É só até sábado!
| UPDATE: Hoje, sexta-feira, o Brainstorm #9 não vai ter atualização. Isso porque quero deixar em destaque a polêmica criada em torno do comercial abaixo. Minha opinião sobre isso resumo em 3 palavras: bom humor, ousadia e criatividade. Agora é com vocês, leiam e digam o que acham disso tudo.
| UPDATE II: Falso moralismo é algo intragável. Mais ainda é achar que todo mundo vai se tornar mais violento por causa de um comercial bem humorado de TV. Isso é subestimar a inteligência das pessoas.
——
Cansado dos clichês da propaganda? Você não aguenta mais ligar a televisão e ver um garoto propaganda histérico berrando ofertas? Seus problemas acabaram!
Chegou o Movimento Nacional Contra a Falta de Criatividade. Uma campanha criada pela Loducca22 para a Panamericana - Escola de Arte e Design em que você terá o prazer de destruir os melhores (ou piores) clichês do universo.
Mas não é só isso. Você ainda pode enviar seus próprios clichês para o site e vê-lo publicado entre diversas pérolas. Tá esperando o que pra participar?
E ligando agora mesmo você pode ver inteiramente grátis o comercial hilário da campanha, onde acontece aquilo que muitos de nós sonham em fazer a cada vez que um “quer pagar quanto?” surge na televisão.
O filme é engraçado e instigante, pois nem sequer o logo ou produto da anunciante aparece, chamando para o site do movimento. Uma campanha com grande poder viral e que não poderia ter linguagem melhor para falar com quem pretende fazer publicidade. Além de ser, claro, uma mensagem para o mercado.
Agradecimento ao Rodrigo Maroni da JWT pela dica. Como ele mesmo disse, “é uma campanha que mostra o quanto as agências são capazes de fazer coisas espetaculares quando recebem liberdade criativa para isso.”
Clique abaixo para assistir o filme ou aqui para fazer o download no formato .mov (2.91 MB)
Comprar um livro através da seção Biblioteca ou clicar em um dos anúncios Google na barra lateral direita, ajuda a manter o conteúdo do Brainstorm #9 totalmente gratuito.
Quinta-feira, 1 de Dezembro de 2005 - 12:26
Produzido pela Companhia de Cinema
Quinta-feira, 1 de Dezembro de 2005 - 13:29
engraçado, uma campanha contra a falta de criatividade lembrar muito uma criada pela Dm9 para o Clio Awards onde o troféu do Clio batia numa mulher que fazia propaganda bundona de pasta de dente.
Quinta-feira, 1 de Dezembro de 2005 - 14:32
Nossa…o site eh mto bom tmb!
Quinta-feira, 1 de Dezembro de 2005 - 14:44
Não consegui entrar no site, mas poutz!
A propaganda ficou extremamente engraçada! Rí muito quando o cara tomou umas bordoadas e o outro bando quebrou tudo.
Genial.
Quinta-feira, 1 de Dezembro de 2005 - 15:56
Quinta-feira, 1 de Dezembro de 2005 - 17:07
Realmente é boa, mas usar a criatividade sem pensar que no Brasil existe uma centena de retardados que são atraídos pelas merdas que passam na TV e depois inconsequentemente acabam fazendo merda é um pouco complicado.
É apenas uma opinião pessoal.
Quinta-feira, 1 de Dezembro de 2005 - 17:21
A Ikea usa a criatividade e vende muito bem lá fora. E olha é que varejão.
Uma lição básica da propaganda é achar que classe C, D e E não entende nada. Isso é burrice. Eles são muito mais exigentes do que você pensa. É preconceito achar que essa “centena de retardados” não entendem nada.
Quinta-feira, 1 de Dezembro de 2005 - 17:22
1) Eu adoraria ter a conta das Casas Bahia;
2) A EPA é uma escola meia-boca, sem moral pra falar em criatividade.
3) O visual do site é chupado da campanha Nike 10K que acabou de ser veiculada. A tipologia, o laranja, tudo igual…
Quinta-feira, 1 de Dezembro de 2005 - 17:24
Como já disse várias vezes aqui no blog, geralmente quando citam varejo e o sucesso de vendas de certas redes, eu lembro da Ikea.
Casas Bahia vende pra classe mais baixa da população, mas com sua postura perde grande parte da classe média e toda parte da classe mais abastada. Nessa cola vem outras redes, como Marabraz, Kolumbus e etc.
Com a comunicação e imagem passada dessas empresas, muitas pessoas se sentem rebaixadas por comprarem numa loja dessas. Preconceito lógico, mas não gostam de comprar numa Casas Bahia pois consideram loja do povão, a popular “loja de pobre”.
O produto é o mesmo que pode ser encontrada em outras lojas, mas não querem. Quem já não ouviu falar que um armário dessas lojas não dura nem 3 meses?
A Ikea é o exemplo de loja com produtos baratos, design atrativo e moderno e que cativa a maioria das pessoas. Tem uma comunicação inteligente, uma imagem de marca que não exclui nínguem.
Não é nem a loja de produtos super exclusivos e caríssimos, e nem a de produtos populares…é simplesmente uma loja que vende praticidade e design pra todo mundo.
Não digo que a postura de Casas Bahia e afins está errada, mas não é duradoura. Eles não podem passar um dia sem anunciar e ainda criam barreiras em uma boa parcela da população.
Mas é só uma opinião. Digam a de vocês.
Quinta-feira, 1 de Dezembro de 2005 - 17:43
Mass media talvez ainda funcione por algum tempo, mas o seu fim já foi anunciado.
Claro que exageram no cenário apocalíptico para a televisão e o comercial de 30 segundos, mas é fato que o mercado vai ter que se adaptar a nova geração.
Comerciais? As pessoas cortam com DVRs, tipo TiVo, Sky+. Rádio? Podcasts. Sites? Anti-popups.
O consumo de TV só cai, e de internet só aumenta. Anunciates do porte de Unilever e P&G já anunciaram cortes de até pela metade de investimentos em TV.
O que vai funcionar daqui pra frente é comunicação cada vez mais direcionada, individualizada.
Aqui no Brasil tem gente só vendo o bonde passar, infelizmente. E quando perceberam perderam uma oportunidade. Está tudo aí, diariamente mudando e revolucionando na nossa frente. Basta ficar de olho.
Quinta-feira, 1 de Dezembro de 2005 - 18:20
Mass media sempre vai existir. Só que hj em dia não é so TV, Outdoor…as midias se espalharam, mas continuam alcançando a massa.
Quinta-feira, 1 de Dezembro de 2005 - 20:05
Quinta-feira, 1 de Dezembro de 2005 - 21:55
Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2005 - 2:12
Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2005 - 2:45
é meio difícil para os estudantes de publicidade aceitarem isso, mas qual é o problema de não se ter criatividade? o objetivo da propaganda não era vender? Quando rola um comercial mega-conceitual as pessoas reclamam que não vende e que é “propaganda para cannes”. Quando vem um kra que usa a estrutura mais velha de propaganda e vende o povo acha q é falta de criatividade.
As pessoas não pararam de assistir propaganda só pq saiu TiVo ou DVR, pq desde q existe televisão elas simplesmente podem ir à cozinha pegar algo p/ comer ou conversar com a pessoa do lado com a TV no mudo enquanto passa comerciais. por isso mesmo q o comercial sempre teve como objetivo ser uma forma de entretenimento. Fazer propaganda não é questão de ser o einstein da comunicação, é ter bom senso. Principalmente aqui no brasil, que está 30 anos atrasado em TUDO.
Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2005 - 8:57
Xiiiiiii deu merda! Cliquem!
Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2005 - 10:05
o anúncio é engraçado, sem dúvida.
agora, é enganação. Se quem quer móvel bom não vai pras Casas Bahia, quem quer apender boa publicidade, não vai pra Panamericana. Isso é fato.
De nada adianta um comercial legal se o produto não for legal.
Mas, em suma, a repercussão que esse comercial conseguiu gerar já está valendo a pena. Ou nós estamos falando aqui do Zé Dirceu?
Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2005 - 10:23
Fora que os antenados de plantão já perceberam a “chupinhança” das peças de divulgação da Panamericana, isso é péssimo pra quem está vendendo criatividade e soa até engraçado para quem está “batendo” na falta de criatividade!
Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2005 - 10:34
Criatividade? A violência está presente no nosso cotidiano. E é isso que esse filme traz, violência gratuita…Além de uma incrível falta de humor…
Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2005 - 10:55
Essa discussão sobre violência pra mim é falso moralismo. Que bobagem centrar nesse ponto para criticar a campanha.
Acho que precisamos levar a vida com mais bom humor, e não ver violência em tudo e achar que assim as pessoas irão sair por aí chutando garotos propagadas chatos (não que falte vontade).
Pra mim o bom senso esta aí, em ver um comercial desses e se divertir com a situação exagerada. Essa discussão em torno da violência é a mesma que os críticos de cinema fazem quando falam de um filme do Tarantino. Obviamente não entenderam nada, pois a violência cartunesca é apenas uma tiração de sarro, um grafismo.
Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2005 - 10:56
Vale muito a pena ler o que o Julio Hungria escreveu sobre isso no Blue Bus:
Concordo com ele. E achei o comentário do Daniel muito pertinente.
Parabéns pelo blog, está cada dia melhor.
Beijos
Fernanda
Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2005 - 10:56
Criativo o comercial não é, mas da pra dar risada e gerar polemica. Quem não é da área (e quer entrar) vai ver tudo aquilo, achar “muito louco” e vai querer fazer Panamericana. Vai vender (ainda que menos que as Casas Bahia). O site tem uma boa direção de arte (ainda que chupada), mas é muito babaca. Em resumo, a campanha funciona apesar de fraca e a produtora está de parabéns, as caras que o vendedor faz são ótimas.
Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2005 - 10:57
Criativo o comercial não é, mas da pra dar risada e gerar polemica. Quem não é da área (e quer entrar) vai ver tudo aquilo, achar “muito louco” e vai querer fazer Panamericana. Vai vender (ainda que menos que as Casas Bahia). O site tem uma boa direção de arte (ainda que chupada), mas é muito babaca. Em resumo, a campanha funciona apesar de fraca e a produtora está de parabéns, as caras que o vendedor faz são ótimas.
Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2005 - 10:58
Criativo o comercial não é, mas da pra dar risada e gerar polemica. Quem não é da área (e quer entrar) vai ver tudo aquilo, achar “muito louco” e vai querer fazer Panamericana. Vai vender (ainda que menos que as Casas Bahia). O site tem uma boa direção de arte (ainda que chupada), mas é muito babaca. Em resumo, a campanha funciona apesar de fraca e a produtora está de parabéns, as caras que o vendedor faz são ótimas.
Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2005 - 11:06
Ridículo… o que tem de criatividade nessa campanha? Criativo é o carinha da Casas Bahia, que fatura alto às custas desse consumismozinho ‘a carnê’… pior do q essa campanha, só chamar publicitariozinho quebra-rola de ‘criativo’… fala sério… ‘ah, eu sou o criativo da agência tal’… trash demais.
Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2005 - 11:07
Quanto mais propagada de varejo estúpidas tivermos, menos atenção os consumidores prestarão nos intervalos.
Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2005 - 11:12
Dá vontade de bater muito mais do que isso nos atores goianos!
Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2005 - 11:23
Não acho que é forçar a barra falar da violência. É uma propaganda que passa em canal aberto o dia inteiro! Não fale por você, um homem formado e de boa cabeça, e nem por adolescentes, que conseguem entender o contexto, mas crianças até uma certa idade não têm descernimento para diferenciar uma propaganda tirando sarro de outra e a vida real. O que elas vêem é um homem batendo em outro que não lhe agrada por algum motivo, socando-o e chutando-o depois de caído.
Tarantino vê quem quer. Não passa na TV durante o dia, e se passar eu simplesmente desligo a TV para meus filhos não assistirem. Mas essa propaganda invade a tela a qualquer hora do dia e faz uma criança de 3 ou 4 anos pensar “nossa, coitado, ele tá apanhando!”
Fernanda
Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2005 - 11:32
Crianças vão ver mais violência nesse comercial do que veem na novela das 8, na internet, no desenho dos ninjas alados e bestas mutantes dos Cartoons Network da vida?
Ah, por favor. Isso sem contar os noticiários…
Antonio Villa resumiu em poucas palavras o que penso também.
Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2005 - 11:33
Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2005 - 11:48
Um bom exemplo de criatividade em comerciais de varejo é o “The Banana” da ICA.
E eles nem precisaram bater em garoto propaganda para ser “criativo”
Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2005 - 11:51
Então galera, quem quiser ler vários pontos de vista sobre o comercial da Pan, é só acessar o Blue Bus que tá rolando uma puta discussão lá. Eu já comentei lá e volto a postar meu comentário aqui.
Eu acho que a gente está sendo muito radical. O mundo, e principalmente o Brasil, está passando por uma fase de falso-moralismo muito grande. Não se pode mais fazer piada com nenhuma pessoa, nenhum grupo, nenhuma classe, nenhum anunciante, desse jeito a propaganda brasileira só tende a perder. É claro que isso não é somente culpa dos publicitários, aliás acho que a menor porção de culpa pertence à classe, porém o que é muito fácil de se notar é que são os anunciantes que têm medo de inovar, de fazer uma coisa diferente. Há quanto tempo existem comunidades no orkut, sketches de rádio entre outras coisas, em que as pessoas dizem odiar o “Quer pagar quanto” e dariam tudo pra dar uma porrada nele? O que a Panamerica teve, foi corajem de trazer isso pra mídia e dizer o que todo mundo estava pensando, mas não tinha culhões para dizer. Acho que a propaganda é reflexo do mundo em que vivemos e se surgiu esse comercial é porque o cenário para ele já havia sido montado pelas próprias pessoas que agora, defensoras da ética e da moralidade, o criticam. Ou vai dizer que, apesar de “ser o maior case de varejo do Brasil”, todo mundo gosta de ver o frenético garoto propaganda das casas Bahia? Ah, parem com isso.
Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2005 - 11:52
Eu achei do caralho…quem não gostaria de socar o rapazinho da Casas Bahia? Não sou de São Paulo e não posso falar sobre a qualidade da Panamericana, mas acho que serviu pelo menos para gerar uma discussão sobre como realmente atingir o público-alvo (independente da sua classe social). Ver todo dia e toda hora a mesma coisa cansa!
Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2005 - 12:00
Ah! sem contar a interpretação do ator! do tipo ” QTO MAIS IDIOTA MELHOR” muito bom mesmo!
Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2005 - 12:21
Como o Thiago Aranha levantou, a propaganda (como qualquer forma de arte) boa é aquela q reflete a sociedade, seja bem ou mal. E as únicas pessoas q eu já tive notícia de não se irritarem com o garoto-propaganda das Casas Bahia foram as pessoas q assistiram uma palestra dele falando sobre a campanha.
E esse papo de “salve as nossas criancinhas” já é pra lá de batido, hein! Proteger seus filhos de jogar um jogo de luta ou ver um filme violento é no mínimo hipocrisia quando vc chama ele p/ assistir Jornal Nacional.
Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2005 - 12:45
Propaganda boa é aquele que cria uma marca respeitada. Uma marca que passa a fazer parte da vida de seu consumidor. Propaganda boa é aquela que cria uma imagem de marca tão boa, que o cidadão economiza dinheiro por meses só para comprar aquela marca, e não a outra mais barata.
Propaganda boa é a que cria relacionamento emocional da marca com o consumidor.
Comercial das Casas Bahia? Eu mudo de canal.
Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2005 - 12:48
Em tempo, quem quiser ver o comercial “The Banana” da ICA citado pelo Rodrigo:
Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2005 - 13:05
A Panamericana pelo visto quer é chamar a atenção, e realmente conseguiu, pq pra td qto é lado estão falando desse comercial, que particularmente achei ridículo.
Vcs conhecem o ditado “Falem bem ou falem mal, mas falem de mim!”? Acho q a Panamericana quer é mesmo estar na boca do povo. O próprio Celso Loducca falou no Blue Buss q após apenas 3 inserções deste comercial, o site foi acessado aos milhares. Ele foi ou não eficiente?!
Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2005 - 13:40
E a merda continua…Cliquem!
Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2005 - 13:43
Como forma de protesto ela está muito bem feita, apesar de apelar para violência. Não acho que alguém vai sair por aí batendo nos outros por causa dessa propanganda, pois dessa maneira não poderia passar mais nada na TV. Mas não chego a dizer que foi algo genial, foi uma sacada bem feita, mas nada que qualquer um que esteja fazendo graduação em um curso de criação possa pensar.
Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2005 - 13:56
Será que tem um fundo de raiva por parte da Loducca por causa do Tomas Lorente ( diretor de criaçã )ter saído dela recentemente e ter ido para a Y&R.. Eu acho que sim …
Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2005 - 14:01
Cara, é muito louco como vocês tratam a violência na mídia! Porque um dia tem trilhões de pessoas reclamando que aparecem cenas de sexo na novela das 8 ou que o Jornal Nacional é violento e tals. Aí sempre aparece alguém pra dizer “se não gosta, não assiste”. Mas e propaganda?
Sinceramente, acho que vocês não têm filhos. Quando tiverem vão mudar de opinião. Fala sério, você deixaria seu filho de 3 anos ver um filme pornô porque, afinal, um dia ele vai fazer isso? Ou um filme violento, com assassinatos e surras brutais, porque faz parte da realidade do mundo? Bom, me desculpe, mas eu seleciono MESMO o que meus filhos de 2 e de 4 anos vão ver na TV. Todo programa tem sua faixa etária, gente. Filmes, tudo! E pra mim, esse comercial das casas Bahia tem violência gratuita.
Por outro lado, tenho duas filhas de 8 anos que já assistem a programas direcionados a maiores. E não tem problema, sabe por quê? Porque elas sabem muito bem que um carinha apanhando no comercial das Casas Bahia é uma paródia, é tiração de sarro. SAbem que aquilo foi filmado. Elas podem gostar ou não, podem chegar pra mim e falar “bem feito, não gosto desse cara” ou “coitado, não devia apanhar”. Mas elas sabem a diferença.
E pra quem possa interessar, meus filhos menores não assistem desenhos de bestas aladas, mas mesmo se assistissem, só de ser um desenho já fica claro que aquilo não é a realidade, né? Mas novela das 8, nem pensar. Você deixaria seu filho pequeno assistir?
Beijos em todos
Fernanda
Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2005 - 14:03
Não vai causar violência…Assim como o comercial das Casas Bahia não deixa ninguém mais tonto…Porém não podemos deixar de entender os comerciais como elemento de influencia numa sociedade como a brasileira…Há casos positivos e negativos…
Mas com certeza há outras maneiras de explorar a revolta contra a falta de criatividade, a primeira delas é sendo criativo…
Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2005 - 14:28
Panamericana? Hahahahaha…
Quase tão medíocre quanto a Metodista.
Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2005 - 14:39
Fernanda, uma vez vi um comentário de alguem muito pertinente quando uma mulher também escreveu dizendo que tinha filhos e que violência na TV é uma vergonha…Um cara simplesmente respondeu:
O mundo também é dos adultos.
Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2005 - 14:39
Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2005 - 14:48
As pessoas discutem que o que se aprende nas escolas e faculdades não é a realidade do mercado. Mas acontece que as agências minúsculas (e muitas grandes) engolem o que o cliente diz e só sabe estampar uma imagem idiota com preço gigante. Nenhuma delas educa o cliente a pensar de maneira criativa.
Se o estudande encontra o mercado diferente do que aprendeu na escola, é porque as agências no Brasil estão anos-luz atrasadas. Nínguem para pra pensar na nova comunicação.
Opinião
Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2005 - 15:03
Alguém aqui já parou pra pensar que toda essa discução, bafá-fá gerado, polêmica, etc e tal, é o objetivo dessa peça?
Lembrar a marca, lembrar o comercial, tá na boca do povo, tá na boca do target!
Ponto para a Loducca22 para a Panamericana…
Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2005 - 15:03
Acredito que o comercial, por pior que possa parecer, já cumpriu a sua missão.
A Panamericana poderia contratar o Netinho como garoto propaganda.
Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2005 - 15:06
Violência é a absurda invasão de programas que agridem nossa inteligência e entre os intervalos e até no meio desses programas, as propagandas que seguem a mesmice de sempre, usando sempre as velhas fórmulas, chavões e clichês de mau gosto! Pelamordedeus!!! Existe ainda vida inteligente na publicidade, então parabéns à Loduca!
Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2005 - 15:07
hehehe… Classe A foi só por assim dizer. Mas só por vc ter internet e usar frequentemente já prova q vc não é classe C, por exemplo.
-me vê uma Bohêmia?
-a bohêmia tá quente, mas tem original gelada, pode ser?
-pode!
assim como o kra q tá no bar bebe o que tem numa ocasião dessas, o kra q precisa deum móvel não vai deixar de comprar uma geladeira só porque a propaganda é ruim. O público não gosta dessa propaganda porque o kra grita “venha comprar já, o preço é tal e os juros são tal”. O público alvo só quer ouvir “sem entrada, no cartão e sem juros”.
Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2005 - 15:09
Qualquer filme da Sessão da Tarde (Karate Kid, Crocodilo Dundee, Rambo, Rocky, Aventureiros do Bairro Proibido, Fantasma, A Morte do Incrivel Hulk, Comando para Matar) é bem mais violento do que esse comercial.
Mas aposto que as crianças podem assistir a Sessão da Tarde numa boa né? Ou será que as mamães de plantão checam a programação todo dia e tiram a televisão da tomada antes de ir trabalhar, caso o filme sejá violento?
Hipocrisia é foda.
Sobre o Blue Bus…
Não é querendo puxar o saco do Merigo não, pq eu não ganho nada com isso.
Mas puta sitezinho meia-boca, mal organizado e mal escrito hein??
Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2005 - 15:22
Não vou comentar nada sobre o BlueBus, que aliás sempre ignora solenemente o Brainstorm #9 quando envio link pra lá.
Porém, concordo totalmente com a opinião do SCAICO e a última do DANIEL.
Esse lance da cerveja é assim mesmo. Tirando Kaiser que a galera parece ter criado uma barreira incrível, até Nova Schin bebem numa boa. (sem contar que não posso falar mal de Nova Schin…heheh).
Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2005 - 15:33
Nossa, que barato esa discussão! Muito legal saber que o pessoal tá expondo a opnião sem cair no lugar comum ou apelar pra baixaria.
Bom, já que é assim vou deixar a minha também né!
Primeiramente, achei esse comercial da Panamericana um exemplo típico de falta de criatividade.Irônico não?Aí você me pergunta o porquê. Simples, essa idéia de bater em caras que apresentam esse tipo de comercial Casas Bahia ou Marabraz é tão batida que já virou clichê. Logo, uma escola que se diz tão inovadora e decerto possui a nata do mundinho criativo sentado nas suas carteiras não deveria lançar mão de algo desse tipo.É aquele negócio que rola na política por exemplo;todo mundo só quer saber de citicar o outro, mas apresentar propostas que é o bom…Logo, a escola criticar comerciais dos outros é delicioso, quero ver fazer algo melhor e que renda mais. Eu concordo com o que o Merigo disse, todo mundo já deve ter tido vontade de dar um sopapo no moço que apresenta esse comercial (a mocinha também é chata de provocar dor), mas definitivamente, essa é velha e já caiu de madura. Antes de o machão entrar apavorando eu já sabia que isso era a única coisa provável que poderia acontecer. Previsível demais.
Quanto ao site, bonitinho mas “ordinário”.Um monte de frases prontas para serem “trituradas” pelo internauta. Interatividade total.
E como os ricos também erram, talvez o dono das Casas Bahia, Samuel Klein, tenha pecado quando não exigiu dos publicitários responsáveis por vender seus produtos, que cerrassem as fileiras da excelentíssima Escola Panamericana de Arte e Design.
Vou correndo fazer minha inscrição pra lá.
Abraços.
Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2005 - 15:44
E lá vamos nós…..
Não acho q uma propaganda vai fazer um cara seguestrar um avião e enfiar no meio do WCT na marginal Pinheiros! Como chama o marido dando um tapa na cara da esposa na novela das oito?? A propaganda da panamericana, começa em tom imbecil… e assim termina… ou alguem ficou chocado com os terriveis 4 diretos e dois chutes que o “da peruca” deu no garoto propaganda… A Mensagem de que existe muito mais a se tirar das propagandas das Casas Bahia foi passada e eu garanto que seria possivel vender igual ou até mais com um pouco mais de “carinho” nas progandas da Casas Bahia…
Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2005 - 15:45
Não acho q uma propaganda vai fazer um cara seguestrar um avião e enfiar no meio do WCT na marginal Pinheiros! Como chama o marido dando um tapa na cara da esposa na novela das oito?? A propaganda da panamericana, começa em tom imbecil… e assim termina… ou alguem ficou chocado com os terriveis 4 diretos e dois chutes que o “da peruca” deu no garoto propaganda… A Mensagem de que existe muito mais a se tirar das propagandas das Casas Bahia foi passada e eu garanto que seria possivel vender igual ou até mais com um pouco mais de “carinho” nas progandas da Casas Bahia…
Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2005 - 15:49
Se a Panamericana está cansada de clichês, então deixe seus alunos criarem as campanhas da escola.
Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2005 - 16:56
Jogos de guerra já se faziam com armas feitas de pau. Uma criança de 1 ano e meio não aprendeu na tv a dar tapas com a mão, a jogar comida longe. A violência é parte do comportamento humano, com o tempo se aprende a controlar e medir reações.
Pode-se dizer muito sobre a falta de criatividade, proposital nesse caso, para esse ad, mas não que ele incentiva a violência.
Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2005 - 17:32
parabens ao atendimento por ter aprovado algo assim. aqui onde trabalho jamais conseguiriam uaheuheauhae…
Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2005 - 18:31
Eu achei a campanha um pouco violenta no começo. Mas depois lembrei que esse negócio de politicamente correto vem destruindo a criatividade brasileira já há muito tempo!
Vamos dar um mérito pros caras da Loduca.
Ousadia é rara hj.
Quanto ao site, acehi muito bom, a idéia de no final, transformar todos os clichês enviado em uma arte digital ao vivo é genial.
A linguagem de sticker também é boa.
Enfim, não sei o resultado.
Mas tomara que dê certo!
pra trazer um pouco de originalidade, pra esse mundo criativo que há muito só pensa em pegadinhas, trocadilhos e soluções seguras. E esquece que a essencial do nosso negócio é outro.
Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2005 - 18:36
Achei um absurdo a postura do Julio Hungria no Blue Bus. Como assim ensinar vandalismo e estimular intolerância? Por acaso alguém se jogou num conjunto de cama e armário ou saiu espancando alguém depois de ver o filme? Que opinião mais retrógrada, que sensacionalismo em cima de uma idéia engraçadíssima e muito bem executada.
Gente azeda, desinformada, blazé e falso moralista que quer aparecer e dar audiência àquele folhetim eletrônico de fofoca publicitária.
Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2005 - 18:45
Se a Panamericana é boa ou não, não é papel da agência que fez o anúncio resolver isso não acha? Eles tem que vender o produto dos caras e fazer com que todos acreditem naquilo. Quem disse que um armário das Casas Bahia vai durar mais que um mês ? e no entanto…
Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2005 - 19:06
kara, achei o filme bem engraçado…com ctz mtas pessoas ja tiveram vontade de da uma voadora em kras como o do film auhuaha
Agora o site eh copia descarada do site da Kinetic. E tipo, o kara num uso ele como “referencia”, ele copio literalmente. Cores, estética, o estilo da animação. Dificil engoli isso de um site q “prega” mais criatividade neh. É a minha opinião.
Parabéns pelo site Carlos
abraços
Danilo
Sábado, 3 de Dezembro de 2005 - 9:30
Sábado, 3 de Dezembro de 2005 - 13:01
Não tem o q falar desse comercial… a vontade que deu foi de acessar o site assim q terminei de assistir… e claro q toda unanimidade é burra… mas o motivo pelo qual o André Tavares disse que o comercial é ruim… mostra que ele faria uma comercial ao melhor estilo “casas bahia´´ e ia axar lindo… francamente!!
Sábado, 3 de Dezembro de 2005 - 19:55
Ótima idéia. Doa a quem doer, publicidade ruim merece pancada mesmo. No saco. Quem tem um mínimo de noção das coisas logo se irrita com comercial varejão. É como se o caminhão da pamonha começasse a buzinar na tela do seu televisor.
Se fosse algum amador criando para esses anunciantes até daria para entender.
O próprio dono das Casas Bahia ou qualquer outra loja que vende pro povão só compra mesmo e presta atenção nos comerciais da Saks Fifth Avenue, Harrods, Galerie Lafayette e por ai vai. Afinal é nas grandes capitais que ele passa férias e se diverte.
Enquanto isso temos de aguentar essas baboseiras que fazem ele enriquecer cada vez mais? Nananinanão
E não tem essa de incentivo à intolerância ou vandalismo. Esse tipo de estímulo está por ai nos filmes que passam no cinema, nas manchetes de jornais, nas opiniões de gente que se diz esclarecida e tem uma coluna em revista, na mídia em geral.
O comercial é brega, chato, silly? Incinerador nele.
Sábado, 3 de Dezembro de 2005 - 23:46
Quer ser “criativo”, seja artista. Publicitário não é artista, é vendedor. A Losango, por exemplo, há um tempo atrás, fez uma excelente campanha, que não vendeu xongas, depois colocou o Leandro cantando “Quando a mão coçar” e estourou.
O povo ignorante ñ entende sacada, ñ entende raciocínios inteligentes. Isso pq é preciso bagagem para decodificar essas coisas. Propaganda “inteligente” e “criativa” vende para ricos, instruídos, vende carro, vende até banana em país desenvolvido. Mas em país sub-desenvolvido quem vende feijão, tv, rack, cozinha planejada é cliché, é preço, é condições de pagamento.
Além disso, muito entende a EPA de criatividade, heim. É uma escola por demais meia boca. E, pra somar, ainda faz uma campanha contra a falta de criatividade sem usar um pingo dela. Copiou tudo de fórmulas já usadas internacionalmente, como alguns já disseram. Tem também o fato do site ñ estabelecer relação estética e conceitual com o filme que é pessimamente produzido, o humor do cara batendo no vendedor foi destruido por algum diretor bunda. Cortes sem timing. Sofrível.
Até parece que a EPA vai conseguir alguma coisa além de rasgar umas notas de cem com essa campanha. Apostaria meu braço direito nisso.
Sábado, 3 de Dezembro de 2005 - 23:50
Estamos fechado no mundo classe média/alta. Nossa opinião não corresponde a da maioria. Se assim o fosse a Casas Bahia seria mal quista e teria falido. Pensem nisso.
Domingo, 4 de Dezembro de 2005 - 2:15
Concordo com quase todos que gostaram das porradas que o cara levou…
Só depois disso, que as propagandas poderão ser criativas e terem sucesso.
Sou designer e infelizmente sofro muito ao realizar meus trabalhos por causa da “ignorância” do povo brasileiro em geral..
Domingo, 4 de Dezembro de 2005 - 4:12
é, tá cheio de atendimento dando pitaco em criação..
e vamos tirar a violência dos desenhos.
jerry batendo com ferro na cara do tom.. não, isso não é pro meu filho..
é propaganda pra quem está cansado da mesmice do cotidiano dos reclames.
não gostou? então compre aquela pasta de dente com a maravilho trilha ‘colgate tripla ação’. compre seu guarda-roupas em até 60 meses para pagar. compre aquele produto pra cabelo da claudia raia.
talvez a pior coisa que as casas bahia fez não foi a criacao do ‘quer comprar quanto’, e sim os clones espalhados pelo pais que seguem a msm linha.
Domingo, 4 de Dezembro de 2005 - 4:13
é, tá cheio de atendimento dando pitaco em criação..
e vamos tirar a violência dos desenhos.
jerry batendo com ferro na cara do tom.. não, isso não é pro meu filho..
é propaganda pra quem está cansado da mesmice do cotidiano dos reclames.
não gostou? então compre aquela pasta de dente com a maravilho trilha ‘colgate tripla ação’. compre seu guarda-roupas em até 60 meses para pagar. compre aquele produto pra cabelo da claudia raia.
talvez a pior coisa que as casas bahia fez não foi a criacao do ‘quer comprar quanto’, e sim os clones espalhados pelo pais que seguem a msm linha.
Domingo, 4 de Dezembro de 2005 - 4:23
ah, ainda tem o fato de que, se as prestacoes das
casas bahia caisse de 36 para 3 vezes, o conteudo de suas propagandas seriam bem diferentes…
Domingo, 4 de Dezembro de 2005 - 10:20
Claro que é só mais um opinião a minha, mas tem muito publicitário precisando se atualizar e ainda repete o discurdo de que propaganda boa tem que vender. PROPAGANDA NÃO VENDE NADA.
Recomendo lerem “Lovemarks” ou assistirem alguma palestra dos caras da TBWA ou Wieden+Kennedy. Caso contrário, serão mais um entre os sexagenários da publicidade que não sabem que mundo e o consumidor mudaram.
Domingo, 4 de Dezembro de 2005 - 10:37
Como João disse acima:
“talvez a pior coisa que as casas bahia fez não foi a criacao do ‘quer comprar quanto’, e sim os clones espalhados pelo pais que seguem a msm linha.”
Vocês já viram a propaganda da Caixa Econômica com as crianças perguntando compulsivamente aos pais:
“- Quer poupar quanto?”
Lamentável.
Domingo, 4 de Dezembro de 2005 - 13:53
carlos, como assim “propaganda não vende”? então as empresas estão simplesmente dando dinheiro para as agências sem esperar nenhum retorno? ou só propagandistas modernos que sabem que propaganda não vende, as empresas não sabem?
assim como existem milhares de técnicas de chegar no consumidor, existem milhares de tipos de consumidores. então não acho que se deve descartar a abordagem das Casas Bahia só pq a ICA fez uma propaganda e não assinou.
Domingo, 4 de Dezembro de 2005 - 15:11
Liberdade Criativa Sempre !!!!!!!!!
O comercial está gerando um Buzz incrível. Parabéns aos criativos da Loducca
e a Panamericana que abraçou a idéia.
vamos continuar levantando sempre a bandeira
do Movimento Nacional contra a Falta de Criativa
( com verba ou sem verba ).
Abraços.
Domingo, 4 de Dezembro de 2005 - 20:24
Carlos, você tem que se desprender mais dos seus conceitos e livros de teorias, principalmente Lovemarks. Nunca vi uma pessoa falar tanto disso como vc. Tá bom, na teoria, a função da propaganda não é vender, ela deve despertar, criar ou seja lá o que for e fazer o camarada ir até o ponto de vendas, chegando lá, outros fatores é que tem que convencer a comprar. Preço, qualidade e não sei o que mais.
Pura enrolação. Faz propaganda que não vende pros seus clientes pra vc ver se não mudam de agencia? É dinheiro que está em jogo meu caro, não prêmios publicitários. Os caras querem VENDER. A propaganda das Casas Bahia, enxem o saco, é verdade. Mas são muito boas. Não só porque vendem mas, pq têm um conceito diferente de tudo que existia antes dela no varejo.
Agora, essa da Panamericana, além de ser Ruim demais, não é original e o site é uma cópia descarada. Lastimável. A idéia é fraca e a execução chupada. Perderam uma excelente chance de criar realmente algo novo e criativo.
Domingo, 4 de Dezembro de 2005 - 21:31
hm… entendi então o q vc quis dizer com “propaganda não vende”. Eu corrigiria, propaganda não vende SOZINHA. e isso é óbvio, tem um trilhão de fatores que podem fazer o cidadão ir escolher o concorrente, escolher outra coisa p/ comprar ou simplesmente enfiar o dinheiro no colchão e não comprar nada. Mas propaganda ajuda e muito em alguns casos, como o da Cerveja q eu citei.
Lovemark é um conceito sofisticado demais para algumas marcas. O público tem que ter pelo menos uma pontinha de identificação com o conceito da marca antes de se colocar ela antes do produto. Isso requer muitos anos de marca, muita história de propagandas bem sucedidas e uma ousadia raríssima.
Domingo, 4 de Dezembro de 2005 - 23:23
Eu acho que os publicitários brasileiros deveriam ficar de olho no futuro, para depois não ficarem reclamando de crise.
Uma das coisas que priorizo nesse blog é mostrar CRIAÇÃO DE MARCAS. Mostrar como algumas marcas surgem, se estabelecem na vida dos consumidores e ficam lá.
Propaganda não vende. Propaganda cria desejo, vontade. Propaganda é transformação de linguagem. Vc falou certo Rafael, mas não acho que eu deva me desprender dos meus conceitos. Pelo contrário, eu defendo o que acredito.
Acho que o pior é ter muita gente com os livros do Kotler debaixo do braço e ficar preso a isso a vida toda.
Se tem algo que eu aprendi em poucos anos de carreira, é que criar propagandas efemeras não serve pra nínguem, nem pra agência muito menos pra cliente.
E concordo com vc Daniel, é preciso muito trabalho para se criar uma marca duradoura. Porém, se nínguem se mexer, não ousar, não cruzar o muro…nunca se chega lá.
É claro que Casas Bahia é um público diferente, uma abordagem diferente. Mas pra isso vou insistir na tecla do case IKEA. São varejo, anunciam pra vender…mas ao mesmo tempo criaram uma marca desejada.
Porque as Casas Bahia não iniciam um projeto desse no Brasil? Atingiriam um público maior, venderiam mais e o melhor, teriam uma marca de verdade.
opinião
Segunda-feira, 5 de Dezembro de 2005 - 0:05
Se alguem ja disse o que vou dizer, me desculpem. Mas realmente ficou longo, e nao li tudo. mas vamos as minhas consideracoes.
A Casas Bahia nao vende moveis e eletrodomesticos. Vende financiamento. Um produto completamente diferente do que a IKEA vende. A mesma comunicacao nao venderia para duas coisas tao dispares.
A Casas Bahia vende credito pro povao. A grande maioria das analises que vi tomava a classe media e media alta como publico alvo. Nao “somos” o publico deles.
Propaganda, como qualquer elo da corrente produtiva, tem que ser eficiente. A eficiencia da propaganda da Casas Bahia eh indiscutivel.
Se eles nao tivessem criado um formato diferente (olha a criatividade ai), o cliente seria mais uma loja de moveis populares, e nao A LOJA. Antigamente este posto era disputado palmo-a-palmo pela Arapuã e Ponto Frio.
Nem toda campanha que se produz tem a pretensão de ganhar Cannes. Isso pode ser o mais importante pro criativo, mas nem sempre eh pro cliente. O caminho entre criar, aprovar e produzir eh longo.
Nao gosto do filme da escola. Acho clichê. E acho apelativa a violência. Não sou politicamente correto, não acho que um comercial torna uma pessoa mais violenta. Mas acho que a violencia dever ser usada com cuidado, sempre a serviço de uma puta idéia, coisa que não acho o caso.
[ ]s
Segunda-feira, 5 de Dezembro de 2005 - 0:12
além de economizar rios de dinheiro..
Segunda-feira, 5 de Dezembro de 2005 - 0:18
Ou seja, eles copiaram uma campanha criada para eles mesmos por UMA OUTRA AGÊNCIA para OUTRO CLIENTE!!!!!! Não tem nem que discutir se é ofensivo para os outros anunciantes. O que é OFENSIVO é CHUPAR uma idéia dizendo que não se deve chupar.
Segunda-feira, 5 de Dezembro de 2005 - 0:33
“As casas bahia poderiam vender mais” HUAHUAHAUHAUHA
Alguem já reparou que ela é A loja de eletrodomésticos popular, ñ tem outra, ela engoliu o nicho todo. Ela é o maior anunciante do Brasil, crescer pra onde?! Ela criou uma marca, ela vende financiamento, ñ eletrodomesticos, como uma pessoa esclarecida disse acima.
Ela ñ pode vender mais pq ñ pode agradar a dois senhores, todas as marcas que tentaram quebraram.
Pra ela vender mais só montando uma marca voltada pra outro público, como a classe média ou alta, com uma outra abordagem outra “personalidade”.
Segunda-feira, 5 de Dezembro de 2005 - 1:22
Nenhuma marca pode deixar de anunciar, mas o caso das Casas Bahia é que eles são e serão para sempre escravos de gastarem rios de dinheiro em mídia para manterem as vendas.
É uma marca que não pode apelar para mídias alternativas, para ações ousadas e baratas. Ser o maior anunciante do país não significa que são os mais eficientes.
Não acho que a fórmula não funciona, mas acho que deveriam pulverizar a verba e mudar aos poucos o estilo de comunicação.
Nínguem está dizendo para abandonarem o varejão, mas pra não ficarem só nisso.
Por exemplo, as campanhas das telecoms. TIM, Vivo, Claro, Oi. Todas anunciam preços, todas vendem serviços e produtos…mas nenhuma abandona a construção de marca.
Segunda-feira, 5 de Dezembro de 2005 - 7:26
“Porque as Casas Bahia não iniciam um projeto desse no Brasil?”
Merigo, ela já iniciou o processo de se tornar uma IKEA. mas como eu disse (e você concordou), propaganda sozinha não vende. Já se sabe que elas colocaram propagandas na MTV, que tem um público relativamente limitado (quando começaram as inserções TODOS estavam se perguntando que diabos era aquilo). Abriram mês passado uma loja no Shopping Ibirapuera, que não é de classe baixa. Os caras já perceberam que dominaram o nicho que disputavam há 10 anos atrás e estão partindo p/ outros agora, mas só pra determinados produtos (eletrodomésticos, por exemplo. Os móveis ainda são aquele compensado bem sem-vergonha).
Segunda-feira, 5 de Dezembro de 2005 - 8:50
Ontem Caixa Econômica, hj Panamericana, amanhã ??
Casas bahia vende até criatividade…hehehe
Segunda-feira, 5 de Dezembro de 2005 - 8:58
Eu acredito q a publicidade tem q vender , o problema hoje em dia é esse bando de publicitários q fazem peças pra ganharem um premio em cannes.Isso naum quer dizer q grandes publicitários naum ganhem premios, mas q eles não criam pensando nisso. O fato é que as peças da casas bahia são extremamente eficientes para o público deles, é isso q importa. Eu sou músico e sei muito bem q música é uma arte, e publicidade não é. quem gosta de dar uma de artista tem q mudar de ramo.
Segunda-feira, 5 de Dezembro de 2005 - 9:44
Charlie Brown Jr. é uma banda cheia de artistas.
Segunda-feira, 5 de Dezembro de 2005 - 12:15
Carlos, vc diz aí que as casas bahia gastam rios de dinheiro com propaganda. É fato. Mas, e o retorno que els tem com esse INVESTIMENTO. Nesse caso, a propaganda vende, e muito. De acordo com eles, o investimento em propaganda vem de 3,5% do lucro (não acredito que seja só isso, deve ser uma porcentagem um pouco maior). Mas de qualquer forma, sobra muita grana no bolso do Salim!!!
Ah, vc disse que a CB poderia ir para o caminho da IKEA e assim, quem sabe, criar uma marca? Putz, em que mundo vc vive?
É a maior marca de varejo brasileira, e só vem crescendo. Tá engolindo tudo quantop é concorrente!!! E com certeza se deve muito as condicoes que oferecem para o povo se endividar!!! Mas também a propaganda.
Casas Bahia é quase uma Lovemark!!! Tem até música (mamonas, chico cesar)… hahaha
Tô zoando, mas o restante do que disse é serio.
Um abraço!
Segunda-feira, 5 de Dezembro de 2005 - 15:39
bom humor, ousadia e criatividade são quatro palavras …
Segunda-feira, 5 de Dezembro de 2005 - 16:46
Terça-feira, 6 de Dezembro de 2005 - 14:24
Ai, dsculpe a minha ignorânica, quadradisse, cabeça pequena ou sei lá o que… mas achei violenta sim. Igualzinho a gente ve em jogos de futebol. Eu, como consumidora, repudiei a propaganda da Panamericana.
Terça-feira, 6 de Dezembro de 2005 - 14:47
Estou indignado, que conceito ruim, filme ruim e concequentemente cliente e agência ruim.
Pra chamar a atenção do público, pricipalmente o jovem usando violência, irracionalidade e inresponsabilidade, idéia que só deveria sair da cabeça de pessoas que não convive com a realidade, principalmente a comercial, não adianta fazer campanhas pra agencias ganharem prêmios e mais prêmeios e o produto que é bom ou até ruim não vende nada, vamos deixar essa ipocresia de ser criativo é viajar na maionese, ser criativo é viver com menos de R$300,00 por mês e mesmo assim conseguir comprar em uma loja de departamento, criativos acordem nossa relaidade é outra.
Um abraço!
Marcio Alves
Diretor de Arte
Terça-feira, 6 de Dezembro de 2005 - 16:13
Oi Merigo, tenho 22 anos, estudo publicidade na PUC-Rio e me identifico como público-alvo da campanha da Panamericana.
Sem querer parecer em cima do muro, acho que o erro da maioria das análises feitas aqui é acreditar que se uma das campanhas é boa a outra deve ser necessariamente ruim.
Minha opinião é que cada uma delas fala para públicos diferentes, e ambas são muito eficientes ao que se propõem. O resto é pêlo em ovo, ou criticar àquilo que não fala a vc (ou não foi feito pela sua agência).
Ri, como há muito não fazia, com o anúncio da Escola. Achei oportuno e genial. Todos com quem conversei por aqui tbm acharam ótimo. Parabéns à Loducca pela campanha e a vc pelo site.
abraço, Rafael
Quarta-feira, 7 de Dezembro de 2005 - 9:52
(antes de tudo meu teclado nao tem cedilha nem acento, antes q me chamem de analfabeto)
Alias, a proganda em geral estah passando por uma crise de criatividade….basta olhar os anuarios passados q voces vai encontrar muita coisa do q estah se produzindo hoje…digo nao soh no Brasil..no mundo todo….agora a onda eh inventar no meio da rua…lata de lixo, porta de banheiro, moeda no chao, poste, hidrante de rua, tudo vira alguma coisa…
2- falha minha… nao vi a propaganda do one Show, mas parece q tem gente jurando de peh junto…parece ser verdade…
3- Na minha opiniao a proganda eh engracada sim.
mas muito mais violenta q engracada.
4- para aqueles q querem escolher uma escola de criacao ou estao na fase de indecisao, tem grana pra pagar Panamericana, acredito q o comercial seja perfeito…gente culta, descolada, mil referencia e bom senso….mas quando voce imagina todos os lugares e pessoas q vao ter acesso a aquela reacao e associar como algo nao soh engracado, mas toleravel..realmente acho q eh melhor perder a piada pra nao perder o amigo….semana passada o cara matou a namorada porque no clip do Eminem rola um cara q mata a namorada…batata, o cara se achava o Eminem e socou o taco na cabeca da namorada….pra mim nao eh exagero..nossa profissao eh muito gostosa e gratificante, mas exige muita responsabilidade das nossas ideias….muitas vezes pode ser imprevisivel…ainda mais em termos de Brasil com tanta injustica social em tempos violentos.
5- Casas Bahia…entre nos pessoas esclarecidas q acessam a internet ninguem gosta..claro…nao eh “legal”…”eh brega”…classe C, D, E merece boa propaganda….gente q viagem….parece ateh q voces nao conhecem o Brasil….perfeito, a CB vende puramente linha de credito…a questao aqui eh preco e condicoes de pagamento…o povo q quase nao come direito, quando tem a oportunidade de colocar um armario 4 portas Joelma das casas bahia dentro de casa eh uma festa.
Acredito q o q precisamos eh assumir nossa identidade cultural…Casas bahia eh Brasil…tem tudo a ver com q nossa populacao em sua grande maioria consome..e mais, eh tipo de informacao digerivel e acessivel para eles….felizmente ou infelizmente..isso eh outra discussao.
O q enche o saco eh o volume de midia q eles compram e a martelacao q isso vira na cabeca da gente…
garanto se colocar pra voces assitirem o Grand Prix de Cannes 2005 55 vezes por dia…amanha todo mundo metendo pau na Honda e na Wiedden+Kennedy…
Quarta-feira, 7 de Dezembro de 2005 - 9:54
(antes de tudo meu teclado nao tem cedilha nem acento, antes q me chamem de analfabeto)
Alias, a proganda em geral estah passando por uma crise de criatividade….basta olhar os anuarios passados q voces vai encontrar muita coisa do q estah se produzindo hoje…digo nao soh no Brasil..no mundo todo….agora a onda eh inventar no meio da rua…lata de lixo, porta de banheiro, moeda no chao, poste, hidrante de rua, tudo vira alguma coisa…
2- falha minha… nao vi a propaganda do one Show, mas parece q tem gente jurando de peh junto…parece ser verdade…
3- Na minha opiniao a proganda eh engracada sim.
mas muito mais violenta q engracada.
4- para aqueles q querem escolher uma escola de criacao ou estao na fase de indecisao, tem grana pra pagar Panamericana, acredito q o comercial seja perfeito…gente culta, descolada, mil referencia e bom senso….mas quando voce imagina todos os lugares e pessoas q vao ter acesso a aquela reacao e associar como algo nao soh engracado, mas toleravel..realmente acho q eh melhor perder a piada pra nao perder o amigo….semana passada o cara matou a namorada porque no clip do Eminem rola um cara q mata a namorada…batata, o cara se achava o Eminem e socou o taco na cabeca da namorada….pra mim nao eh exagero..nossa profissao eh muito gostosa e gratificante, mas exige muita responsabilidade das nossas ideias….muitas vezes pode ser imprevisivel…ainda mais em termos de Brasil com tanta injustica social em tempos violentos.
5- Casas Bahia…entre nos pessoas esclarecidas q acessam a internet ninguem gosta..claro…nao eh “legal”…”eh brega”…classe C, D, E merece boa propaganda….gente q viagem….parece ateh q voces nao conhecem o Brasil….perfeito, a CB vende puramente linha de credito…a questao aqui eh preco e condicoes de pagamento…o povo q quase nao come direito, quando tem a oportunidade de colocar um armario 4 portas Joelma das casas bahia dentro de casa eh uma festa.
Acredito q o q precisamos eh assumir nossa identidade cultural…Casas bahia eh Brasil…tem tudo a ver com q nossa populacao em sua grande maioria consome..e mais, eh tipo de informacao digerivel e acessivel para eles….felizmente ou infelizmente..isso eh outra discussao.
O q enche o saco eh o volume de midia q eles compram e a martelacao q isso vira na cabeca da gente…
garanto se colocar pra voces assitirem o Grand Prix de Cannes 2005 55 vezes por dia…amanha todo mundo metendo pau na Honda e na Wiedden+Kennedy…
Quarta-feira, 7 de Dezembro de 2005 - 14:05
A galera aqui da agência descobriu as “referências” do site… alguém mais estressado chamaria de “cópia descarada”:
http://www.kinetic.com.sg
http://www.bradburne.org (Clique em Participe da promoção)
Tirem suas próprias conclusões, não quero fazer polêmica.
=)
Quarta-feira, 7 de Dezembro de 2005 - 20:51
Merigo, você é um idiota.
Coloque o rabo entre as pernas e assuma que você não entende nada do que está falando.
Um abraço.
Terça-feira, 13 de Dezembro de 2005 - 4:56
O mal dos publicitários é criar campanha pensando no que os outros publicitários vão achar de suas campanhas.
O foco é no público-alvo. São neles que a agência tem que pensar.
As Casas Bahia não são formadas apenas de móveis “bartira”. Alguém já entrou lá e conferiu os outros produtos de qualidade que a loja oferece?
Aplausos para ela!
Terça-feira, 13 de Dezembro de 2005 - 12:18
eu acho meio vacilo as casas bahia basearem suas peças baseada no volume de mídia e no financiamento.
acho que as casas bahia deveriam enfatizar também o lance de construir um conceito, não de manter apenas uma oportunidade. ela criar uma mitologia enfatizada em preço baixo, boas oportunidades e bons produtos, é bem melhor do que se vender apenas como 36-vezes-no-cheque-ou-no-cartão
Segunda-feira, 19 de Dezembro de 2005 - 13:07
faz esse negócio ai como wmv que da para passar pra todo mundo.
Ninguém usa Qt.
Quinta-feira, 26 de Janeiro de 2006 - 11:34
Comercial criativo é quando o mesmo consegue o retorno que se propunha? No caso esse comercial chato das casas Bahia é um exemplo,gruda na cabeça por que tem essa finalidade. O retorno foi grande, principalmente financeiro. O medidor de criatividade é quantitativo=vendas? Se for DEU CERTO! SINCERAMENTE uma empresa que quer ganhar, não prima por criatividade “para poucos” aquele toque de gênio que só meia dúzia entende.
Sexta-feira, 3 de Março de 2006 - 17:04
Keep a good work man!
Quarta-feira, 10 de Maio de 2006 - 16:44
Acho a propaganda das Casas Bahia chata, irritante, poorém ninguém pode dizer que não é funcional. è muito interessante falarmos sobre falta de criatividade e alienação, mas enquanto as peças venderem tanto ficarão no ar. Será que o problema não é mais profundo? Será que se no Brasil se as pessoas tivessem acesso maior à educação seriam persuadidos com essas propagandas. enquanto o Brasill for assim, as propagandas que vendem mais também o serão.
Quarta-feira, 10 de Maio de 2006 - 16:44
Acho a propaganda das Casas Bahia chata, irritante, poorém ninguém pode dizer que não é funcional. è muito interessante falarmos sobre falta de criatividade e alienação, mas enquanto as peças venderem tanto ficarão no ar. Será que o problema não é mais profundo? Será que se no Brasil se as pessoas tivessem acesso maior à educação seriam persuadidos com essas propagandas. enquanto o Brasill for assim, as propagandas que vendem mais também o serão.
Quarta-feira, 10 de Maio de 2006 - 16:46
Acho a propaganda das Casas Bahia chata, irritante, porém ninguém pode dizer que não é funcional. É muito interessante falarmos sobre falta de criatividade e alienação, mas enquanto as peças venderem tanto, ficarão no ar. Será que o problema não é mais profundo? Será que se no Brasil se as pessoas tivessem acesso maior à educação seriam persuadidos com essas propagandas? enquanto o Brasil for assim, as propagandas que vendem mais , principalmente a classe menos abastada, também o serão.
Quarta-feira, 2 de Agosto de 2006 - 18:03
muito bom…. vamos comentar!!!!
Quarta-feira, 2 de Agosto de 2006 - 18:05
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