Arquivo para o mês de Janeiro de 2007
Banana e Tomate
Para divulgar a estréia do “King Kong” de Peter Jackson no dia 27 de Janeiro, a rede Telecine vai adesivar 21 mil cachos de banana em supermercados Carrefour com selos temáticos do filme.
Esse tipo de intervenção em ponto-de-venda não é novidade. A Talent, por exemplo, já adesivou tomates para divulgar o macarrão Petybon.
Se você encontrar uma das bananas adesivadas do King Kong, não deixe de tirar uma foto e mandar aqui pro Brain#9.

| Hoje no Passado |
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E por falar em pesquisa…

…o Maicon Sanson do Receitáculo me pediu para solicitar a ajuda dos leitores do Brainstorm #9 em outra pesquisa, para um projeto online gratuito que envolve cozinha/comida. Ainda é um mistério, mas logo saberemos mais detalhes.
A pesquisa é rápida e divertida. Clique aqui para participar.
Pesquisa: Futebol
Alguém ai quer me ajudar no trabalho nesta tarde de terça-feira, e responder uma pesquisa rápida sobre jogadores de futebol brasileiros que atuam na Europa?
É rápida e indolor. Clique aqui.
Valeu galera. ![]()
Axe | Signs
Sensacional ação de guerrilha que faz intervenção em placas de sinalização. Criada pela Lowe da Bélgica para Axe
Clique na imagem para ampliar:
Festival Fantasma | Os premiados

No ar, os vencedores da primeira fase do Festival #9 de Publicidade Fantasma. Confira aqui os trabalhos e o júri que ajudou a eleger os premiados.
São duas vagas de estágio oferecidas pelo Gentil Colaborador e uma action figure oferecida pela Planet Comics. Os vencedores serão contactados.
Obrigado a todos que participaram e parabéns aos ganhadores. Em breve, mais peças serão publicadas no Festival.
iPhone e suas maravilhosas funções
Muito mais que um telefone. Veja as maravilhosas funções adicionais do iPhone no primeiro “comercial” do produto.
Exibido no Late Night with Conan O’brien da NBC, é o vídeo mais visto na internet desde o final de semana.
Nike (China) | Jump
Comercial chinês da Nike, criado pela Wieden+Kennedy de Xangai. A proposta é mostrar todas as maneiras de “just do it” na China, caracterizadas pelo pulo em diversos esportes.
Produzido pela 02 Filmes, o anúncio foi dirigido por Fernando Meirelles (“Cidade de Deus”, “O Jardineiro Fiel”)
Ah, e você quer saber de quem é a trilha? De um cidadão chamado Cui Jian. Nunca tinha ouvido falar, mas ele é considerado o “pai do rock chinês”. Famoso por ter sido o primeiro artista a quebrar as convenções e tradições musicais daquele país, incorporando o estilo ocidental de rock em suas músicas.
iPhone: propaganda pra quê?
Leia os jornais, assista TV, visite sites, veja os gráficos, as capas dos semanários brasileiros e pergunte-se: quem precisa de propaganda com tamanha exposição?
É claro que não vou ser leviano, e dizer que o investimento em propaganda não contribuiu para a Apple ser o que é hoje. Pelo contrário, ela teve papel fundamental no renascimento da empresa a partir de 1997, ano que marcou o retorno de Steve Jobs no comando da maçã.
Mas depois disso, o que transformou a Apple no furor que é hoje foram produtos revolucionários e publicidade não tradicional, ou seja, um eficiente trabalho de RP, buzz online e táticas de guerrilha, que vão desde as apresentações de lançamento de novos produtos (Jobs sempre dá um show) até blogs misteriosos dedicados a levantar rumores sobre os bastidores da companhia e MacBooks milimetricamente colocados no colo de modelos famosas.

Isso tudo, é óbvio, dá as pessoas e a mídia motivos suficientes para se continuar falando da Apple toda semana. Em conseqüência, cria-se uma expectativa monstruosa em relação aos próximos passos que serão dados pela empresa. Já virou tradição: todas as quartas-feiras, a mídia se volta para o que acontecerá na Macworld.
Então ficam mais perguntas: A Apple precisa fazer uma milionária campanha, com anúncios na televisão e revistas, para você querer um iPhone? Ela precisou fazer propaganda no Brasil para o iPod se tornar o gadget mais desejado do país?
O que faz a Apple ser o que é hoje, é a união de publicidade (não propaganda) com produtos que nos fazem repensar tudo o que tínhamos visto até então. Não é uma empresa de computadores e eletrônicos, e sim uma marca que dita moda e impacta diretamente nossas vidas. Sabendo disso mais do que ninguém, Steve Jobs já anunciou que vai tirar a palavra “computer” do nome Apple Computer, Inc.
Não quero ser aqui mais um entre milhões de baba-ovo da Apple (eu mesmo nem tenho um Macintosh), mas meu amigo, não tem como passar incólume ao que esses caras estão causando no mundo. Não só por trabalhar com propaganda ou ser um integrante da geração online, mas simplesmente por estar aqui.
Não acredita? Leia os jornais, assista TV, visite sites, veja os gráficos, as capas dos semanários…














