A classe C digital na visão do VP da Razorfish
“A class C brasileira sempre se viu como marginalizada, mas com as plataformas digitais ela pela primeira se vê no mesmo nível das classes superiores, frequentando os mesmos sites e consumindo a mesma informação.” — é o que conta nesta entrevista à PSFK Joe Crump, Senior Vice President of Strategy and Planning da Razorfish.
Joe conta que viu em passagens pela Rocinha que além de jogos a molecada também usa muito a internet para aprender coisas. Que o inglês perde o lugar como item “importante para sua vida” para linguagens de programação. Junte esta ideia com o papo do Sollero sobre como a internet encurta o abismo de informação entre as capitais e o interior (nacionais e internacionais) e dá pra começar a acreditar que a tal revolução digital está batendo aí na nossa porta.












Sinceramente, a unica coisa que eu não entendi do que ele falou foi a palavra que ele disse ser da lingua portuguesa? Qual é? Será que estou ficando surdo ?
Olha, eu acho que ele falou "jeitinho".
Fez o comentário que eu ia fazer.
Também não entendi exatamente qual era.
Pelo contexto me pareceu ‘jeitinho’, mas não tenho certeza.
Sinceramente não sei bem se concordo que a classe C frequenta os mesmos sites, redes sociais e sites de compras. Não estou dizendo que "ah, o povo usa Orkut, os ricos Facebook", mas sim que a adesão às novidades demora mais na classe C (o que faz alguns sites se popularizarem bem mais tarde) e que os hábitos são diferentes. Quanto a classe C pode estar no Buscapé procurando o melhor preço pra um celular, não importa a loja desde que seja barato, as classes A e B já estão indo direto onde conhecem e/ou acham melhor e mais confiável. Posso estar errado, mas é o que imagino.