SonyBMG aposta em guerrilha e viral para a edição 25 anos de “Thriller”
Matéria no NY Times hoje destaca a campanha de marketing de guerrilha/viral criada para divulgar a edição de 25 anos do clássico álbum “Thriller”, de Michael Jackson.
Atores fazendo a coreografia do clipe no metrô de Nova York, Trafalgar Square em Londres, entre outros locais, devem ter impactado meia dúzia de pessoas por ali, mas o vídeo postado no YouTube já foi visto mais de 700 mil vezes.
A SonyBMG revelou que a decisão pela estratégia se deu pela dificuldade de usar o próprio Michael Jackson em uma campanha. Além do astro viver recluso atualmente, qualquer menção a ele seria delicada.
Nessas performances realizadas na rua e depois jogadas na internet, o custo foi baixíssimo e o retorno acima das expectativas. Um belo ROI.
| Via The Denver Egotist

Deveriam ter usado aqueles casais que dançaram em seus casamentos, mais natural e bem mais legal =)
Isso me lembra as ações do Improv Everywhere. Até mesmo os locais, por exemplo, aquela em que as pessoas “congelaram” foi em uma estação de metrô em NY, a Grand Central Station, e também houve outra na Frafalgar Square em Londres (essa não foi realizada pela IE).
Dá até para assistir aos vídeos sem associar ao Michael Jackson. Gostei.
Já tinha visto isso e não sabia que era ação da Sony.
Deviam ter usado o Thriller feito pelos prisioneiros lá das filipinas (ou algo do gênero), um pátio inteiro de presos dançando em coreografia… foi power. Top 10!
Ação legal. Pena que o Michael Jackson morreu por volta de 1991.
Imagina mesmo o Michael Jackson fazendo a campanha?
O problema pra ele seria realmente os virus e não os virais.
Abraços.
Post via Brainstorm#9
achei a idéia fraca.
[...] Via Brainstorm #9, do Merigo. [...]
PArece que ninguém deu muita bola, né? Meia dúzia parou pra olhar…
Tb não tô vendo essa viralidade toda =/
Só prá registrar: Coinscidentemente, ganhei o CD/DVD dos 25 anos de TRILLHER ontem, de aniversário. Ouví-lo continua sendo ainda uma experiência muito melhor do que 99% das músicas que está presente nas FMs e MTVs da vida, coisas efêmeras, de consumo fácil, rápido e descartável.
Pessoalmente, achei que ação no meio da rua ficou mais expressiva que a dentro do metrô. Talvez eu já esteja achando manjado fazer ações no metrô, ou a idéia realmente foi fraca.