A Marcha dos Pingüins
Não há como assistir “A Marcha dos Pingüins” e sair imune do cinema. Mais do que imagens impressionantes, o documentário de Luc Jacquet mostra o quanto a natureza funciona tão maravilhosamente bem sem a devastação humana.
Nós aqui, em nossas vidinhas urbanas, mal somos capazes de perceber que milagres como a jornada dos pingüins imperadores se repetem diariamente. Um épico dramático de amor, sangue, morte e dedicação que supera qualquer ficção inventada pelo ser humano.
Espero que o sucesso do filme faça com que as pessoas reflitam sobre o especismo inerente em nossas cabeças. Pois como diriam os golfinhos de Douglas Adams: “Vocês não possuem nosso intelecto, talvez isso explique o desrespeito a natureza exuberante que cresce ao seu redor”.













Domingo, 15 de Janeiro de 2006 - 13:07
nossa .. fiquei ate curioso agora como um treco q fala de pinguins pode ser bom assim uahwuaw
Domingo, 15 de Janeiro de 2006 - 13:51
Douglas Adams sim que é genial…
Domingo, 15 de Janeiro de 2006 - 18:00
to loca pra ver esse filme
Segunda-feira, 16 de Janeiro de 2006 - 8:17
kkkkkkk………..
…. será q ja da pra baixar da net ?????…….
Segunda-feira, 16 de Janeiro de 2006 - 10:02
A devastação humana é algo criminoso, sim. Agora, estes fanáticos vegetarinos que alegam que os carnívoros é que são o problema do especismo, é de rir de tanta ignorância. Especismo é chutar um vira lata na rua, não comer um bife de um boi preparado para o abate. Falam dos mal tratos e da matança de seres vivos, como se os seus legumes e vegetais não derivassem dos mesmos.
É uma pena pinguins e golfinhos não falarem, pois teriam muito o que nos ensinar.
Segunda-feira, 16 de Janeiro de 2006 - 10:08
Pois é Joana. Teriam muito a nos ensinar, principalmente a vc, para não fzer comentario idiotas.
Segunda-feira, 16 de Janeiro de 2006 - 10:54
Sem dúvida o “documentário” é magnífico, mas digamos que ele é censurado, porque no filme não foi mostrada cena alguma de violência entre os pingüins, coisa que ocorre e é comum também entre eles.
Segunda-feira, 16 de Janeiro de 2006 - 11:42
Merigo,
Na crítica da Folha, estão dizendo que os pinguins não sofrem como mostrado no filme. É liberdade poética do autor.
A mesma liberdade poética encontrada dentro do copo vermelho. Você sabe oquetemnocopovermelho .com.br ?
Segunda-feira, 16 de Janeiro de 2006 - 16:14
Além de violência, o filme tb não mostra cenas de reprodução dos pinguins - isto é, tirou tudo que pudesse interferir na imagem de como os pinguins são fofinhos e meiguinhos.
Saiu uma crônica do Luis Fernando Veríssimo muito engraçada ontem no Estadão, falando que os pinguins são falhas na teoria da evolução de Darwin. Se tiverem a oportunidade, leiam.
Beijos
Fernanda
Terça-feira, 17 de Janeiro de 2006 - 12:03
Infelizmente qualquer que seja a dieta utilizada, estaremos devastando. Diariamente florestas são derrubadas e animais são queimados vivos, para que novas áreas de plantio ou pecuária sejam abertas.
O grande desafio e, deveria ser o objetivo, da humanidade “moderna” é parar de crescer. O volume de consumidores, carnívoros ou não, cresceu de forma exponencial. Já a oferta, não pode acompanhar, sem causar mais devastação do que já foi feita hoje. Com efeito, a necessidade de alimentação e conforto, está destruindo o mundo.
As campanhas de preservação do meio ambiente são errôneas, na minha opinião. Deveriam primar por mostrar a preservação da humanidade. Se a temperatura aumentar, os oceanos elevarem seus níveis, os animais racionais e irracionais serão os primeiros a desaparecer. O meio se adaptará. Com o desaparecimento humano, terá condições de se recuperar lentamente.
Segunda-feira, 23 de Janeiro de 2006 - 14:38
o filme é fantástico. poesia pra ver e ouvir. fotografia, direção, até os “diálogos-narrativos” são muito bons. uma experiência tão arrebatadora quanto Aves Migratórias.
Terça-feira, 24 de Janeiro de 2006 - 10:40
Sexta-feira, 3 de Março de 2006 - 19:42
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Quarta-feira, 8 de Agosto de 2007 - 12:15
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