The Playcheck, da obsolência à arte
Nossos filhos acharão engraçado quando falarmos coisas como cair a ficha e queimar o filme, já que telefone público não usa mais ficha (sim, eles ainda existem) e câmera fotográfica pessoal não usa mais filme. Assinar um cheque em branco é um outro forte candidato a expressão-entrega-idade. Nem lembro mais quando deixei de carregar meu talão comigo. Agora é tudo na base do dinheiro de plástico.
Só que os bancos de vez em quando mandam uns talões, sei lá eu pra quê. Se você não quer que eles fiquem lá empoeirados e solitários faça uma arte legal e mande para o The Playcheck, criação do diretor de arte Murilo Melo. Ou no mínimo curta as artes legais que o pessoal já mandou.
Via @gabriel_sotero.












Ver a criatividade alheia é muito estimulante!
Gabriel Sotero.
Então cara, vai demorar muito, mas muito pros cheques sairem.
Eu trabalhei até o meio do ano passado no Banco Bradesco, agência.
E lá todo dia centenas de pessoas surtavam quando uma máquina de cheque não funcionava.
Milhares de empresas pagam funcionários com cheques, principalmente construtoras e outras tantas administradoras.
Milhares de cheques são compensados nas agências todos os dias.
Na agência onde eu trabalhava, voltavam cerca de 100 cheques por dia. Eu disse voltavam.
Cada caixa de banco recebia em média 250 cheques por dia.
Então o volume ainda é gigantesco.
Por isso os bancos ainda mandam.