Despertador da Philips vai acordar uma cidade que passa 4 meses no escuro
Assim como fez a Tropicana no início do ano, a Philips também quer transformar a vida de pessoas que vivem no Ártico e passam meses na total escuridão.
É um experimento, chamado “Wake Up The Town”, para promover um despertador cheio de firulas da marca. O produto promete acordar as pessoas de forma mais natural, com luz crescente e sons adequados, sem te matar do coração todas as manhãs. Dá uma olhada:
A ideia da Philips é tentar mostrar como esse despertador inovador é capaz de alterar e melhorar a rotina dos habitantes de uma cidade próxima ao Pólo Norte, que passa 4 meses no escuro todos os anos. Diversos moradores receberam o produto, e suas vidas estão sendo acompanhadas pelo documentarista Doug Pray, diretor do “Art & Copy”, que ja falamos aqui.
Abaixo, o trailer de “Wake Up The Town”:












Bom pra caralho. Tanto o produto quanto a ação. Compraria um, se não chegasse no Brasil por uma fortuna escandinava.
Realmente muito bom!
Teria um fácil, mas como disse o amigo ali, provavelmente vai custar beeeeem caro…
só faltou o nome do despertador na matéria não é?….
Putz! mto bom. Eu fui lá no último inverno, lugar incrível! E a primeira pessoa q conheci foi a Preta, uma brasileira que mora lá! Surreal.
E o produto é muito util pro inverno no norte europeu, e a ação é perfeita pra exemplificar isso!
Muito bacana, gostaria de ter um para não ficar usando o despertador do celular e desligar uma ligação achando que é o alarme que tá tocando
Só pelo design já valeria a pena!
Abs.
O despertador é para países com inverno frio e escuro. No Brasil é só deixar deixar a janela aberta que você vai acordar com o sol na cara e com pássaros cantando…
Fala Merigo!
Acabei de escrever um texto criticando o uso desse produto:
http://papodehomem.com.br/o-despertador-do-futuro…
Abração.
[...] Philips já está mostrando os primeiros resultados de seu experimento “Wake Up The Town” na pequena Longyearbyen em Esvalbarda, território ártico norueguês. A população do lugar, que [...]