“Brazilian scam ads”
| UPDATE 12:54: A pedido de seus autores, as peças foram retiradas.
O leitor Bruno Pieroni, que trabalha em criação nos EUA, me enviou um e-mail está manhã comentando como o Brasil virou sinônimo de publicidade fantasma lá fora.
“Sou um dos seus leitores do Brainstorm #9 aqui no exterior, e freqüente comentarista dos seus posts. Na verdade, se você rever os meus comentários, vai ver que uma questao que me deixa realmente de cabelo em pé é como blogs respeitados (e neste eu incluo, claro, o seu) ainda abrem espaço para publicidade que é obviamente fantasma e só faz difamar a profissão ou nossos profissionais.”
Respondi ao Bruno que a intenção do Brainstorm #9 é mostrar criatividade, idéias que sejam boas e/ou inovadoras e mereçam ser divulgadas, sem que precisamente tenham que ser veiculadas para isso. Além disso, se considerarmos a situação atual no Brasil, acho que os blogs publicitários ficariam sem conteúdo se fossem publicar apenas o que é “real”.
Mas a questão dos fantasmas sempre vem a tona quando os grandes festivais publicitários se aproximam, leia-se Festival de Cannes em junho. Peças brasileiras se espalham como praga em imagens photoshopadas, na tentativa de angariar um Leão qualquer.
Acho ruim a falta de honestidade ao divulgar essas criações, mas não que elas não devam ser mostradas, afinal, as melhores idéias sempre ficam na gaveta.
Veja abaixo dois exemplos do que os publicitários gringos chamam de “brazilian scam ad”, e claro, deixe sua opinião nos comentários.
[[ a pedido de seus autores, as peças foram retiradas ]]













Segunda-feira, 23 de Abril de 2007 - 11:04
Por que afinal a ação da Mucusolvan é fantasma? Alguém pode explicar?
Segunda-feira, 23 de Abril de 2007 - 11:12
sinceramente, não entendi como ótimos fantasmas podem “difamar a profissão ou nossos profissionais.”
Pra mim, Bruno Pieroni já está contaminado com a mentalidade chata dos americanos em relação à propaganda…
Segunda-feira, 23 de Abril de 2007 - 11:21
Segunda-feira, 23 de Abril de 2007 - 11:27
Segunda-feira, 23 de Abril de 2007 - 11:27
Concordo plenamente.
A idéia é ótima. Não tem porque difamar a imagem da publicidade brasileira.
Qto a cannes, o problema está resolvido. Só entram anúncios que forem veiculados, não? Então não tem com que se preocupar
Segunda-feira, 23 de Abril de 2007 - 11:55
Eu acho que o Brain#9 deve mesmo mostrat tudo o que for criativo, fantasma ou não.
Mas qto a polêmica, acho que mais grave que os anúncios fantasmas, é a fraca mentalidade dos anunciantes que querem cada vez mais ter uma propaganda globalizada.
Anúncios simplesmente traduzidos são, quase sempre, ruins. Porque cada país reflete uma realidade e um gosto diferente.
Segunda-feira, 23 de Abril de 2007 - 12:04
Eu trabalho com propaganda nos EUA, num mercado pequeno e ja faz tempo que nao trabalho dentro de agencia, mesmo assim, parece difamacao quando alguma peca de trabalho eh viral e nao tem nome de cliente, ou o trabalho nao foi vinculado e colocam no website, sei la…
Eu acho que eh uma idiotice de agencias acharem que so podem mostrar pra potenciais clientes trabalhos veiculados… como disseram acima, por causa de cliente imbecil, a criatividade sofre sempre…
Eu acho que todas agencias deviam ter em seu website uma area para SPEC WORK… como existe no portfolio de qualquer criativo…
Outra coisa que me irrita, agora falando do Brasil…
Porque raios que se traduz todas as propagandas pro ingles? Nao da pra deixar a propaganda como esta e traduzir na hora da explicacao? Porque os caras tem que fazer um anuncio em portugues e outro em ingles?
E mais… tem hora que o ingles eh tao tosco que nao da pra entender nada… o da Droga Raia eh assim…
Segunda-feira, 23 de Abril de 2007 - 12:06
Concordo com Rojas… são culturas diferentes, muitas vezes uma piadinha do nosso país não será compreendida lá fora, por exemplo.
Segunda-feira, 23 de Abril de 2007 - 12:07
De fato, uma peça não deixa de ter toda uma essência de criação só por que foi ou não publicada. E acredito que o Brainstorm parta dessa premissa, de que tudo o que é criativo, independe de seu estado, fantasma ou não, seja motivo de postagem.
Rojas, estou contigo e não abro.
Segunda-feira, 23 de Abril de 2007 - 12:14
Ainda não entendi onde isso ofende o digno ofício dos publicitários brasileiros, alguém por favor me explique.
Segunda-feira, 23 de Abril de 2007 - 12:16
eu concordo plenamente com o Marcelo no quesito Spec Work…. uma agencia deveria ter todo o direito de mostrar o trabalho q fez… como filmes independentes, soh pq algum estudio nao quis comprar, nao quer dizer que nao tem qualidade e nao deve ser exibido…
Segunda-feira, 23 de Abril de 2007 - 12:44
Pois eh tiziu… exagerei qdo falei que nao da pra entender nada… acho que eu queria falar de outros em termos gerais, e acabei que nao mudei e pareceu que estava falando da Droga Raia…
foi mal… esta bom, mas nao eh assim que eh falado aqui nos EUA pelo menos…
Segunda-feira, 23 de Abril de 2007 - 13:49
Absolutamente deplorável esta discussão, afinal se vasculharem o arquivo do Festival de Cannes verão que muitas das peças inscritas por agências, inclusive americanas, não passam de grandes e assustadores, porém criativos, fantasmas. O mais conceituado festival do mundo não tem controle do que é real ou fantasma. É só vasculharem o arquivo e verão. E o pior, mesmo sendo fantasmas as peças continuam no arquivo. Realmente esta mentalidade puritana americana é absurda. Só mais uma coisa, criatividade não é medida pela veiculação ou não da peça.
Segunda-feira, 23 de Abril de 2007 - 15:32
Que censura é esta? Sem as imagens fica muito difícil entender do que se trata o assunto…
Segunda-feira, 23 de Abril de 2007 - 15:36
Uma menina ali em cima falou que “nada pode” é mania de americano! hahahaa Como assim? Os caras fazem comercial de Coca falando mal da Pepsi, na cara dura. Enfim… amadores.
Agora vou voltar ao trabalho de verdade.
Segunda-feira, 23 de Abril de 2007 - 16:01
Bons pontos, mas o problema e’ que propaganda e’ mais do que juntar um visual manerinho com um titulo engracadinho e botar um logotipo pequenininho no canto inferior direito. Criatividade por si so’ nao e’ propaganda — e’ publicidade de mentirinha.
Quando propaganda fantasma e’ publicada em um blog de publicidade (junto com propaganda de verdade), ou premiada num premio de publicidade, ela faz mal a muita gente sim. Aos publicitarios (por fazer pouco do trabalho dos profissionais que lutaram pra criar, vender, e produzir um “anúncio”), a industria (por criar essa ideia que as agencias so’ se importam com premios, e nao com a ajuda que a propaganda deve fazer a marca), e ate’ ao pais (comece uma conversa com algum publicitario fora do Brasil sobre Cannes e conte os segundos ate’ eles mencionarem “Brazilian ghost ads” ou “scam ads”). Ate’ porque o Brasil tem uma industria de publicidade fantastica, e agora a nossa reputaçao e’ de uma fabrica de fantasmas.
O pior e’ que fica dificil defender, ja’ que folheando a Veja toda semana voce nao encontra nenhum daqueles nossos leoes em midia impressa. Fala serio, quantos “anuncios” premiados em Cannes voces ja’ viram numa revista que voces estavam lendo?
Dou a maior força do Carlos criar o festival de publicidade fantasma, e celebrar as ideias de criativos do mundo inteiro. Mas ele, outros bloggers, e juris de premios por esse mundo nao podem deixar fantasmas lado a lado (ou vez ou outra tirando o lugar) de publicidade de verdade. Nao e’ como se nao existam anuncios fantasticos feitos — e veiculados — direito.
Segunda-feira, 23 de Abril de 2007 - 16:13
Hahaha, realmente, Pedro, quanto mais tempo a gente passa aqui discutindo, menos tempo a gente passa criando. Mas as vezes vale a pena.
Segunda-feira, 23 de Abril de 2007 - 16:40
O que voce acha, Bruno, de agencias publicarem em seus sites SPEC ou shot-down ads?
Aqui em Nebraska no local Addys tem a categoria “The One that Got Away”, onde anuncios que nao foram aprovados podem ser julgados e ganhar premio local…
Eu creio que vale a pena porque todo criativo tem trabalho spec na pasta…
Segunda-feira, 23 de Abril de 2007 - 16:41
O que voce acha, Bruno, de agencias publicarem em seus sites SPEC ou shot-down ads?
Aqui em Nebraska no local Addys tem a categoria “The One that Got Away”, onde anuncios que nao foram aprovados podem ser julgados e ganhar premio local…
Eu creio que vale a pena porque todo criativo tem trabalho spec na pasta…
Segunda-feira, 23 de Abril de 2007 - 16:42
O que voce acha, Bruno, de agencias publicarem em seus sites SPEC ou shot-down ads?
Aqui em Nebraska no local Addys tem a categoria “The One that Got Away”, onde anuncios que nao foram aprovados podem ser julgados e ganhar premio local…
Eu creio que vale a pena porque todo criativo tem trabalho spec na pasta…
Segunda-feira, 23 de Abril de 2007 - 17:14
Viagem, se a idéia é boa, merece ser vista sim, e muuuuuito pra neguinho fazer osmose!! Prêmio é conseqüência…
Segunda-feira, 23 de Abril de 2007 - 18:56
eu tambem nao consigo entender pq uma peca criativa, sendo fantsma ou nao, possa difamar a profissao. Todos sabem que mesmo com a regra de que a peca deve ser veiculada, nem sempre essa veiculacao eh realmente grande e real…
Levanta-se uma polemica escrota…
Terça-feira, 24 de Abril de 2007 - 0:09
Realmente. Eu nunca vejo sequer anúncios que saem no CCSP sairem na Veja. Eu considerei o fato dos anúncios serem extremamente segmentados e saírem em outras revistas, mas mesmo assim, tem muita coisa no perfil da Veja.
Mas gosto de ver fantasmas por aqui. Eu aprendo bastante com o que vejo.
Terça-feira, 24 de Abril de 2007 - 9:56
1. A propaganda de uma maneira ou outra vai ter q ser traduzida, senao ninguem la fora vai entender bulhufas do q esta escrito. Se é pra deixar uma traducao minuscula debaixo da peca, pq nao faze-la ja em versao ingles.
2. Propaganda fantasma nao difama nada. Todo pais faz mas só o Brasil assume. É a unica maneira real de expressar a criatividade aqui. E é isso q o Festival de Cannes vai avaliar. CRIATIVIDADE.
Terça-feira, 24 de Abril de 2007 - 10:44
Andre,
Tem anuncio que o cara tem que fazer uma direcao de arte inteira so pra colocar em ingles, e ainda assim a traducao nao eh perfeita…
Pra mim isso que eh perda de tempo e dinheiro e nao anuncio fantasma…
Terça-feira, 24 de Abril de 2007 - 11:23
Terça-feira, 24 de Abril de 2007 - 12:03
Bruno,
Eu nao sei, eu creio que agencias perdem muito trabalho bom (que ainda eh fundamentado e estrategico) e nao poder apresentar esses trabalhos eh chato…
Da mesma forma que um criativo tem um spec na pasta pra mostrar o que ele eh capaz de fazer, agencias deveriam ter esse espaco e explicar pro cliente que eles podem fazer aquilo, sei la…
Entrei no seu site… vc esta em KC? Vai vir para o 9th District Addys?
Terça-feira, 24 de Abril de 2007 - 18:07
Bruno,
Nao considero uma boa ideia como lixo que se espalha pela rua. E cara, sinceramente nao entendi sua ironia ao dizer q nao poderia ter vindo d outro pais…Que raiva eh essa do seu pais? tsc tsc….
Faco minhas as palavras do andre.
Quarta-feira, 25 de Abril de 2007 - 11:29
haaa..os americanos não jogam lixo na rua, eles são lindos! FALA SÉRIO!! …mta cara de pau vir aqui fala mau do país que vc nasceu!
E otra…quem falo q anúncios fantasmas não poderiam vender o produto/serviço e antender as necessidades do cliente?…
Se vc acompanha-se esse site com mais frequencia veria que anúncios sejam eles fanstamas ou não são avaliados também além da criatividade, no seu funcional, claro q não podemos realmente julgar pois não temos o estudo dos clientes e de cada caso, mas quem disse também que os veiculados funcionam?!
Se vc nao gosta, tudo bem…..acompanhe outros premios sem fantasmas.
Se estamos sendo difamados pelos americanos qto as fantasmas, é pq eles (ou VCS, Bruno, pq vc parece não ser mais brasileiro) não tem criatividade suficiente para ter ideias boas e livres.
Quarta-feira, 25 de Abril de 2007 - 11:40
Se tá com medinho de publicidade fantasma é pq sabe q o conteúdo é bom e tá com medo de perder o emprego… Parece até designer q tem medo de micreiro… Quem se garante não tem medo de concorrência, não importa a origem… Vai chorar pro tio Sam zé ruela…
Quarta-feira, 25 de Abril de 2007 - 12:38
Nao quis xingar o meu país de maneira alguma, e especialmente comprar briga com alguem que diz que eu nao sou brasileiro por trazer a tona os nossos problemas (parecendo ate’ com os americanos que carimbam qualquer cidadao que e’ contra a guerra de nao ser patriota). Mas o problema dos fantasmas tem criado uma reputaçao ruim para o Brasil aqui fora (e junte franceses e europeus em geral aos americanos que escrevem sobre o problema), e e’ meio vergonhoso comemorar as vitorias do Brasil em Cannes quando sempre tem alguem pra perguntar quantos desses foram realmente publicados.
E, como qualquer um de voces, eu tenho que responder pra mim mesmo que eu sinceramente nunca vi em revista, esbarrei na rua, ou vi na teve 99% daqueles anuncios premiados.
O pior e’ que tem tanta publicidade boa nesse mundo rodando na tv, em revistas, enquanto se anda na rua (exceto em Sao Paulo, claro), que o que eu nao entendo e’ porque a gente tem que ficar premiando (em Cannes, Nova Iorque, Sao Paulo, ou em blogs como este) publicidade que ninguem (especialmente consumidor nenhum) viu.
Nao tenho medo de publicidade fantasma — se ha’ medo nessa discussao acho que e’ o medo do criador de ficar de pe’ na frente de um comitê e explicar pra um cara que nao ta’ nem ai’ se eu ja’ tenho minha passagem marcada pro ceremonia tal que essa foto maneira vai vender o catchup que ele ta’ me pagando pra vender. Entrar com medo numa sala de reuniao dessas e sair de la’ depois de ter vendido a campanha inteira, isso sim e’ que da’ orgulho de ser um criativo. Medo tem e’ quem pula essa fase, joga um design legal no InDesign, bota um produto qualquer (lembram do anuncio, publicado aqui, pra guitarras Fender que mostra uma guitarra Gibson?) e chama de propaganda.
Quinta-feira, 26 de Abril de 2007 - 16:52
Bruno,
Esse negócio de “todo mundo faz então irei fazer” não é um mal do brasileiro, é um mal do ser humano, agente tem mania de fica falando isso…. coisa de brasileiro.. tudo é coisa de brasileiro… mais eu discordo, o ser humano é assim, logico respeitando suas diferenças culturais.
Quanto aos anúncios aprovados e veiculados, quem os vende é o atendimento. Entao se ele foi aprovado com ctz tem mais valor, mas e se não foi e a idéia era genial e vendendora porém não foi apresentada como deveria pelo atendimento? não podemos generalizar, nem todo fantasma e ruim e nem toda peça veiculada é boa, vc citou da fender e gibson, ok, veja os comentarios daquele dia e note que a grande maioria dos post criticou esse fato que comprometeu a peça.
o criador pode estar junto e argumentar para vender a peça….mas quem faz isso é o atendimento…. então discordo deo “MEDO DO CRIADOR de fica de pé na frente de um comitê”
Sexta-feira, 27 de Abril de 2007 - 13:38
Andre, bom ver que a gente esta’ comecando a concordar (ate’ porque eu vou deixar esse assunto de “coisa de brasileiro” de lado, porque essa e’ uma conversa longa pra outros lugares — nao um blog de publicidade).
Quanto a vender uma ideia, eu estou mal acostumado. Onde eu trabalho, a agencia permite — na verdade, na maior parte das vezes espera — que os criativos apresentem as suas ideias ao cliente. Afinal, ninguem vai vender um anuncio melhor do que a pessoa que passou as ultimas 48 horas so’ pensando nele. Acaba sendo o contrario do que voce disse — o atendimento sempre está lá pra ajudar com estratégia ou logistica, mas a gente que “vende”. Isso impede que a criação culpe o atendimento por deixar a peteca cair de nao ter vendido a nossa idéia perfeita e merecedora de um lugar em Cannes. Alem do mais, a gente ja’ apresenta pro nosso diretor de criacao, pro atendimento, as vezes pra midia… por que nao apresentar tambem pro cliente?
Nao tinha pensado nisso antes, mas pra mim essa coisa de fantasma tem realmente muito a ver com o medo que voce mencionou. So’ que pra mim e’ o medo de nao conseguir vender pro atendimento, nao conseguir vender pro cliente, ou — pasmem — descobrir que estava vendendo a guitarra do concorrente. Participei daquela discussao e acho que voce pegou leve com essa historia do fato ter “comprometido a peça.” Comprometeu foi a credibilidade dos criativos envolvidos — e indiretamente dos criativos por aí, porque o que mais tem nesse mundo é cliente e atendimento que acredita que tudo que a gente faz é pra ganhar premio no final.
Finalmente, nunca tentei generalizar. Nem toda peça fantasma é ruim — muito pelo contrario, muitas vezes até é muito bom (e se agencia tivesse o cliente, ou a grana, ou soubesse vender a ideia, de repente a gente até veria alguns desses fantasmas nas ruas e revistas), e nem toda peça publicada é boa — infelizmente, a maior parte da publicidade mundial que a gente vê no nosso dia a dia é uma grande merda. Ou nao é?
André (ou qualquer outro de voces), se voce quiser continuar a discussao (sobre esse assunto ou outros), pega o meu email no meu site, e a gente continua trocando ideias. Foi muito bom trazer a polemica a tona e ter discussoes inteligentes com o Carlos e outros por email, e mesmo aqui. Espero que tenha sido bom pra voces tambem.
Quinta-feira, 28 de Junho de 2007 - 17:26
Quinta-feira, 28 de Junho de 2007 - 18:01
“Respondi ao Bruno que a intenção do Brainstorm #9 é mostrar criatividade, idéias que sejam boas e/ou inovadoras e mereçam ser divulgadas, sem que precisamente tenham que ser veiculadas para isso.”