Rexona Sport Fan
Tenho recebido alguns e-mails de pessoas questionando a imensa exposição do Ronaldinho em campanhas publicitárias. O que acontece com ele é o mesmo que recentemente fizeram com a Gisele Bündchen. Saturam tanto a imagem da celebridade em questão, que o consumidor já nem consegue mais associá-la à marca alguma. Só sabemos que ela está lá, mas o que está anunciando, quase nunca.
Mas isso é problema velho de publicidade. Por isso vamos falar de um problema novo: empresas que ainda não sabem o que fazer com sua verba de marketing online.
É o caso do mini-site Rexona Sport Fan, que traz um manifesto, um advergame e um aplicativo de envio de mensagens para dar a apoio a seleção brasileira na Copa do Mundo.
Tudo bonito de se ver, mas que não oferece conteúdo realmente relevante para o consumidor. Você entra uma vez, dá alguns cliques e nunca mais volta. Sem contar a falta de integração com a campanha que está sendo veiculada na TV.
E se ainda levarmos em consideração o que faz a Axe em termos de campanhas virais e online, que ironicamente é uma marca que pertence à mesma Unilever, teremos certeza que a Rexona poderia ter algo melhor.
Mas tudo isso ainda é muito novo para agências, anunciantes, profissionais e consumidores; temos tempo para aprender. Já quanto ao problema velho, se não aprendemos nos últimos 50 anos…













Terça-feira, 23 de Maio de 2006 - 11:13
Terça-feira, 23 de Maio de 2006 - 11:17
Carlos, que azedo! ehehehehe
Ok, concordo, não aqüento mais ver a cara do Ronaldinho na tv! Mas a Gisele até que podia retornar. Tá sumidinha a menina!
Abraço
Terça-feira, 23 de Maio de 2006 - 11:23
Terça-feira, 23 de Maio de 2006 - 11:24
esta campanha da rexona de que os jogadores tem que suar e nao os torcedores foi muito fraca!!! gastaram um horor e conseguiram fazer uma propaganda pior ainda!!!
Terça-feira, 23 de Maio de 2006 - 11:29
nelio,
me da a dica do desodorante hungaro que vc usa. Estou na hungria e se o produto for bom mesmo, quem sabe passo a usar.
kosz
Terça-feira, 23 de Maio de 2006 - 11:30
“Mas tudo isso ainda é muito novo para agências, anunciantes, profissionais e consumidores; temos tempo para aprender. Já quanto ao problema velho, se não aprendemos nos últimos 50 anos…” MUITO NOVO ???? Deus do céu …
Terça-feira, 23 de Maio de 2006 - 12:02
Achei uma droguinha o site… xatinho de navegar… bonitinho mas ordinario… o joguinho nem se fala… mas se vc acham que ronaldinho ta aprecendo d+ cs naum viram televisão na espanhã ehieheiuhiueheiuh a cada intervalo comercial ronaldinho aparece em um…
Terça-feira, 23 de Maio de 2006 - 12:09
O site é fraco, pesado e chato! Que jogo mais bobinho…
Mas a campanha da TV invade as nossas residências com classe. Tem uma trilha legal e umma historinha melhor de assistir do que a maioria das propagandas que invadem a minha sala.
Terça-feira, 23 de Maio de 2006 - 12:12
Não gostei… não funcionou no FF…
Terça-feira, 23 de Maio de 2006 - 13:35
Realmente o Ronadinho está aparecendo demais, é em sorvete, album, propagandas, tudo ele está, e eu acho que foi um dos pontos fraco da propaganda, pois é como disse o merigo, acaba que você nãorelaciona a pessoa ao produto mais.
Quanto ao site achei bem fraquinho, e não interage nem um pouco com o publico.
Beijinhos
Terça-feira, 23 de Maio de 2006 - 14:54
Água, falou e disse, garota! Só colocar a careta dos jogadores no anúncio não resolve nada (que o diga o Santander, que deve ter gasto um absurdo pra fazer um comercialzinho de esquina).
Também achei meio bobinha essa campanha da Rexona, sinceramente. O site é até legalzinho, mas não acrescenta muita coisa não.
Agora, imagina só se juntarem Ronaldinho, a Gisele Bündchen e a Ivete Sangalo em uma mesma campanha? Medo.
Terça-feira, 23 de Maio de 2006 - 15:16
olha no Google Zeitgeist (procura no google!)
Ele tá no ranking de buscas de diversos países.
Terça-feira, 23 de Maio de 2006 - 15:53
Por mais que seja excesso de uso da imagem do melhor jogador do mundo, a criatividade sempre supera os problemas que isso possa apresentar. Das dezenas de marcas que estão utilizando sua imagem, algumas ficam na cabeça da galera como Oi, Rexona e principalmente Nike.
Me corrijam se eu estiver errado, pois não sei nada de publicidade.
Terça-feira, 23 de Maio de 2006 - 17:09
Isso mesmo, uma imagem que já está saturadissima, e eu até estavo esses dias em uma lanchonete e vi a o rosto gigante estampado em um frezer da kibom (se não me engano), é realmente é modismo usar uma grana imensa com a cara de ronaldinho.
Vamos lá agências gastar verba de seus clientes sem saber utiliza-las da melhor forma.
Terça-feira, 23 de Maio de 2006 - 18:37
Quarta-feira, 24 de Maio de 2006 - 1:50
Eu acho q Gisele e Ronaldinho são fenômenos na publicidade pq eles são astros.
Como eles tem luz própria, ELES q emprestam a simpatia e sua imagem para o produto. Não é necessário haver uma identificação do Gaucho e nem da gaucha com o produto. Eles aparecem, te forçam a assistoir a propaganda, pq vc gosta deles e naturalmente, quer ve-los, e na carona, acaba vendo a peça publicitária.
Para mim ocorre dessa forma.
Por isso q vc fala “vc viu Ronaldinho na propaganda tal?” e naum a frase “vc viu a empresa Tal, contratou Ronaldinho”…
Quarta-feira, 24 de Maio de 2006 - 3:48
“TUDO BONITO DE SE VER, MAS QUE NÃO OFERECE CONTEÚDO REALMENTE RELEVANTE PARA O CONSUMIDOR.”
Quando for feito uma campanha publicitária de conteúdo realmente relevante para o consumidor não deixe de me avisar!!!
Quarta-feira, 24 de Maio de 2006 - 9:41
Volta Gisele, Volta!!! aheoaeho
Quarta-feira, 24 de Maio de 2006 - 14:13
Quinta-feira, 25 de Maio de 2006 - 9:15
Olá, acredito que no caso desses “fenomenos” sua imagem altemente positiva, sua simpatia demonstrada já agrega ao produto certa credibilidade e aval de compra, o que sem dúvida ajuda neste processo de aproveitar um momento (no caso Copa do Mundo/Ronaldinho Gaúcho) pra vincular sua imagem a um produto.
Outro detalhe, não devemos olhar como olhos de profissionais de mkt e/ou publicidade, mas sim dos consumidores que vêem nestas campanhas uma imagem vinculada do “astro” ao produto, que neste caso é bem ao contrário que acontece.