We are here to stay
Uma idéia baseada na logomarca e efeito especial para dar movimento na boca dos ditadores do mundo. Criado pela TBWA Paris, esse filme para a Anistia Internacional é poderoso, assim como quase toda a comunicação da ong.
E quando o assunto é direitos humanos, chocar é o caminho mais eficaz. Isso é necessário principalmente porque a maioria das pessoas não vivem, e muitas vezes sequer fazem idéia, da realidade combatida pela Anistia Internacional. Para muitos pode parecer absurdo, mas com certeza você conhece alguém que vive num mundo limitado por baladas, roupas de marca e novela das 8. O típico sujeito ou sujeita que sequer tem assunto para conversar. E tem ainda aqueles que fazem pior.
Então, quando vemos esses anúncios sempre discutimos qual é o público-alvo. Potenciais doadores? políticos? os próprios bandidos? Não, eles são feitos para alguém muito mais importante: a opinião pública. Para eu e você sabermos que algo não está certo e que existe alguém lutando para mudar as coisas.
A Anistia Internacional luta para libertar os prisioneiros de consciência (termo criado por ela para definir os presos por cor, raça, orientação sexual ou religiosa); para garantir julgamentos justos para prisioneiros políticos; para abolir a pena de morte, a tortura e outros tratamentos considerados cruéis aos presos; para acabar com os assassinatos políticos e os desaparecimentos; e para lutar contra todos os abusos aos direitos humanos, seja por governos ou por quaisquer outros grupos.
E aí, sabendo disso, nos perguntamos: “o que podemos fazer para ajudar?”. Temos a tendência de acreditar que só ajuda quem pode doar, porém, mais importante do que dinheiro é a palavra, a consciência de cada um. E criar essa conscientização é o objetivo mais crucial de qualquer campanha social.
Sendo assim, com tantos que já tentaram calar a voz de quem trabalha pelos direitos humanos, o título do anúncio diz: “We are here to stay” (Nós viemos para ficar).
Clique aqui (botão direito - Salvar destino como…) para fazer o download do filme em formato .MPG. O arquivo tem 2.91 MB.
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Quinta-feira, 27 de Outubro de 2005 - 14:59
Por q nós brasileiros temos q trocar o “o” do “muammar khadafi” pelo “u”?…
Quinta-feira, 27 de Outubro de 2005 - 23:53
Acho que ficou faltando o Bush…
Sexta-feira, 28 de Outubro de 2005 - 10:51
Acredito que a tendência para muitas emrpesas, além dá possibilidade de abrir a empresa para ações, fato que cria auditorias que dão mais claresa aos seus negócios e a responsabilidade nas transações comerciais, logo estaremos abraçanmdo um novo modelo concreto e sério de participação na sociedade. Acredito que o papel delas será fundamental nos desbravamento dessa floresta mal acabada do comportamento do ser humano. Pois as pessoas não consegue por sí só ter um estimulo próprio de reação contra a degradação de sua própria essência. Falta atitude e entender que o individualismo como anda é apenas um forma de cavarmos um buraco ainda mais fundo sobre nossa volta. Estou fazendo o possível para viabilizar um projeto de consciêntização na minha cidade, espero que outras lideranças (se e que podemos nos corresponder por este termo, já banalizado), etsejam partindo do princípio que a política é uma condição inevitável para a condução da troca que a comunidade é e que devemos muito entregar nosso conhecimento aos menos favorecidos. Assim espero. Parabens Carlos merigo, respeito muito sua atitude de postar assuntos desse genero sempre.
Domingo, 30 de Outubro de 2005 - 19:15
q droga..não to conseguindo baixar o video
Segunda-feira, 31 de Outubro de 2005 - 9:46
também não consegui baixar o vídeo
Segunda-feira, 31 de Outubro de 2005 - 14:47
Sexta-feira, 4 de Novembro de 2005 - 15:56
…Só falta mesmo o Sr. George Bush!
Sexta-feira, 11 de Novembro de 2005 - 19:34
Propaganda ridícila. Bem feita, porém ridícula.
O que Fidel Castro faz ali?
E por que o filha da **** do Bush não está no filme?
É revoltante…
Só faltava o babaca que criou isso colocar também o Hugo Chavez…
Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2005 - 22:59
Concordo.
O que faz o Fidel Castro ali?
E onde está o Bush?
É uma campanha primária para mentes politicamente pouco formadas e pouco informadas.
Tenta “vender” um produto apelando ao senso comum do consumidor.
Mas não são aqueles homens que torturam, silenciam e matam. A realidade é mais profunda e inquietante.