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Criança no lixo

Sexta-feira, 7 de Abril de 2006 | 10:01 am

É claro que isso sempre aconteceu, ainda mais se formos contar os 99% dos casos que ninguém fica sabendo. Mas nos últimos tempos, parece que jogar bebês recém-nascidos no lixo virou mania nacional.

Na Tailândia, a Schering realizou uma ação baseada nesse ato bizarro. Naquele país, estatísticas apontam que três bebês são literalmente jogados fora a cada dia. E como a gravidez indesejada é começo desse problema, a empresa decidiu divulgar seu anticoncepcional.

Mas como criar uma comunicação de grande impacto mesmo com as milhares de limitações e regulamentos para a publicidade médica?

A Ogilvyone instalou latas de lixo falsas em regiões próximas a universidades de Bangkok, equipadas com um dispositivo com sensor de movimento. Cada vez que uma pessoa passava pelo lixo, a lata emitia o som de uma criança chorando.

Ao abrir a tampa, encontrava uma mensagem convidando para conhecer uma pílula anticoncepcional no site da Schering. A campanha causou controvérsia, mídia espontânea e muita discussão na cidade. O que com certeza já paga qualquer investimento.

Caregorias/Tags: Outdoor/Guerrilha, Saúde
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30 Comentários para “Criança no lixo”

  1. Pedro:
    Sexta-feira, 7 de Abril de 2006 - 10:51

    é legal, criativo, diferente.


  2. and®é:
    Sexta-feira, 7 de Abril de 2006 - 11:48

  3. Rodrigo:
    Sexta-feira, 7 de Abril de 2006 - 12:31

    Só Deus pode controlar quem nasce e quem não nasce. As pessoas deveriam ir mais à Igreja à ficar se expondo a atos pervertidos e pecaminosos.


  4. Dirceu:
    Sexta-feira, 7 de Abril de 2006 - 12:31

    aff…
    vcs precisam largar essas aulinhas de faculdade e aprender mais sobre nova comunicação, novos meios, nova publicidade…

    é isso que vai fazer a carreira de vcs


  5. and®é:
    Sexta-feira, 7 de Abril de 2006 - 13:05

  6. Erika Bicalho:
    Sexta-feira, 7 de Abril de 2006 - 13:43

    No post acima diz que a idéia precisa estar amarrada ao cliente. Neste caso, mais amarrada impossível. É uma campanha direta. Temos que deixar um pouco essa mentalidade de terceiro mundo e completamente conservador de lado. A publicidade não pode ter esses limites. Precisa-se sim ser regida com ética, criativadade e foco no publico. Essa campanha foi sim bem bolada, bem exposta. Não sei qual a porcentagem de pessoas que têm acesso em Bangkok, mas… Como em outros países, e já postado aqui, campanhas de “não beba e dirija” são completamente fortes e diretas. Chega-se num ponto, que o falar mansinho, bunitinho, não resolve. Campanhas de impacto são necessárias em casos extremos, como esse.


  7. Thiago:
    Sexta-feira, 7 de Abril de 2006 - 13:54

    Tá difícil me posicionar a favor ou contra…


  8. paulo ditarso:
    Sexta-feira, 7 de Abril de 2006 - 14:00

    Assino em baixo o que a erica e o dirceu escreveu aqui. Nao foi direta e fora de foco? entao os dados de que o numeros de bebês deixados nas latas de lixo servem para quê???? certamante com a mídia em cima desse assunto lá, muita gente vai sim parar para ver, entao…bingo! outra, os que não puderam ser diretamente atingidos, serão. Como? Quem foi, certamente falará a outras pessoas, seja bem ou mal, o que gera interesse, curiosidade, mídia…esta de parabens quem atendeu (pois comprou a idéia da criação), quem planejou, quem criou e principalmente quem aprovou e deu mais alguns passos na frente no mercado.


  9. and®é:
    Sexta-feira, 7 de Abril de 2006 - 14:22

  10. and®é:
    Sexta-feira, 7 de Abril de 2006 - 14:25

  11. pauloR:
    Sexta-feira, 7 de Abril de 2006 - 14:41

    Concordo com o André, para a mensagem ser efetiva ela deve chegar “mastigada” ao seu alvo, se não “morre na praia”. A idéia é muito legal e serve tanto para conscientização (afinal, uma estatística dessas), quanto pra vender anticoncepcional. Se não “existir”, deveria ter outras peças de apoio para salientar o produto.


  12. Kadu Dias:
    Sexta-feira, 7 de Abril de 2006 - 16:51

    Concoedo com o que falaram acima, principalmente o Dirceu, deixem as aulinhas de faculdade de lado, na prática o negócio corre de forma diferente. A idéia é boa, diferente e com certeza chama a atenção, gerando mídia para o cliente. A interatividade com o consumidor é direta. Quanto atingir o público,tenho certeza que quem viu comentará e assim por diante. E tenham certeza as pessoas pensarão mais no assunto.


  13. and®é:
    Sexta-feira, 7 de Abril de 2006 - 17:00

  14. Erika Bicalho:
    Sexta-feira, 7 de Abril de 2006 - 18:11

    Alguns podem achar de mau gosto, porém, é indiscutível que se passa a mensagem. Agora, quanto ao post do Paulo R, nada disso! Não se deve nunca considerar que seu consumidor é burro… (infelizmente foi isso que seu post traduziu). Mensagens mastigadas são para pessoas incapacitadas. E uma ação dessas, principalmente, pela característica de acessar a internet, subentende-se que o público é formador de opinião, oq caracteriza, mais uma vez, o capaceidade de não precisar de algo mastigado. A publicidade é também para fazer as pessoas pensarem. Seja uma institucional ou de varejo, enfim… Se a colocarmos nesse patamar do “mastigável”, nossa função de publicitários cai por terra, seremo medíocres e incapacitados de gerar mensagens eficazes e eficientes!


  15. maumau:
    Sexta-feira, 7 de Abril de 2006 - 18:17

    Eu concordo com a Erika. Acho que em campanhas de conscientização tem mais é que chocar. Essas histórias de muita moral e bons costumes na hora de fazer uma peça publicitária não cola com assuntos com os quais a gente é bombardeado todos os dias pela TV e pelos jornais… Nem que seja para chamar a atenção… Quem mais mastigado que isso? Choro de nenê, lata de lixo, anticoncepcional. Pronto. E não precisa acessar a internet pra saber o que faz um anticoncepcional.


  16. Tarzan ®:
    Sábado, 8 de Abril de 2006 - 3:36

    Sou mais um que tenho que concordar com a Erika.

    Bem ou mal o boca a boca, a discussão que isso provocou foi super positivo.
    Porque no começo as pessoas podem até falar da ação em si mas depois começam o debate com relação as ocorrencias de bebes sendo jogados fora e acaba que mesmo as pessoas que não gostaram do lance da lata de lixo falsa se convensem de que a melhor saída é msm o anticoncepcional e qual a marca que eles vão lembrar?
    .


  17. PG:
    Sábado, 8 de Abril de 2006 - 10:39

    Só a absoluta falta de senso explica uma aberração dessas.


  18. Advan:
    Sábado, 8 de Abril de 2006 - 17:44

    Não sei se ninguem percebeu isso. Mas a notícia diz que as latas foram instaladas próximas a universidades. E provavelmente facudades onde os alunos tem acesso a internet.
    Vale lembrar que a ação não foi feita por qualquer empresa!
    E pra quem acha que a ação é falta de senso. Devia pensar como que seria se você fosse um dos bebês que foi jogado no lixo!
    Não estamos falando de um produto qualquer, mas de um produto que pode mudar a vida das pessoas. Portanto, mesmo que hajam comentários, se em um ano inteiro uma mae deixar de jogar um filho no lixo, já valeu a pena!


  19. Advan:
    Sábado, 8 de Abril de 2006 - 17:45

    Não sei se ALGUEM percebeu*


  20. O Casulo:
    Sábado, 8 de Abril de 2006 - 21:39

    Sem dúvida que aqui o objectivo da campanha foi alcançado. Só causando controvérsia é que se fala e discute alguma coisa. Eles aqui conseguiram isso!


  21. daniel mafra:
    Sábado, 8 de Abril de 2006 - 23:34

    Q propaganda interessante.

    a verdade é que atitudes publicitárias como essa deveriam ser padrões.


  22. pauloR:
    Segunda-feira, 10 de Abril de 2006 - 10:58

    Cara, Erika Bicalho, realmente eu me expressei mal. Concordo com você, acho que a mensagem deve fazer as pessoas pensarem e discutirem, essa é a função, criar interesse. Só que também acho que se o consumidor, a quem se destina o anúncio, se deparar com um “enigma insolucionável” (dependendo do caso), a comunicação se faz ineficaz (a não ser que seja esse o fim). Pelo visto, este não é o caso, devido a diversos fatores citados acima. Para finalizar, eu não chamei ninguém de burro nesta história, muito menos o consumidor. Afinal, se eu fizesse isso estaria dando um “tiro no pé”, desculpe se o post deu essa impressão, mas nem todos nasceram com a sua “capaceidade” e o seu intelecto. (Desculpe mas, você tem toda a razão;)


  23. eu:
    Segunda-feira, 10 de Abril de 2006 - 13:10

    Putz, conservadorismo ou não, acho que temos que analisar a idéia por outro ângulo. Não sei, mas acho que uma campanha dessas pode gerar uma nova versão da história do “Pedrinho e o lobo” (a referência é infantil, mas acho bastante cabível). A pessoa vai lá pra ver o que está acontecendo e de repente “é só mais uma propaganda”. Num país em que a prática de jogar crianças no lixo é freqüente, isso é complicado. A idéia poderia ser mais trabalhada.


  24. marcel:
    Segunda-feira, 10 de Abril de 2006 - 14:22

    Acredito que se o cliente fosse uma empresa de camisinhas, a campanha seria mais eficaz.
    O apelo direto à utilização da internet acaba por direcionar a campanha, fazendo com que as pessoas menos privilegidas, que provavelmente são aquelas cometem o ato de abandonar uma criança, ficam de fora. Achei a campanha incompleta.


  25. Orides:
    Terça-feira, 11 de Abril de 2006 - 11:35

    Acredito que não temos dados para assegurar que a campanha está incompleta, se a complementação escolhida foi a internet, certamente porque as latas “iscas” foram instaladas próximas de universidades, local com amplo acesso a internet.
    Deste modo acertaram em cheio, o sujeito passa pela lata, fica curioso ou indignado, vai até a faculdade e acessa o site que está ainda fresco na memória.


  26. Eduardo:
    Terça-feira, 11 de Abril de 2006 - 17:27

    Sensacional!!! Completa, direta, um tiro no peito!!


  27. toni tornado:
    Quarta-feira, 12 de Abril de 2006 - 11:28

    Mal gosto do caralho!


  28. Alexandre:
    Quarta-feira, 19 de Abril de 2006 - 18:07

    Vou ser direto e vcs tirem as suas conclusôes!
    ACREDITO QUE PESSOAS QUE JOGAM CRIANÇAS NO LIXO NUNCA TIVERAM CONDIÇÕES DE ACESSAR A INTERNET PQ SÃO PESSOAS MUITO HUMILDES E SEM CONDIÇOES FINANCEIRAS.

    E QUANTO A ESTÓRIA DE DEIXAR DE LADO A FACULDADE EU GOSTARIA DE DIZER Q QUEM ESCREVEU ISSO NÃO TEM A MINIMA CONDIÇÃO DE SER UM COMUNICOLOGO!!!


  29. forced sex:
    Quarta-feira, 31 de Maio de 2006 - 20:21

    Your article make interes to the problem.s


  30. ratie/katie:
    Domingo, 11 de Junho de 2006 - 17:01

    DEAD FETUS HORROR STORY



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