Conar suspende campanha da C&A por “carga exagerada de erotismo”
Eu nem ia postar sobre a “polêmica” campanha “Papai-Mamãe Não!” da C&A, discutida desde semana passada no grupo do Brainstorm #9, mas agora que o Conar (Conselho Nacional de Auto-Regulamentação Publicitária) suspendeu tem mais graça.
Criada pela DM9DDB para o Dia dos Namorados, a campanha foi suspensa porque o orgão considerou que havia “carga exagerada de erotismo” na mensagem, determinando a interrupção de veiculação em todas as mídias. O Conar tomou a decisão baseado nas denúncias de consumidores
A C&E, que poderia pedir revogação da liminar, decidiu reformular a campanha. A nova versão já estréia hoje, sexta-feira. O material de ponto de venda também foi recolhido. Em comunicado oficial, a empresa afirmou: “em nenhum momento, a C&A teve a intenção de provocar constrangimento”.
O Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) também considerou a campanha inadequada, alegando que ela contraria artigos do Código de Defesa do Consumidor já “estimula a juventude a um comportamento sexual irresponsável”, além de “denegrir valores familiares”.
Assista os quatro filmes da campanha abaixo:
| Via M&M Online

Eu achei os filmes de muito mal gosto também. Vocês tem que entender que não só adultos que assistem TV.
Se eles fossem espertos lançariam uma versão mais apimentada ainda, pra passar só depois das 22 hrs. Aposto que ia gerar um puta buzz e ia todo mundo ficar ligado na tv só pra ver o comercial.
É isso?!?!?!?
…
Desculpe, Tito, se não me fiz entender porquê escrevo errado algumas palavras. Ainda bem que não sou o redator nem o revisor da minha agência. Ahh ,ia esquecendo: cottonboy mandou bem no post.
Acho que deveria ser analisado o seguinte: A C&A vende oquê? Para quem?
Como já foi citado, o público-alvo da C&A seria famílias não? Porque até onde sei há produtos masculinos, femininos e infantis. As campanhs, independente de sazonalidade: (épocas em que vende mais produto infantil, época que vende mais presentes de mães, pais, namorados, enfim…)têm que respeitar esse público: família. Essa campanha de namorados fugiu do contexto totalmente, fora isso não teve coerência…a C&A iria renovar, inovar a vida sexual dos namorados como? Vendendo o quê?? Roupas? Lingerie?
Poderiam sim ter criado algo mais adequado e menos escrachado, voltado ao seu público, á sua tradição!
É UMA IRRESPONSABILIDADE!!!!!!!!! UMA EMPRESA QUE EMPREGA EM SEU QUADRO DE FUNCIONÁRIOS UMA MAIORIA JOVEM E OS SEUS PRODUTOS TAMBÉM DIRECIONADOS A UM PÚBLICO JOVEM DIVULGAR EM SEU CATÁLOGO DE ROUPAS FIGURAS DO “CAMASUTRA”. ONDE ESTÃO OS DIRETORES DESSA EMPRESA? O QUE ESTÃO QUERENDO O PESSOAL DE MARKETING DESTA EMPRESA? VENDER ROUPAS OU PRODUTOS DE SEX SHOPPING.
Eu acho que alguem do CONAR se sentiu ofendido, alguém que no mínimo faça muito papai e mamãe e só isso!
Depois ainda falam que não existe censura no Brasil, isso é revoltante!!!
Deixando de lado a criatividade, a pertinência do conceito, etc, etc…é muita hipocrisia um país que estampa milhares de “putarias” no congresso, por exemplo, proibir uma campanha dessas… nessas horas é que me sinto no terceiro mundo mesmo!
Não é questão de ser tabu ou não. A questão é que a propaganda não é nem de mau gosto, é de péssimo gosto! Dá até pena de ver a pobre Sarahyba se prestando a esse papel ridículo. Um anúncio que parece não ter tido nem um diretor, completamente inverossímil e forçado.
Fora a questão do público-alvo e tudo mais que as pessoas já falaram.
[...] C&A é censurada por excesso de erotismo em propaganda [...]
Pra começar, se o público não gosta, e reclama, não há nem pq discutir a decisão. É prá isso que existe o Conar. Questionável é a atitude da C&A modas que aprova uma campanha desse nível prá “atingir” seu público. Depois de 30 anos no país, sempre alinhada com a postura da empresa no resto do mundo, inovando sem descuidar da boa relação com seus clientes. Digo inovando pq quem acompanhou as campanhas da C&A ao longo desse tempo, sempre viu uma comunicação dinâmica sem perder a solidez, o apelo tradicionalista, que fideliza o cliente, e faz com que ele se sinta em casa, quando entra em uma das mais de cem lojas espalhadas só no Brasil. Se isso não é sucesso de imagem e comunicação então me digam o que é…
DM9, com todos os seus prêmios, fez o seu feijão com arroz e errou feio na mão, mas exerceu o seu papel, criar. Difícil é entender onde ficou a filosofia de uma empresa… Quem da C&A aprovou isso, é que deveria reaprender a trabalhar.
Se não conseguem fazer melhor do que isso, olhem o Sebastian dançando…
Garanto que o público não questionaria, e já estaria nas lojas comprando. Afinal não é isso que importa e que movimenta todo o processo da propaganda no mundo? Ou isso tb precisa ser inovado?
Gostaria de saber o que pensariam disso, os dois irmãos Holandeses?
Comentário 14 e 15 são praticamente cópias, mas com nomes diferentes.
Concorrência, concorrência, olha a intriga…
Quando a publicidade brasileira consegue finalmente ousar e inovar em alguma coisa – coisa tão comum lá fora – vem algum desocupado e censura. E chega até a prender gerentes de lojas.
O VT e o conceito ficaram ótimos. Eu estranhei mesmo que agora eles cortaram até o lettering “Papai-Mamãe não!”, logo saquei…
Vão se preocupar com atrizes da Globo deslizando em postes em horário nobre e mulheres-melancia-samambaia-abóbora ou seja lá que outras hortaliças rebolando em close!
Belo comentário do 37 – “E a novela das oito que mostra swing, traição, orgia, sequestro, violência, estupro, armação, bandido que se dá bem no final e tantos outros desvios de conduta?”
Parabéns DM9DDB e C&A!
E Procon e Conar: vão arranjar uma namorada.
OUsar? hahahaaha
Isso é copia barata e mal feita do “satisfaction” do Benny Benassi.
http://www.youtube.com/watch?v=Y7T49_LPt-8
abs
[...] a repercussão: – Bicho de Goiaba – “Deslize erótico da C&A” – Brainstorm #9 – “Conar suspende campanha da C&A por ‘carga exagerada de erotismo’” – [...]
Poxa… Qual o problema do papai e mamãe? Mó gostoso pô…
Bom… Era previsível que o CONAR iria vetar essa joça…
Também acho a censura bastante chata e complicada. Mas um ponto importante conforme foi citado acima é você avaliar bem o público da sua campanha. Se fosse pra Fruit de la passion é uma coisa, (e com certeza seria uma bela campanha) mas é pra C&A cazzo!!! Pô meu, minha mãe vai na C&A comprar roupa pros meus sobrinhos. Trata-se de uma loja que vende roupas desde criancinha até a vovó… E foi fraquinha mesmo… Lembro de uma campanha gringa com a Kilye Minogue pra uma loja de ligeries chamada Agent Provocateur, procurem no google… Aí dá pra ter um parâmetro…
E se acham o CONAR embaçado, que tal a ANVISA?
Eu que sou criador numa agência que trabalha muito com Healthcare, sei bem o que estou falando.
Haja criatividade pra vender medicamentos de doenças pra lá de doidas como Alzheimer por exemplo, pra caras mais doidos ainda como neurologistas…
E você tem que fazer algo criativo, correto e fora dos “defaults” do mercado.
Galera do mainstream, que tem clientes, produtos e verbas bacaninhas:
Se esforcem mais vai… Garanto que mais meia horinha de brainstorm sai coisa melhor…
Fui.
A publicidade deve, sim, ser ousada e criativa. Não apelativa!
Se todos aqueles que têm acesso as mídias em que as propagandas da C&A foram veiculadas fossem pessoas adultas, responsáveis, conscientes e blá, blá, blá, realmente não haveria tanto problema em usar um conceito erótico tão explícito. Só que isso não acontece: como já dito anteriormente, famílias circulam pelas lojas, vêem as propagandas e qualquer criança tem acesso a esse conteúdo. Não podemos esquecer que estamos no Brasil, um país que atualmente é uma verdadeira bagunça, onde o sexo está banalizado e descontrolado, inclusive, para crianças.
AS pessoas que gostaram das campanhas e acham que seu conteúdo não é ofensivo e impróprio certamente ainda não se tocaram da realidade em que vivemos. Ou nunca viram crianças e adolescentes com um FILHO no colo.
Eu sei o que digo pois ouço quase todos os dias os meus pequenos vizinhos e vizinhas, com menos de 15 anos, estudantes de classe média, quando os pais estão ausentes, cantando refrões como “bate, bate, bate, com o peru na minha cara”. Ou eles não sabem o que estão dizendo (o que eu duvido muito!) ou estão simplesmente entrando na onda porque vêem todos fazendo na rua, na televisão, na revista,na C&A…
Putz… Campanha “na moral”, “de boa”!!! O que vc mais vê por ai é Bunda Perez e Nádegas Carvalho fazendo sucesso com a criançada e uma campanha dessa não pode? Todo dia sai uma bunduda com nome de fruta e na luz do dia e sem censura nenhuma. Poxa vida… Acho que as vezes a gente (o consumidor) e burro demais e não concatena as coisas. Erotismo! hunf! Brasileiro que ser igual americano agora: falso moralista!
Putz II… Da até raiva. Podia esses videos virarem um viral bem fudido pra esse tal orgão regulamentador, ficar na dele e trabalhar no que realmente lhe cabe. Aí quero ver censura! Putz III, vou decorar as falas dessa menina e usar o máximo dessa expressões em conversas minha pra ninguém esquecer desse filme.
Não sou publicitário, mas achei o comercial de extremo mau gosto, por ser de uma empresa onde um discurso sexualmente liberal é completamente deslocado. A C&A é uma loja de departamentos, logo é uma loja familiar. Realmente “Papais-Mamães” compram na C&A. Inclusive os “Papais-Mamães” que provavelmente dariam o dinheiro para os jovens comprarem seus presentes de dia dos namorados…
Independentemente da censura a campanha foi uma imensa bola-fora da empresa completamente avessa à imagem que a marca vem construindo ao longo de tantos anos.
Aliás, quantos aqui são realmente publicitários?? Me parece que ninguém está acostumado a esbarrar na super restritiva ética da publicidade… A publicidade não é uma arte livre. Não cabe discurso de liberdade de expressão aqui… A publicidade está desde cara atrelada aos interesses comerciais e éticos da empresa que a contrata. Não à toa os três gerentes foram demitidos… Eles é que são responsáveis quando uma campanha dá errado.
A propósito, quantos aqui sabem que o Conar NÃO é um órgão do governo e que não tem poder de proibir nada?? Que justamente por ele ser um órgão de auto-regulamentação os publicitários preferem respeitá-lo??
Até não tiro sua razão! Mas outra coisa: tem que ser publicitário pra opinar? Eu hein?
“A imagem dos comerciais não é erótica o bastante, o problema é o slogan canhestro.”
“Agora já até me pergunto se náo poderia ser essa mesmo a intenção. Pq para mim as propagandas da C&A sempre passaram desapercebidas pela mesmice.”
“Realmente, depois de ver a propaganda a pessoa tem vontade de ir pro motel, e não pr aC&A =S”
concordo com todos esses comentários que eu cito acima…
não consigo ver se a campanha é ruim ou boa… mas que, pelo menos, a C&A conseguiu chamar a atenção (por bem ou por mal), isso ela conseguiu!
mas eu tenho minhas dúvidas de se proibir a campanha, seria a idéia mais inteligente a se fazer… vai entender né
O Sebastian com aquela voz característica era bem melhor que a Sarahyba tentando incarnar a “foxy lady” e aquele “safadinha” que ela solta tá digna das interpretações da novela Mutantes da Record. Um primor…
Acho isso resultado dessa tendência de falta de critério que nos últimos tempos tem aparecido com mais frequência na mídia. Não acho que o fato de chamar a atenção, mesmo que de forma negativa seja válido…
Outro exemplo de tremendo vacilo (na minha opinião) é a campanha de rádio do Flogoral…
“Contra tosse e dor de garganta, FLOGORAL É FATAL!”
Caramba, trata-se de um medicamento… e falou “fatal” no universo healthcare quer dizer que mata mesmo!!!
E me pergunto também como foi o critério de escolha pra esse FATAL, somente pra rimar com Flogoral…
Eu já imagino os representantes concorrentes do Flogoral até usando isso:
Doutor, já tá até passando no rádio, Flogoral é Fatal doutor, não vai me prescrever uma coisa dessas pras pessoas hein… Vai ser um genocídio…
Ops….
Então… na verdade o comentário acima se refere ao FLUVIRAL…
Ouvi no rádio hoje cedo de novo… Eita falta de atenção…
E o slogan é “Contra gripe, febre e resfriado FLUVIRAL é FATAL”…
Foi mal…
Muitas pessoas falando que a atitude do Conar foi retrógrada, mas quem pensa assim não está pensando na totalidade da comunicação. O comercial passa na Tv, um lugar em que todo tipo de gente está exposto. Não se trata de uma campanha direcionada para o público adulto somente. Quem faz propaganda tem que pensar na comunicação com profundidade, e não só com a visão que lhe é conveniente. Óbvio que ia ter gente ue achasse legal, mas a noção de moralidade não evolui uniformente entre as pessoas. O Conar está certo em querer preservar posições e público mais conservadores.
Apóio o Cottonboy. O mais RIDICULO é que quem apóia a veículação da campanha se baseia em argumentos totalmente fracos e contraditórios. Quer dizer então que só pq o sexo está banalizado por todo lugar como nas novelas das 8 eu tenho que achar normal e aceitar na publicidade tbm?! ACORDA! Se a tv exibe programas ruins não vem ao caso, a gente ta falando do CONAR um órgão que regulamenta PUBLICIDADE e não REDE GLOBO de televisão! E como bem foi falado, o CONAR é composto por publicitários, há um conselho que discute se a denúncia é procedente ou não e a queixa vem do CONSUMIDOR COMUM!! Ou seja, são queixas totalmente válidas já que a publicidade é feita para o consumidor, e não para o ego dos publicitários.
Parece que cada vez mais os publicitários se esquecem de olhar para os valores e hábitos do consumidor e expandem seus próprios gostos para os comerciais, como se todos pensassem da mesma maneira!
A atitude do CONAR não é NEM UM POUCO RETRÓGRADA pq se propôs a discutir visões diferentes sobre uma comunicação! O Conar dá o direito da publicidade se expressar, e só RECOMENDA a mudança do comercial qndo houve queixa. Ou seja, por princípio o CONAR já ofereceu a liberdade de expressão, quer coisa MENOS RETRÓGRADA do que isso?
Na hora que minha filha chegou em casa com o catálogo, passei um mail para a C&A criticando o marketing apelativo e desnecessário. Acho muito bom saber que nem tudo está perdido. Ha meninas adolescentes, normais, de família que ainda não praticam sexo e compram presentes para os namorados.
E ainda colocam que dar flores esta fora de moda. Será?
Muito bom “Conar”. Também acho “carga exagerada de erotismo””
Fatima (mãe de duas adolescentes).
Realmente a campanha não é chamativa e apelativa, sexo foi o tema usado para que a chamada se tornase mais atraente, contudo o remendo ficou pior que o soneto, indicaria a agência perceber boms costumes, afinal a familia brasileira também compra nesta rede.
Bem a propaganda da CeA não foi apelativa, e que infelismente o povo brasileiro adora uma polemica, não soube avaliar a proposta do grupo .
A CeA e uma empresa lider em varejo que sempre visou trazer moda, juventude, e o contemporaneo, porem o brasil por ainda viver como uma terra indigena ve isso como um apelo ou desrrespeitoso.
Concluindo minha observação o grupo CeA em nenhum momento quiz constrager a familia brasileira e nem estimular o sexo na adolecia . Acredito eu John Andrews ( Super. de Operações ) que a dança do crew è muito mais apelativa, em cada 7 pessoas 10 brasileiros ja dançaram, ja cantaram ou compraram o CD DO CREWWWWWW .
John, sesculpe mas comentário defensivo não se sustenta em si mesmo. Primeiro que relativizar uma cagada comparando-a a uma cagada maior não anula nem altera o fato de que a primeira cagada é também uma cagada. Essa citada roporção de “brasileiros” que seriam fãs do “créu” não se sustenta em si. Me dê o rating do Ibope ou outra pesquisa e então discutiremos.
Segundamente, a obrigação mais básica do publiciário é entender a cabeça do público com quem quer falar. O anúncio da C&A deu esse problema todo por causa da interpretação do público, não da gracinha em si mesma. Não seria o caso de assimilar essa interpretação e virar um carola pudico e talvez hipócrita, apenas de entender que isso acontece e moldar sua comunicação em função disso, evitando mal-endendidos e constrangimentos.
Se as mesmas pessoas carolas e pudicas ou hipócritas que reclamaram da peça vissem o mesmo anúncio que foi feito para a C&A, só que vendendo camisinhas, provavelmente nem registrariam na memória.
Criativos às vezes têm a mania de produzirem coisas para eles mesmos apreciaresm, e defendem isso até a última consequência, esquecendo de avaliar em qual contexto o público alvo com quem o cliente quer falar vai interpretar essa comunicação.
Quem não consegue compreender uma coisa tão fundamental, na boa, sugiro que considere outra profissão fora da área de comunicação
Nossa….
por ser uma pp da dm9 ta realmente mto fraca… acho q
nem a galera da facul se sairia assim..
Podiam censurar os grampos que o seu LULA mandou por em tudo que é gabinete de Brasília!!! Agora pelo menos ele não poderá dizer que não siba de nada!! kkkkk
Ridículo essa atitude do CONAR, que na minha opnião não deveria se prestar a esse papel fraco de de puro autoritarismo.
Já vi comerciais 1000 vezes mais sensuais da C&A na Europa. Não se discute o mal gosto da DM9/C&A desta campanha mas entendam que foi a primeira propaganda deles para a C&A onde nos últimos 30 anos de Brasil só foram produzidas por uma agência inhouse. Leva tempo para eles entenderem os conceitos de uma organização que se manteve fechada a vida toda e agora tomou a decisão de terceirizar. Sei que os publicitários estão comemorando a decisão e a iniciativa da C&A de abrir a conta para o mercado; porém cabe a DM9 manter a conta, senão como se diz por ai, é RUA!!!!
Achei o comercial do dia dos pais bem melhor e notem que as exclamações ainda se mantveram… ou seja, o conceito é surpreender.
Concordo com o CONAR e o IDEC, temos que valorizar os principios familiares a muito tempo deixados de lado, esse comportamento desrregrado compromete a Educação e os Bons Costumes que temos que recuperar.
Tomara que mais comerciais também sejam retiraos do ar, para evitarmos o que ocorrem em países europeus, que não se vê mais a familia como a célula mater de uma sociedade, e nossos filhos ficam a mercê dessa porcarias que tem enchido os meios de comunicação.
PUBLICITÁRIOS!!!
VAMOS PARAR DE FICAR USANDO CLICHÊS E CHAVÕES A EXEMPLO DE “PAPAI E MAMÃE” NAS PROPAGANDAS, OU PELOS MENOS SE USAREM, USEM COM CRIATIVIDADE, CASO CONTRÁRIO A PROPAGANDA CAIRÁ NA MESMICE OU TERÁ SEU APELO INTERPRETADO ERRONEAMENTE.
Patético, hein DM9?!
Como se a C&A fosse muito melhor que “papai e mamãe”.
Quando você não tem filhos para educar è muito fácil chamar de pseudomoralistas aqueles que são contra o excesso de erotismo na TV. Também é muito fácil ter um filho aos 13 anos de idade e deixar a responsabilidade da criação com os avós. Tem muita gente por aí que precisa estudar pra valer. O papelzinho denominado Diploma não é sinônimo de saber. E chega de chavões. Isso é cansativo.
Acredito que a campanha teve um significado ao ser publicada serviu para mostrar que a sociedade apesar de se dizer avançada ainda esta muito pre-historica em materia de falar sobre sexo. Talvez um dia a sociedade amadureça e ai sim obeteremos o sucesso de uma campanha ousada.
Parabens a DM9DDB
Hã? Se liga na contradição. Se a sociedade “amadurecer” ela não vai considerar essa campanha “ousada”.
O Conar realmente está de parabéns pela proibição da campanha. porém, por outro lado a DM9 também conseguiu muito além de seus objetivos, sendo que a campanha foi retirada apenas dois dias antes, e nessa altura, todo munda ja comentava sobre a propaganda e almentava ainda mais a visibilidade da C&A per motivo da polemica levantada… Parabéns a todos… conar, c&a e principalmente para a DM9 pelo marketing utilizado.