Real e Bradesco
Tempos atrás, o leitor André Luiz Pudiesi estava passando pela Avenida Paulista e identificou uma situação bizarra que deve ter feito algum diretor de mídia arrancar os cabelos.
Um painel dinâmico do Banco Real, um totem do Bradesco. E em uma das viradas do outdoor, as duas peças proporcionavam a cena abaixo.
Nada grave aos olhos dos consumidores, mas não deixa de ser curioso.














Quinta-feira, 22 de Fevereiro de 2007 - 15:23
Bem, a Lei mudou, totem e painel não estão mais lá…
Foi divertido enquanto durou.
[]s
Quinta-feira, 22 de Fevereiro de 2007 - 15:36
Se tivesse sido pensado ñ ficaria tão bom! =P
Quinta-feira, 22 de Fevereiro de 2007 - 17:33
Mto bom!
O resultado da pesquisa sobre as agencias já saiu? tem previsão? to super curiosa…
Abs.
Quinta-feira, 22 de Fevereiro de 2007 - 21:55
Se fosse eu colava um adesivo de mamadeira no canto direito do painel!!!!!!!!!! =)
Quinta-feira, 22 de Fevereiro de 2007 - 22:04
Parece que o bebezinho ta rindo pra o Bradesco, será que foi de proposito ? -.-
Sexta-feira, 23 de Fevereiro de 2007 - 10:02
Que genial ficou, hahahah.
Sexta-feira, 23 de Fevereiro de 2007 - 11:02
Olá..
Estava procurando no google um símbolo do corinthians pra zuar um amigo, e eis que encontro seu blog.
Bjos e tenha um ótimo fim de semana!
Sexta-feira, 23 de Fevereiro de 2007 - 11:56
o que completa a cena é que, abaixo desse painel do real tem uma agência do bradesco que fica na esquina. Logo depois, se vc resolver virar a esquina.. tchanã! um banco real!
Sexta-feira, 23 de Fevereiro de 2007 - 18:45
Eu sou o bebê da foto!
Domingo, 25 de Fevereiro de 2007 - 20:10
Um comercial de um famoso banco com dois jovens executivos (pelo menos é o que o terno de ambos simboliza, um cinza, simbolizando o banco em questão, o outro preto, do banco concorrente) mostra a diferença entre um banco “atualizado” cinza) e outro “basicao” (preto).
A medida em que ambos (de terno) caminham numa estrada de terra cercada de verde, o banco “atualizado” se distancia do concorrente, desfilando as qualidades de seu banco como “ouvir
um menu de opções com as escolhas mais utilizadas por mim, atendimento rápido por chat ou via internet”. O concorrente que fica para trás, exibindo até letras (legendas) descritivas de sua função, menores que o banco “atualizado”.
Esse comercial inocente é repleto de simbolismos:
A incoerência está no fato de que já morei a uma hora do centro do RJ, e o único banco existente era a agência do correio (convênio dos correios com um banco). Banco não abre agencias na roça (cenário do filme) normalmente.
Por último, não seria melhor uma instituição financeira ser conhecida pelas suas ações sociais do que pela forma com que consegue captar clientes de modo mais eficiente? Não é difícil pensar assim quando se anda pelas ruas do RJ vendo agentes uniformizados de grandes bancos competindo com financeiras na captação dos famosos “empréstimos pessoais”. O atual e maior banco privado tem um longo hitórico de ações culturais e sociais, a despeito de figurar com freqüencia em ações trabalhistas e da procuradoria do consumidor.
Acredito que que uma imagem fala por mil palavras. Um filme publicitário mais ainda.