HSBC | Lumberjack
Banco é tudo igual, por mais que falem diferente, sempre são vistos pelas pessoas como um mal necessário. Mas comercial de banco? Comercial de banco é isso aqui.
Criado pela JWT para o HSBC, é uma visão moderna do conto da Família Robinson (The Swiss Family Robinson), também conhecidos comos os caras que moram em árvores então não podem cortá-las para fazer negócios.
No comercial, um casal pensa diferente. O marido é lenhador, ela é ativista. Assista para entender o resto. Eu tive que ver mais de uma vez para pegar toda a história.
Termina com o texto: “We recognize how people value things differently. So what we learn from one customer helps us better serve another.” (Nós reconhemos que os valores das pessoas são diferentes. Então, o que nós aprendemos com um cliente nos ajuda a servir melhor outro).
A trilha é a música “Clam, Crab, Cockie, Cowrie” da musicista americana Joanna Newsom. A produção é da Gorgeous Enterprises.
| Dica de Pedro Pletitsch. Via EBWB.

Tocante eu diria.
Realmente a história é muito bem amarrada, além da trilha ser excelente, muito boa mesmo. Acho muito maneiro quando se tenta criar laços emocionais com um comercial, diferente de apenas informar por irformar que tal banco faz isso.
realmente não entendi… alguém me explica?
Alguem aqui percebeu o urso brigando com o policial no meio do filme?
Nossa…Belíssimo. Mas é a JWT de que país?
muito boa… é exatamente como foi dito.. um comercial de banco.. que nao pareçe de banco.. hehe
Diego,
É uma colaboração entre a JWT London e a JWT NY.
abs
A história é sensacional, e a execução idem. Mas, convenhamos, várias marcas, de vários segmentos, poderiam assinar esse comercial. É a tal da moda de apelar para os valores dos clientes para mascarar os próprios…
Vi o vídeo antes de ler o post, a trilha me chamou atenção, depois li que era Joanna Newsom. Essa mulher é incrível, uma vez vi um vídeo dela tocando harpa, simplesmente hipnótico, assim como ela, que é linda.
O comercial achei um tanto quanto esquisito, diferente. O tal urso brigando com o policial deu um toque non-sense desnecessário. Mas o desfecho e a assinatura do vídeo acabam valendo a pena. A trilha dispensa comentários.
Pode não ser, mas tenho a impressão de que o urso brigando com o policial é um ativista fantasiado.
Talvez sim, talvez não. Caso contrário, concordo que fica um toque de nonsense desnecessário.
abs
O comercial prende a atenção pelas imagens “fortes” alinhado a trilha que gera impacto, e consequentemente curiosidade.
Mas, como já foi mencionado acima, acaba por se tornar genérico, perdendo a conexão primorosa e necessária entre a peça e a marca.
Considero Bom, mas só de impacto não sobrevive uma marca, falta essência.
É fantasia sim. E o que ela fala pro cara? “Happy now, honey?” é Isso?
Realmente não entendi.
Alguém explica por favor.
Não aparece o vídeo para mim.
Explicando pra quem não entendeu:
A ativista e o lenhador são um casal. Apesar de eles terem posturas opostas, eles ficam juntos no final.
A assinatura enfatiza que o Banco HSBC compreende que os clientes pensam diferente.
Também precisei assistir mais de uma vez pra entender que o lenhador era o mesmo cara que buscava a mulher na delegacia.
Também precisei assistir mais de uma vez pra sacar, como 2 aqui também tiveram, isso porque não fui pego no meio de um programa de TV, assisti com toda a atenção possível. E aí? Comercial bom não é aquele que passa a mensagem de maneira clara e rápida? Tô perguntando porque não sou publicitário, sou designer, enfim, digam aí…
[...] Dando continuidade a sua visão de reconhecer e entender os diferentes valores das pessoas, o HSBC estreou novo filme no Reino Unido. O primeiro depois do excelente “Lumberjack”. [...]