O futuro dos livros

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IDEO Future of Books

Muitas pessoas acreditam que a evolução dos livros são os e-readers. Você faz download da edição digital para a sua tablet e pronto, já está no futuro.

Mas isso não é nada perto do que propõe a IDEO, uma consultoria especializada em design. São 3 conceitos básicos, aos quais eles deram os nomes de Nelson, Coupland e Alice.

Mais do que um texto digital ou com animações bonitinhas ativadas se você chacoalhar seu iPad (ou algo que o valha), o que conta aqui é explorar as funções de verdade, que passam pela interatividade e pelo aspecto social da leitura.

A proposta do Nelson é ampliar a perspectiva que se tem de um texto, e poder acompanhar o debate em torno de temas e ideias apresentadas em um livro. Já o Coupland é formar uma biblioteca baseada nas recomendações e discussões da sua rede social profissional. Por último, o conceito Alice é voltado para engajar o leitor no processo de storytelling, em que você pode participar da história realizando certas tarefas e, dessa forma, o autor revela conteúdo secreto.

Vale ver e imaginar as possibilidades das ideias apresentadas nesse exercício de futuro, mas que ao mesmo tempo parece bem palpável.

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  • http://www.facebook.com/profile.php?id=100000036371644 Junior Souza

    Estão começando a achar o caminho.
    Creio que veremos uma confluência entre impresso e digital, mais amigáveldo que tem-se previsto.

  • joca

    Too.much.information.

  • Felipe

    Não acho que o livro no papel vai acabar.

    Quando surgiu a fotografia, acharam que a pintura ia acabar. Quando surgiu o cinema, acharam que a fotografia iriria acabar. As coisas se renovam e recriam, não somem.

  • http://www.facebook.com/profile.php?id=100000530243422 Samuel Barbosa

    O futuro é realmente lindo, as tecnologias para este tipo de "aplicação" já existe, só faltam ser reunidas e distribuídas. Tomara que Steve Jobs, Eric Schmidt ou até mesmo o Mark Zuckerberg compre essa idéia.

  • http://jader.me Jader Rubini

    E aqui, o futuro dos cadernos escolares: http://www.youtube.com/watch?v=uL-2Egqc1qc

  • JCampos

    Concordo com o Felipe

    "As coisas se renovam e recriam, não somem. "

  • Titan

    Tremenda bola fora o título do texto.

    Quem realmente lê e consome livros não quer uma geringonça cheia de "interatividades" e funções desnecessárias atrapalhando o texto.

    Baixar um título pro Kindle é um "futuro" muito mais plausível que esse carnaval todo aí…

  • Obr. Alexandre

    Ainda terei um desses, tenho certeza.

  • http://www.muitohorrorshow.com.br Bruno Brandão

    Cada vez mais acho que quem pensa que o livro um dia vai acabar, são aqueles que menos leem.

    Um livro é muito mais do que ler uma frase ou parágrafo, é uma experiência que vai muito mais além disso e que esse aparelhinho meio brega, não consegue alcançar.

    Prateleiras cheias de livros. Torço para que elas possam existir ainda por muito tempo.

    :)

    • http://www.mamutemidia.com.br Gian

      Livros não vão acabar. Só que o suporte em papel será substituído pelo digital.

      Da mesma forma, vc. não não ouve música somente quando executada por alguém em tempo real.

  • http://cataclisma14.blogspot.com André

    Nelson = "Você não precisará mais refletir sobre o que leu: terá acesso a textos que farão as reflexões pra você".

    Coupland = "Queremos que as pessoas formem uma biblioteca pra você, e não que você forme a sua própria"

    Alice = "Imaginação é superestimada: queremos criar brincadeiras para tirar você completamente da história com coisas reais fingindo que, na verdade, estamos tentando engajá-lo."

    Empresas de tecnologia: o formato do livro é definitivo. Aceitem. Pode até ser traduzido pra outras mídias (Kindles, iPads, etc), mas a "experiência" (pra usar um jargão publicitário) criada por um livro se baseia única e exclusivamente nas palavras LER e IMAGINAR.

    • Francisco

      Boa, André!

      O livro é mais avançado que todas essas geringonças pirotécnicas. É simples. É sofisticado. É moderno. Tanto quanto um copo o é para se beber água.

    • Alice

      É preciso compreender que as tecnologias nos trazem novas possibilidades de interação com formatos já consagrados na sociedade. Amo o livro impresso, mas reconheço que com o aumento da população global, imprimir tiragens cada vez maiores não é uma atitude muito sustentável. Aprendi a ler em plataformas digitais por força do meu trabalho e hoje já não acho problemático. Comprei uma iPad especificamente para esse fim. Acredito que a proposta da IDEO não é destina para nós que somos a geração de transição entre o analógico e o digital, mas para aqueles que já nasceram num mundo que estimula e preza pela construção de conhecimento através do processo interativo. Para eles a leitura tem um outro significado. Eles nasceram a era do hipertexto onde a possibilidade de ir e vir é ilimitada. Eles são uma geração não-linear no que tange as práticas diárias, assim para eles essas novas possibilidades de leitura são mais atraentes e significativa. A educação formal recebida pela nossa geração é o oposto. Somos uma geração linear, a geração de uma coisa de cada vez, a geração do estudar em e no silêncio… Isso precisa ser levadoem consideração. Sendo assim, devemos pensar não só na ideia, mas compreender a quem ela se destina.

  • http://www.mamutemidia.com.br Gian Zelada

    Alucinante!!! Acho isso tudo isso uma maravilha. Essa tecnologia será um dos elementos chave para uma revolução do conhecimento humano.

    Pensem só na quantidade de pessoas que poderão acessar um número nunca imaginado de conteúdos, nos mais diversos formatos e ainda com a possibilidade de colaboração irrestrita com todos os seres humanso conectados.

    Alucinante mais uma vez!

    PS: adorei o site Brainstorm9. Parabéns!!!

  • http://www.facebook.com/profile.php?id=100000660461231 Tércio Matos

    interessante, entretanto eu ainda acho q os livros tradicionais vão continuar a existir =]

  • http://Onbrandcontent.com Jileonycastillo

    The future is content, branded most of it, but content everywhere!

  • Ivanléo

    Apegos ao que está sendo ultrapassado à parte, a verdade é que temos duas opções: ou paramos em determinada posição do tempo e ficamos só assistindo, ou nos permitimos ampliar nossa visão e buscamos aproveitar ao máximo toda essa evolução tecnológica.
    "O futuro dos livros" disponibiliza mais um grande estímulo mental, possibilita-nos crescermos ainda mais em sentido intelectual em condições, na verdade, bem mais favoráveis e, mesmo, facilitadoras.

  • Flá

    Eu adoro ler livros e de segurar e sentir o cheiro deles, mas também tenho o costume de ler com o meu iPhone do lado pra eventuais pesquisas ou qualquer comentário que eu ache necessário pra minha leitura. E os livros não te dão a possibilidade, em tempo real, de buscar estas informações. Não existe "hipertexto", se é que posso dizer assim. Mas, ainda assim, possui a liberdade de interpretação e imaginação que se perde quando temos muita informação extra acompanhando as suas páginas. É como ler "O Iluminado" depois de assistir o filme. Ainda assim, a meu ver, o tal "livro do futuro" não vai, de modo algum, substituir o livro impresso, mas deverá complementar a experiência da leitura. Eu gosto, principalmente, dos conceitos Nelson e Alice, acho que são os mais prováveis a realmente adicionar algo interessante à leitura. Não vejo o "livro do futuro" mudar drasticamente a maneira como EU leio os meus livros (visto q costumo ler além do livro), mas vejo que estes conceitos só trarão benefícios às estórias e, principalmente, aos leitores.

  • Almir Miranda

    Bom, tenho um ponto de vista que pode contribuir para pensar sobre a evolução dos livros.

    Devemos selecionar 3 pontos que podem mostrar o caminho da evolução:

    1- Livro são para descrever historias em um contexto profundo e detalhista, onde, a imaginação é aguçada, interpretamos a historia que esta sendo contada, nos colocamos como protagonistas, por isso temos que obter facilidade para leitura, para pessoas com dificuldade em ler um livro com letras miúdas, isso a tecnologia pos nos favorecer muito, da mesma forma com o que já temos pode facilitar o transporte cada vez mais, imagine livros com mais de 1000 paginas?

    2- A Revista vejo revistas digitais com propagandas em animação, isso também desperça a leitura da matéria em questão, não contribui para nenhum dos casos, tanto a propaganda quanto a matéria.

    3- Sites, bom, isso é a junção de tudo, onde podemos e foi destinado a isso tudo, animação, textos com hiperlinks, etc, mas não é bacana ter textos longos e sim algo mais sucinto, algo mais objetivo, com temas dinâmicos, apresentações vinculadas em seus links, tags, etc…

    Temos com isso três formas diferentes de leituras, cada uma com seus propósitos, misturar tudo isso pode não trazer um bom resultado e tirar completamente o propósito principal, o incentivo a leitura.

    Vejo que temos que evoluir em uma tecnologia para facilitar a leitura, não precisamos misturar as estações, da mesma forma, colocar um livro com imagens e filmes, isso muda completamente o caráter do livro, tira a identidade dos filmes (cinema) e direciona a tecnologia para o banal.

  • http://onu-w-gov.blogspot.de/ PiresPortugal

    Uso abreviaturas de 3 símbolos para argumentos de particular interesse em estudo para livros, ebooks, audioebooks, videoebooks ou pebooks, (personalizados e-books).
    As minhas abreviaturas prioritárias de momento para o futuro do jornalismo e informação online são:
    1. TIL=Time Is Life, tempo é vida, primeiro valor a considerar online;
    2. TEP=Tempo, Etica e Publicidade-Marketing: somos condicionados mesmo sem nos darmos conta de diversos fatores mas em particular da publicidade e marketing. Estudar os efeitos positivos para serem estimulados e os negativos para serem evitados será uma das prioridades para o melhor uso do tempo online;
    3. P3P=Psicologia dos 3 poderes: biológico, (dinheiro), psico-social, (populismo) e espiritual, (religioso, ético ou ideal social). Publicidade-Marketing, informação, cultura, arte, justiça e política são condicionados e condicionam estes 3 poderes.
    4. W3W=Win3Win=ganham 3: vendedor, comprador e sociedade.
    Da ética, criatividade e inteligência coletiva para melhor desenvolver estas ideias pode resultar um melhor uso de Internet e novas tecnologias do futuro online.
    Mais: http://onu-w-gov.blogspot.de/