Gears Of War 2 | Rendezvous
Eu fiquei em dúvida entre postar esse vídeo aqui no Brainstorm #9 ou no Save Game, mas lembrei do Leão de Bronze que o comercial/trailer de “Gears Of War” ganhou em Cannes no ano passado.
Criado pela McCann Erickson, foi premiado por “Best Use Of Music” ao colocar a batalha épica de Marcus Fenix contra os Locusts embalada pela música “Mad World” de Gary Jules. Fato que inclusive aumentou as vendas da canção na iTunes Store, por exemplo.
O comercial/trailer de “Gears Of War 2″ segue o mesmo estilo, utilizando o próprio engine do game para colocar o roteiro em prática. É o que se chama de machinima, técnica que a Microsoft vem utilizando com freqüência em suas campanhas para os títulos do Xbox 360.
Desta vez a criação é da T.A.G., com produção da Anonymous Content. O vídeo foi apresentado na semana passada, na E3, a maior feira de games do mundo.
“Gears Of War 2″ será lançado em novembro, o que vai me fazer desistir de vez de tentar conseguir 100% de Achievements no primeiro da franquia. Fazer o que, é um feito praticamente impossível para um mero mortal.

Eu queria entender o que ele fala, eu sei que ele está se pergunta como seria encontrar a morte(?), mas não consigo entender quase nada do que ele fala…
Mesmo assim, o trailer é muito show.
Segue realmente o mesmo esquema da versão premiada em cannes. Só que desta vez, invés de uma música, são proclamados trechos da Poesia “I Have a Rendezvous with Death” do poeta americano Alan Seeger.
Genial Fernando. Valeu pela dica.
Eu não sabia disso e também não vi nenhum outro veículo citando esse detalhe.
Rendesvouz? lol
Por isso nem entendia o que ele falava XD
O palavrinha dificil.
Podia ter alguam menção da poesia usada ou no trailer, ou na descrição do mesmo… também não tinha visto ninguem falando disso.
Lindo!
Com licença… Mas posso postar o poema inteiro aqui?
Poema preferido do JFK. Sempre pedia para Jackie K. recitar.
(info retirada da JFK library)
I have a rendezvous with Death
At some disputed barricade,
When Spring comes back with rustling shade
And apple-blossoms fill the air-
I have a rendezvous with Death
When Spring brings back blue days and fair.
It may be he shall take my hand
And lead me into his dark land
And close my eyes and quench my breath-
It may be I shall pass him still.
I have a rendezvous with Death
On some scarred slope of battered hill,
When Spring comes round again this year
And the first meadow-flowers appear.
God knows ’twere better to be deep
Pillowed in silk and scented down,
Where love throbs out in blissful sleep,
Pulse nigh to pulse, and breath to breath,
Where hushed awakenings are dear…
But I’ve a rendezvous with Death
At midnight in some flaming town,
When Spring trips north again this year,
And I to my pledged word am true,
I shall not fail that rendezvous.
finíssimo esse poema.
Mais eu quero saber oqee ele fala