados, e nem quero. Só quero que você me compre.”

    E até por isso acho que existe formas e formas de juntar histórias e marcas. Uma foi a que o Marius comentou: colocar lado-a-lado marcas e bons momentos. Mas há outras. Um exemplo foi o que eu chamei de Storyplacement no post anterior e que eu defendo da seguinte forma: por trás das corporações, existem pessoas. Pessoas que são especialistas num determinado assunto, já que dedicam boa parte de suas vidas a ele e o fazem porque transformam seu conhecimento em ação e tiram disso o leitinho pras crianças. São pessoas que trabalham para oferecer produtos e serviços para outras pessoas. E é justamente isso que faz a históra: conectar pessoas com pessoas. Se é pra uma corporação participar de uma história, que seja de forma desvelada, como uma extensão do autor que mergulha pra dentro de si pra escrever o filme, um livro, uma peça de teatro…

    And that’s my two cents.
    Abraços


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  14. Rafael Rocha: Reply to this comment
    quarta-feira, 10 de setembro de 2008 - 12:54

    Boa tarde,

    Discordo quando vocês colocam que as inserções da marca sejam brand entertainment. Acredito que isso não passa de product placement.

    A comunicação por conteúdo acontece quando o que é comunicado agrega ou tenta agregar algo ao estratégico de marca e ao seu posicionamento.

    A maneira que as marcas são inseridas em programas como estes é legal de ser ver, mas acredito que não seja Brand Entertainment


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  15. Raphael Gonzalez: Reply to this comment
    quarta-feira, 10 de setembro de 2008 - 16:47

    Mostrei o trailer para algumas pessoas e na primeira cena do avião a reação é a mesma. “Avião? denovo? ah não….” hehehehe…
    Mas vou continuar abaixando e assistir o primeiro episódio amanhã.


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  16. icommercepage: Reply to this comment
    quinta-feira, 11 de setembro de 2008 - 4:19

    O primeiro do Jim Abrahans foi apertem os cintos o piloto sumiu, co-autoria com outros dois irmãos. Eu também achei muito bacana o comercial do CQC, já os intervalos do pânico tão mais pra tvshoping, não é a toa que o CQC é chamado de pânico dos ricos.
    O problema é bufunfa, meu amigo, dimdim.


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  17. Raphael Gonzalez: Reply to this comment
    segunda-feira, 15 de setembro de 2008 - 11:56

    6.5 é a minha nota para esse primeiro episódio mas creio que tende a melhorar muito. Acho que Fringe vai evoluir como Heroes, depois de alguns episódios a estória ganhe liga.


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  18. Braincast TV: Branded Entertainment e Product Placement | Brainstorm #9: Reply to this comment
    quinta-feira, 18 de setembro de 2008 - 13:33

    [...] branded entertainment e product placement, como a série de Seth MacFarlane com o Burger King, “Fringe” e Ford, “Heroes” e Nissan, [...]


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  19. Fringe e a televisão (quase) livre do controle remoto » TeleSéries: Reply to this comment
    sábado, 27 de setembro de 2008 - 9:00

    [...] Texto publicado originalmente no weblog Brainstorm #9. [...]


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  20. sergio dias: Reply to this comment
    terça-feira, 7 de outubro de 2008 - 10:37

    Gostei! Apesar da canastrice da atriz, ela parece que vai se adaptar bem ao papel. A linha da série lembra Arquivo-X e Além da Imaginação. Só espero que saibam explorar algo mais moderno e dinâmico.


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  21. VieirA: Reply to this comment
    quinta-feira, 9 de outubro de 2008 - 13:18

    =p Fringe é show de bola…


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  22. Caleb: Reply to this comment
    quinta-feira, 4 de dezembro de 2008 - 12:18

    massa..


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  23. Rafa: Reply to this comment
    segunda-feira, 16 de março de 2009 - 9:46

    @Fernando Palacios: “quando ela usar o controle remoto, pra onde ela vai?”

    Quando ela quem? O.o


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  24. Rafa: Reply to this comment
    segunda-feira, 16 de março de 2009 - 9:46

    @sergio dias: Canastrice?

    xDD porque^??


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  25. Marketing Digital: Reply to this comment
    quarta-feira, 18 de março de 2009 - 15:52

    Achei incrível o formato de publicidade do seriado, ainda deu tempo de correr para outro canal mas bem rápido.
    Ponto pra eles.


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  26. Tiago Vieira Rangel: Reply to this comment
    quarta-feira, 18 de março de 2009 - 17:46

    Mais uma prova da genialidade do JJ Abrams. Em vez de colocar, a cada 10min de programa 5 de propaganda, ele ja coloca a propaganda na série mesmo, eliminando quase na totalidade os comerciais (alguém aqui ainda aguenta as propagandas de remédio)
    Escrito com a duplinha de Transformers e A Ilha, o piloto me lembrou mesmo Lost e Arquivo-X. E confesso, teve horas em que eu quase dei um tiro na televisão, devido às constantes “semelhanças” com as aventuras de Mulder e Scully.
    Mas depois de obrigar meu cérebro a entender que aquilo não era um Arquivo-X, eu vi que o piloto engrenou, a série tem tudo para ser um sucesso de público e crítica, desde que ganhe vida própria e não viva como um parasita, sugando ideias do Chris Carter, Rod Serling, etc.
    Vou continuar acompanhando e estou apostando alto na série, afinal, tudo o que o Abrams toca vira entretenimento de primeira, e conspiração eh algo que ele entende bastante (vide Lost e Alias).


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  27. Rafael: Reply to this comment
    quinta-feira, 19 de março de 2009 - 0:21

    Tá brincando… a série estreou ontem à noite na Warner Channel, e vai detonar, em pouco tempo vai estar na boca do povo.

    Tem tudo pra arrebentar.

    Demais.


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  28. Amauri: Reply to this comment
    quarta-feira, 24 de junho de 2009 - 9:38

    A novidade não está no “branded entertainment” e sim no “almost remote-free”. O branded entertainment é usado amplamente no Brasil, principalmente em novelas. Hoje ele está menos escondido, e os atores, além de exibir os produtos, ainda dizem os slogans da marca. Porém um bom exemplo de branded “velado” é o que aconteceu na novela “O Salvador da Pátria” (1989) em que todos os carros que apareciam envovidos na trama da novela eram da linha lançada pela VW no ano.


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