LANGUAGE:

Shyamalan Dreams

Quarta-feira, 8 de Março de 2006 | 12:02 am

Em mais uma peça da campanha “My Life, My Card”, criada pela Ogilvy, a American Express veiculou durante o intervalo do Oscar no último domingo este ótimo comercial estrelado e dirigido pelo gênio responsável por filmes como “O Sexto Sentido”, “Sinais” e “A Vila”, M. Night Shyamalan.

O anúncio segue a mesma temática das produções do diretor, mostrando ele sentado na mesa do restaurante enquanto observa situações estranhas e misteriosas no recinto. No final, revela: “Minha vida é encontrar tempo para sonhar. Meu cartão é American Express”.

Essa incrível campanha da Amex, que inclui também esse filme com Robert De Niro e dirigido por Martin Scorcese, é o retrato de como a publicidade atual precisa se adaptar ao novo paranoma da comunicação mundial. Ela é puro entretenimento. Não precisa invadir a vida do consumidor, o consumidor é que vai atrás do comercial.

O anúncio com Shyamalan imediatamente gerou um enorme buzz na blogosfera e foi eleito por muitos como a melhor coisa da noite do Oscar. Enquanto muitas marcas brigam desesperadamente para chamar sua atenção, a Amex faz as pessoas entrarem na internet atrás de um único comercial.

E claro, ela disponibiliza o filme para download em um mini-site, com uma qualidade excelente e até em formato para iPod.

Além de entretenimento, agrega valor e associa seu nome a grandes nomes do cinema. Do que mais um cartão de crédito precisa do que status? Saber como atingir um público que usa TiVo e passa mais tempo na internet do que assistindo televisão, claro.

Clique aqui para fazer o download do comercial (.MPG - 9.44 MB) ou pegue diretamente no mini-site com qualidade superior (.MOV - 14 MB).

PS: Fique de olho.

Caregorias/Tags: American Express, Bancos e Seguros, TV/Film
Compartilhe:

9 Comentários para “Shyamalan Dreams”

  1. Grande Líder da Silva:
    Quarta-feira, 8 de Março de 2006 - 11:59

    Muito bom, faz pensar no que anda acontecendo na tela.


  2. Gustavo:
    Quarta-feira, 8 de Março de 2006 - 12:29

    …precisa se adaptar ao novo paranoma da comunicação mundial. Ela é puro entretenimento. Não precisa invadir a vida do consumidor, o consumidor é que vai atrás do comercial…

    Ainda bem que midia alternativa em lago de jardim público, banco de espera de ônibus, ou qq outra mídia, não entra nessa….


  3. Fraz:
    Quarta-feira, 8 de Março de 2006 - 13:07

    Isso sim vale a pena.
    Isso faz com que tenhamos orgulho de nossa profissão.
    Isso é propaganda.


  4. Bruno:
    Quarta-feira, 8 de Março de 2006 - 13:08

    Olha, eu nao costumo acreditar em comerciais longos, mas cara, eu estava numa festa esse domingo assistindo o Oscar, com mais ou menos uma duzia de pessoas (eu era o unico publicitario), e em cinco segundos a galera calou a boca geral.

    Foi um minuto inteiro com o pessoal em um silencio que so’ era quebrado com alguem sussurrando “é um comercial” ou “só pode ser um comercial.”

    No final acho que o pessoal ficou desapontado com o fato de ser, realmente, um comercial de cartao de credito, e eu mesmo nao achei um spot fantastico — mas tenho que dizer que nunca vi gente aqui ficar tao grudada e ansiosa durante um comercial. Nao me surpreende que muita gente quis ver de novo.


  5. Carlos Merigo:
    Quarta-feira, 8 de Março de 2006 - 14:07

    Realmente Bruno, esse é o grande mérito do comercial. Também não considero sensacional, mas é bem associado ao protagonista e acaba virando entretenimento.

    Mérito maior ainda se considerarmos que a maioria das pessoas não sabe quem é Shyamalan, e mesmo assim são fisgadas pelo anúncio.


  6. kadu dias:
    Quarta-feira, 8 de Março de 2006 - 16:15

    Concordo com o Merigo. Esse lance de fisgar faz com que o anúncio se torne entretenimento ou mesmo não ofenda os olhos e ouvidos do público, já que em uma pesquisa realizada nos Estados Unidos, somo expostos a mais de 1500 mensagens publicitárias diariamente. Cabe a nós publicitários, tentar mudar o rumo da propaganda, fazendo com que ela se torne agradável e mexa com os sentimentos dos consumidores.


  7. andré:
    Quarta-feira, 8 de Março de 2006 - 17:42

  8. Prettypan:
    Quinta-feira, 9 de Março de 2006 - 8:20

    Provavelmente eu seja massacrada aqui, mas eu não vi o show do Oscar, não vi o comercial pela TV, e só soube dele aqui.
    Pela Web não é tão impressionante, o impacto não foi o mesmo, e nem sugestionada pelas boas impressões aqui postadas posso dizer que achei assim um desbunde.
    Achei longo. Tem coisas engraçadas, pinça coisas q identificam o estilo do diretor/ personagem, mas leva-se um tempo para pescar as idéias imbutidas.
    Ah! acho que vale dizer, não sou do meio publicitário.


  9. mahina:
    Segunda-feira, 13 de Março de 2006 - 17:48

    Muito impactante o filme… mas é facil esquecer que é de um cartao de credito (o que nao tira o mérito que é construir uma imagem do produto mas nao a curto prazo).
    Mais alguem ficou esperando a moça do balcao no final do filme fazer algo “estranho” tambem? Minha espectativa foi pelo ralo nessa hora, eheheh…
    Ah, e qualé a dos dois velhinho no inicio? Eles sao estranhos, blz, mas e daí?
    Abraço!



Arquivo por Data
* 2008: Jan Feb Mar Apr May Jun Jul Aug Sep Oct Nov Dec
* 2007: Jan Feb Mar Apr May Jun Jul Aug Sep Oct Nov Dec
* 2006: Jan Feb Mar Apr May Jun Jul Aug Sep Oct Nov Dec
* 2005: Jan Feb Mar Apr May Jun Jul Aug Sep Oct Nov Dec
* 2004: Jan Feb Mar Apr May Jun Jul Aug Sep Oct Nov Dec
* 2003: Jan Feb Mar Apr May Jun Jul Aug Sep Oct Nov Dec
* 2002: Jan Feb Mar Apr May Jun Jul Aug Sep Oct Nov Dec


Categorias Principais
AVISO: O sistema de comentários é disponibilizado aos usuários do Brainstorm #9 exclusivamente para a publicação de opiniões e comentários relacionados ao conteúdo deste site. Todo e qualquer texto publicado na internet através do referido sistema não reflete, a opinião deste blog ou de seus autores. Os comentários aqui publicados por terceiros através deste sistema são de exclusiva e integral autoria e responsabilidade dos leitores que dele fizerem uso. Os autores deste site reservam-se, desde já, ao direito de excluir comentários e textos que julgarem ofensivos, difamatórios, caluniosos, preconceituosos, de alguma forma prejudiciais a terceiros, ou que tenham caráter puramente promocional.