Brainstorm #9 em inglês e ao vivo
Duas novidades para anunciar hoje. As duas ainda em fase beta, é verdade, mas o que não é beta hoje em dia, não é mesmo?
A primeira delas é um mirror em inglês do Brainstorm #9, o Brainstorm #9 | English Edition. Inglês de verdade, não o macarrônico fornecido pelo Google Translate, que eu usava até então. O conteúdo será o mesmo do blog original, mas com algumas adaptações de linguagem e, vez ou outra, com algum post exclusivo aqui ou lá.
Esperem por erros, aliás, os estrangeiros que visitam que esperem. Meu inglês escrito é bem mais ou menos, mas tentarei enganar. O que importa é comunicar. O endereço é fácil: brainstorm9.com.br/en

A segunda novidade é o micro-blogging do Brainstorm #9, esse em bom e velho português. Quem me segue no Twitter me vê falar diversas bobagens, já o brainstorm9.com.br/live vai servir para cobertura de eventos e comentários aleatórios que possam ser relevantes ao universo do blog (ou não).
Cada vez que for rolar alguma cobertura no Brain #9 | Live, farei um destaque aqui no blog. Para acompanhar, coloque nos seus favoritos ou assine o RSS.
Então anote aí: Brainstorm #9 | English Edition e Brainstorm #9 | Live. Sugestões e críticas são bem-vindas.
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The Ford Focus Orchestra
Para mostrar que o novo Ford Focus é um instrumento perfeito, a Ogilvy Italia London criou uma orquestra inteiramente feita com peças do carro.
Os músicos executam a sinfonia “Ode To a Ford”, criada pelo compositor Craig Richey.
Abaixo você assiste a versão de 1 minuto, com texto em italiano. Existe também uma versão em espanhol, com 30 segundos.
| Via MiraLoQueVeo
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Renault | Beverly Hills
Criado pela Publicis Conseil, de Paris, esse novo filme da Renault mostra que carro os ricos e famosos realmente usam.
Em um tour por Beverly Hills, como se fosse um zoológico, os turistas acenam para os ricos e tiram fotos dos carrões parados em frente as luxuosas mansões. Mas eles não sabem a verdade.
Termina com a frase: “Renault Clio. A real car for a real living”. Diversão garantida.
|Via
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Petrobras em “Speed Racer”
A Warner Bros. revelou seus parceiros promocionais da adaptação de “Speed Racer” para os cinemas. São marcas que devem injetar cerca de 80 milhões de dólares no orçamento de marketing do filme.
A General Mills vai estampar imagens do filme em embalagens de cereais. A Lego vai criar edições especiais. A Puma vai lançar um tênis baseado em “Speed Racer”. A Target (aquele que não fala com blogs) vai ser a parceira oficial de varejo. O McDonald’s vai lançar Mc Lanche Feliz alusivo ao filme, etc.
O que me chamou atenção mesmo foi a presença da Petrobrás nessa lista de parceiros. Para reforçar sua marca internacionalmente, a estatal brasileira aparecerá no filme como fornecedora de um combustível misterioso e ecológico.

Não se sabe se essa parceria inclui product placement ou até mesmo menção em “Speed Racer”, mas a Petrobrás certamente deve se aproveitar do acordo para veicular alguma campanha relacionada ao filme.
A fabricante japonesa de pneus Yokohama e a mexicana de alimentos Bimbo, são as outras marcas estrangeiras envolvidas em “Speed Racer”.
O filme tem estréia marcada para 9 de maio.
| Via Variety
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O seu produto salva NY, resolve seqüestros, vira robô assassino ou acessa sistemas ultra-secretos?
Se lhe perguntarem algum dia: “Qual marca atualmente pode ser considerada benchmark de product placement?”, responda sem pestanejar: Nokia.
E eu não estou falando de quantidade, senão Ford, Apple e Coca-Cola é que seriam as donas do mundo nesse aspecto, e sim de relevância e contexto.
Os produtos da empresa finlandesa não apenas aparecem nos filmes e séries, eles são parte integrante da história. Eles são utilizados e mencionados de forma explícita, uma publicidade pornográfica anexada ao entretenimento, mas sem nunca soar forçado ou deslocado.
Para mim, um dos maiores exemplos de product placement bem feito é o N93i da Nokia em “Transformers”. Tudo bem que “Transformers” seja um comercial de duas horas de duração, dominado principalmente pela General Motors. Mas a Nokia teve um de seus celulares transformados em robô que atira e solta mísseis, e tirou sarro de si própria com a confusão freqüente de que é uma companhia japonesa.
No filme “Celular”, o ator Chris Evans corre o tempo todo com um Nokia 6600 na mão, tentando descobrir o paradeiro da seqüestrada Kim Basinger. O aparelho é tão fundamental para a trama, como já diz o título, e tantas vezes mencionado, que alguns críticos disseram que o telefone merecia um Oscar.
Em “Duro de Matar 4.0″, mocinhos, terroristas, hackers e toda a sorte de bandidos utilizam celulares Nokia. O incrível é que todos eles funcionam até mesmo depois de toda a rede de comunicações dos Estados Unidos ter sido tirada do ar.
E o que esperar de um filme que é todo gravado do ponto de vista de celulares e câmeras de pessoas comuns? Não dá para perder a oportunidade, alguma marca teria que se apropriar disso.
Budweiser, Campari, CNN, Ford, Frito Lay, Lacoste, Mercedes, Mountain Dew, Nike, Panasonic e Philips estão todas em “Cloverfield”, mas certamente você não vai notar nenhuma delas como fará com a Nokia.
O filme é praticamente um showroom de produtos da fabricante finlandesa. Os modelos 7373, 6300, N76, 5200 e 5310 são protagonistas do filme junto com os atores.



E quando a bateria do celular está acabando e precisam de uma nova pra continuar gravando os ataques, o que acontece? Entram em uma loja de eletrônicos e lá está um amontoado de baterias originais Nokia dando sopa.
E quando as pessoas procuram abrigo enquanto uma estação do metro despenca, quem está lá para lhes proteger? Uma parede coberta por um anúncio gigante da Nokia, é claro.
E todo o investimento é suportado por ações paralelas, como promoções, ponto-de-venda, conteúdo mobile exclusivo, etc. Para quem não se lembra, o lançamento do N81 se inspirou na campanha viral de “Cloverfield”.

Mas em todo seu histórico de product placement, acho que a Nokia cometeu um erro gravíssimo. Jack Bauer já usou LG, Motorola, Samsung e Treo, mas nunca um Nokia. Eles poderiam resolver isso dando um aparelho para o Chuck Norris, mas é óbvio, ele não precisa de celulares. Quando Chuck Norris precisa acessar a rede telefônica, ele lambe o dedo da mão esquerda e aponta pra cima.


