MasterCard estréia comercial baseado em história de consumidores
Estreou hoje o primeiro comercial da MasterCard baseado em histórias enviadas pelos consumidores, através do site naotempreco.com.br.
Paula Helena de Carvalho Lopes enviou para o concurso a história de seu cachorro Marley, que foi “dama de honra” e entrou com as alianças em seu casamento. O próprio casal protagonizou o filme, dirigido pela O2.
Outros relatos de consumidores serão transformadas em comercial, mas o concurso oferece ainda um iPod nano por semana para quem tiver a história mais visualizada no período. Já os autores das duas melhores histórias durante todo o prazo do concurso serão premiadas com 60 mil reais cada.
A moda de comerciais feitos por consumidores, de histórias enviadas por pessoas, já rendeu dezenas de ações similares mundo afora. Mas colocar os próprios participantes para protagonizarem o filme foi uma excelente idéia, que deve incentivar ainda mais a participação no concurso.
A criação é da McCann Erickson.













Segunda-feira, 7 de Julho de 2008 - 2:40
conceitos excelentes totalmente sub-utilizados. pra mim ficou parecendo “mais um comercial da mastercard, só que dessa vez com atores ruins”.
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Segunda-feira, 7 de Julho de 2008 - 15:09
Corrigindo Merigo, os premiados com 60 mil reais não serão as histórias mais visualizadas e sim as histórias que forem escolhidas como mais criativas pela comissão julgadora para virar o comercial de tv. =D
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Segunda-feira, 7 de Julho de 2008 - 15:23
Valeu Bárbara.
Corrigi a informação no post.
abs
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Segunda-feira, 7 de Julho de 2008 - 17:22
Acho que essa fórmula já está saturada, eles fizeram essa variação mas ,pensando por outro lado, muitas pessoas podem não querer aperecer nos comerciais, não acho que seja um grande incentivo. Não achei o vídeo ruim, mas nada demais…
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Segunda-feira, 7 de Julho de 2008 - 22:50
De nada ;]
Eu pessoalmente gostei da proposta, acho que o mote da comunicação é bem fundamentado e bem sucedido, até por isso tem durado tanto tempo. Concordo que o comercial poderia ser mais, acho que o não conseguiu passar com intensidade o valor das coisas que não podem ser compradas.Acho que faltou envolvimento na história.
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Terça-feira, 22 de Julho de 2008 - 15:19
Eu gostei da campanha, todo mundo fala que já fizeram coisas do tipo, mas não lembro ne denhuma aqui no Brasil, achei simpática, tem histórias engraçadas no site, pra mim uma campanha “honesta”.
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